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Bruno Monteiro: como usar swipe files e as melhores lições de copywriting

2:34:12 21 jul 2026

Bruno Monteiro do Swiper explica como estudar swipe files, criar copies melhores e aplicar as estratégias de funil e escala usadas pela Empiricus.

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Sobre este episódio

Neste episódio do Segredos da Escala, João Campos conversa com Bruno Monteiro, fundador do Swiper e ex-CTO da Empiricus, sobre os processos que ajudaram uma das maiores operações de marketing direto do Brasil a crescer.

Bruno conta como entrou na Empiricus como programador e, em poucos anos, passou a liderar a área de tecnologia. Essa posição permitiu que ele acompanhasse de perto a integração entre produto, dados, atendimento, copywriting e aquisição de clientes.

A conversa mostra que o crescimento da empresa não veio apenas de boas cartas de vendas. A operação combinava uma grande capacidade de testar ofertas, analisar dados, desenvolver novos talentos e construir um funil capaz de vender diferentes produtos para o mesmo cliente ao longo do tempo. Em vez de depender do lucro na primeira compra, a empresa trabalhava para aumentar o LTV de sua base.

Outro ponto importante é o processo de revisão de copy. A leitura do texto em voz alta e a avaliação por outras pessoas ajudam a identificar trechos cansativos, argumentos ausentes e problemas na construção da oferta.

Na parte final, Bruno explica como utilizar um swipe file de maneira produtiva. Mais do que arquivar anúncios e cartas de vendas, é preciso revisitar as referências, compreender por que elas funcionam e transformar o aprendizado em exercícios e novas peças. O objetivo não é copiar uma campanha pronta, mas desenvolver repertório e capacidade de adaptação.

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Via de regra todo mundo tem um swipe file, ou deveria ter pelo menos, como que tu recomenda que as pessoas usem o swipe file, usem o Swiper no dia a dia e cara, e realmente tira o benefício, sabe, realmente consiga é aplicar ali no seu negócio. E é isso que faz um copywriter: sair lá de um faturamento pequeno pra um cara que vai mudar de vida e vai aposentar aos trinta anos de idade. Isso é idiota, isso é meio óbvio. Só que ninguém faz Bruno Monteiro.

Em apenas três anos ele saiu de programador para se tornar CTO da Empiricus, a maior empresa de marketing direto do Brasil na época. Hoje é fundador do Swiper, o único swipe file do país, cem por cento traduzido para português, como que era a máquina de copy da Empiricus. Uma coisa que eu aprendi lá e eu acredito que faz muito sentido pra quem quer trabalhar com copiar, pra quem quer construir oferta, é basicamente não tinha design, a página era só uma página fundo, fundo branco.

A fonte preta ali é essa que vende, mano, cara, o negócio vendeu oito milhões de reais. Um texto véi tipo, assim cê ficava atualizando a dashboard de vendas. O negócio não parava de aumentar e até o final da semana deu oito milhões em vendas. Acho que foi esse um dos momentos que mais me marcou do poder da copy.

Assim, isso aqui, pessoal, é um dos maiores hacks que eu já aprendi em toda minha carreira. Eu tenho doze anos de marketing direto. Isso aqui é uma das coisas mais, se não for a coisa mais importante, tá que eu já aprendi em doze anos de marketing direto e cara. E sabe porque que isso é uma grande vantagem?

Porque ninguém faz isso, ninguém no Brasil faz isso. Hoje eu vou ter uma conversa com o Bruno Monteiro. O Bruno, pessoal, ele trabalhou lá na Empiricus, no auge da empresa, quando ela se consolidou no marketing aqui digital como uma das maiores operações. E o doido é que ele entrou lá como programador, mas em apenas três anos ele foi crescendo e se tornou CTO da Empiricus, ou seja, ele participou ativamente, tá, da criação dessa empresa aí que chegou a bater mais de um bilhão de faturamento e cara.

O mais interessante é que, mesmo vindo da área de tecnologia, ele descobriu a sua paixão mesmo foi no copywriting, tanto que hoje ele é criador do Swiper, que é um dos maiores swipe files do Brasil. Então hoje, pessoal, a gente vai tentar entender aí como que foi a trajetória do Bruno e também como que funcionava os bastidores da Empiricus, pra eles conseguirem ter escalado tanto assim. E claro, né pessoal também, como ele é dono do Swiper, a gente vai falar sobre como usar swipe files no teu dia a dia, aí pra tu evoluir muito mais rápido e elevar o nível das copies, aí que tu escreve beleza e cara, caso não conheça, esse aqui é o podcast segredos da escala, e aqui a gente traz pessoas que já escalaram suas ofertas, já escalaram seus negócios, pra que você que tá em casa consiga pegar uma, duas, às vezes três dicas, se o podcast for bom aplicar no teu negócio e escalar ele também.

Esse podcast aqui foi criado pelo VTurb, que é uma empresa que eu, o João Campos, ajudei a fundar, e o VTurb, pessoal, é uma hospedagem de vídeos que ela foi feita pra aumentar a conversão do teu vídeo de vendas e hoje tá já tem mais de onze mil empresas confiam no VTurb aumentar a conversão dos seus vídeos de vendas, tanto empresas aqui do Brasil como empresas fora do Brasil também que usam a gente. Que é uma coisa meio bizarra, tá, eu não sabia que isso ia acontecer, mas acabou acontecendo.

Então, assim, cara, existe um motivo por a gente crescer tanto que é, a gente de fato aumenta a tua conversão. Então, se tu tem um vídeo de vendas, hospeda ele no VTurb. Pra te ajudar com isso, aí eu vou te dar quatorze dias de teste grátis e e também quinze por cento de desconto durante os teus dois primeiros meses, uma vez que tu comece a tua assinatura aqui da VTurb. Então, cara, é só clicar nesse primeiro link aqui da descrição e se cadastrar, pra daí tu já conseguir usar a VTurb pra aumentar a conversão do teu vídeo de vendas.

Beleza, mas sem mais delongas, aí vamo começar o podcast, então, com vocês. Bruno Monteiro, Bruno, Bruno Monteiro. Então, cara, seja muito bem vindo ao podcast VTurb.

Valeu João, valeu mano, baita recepção, aí.

Obrigado, gostou, pô. VTurb deixa a galera mal acostumada, né, cara?

Ah, é porque o que aconteceu, não agora a régua tá mais alta, né é nenhum podcast. Vai ter que poder fazer menos aí do que vocês fizeram, né boa, eu achei que tu ia falar do motorista do hotel, não de tudo. Né cê já sai do aeroporto, ali já tem alguém te esperando, carrinho com ar condicionado, sim, e olha só, e tu pagou alguma coisa, não tudo de graça, né na conta do João. Então, exatamente, então, pessoal, o que que você tem que fazer, cara, pra me ajudar, dá o like nesse vídeo, mano, ou eu paguei aqui um monte de coisa aqui pro Bruno, tá aqui pra ele gerar um conteúdo massa pra vocês.

Então, cara, dá o like aqui no vídeo. Tá, já pode dar, porque aqui é o podcast da VTurb. Cês sabem como é que vai ser aí. Vai ser um conteúdo bem interessante, é.

Mas, cara, obrigado tu tá por tu dar o teu tempo aqui. Vim pra cá, eu te agradeço. É, na verdade eu até te peço desculpas aqui publicamente, porque eu já tinha te convidado uma vez, só que daí na correria ali da da da vida tal é. E, mano, eu sou muito ruim de WhatsApp.

Se tu fala comigo no WhatsApp aí de casa, sabe que pra eu responder é meio difícil, né, mas é que mano, é muita correria. Essa semana inteira eu tive cinco podcast, tá, tu é o quinto. Então esse mesmo processo que eu fiz contigo. Vai lá no hotel almoça, não sei o que tal grava, mas tá com energia, né, porra, tá louco, não, mas tá com energia agora.

Ah, não, agora eu tô. Então, beleza, já tomei um café aqui top, eu tava cansado no podcast do Rubens tá um pouquinho pessoal, e se o e se o podcast do Rubens já saiu, vai aparecer aí na tela, mas o dele eu tava realmente cansado, tava um pouco piscando, assim, mas ainda deu. Bom, eu tomei um monte de café, um monte de energético, só que naquele dia lá eu dormi, sei lá oito da noite acordei, acho que oito da manhã do outro dia dormi, tipo é doze horas ali.

Ó, tem que valorizar o que a VTurb faz aí pela comunidade, cara, porque é um material de muito valor. Eu sou fã, eu sou fã. Obrigado. Não quero ficar puxando o saco aqui, mas é, eu vi que tu comentou no, no podcast do Paulo Sanches, lá, e se for o caso, tu comenta em outros também, né, e vai aparecer aí na tela, tá, pessoal, o podcast do Paulo também, pra quem quiser ver é.

Mas, cara, falando um pouco aqui do teu background, tá o pessoal entendeu um pouco mais. Então, pra quem não sabe, tá, pessoal, o Bruno, ele trabalhou no que foi a maior empresa de marketing direto aqui do Brasil, que é Empiricus, e tu começou lá em dois mil e dezesseis. Tu ficou lá por volta de cinco anos, né, até onde eu sei, foi por aí é, e ele começou lá, pessoal, como programador, é front-end, e foi evoluindo tá até se tornar CTO da empresa.

Então, cara, ele viu todo esse crescimento explosivo da Empiricus e o pessoal mais antigo ainda sabe que a Empiricus foi uma das maiores referências aí do mercado digital. Então a gente vai abordar um pouco esse assunto. E hoje, cara, tu também é fundador do Swiper. Pra quem não conhece né pessoal swiper.com.br, pra quem já acompanha o VTurb, há um tempo, volta e meia eu falo aí do Swiper e eu tinha um webinário que era sobre como reviver VSLs, fazer VSLs já morreram, voltar a vender, e lá eu recomendava o Swiper.

Então, se tu já viu meu VSLs aí em alguma maneira, provavelmente tu já deve ter visto o Swiper. Então, cara, que interessante isso. Velho tu era programador e aí tu migrou pra ser meio que estrategista ali, copywriter, empresário é basicamente eu, eu sempre. Eu tava brincando com você aquela hora que a gente tava no almoço, lá que, cara, toda empresa que eu entrava eu deixava de ser programador durante um tempo.

Isso me deixava meio frustrado, assim, porque eu entrava numa empresa como programador né era registrado como programador. Aí passava um tempo um gerente ou sei lá o dono da empresa chegava e falava: cara, preciso, preciso que cê vá pra uma camada de gestão, de coordenação, de projeto de produto. Ia ficar putz, lá vou eu parar de programar de novo. Então todas as empresas foram assim e eu fui pra Empiricus, na verdade porque a promessa me parecia muito atrativa.

Né falei: cara, lá de fato é uma empresa maior que tá em crescimento e lá de fato eu vou programar. E aconteceu a mesma coisa. Eu cheguei lá, comecei a trabalhar e tipo passou três, quatro meses é eu recebi o convite pra ser coordenador de projetos, pra ajudar na frente de produtos, lá que ia ter uma interação forte ali com, com a equipe de marketing de copy né a Empiricus. Ela era uma empresa é essencialmente de marketing, porém com uma base muito forte de tecnologia.

Né porque era tudo cem por cento digital. Eles tinham um checkout próprio deles, então não tinha uma Hotmart ou o que faz da vida. Eles processavam todos os pagamentos e a recorrência também era a Pagar.me no back-end. Não era tudo próprio, eles tinham é mesmo é eles tinham conexões com várias adquirentes, várias formas de ali, de de conseguir cobrar o cliente na renovação também.

E e era bem uma época que eles estavam lançando a Jolie vi né que era a vertente de saúde, que era uma recomendação da Agora na época, e também a operação em Portugal que depois acabou não dando certo. Ah, teve também isso. Aí eles chegaram a lançar uma versão da Empiricus Portugal, lá que também foi uma recomendação da. Agora, então toda a estrutura de software deles era in-house, ou seja era interna.

Eles não tinham uma agência nem nada do tipo é. Então entrei lá como programador e aí foi questão de tempo pra eu já já estar na parte de coordenação, né, e aí eu já não programava mais tanto, até que eu resolvi aceitar o destino aí de falar: cara, talvez eu seja muito bom em produto, mesmo é isso que eu tenho que fazer. E foi onde eu fiquei lá, mas sempre na parte de tecnologia também. Então eu tinha interação direto ali, por exemplo com a Helena, com o Beto.

É Roberto Altenhof, né, ô, Bruno pera aí é fala pro pessoal ver o podcast da Helena aí pra audiência. Ah, é a Helena putz, a Helena eu sempre falo que ela é minha madrinha aí na parte de copy, boa, sempre abraçou o Swiper desde o começo. Tem muita gratidão ali por tudo que ela fez por mim boa, e eu trabalhava perto ali com ela enfim e com o Beto também. Então eu eu era de tecnologia, mas eu precisava entender o que que tava acontecendo no marketing, porque basicamente, se a tecnologia não suportasse o marketing, a operação como todo não não funcionava.

Uhum, e aí meu crescimento na Empiricus foi foi bem exponencial assim, né por por por conta dessa visão de produto, né não ser só um programador ou só uma pessoa com a visão técnica mesmo. Uhum, cara, deixa eu te fazer uma pergunta. É rapidinho, tá é a primeira coisa que eu queria entender aqui. Depois a gente vai falar: tá pessoal é do Swiper, aí como montar um swipe file, como que que ocorreu essa meio que essa transição de carreira?

Aí, sei lá, é como que tu mudou a tua direção. Mas, cara, a Empiricus pô foi uma empresa referência aí no mercado. Se bobear ainda é tá pra muitas pessoas. Mas lembro que naquela época lá até eu pessoal, até eu fui trabalhar pra Empiricus.

Eu trabalhei, é lá de graça tá durante um mês. Um abraço aí pro Roque Vega lá que me contratou e sem dúvida alguma ela tinha várias coisas ali que ela fez pra conseguir é ser o que foi, né pra atingir esse tamanho, essa parada do check out, cara, tu acha que isso era uma vantagem que eles tinham ou tu acha que eles vacilaram em, em deixar a operação mais complexa do que deveria ser?

Cara, na verdade é que a gente tá falando de dois mil e dezesseis, né então, assim, se hoje você consegue levantar uma oferta em minutos, era algo que a gente não tinha lá em dois mil e dezesseis né, e eu entrei com um carro andando assim, então tinha uma Empiricus prévio ali né. Então acho que foi uma decisão dada a circunstância do momento, ali né eles não tinham uma alternativa, mas eu acho que começou em algum momento a acetonar aquele elefante ali né, uma operação que ela era muito pesada e que não acompanhou, de certa forma, a evolução do próprio próprio digital, principalmente pós pandemia, digamos assim.

Então hoje, assim é claro que depois que acontece, é óbvio né. Mas hoje eu talvez migraria Ali todo motor de cobrança e de recorrência deles pra alguma 1 Hotmart da vida, por exemplo, que eu acredito que reduziria muito essa questão do peso que eles tinham pra fazer qualquer mudança. Né, porque quando cê tem só 1 oferta, cara, é 1, é 1, e ou você terceiriza tudo, sua área de membros, seu check out é 1 coisa, mas quando você precisa mudar de rumo, precisa levar todas as assinaturas, toda área de membros, é 1 peso considerável.

Então, quando eu saí de lá, cara, eu tinha cerca de 25 pessoas só na minha equipe eita que trabalhavam comigo né então, pô, cê pensa, quase 250 pessoas, era 1 operação que fazer 1 mudança pequena não era tão fácil assim, né, sim, é na minha cabeça. Eu achei que isso era 1 vantagem.

Porque tu vai pagar menos taxa né uma vez que tu não tem uma Hotmart ali pra pra comer. É, eu acho que a principal vantagem competitiva que a Empiricus teve no mercado- em tanto que assim cara é até o oitavo no no ano dela, talvez ali eles nadaram sozinho- era a quantidade de dados armazenados. Então eles poderiam. Eles podiam criar uma previsibilidade muito grande.

Né como assim fala mais sobre isso. Pensa assim: por exemplo, um cara comprou um teu produto front-end né, e aí você vai gerando uma massa, mil pessoas compraram aquele produto front-end. Quando elas compraram um back-end, compraram produtos mais caro. Você começa a ter alguns algoritmos ali pra entender é tendências né então pô, se uma pessoa comprou em tal mês, talvez daqui dois, três meses ela já está pronta pra IR pra 1 nova fase.

Então vou fazer 1 campanha de evolução. Então, quando você tem esses dados dentro de casa, você consegue criar essa camada de inteligência muito maior que muitas vezes, talvez usando um serviço de terceiro, você não tenha tanto acesso assim a informação, querendo ou não, se você usa uma, um check out da vida, você tem um sócio ali que não necessariamente ele vai te liberar todos os dados possíveis né uhum, então assim não é que foi errado, digamos assim, mas é, talvez poderia ter ser muito maior do que foi.

Né, não sei difícil dizer. Cara, quando tu entrou lá na Empiricus tinha mais ou menos quantas pessoas?

Tu lembra, cara, tinha cerca de trinta pessoas, trinta velho é, e quanto saiu, mais de duzentos e cinquenta por aí. Cacete, cara, então era até meio bizarro que assim se chegava no escritório cê já não reconhecia muita gente, sabe, não era gigante, aquele negócio lá é. Eu lembro de um dia que eu tava, tava assim, foi 1 época da pandemia, então eu tinha aquele negócio de cada 1 senta numa Mesa distante da outra, assim, e aí eu tava lá trabalhando e tal, e chegou 1 carinha que era tipo 1 estagiário, né, e aí ele falou: cê trabalha aqui?

Aí eu falei meio que sim, né, tipo só uns seis anos, assim mais ou menos e tal. Mas que que cê precisa?

Daí ele me pediu um negócio nada a ver, tipo ele sei lá, precisava de um mouse, alguma coisa assim. Porque muitas vezes as pessoas tem um pouco essa visão de ti que é o cara que arruma a impressora ali, né a ti, é o cara que pô precisa de um computador, suporte técnico é. E no fundo a ti da Empiricus era muito mais do que isso, a gente cuidava de tudo ali, tudo. Então teve várias vezes que eu liguei pra cliente, por exemplo, pra entender: pô, porque que cê tá bravo.

Aí o cara mandava o e mail reclamando: ah, tal coisa não funciona. Eu ligava pro cara. Então eu sempre tentei olhar é pra tecnologia muito mais com essa vertente de produto e as pessoas que ficavam na minha equipe eu tentava trabalhar isso com elas. Né, é cara.

Eu acho que no nosso mercado, mercado de aliás, empresas que trabalham com marketing direto, se elas tem uma boa tecnologia, acho que isso é uma grande vantagem por N fatores, principalmente por esse negócio dos dados da gente, conseguir entender o que tá acontecendo porque, no fim das contas, a nossa aquisição, ela é matemática. Sim, a gente precisa gastar menos do que o LTV da pessoa, só que muitas operações nem conseguem medir o LTV em primeiro lugar.

Sim, e aí gera essa grande confusão.

E de fato tá o pessoal que veio aqui ontem que é o Hugo pessoal e o Derlan, ou vocês podem chamar ele também de Darlan, tá com a pode chamar de Darlan, apesar do nome dele ser Derlan, pode chamar de Darlan. É. Eu acho que ele que isso é uma das vantagens da empresa, deles, essa quantidade de de dados ali, de infraestrutura que eles tem que permite eles tomar decisões, é bem fortes e assim, cara, pelo que eu tô entendendo essa parte de dados, tá tu acredita que foi 1 diferencial pra Empiricus sair Ali dessas 30, pra essas 200 e poucas pessoas nesse período que estava Ali.

Tá, correto, isso, cara, contribuiu bastante, é, mas eu acho que assim só dados também não não resolve todos os problemas. Né eu acredito que principalmente pra quem trabalha com com resposta direta ou seja é um produto como é o da Empiricus ou pra a própria VTurb mesmo é, você precisa um pouco de instinto também, como assim, cara, principalmente você usar seu próprio produto pra você avaliar ele. Então você é entender os buracos ali daquele produto e ver o que que não tá legal, o que que poderia, o que que acontece muitas vezes as pessoas lançam o produto e elas não usam aquilo que elas lançaram, então elas não sabem muito bem o que que realmente tá fazendo.

As pessoas abandonarem porque que elas não estão comprando mais. Então eu gosto de talvez fazer uma divisão. Assim é importante você se guiar por dados, só que é mais como um mapa, digamos assim pra você ter como uma sugestão, né o no fundo do instinto ali, o teu olhar como dono do negócio, ele vai te guiar às vezes melhor do que do que só olhar a nível analítico toda vez né muito sistemático, ali pode ser um pouco perigoso. Então eu eu atribuo muito, assim, o Beto é o próprio.

Eram três, né, o Caio, Felipe e o Rodolfo. Eles eram os donos fundadores ali da Empiricus. Eles eram, além de bons financistas, eles eram ótimos copywriters também. Ah, é, sim, é, cara, o Felipe, ele escrevia muito bem e ele e ele respondia os clientes.

Né, então, assim, ele era um cara que tava meio que no topo da cadeia e o palavra estrategista que era o maior produto lá da casa, é que a Empiricus chegou a bater cerca de quatrocentos mil assinantes. Caramba, velho, então era muita coisa e as pessoas achavam que era tipo um, um robô, algum, sei lá, que alguém que era tipo ghost writer do Felipe, mas não era ele que lia os e mails todo dia de manhã, cara, e no fundo era isso, era o olhar dele e fala: cara, tem um monte de gente reclamando de tal funcionalidade.

Cara, vamo corrigir isso, não vamo é pirar aqui em mudar a tecnologia ou qualquer coisa do tipo, porque não é isso que o cliente quer. Então eu acredito que foi foi meio que a soma dessas coisas e o fato de de eles, deles serem é formados né na área ali específica de finanças, é fazer com que eles olhassem pro mercado todos os dias, então eles conseguiram antecipar é possíveis altas ou baixas, e isso tudo. E agindo, o time de cópia ali consequentemente sempre tinha uma coisa é relevante acontecendo: né sim e cara, esse time de cópia aí da Empiricus, tá tu viu ele nascer ou quando tu chegou lá ele já existia, o pessoal já tava escrevendo carta de vendas, como é que foi esse negócio.

Não, cara, quando eu entrei lá a Empiricus já era bem consolidada no mercado, né foi, foi um pouco. Eu entrei imediatamente depois que teve o bom do fim do Brasil, que era com trinta pessoas, só que a Empiricus fez aquilo. Lá é perigo, já era bem relevante e basicamente o fim do Brasil foi quase que uma modelagem, digamos assim, do end of America. Né, mas foi, né foi foi uma modelagem.

Eu não sei se foi fiel, é, ela foi meio que adaptada pro mercado brasileiro, porque é só um problemas diferentes, né então, mas a lógica por trás ela era muito parecida: o Brasil vai acabar, é isso aí. E aí basicamente depois teve fim do Brasil, dois e enfim. Ah, é, teve teve variações dessa campanha com outros momentos ali tu sabia que o rock- ele me falou que essa cópia aí do fim do Brasil, ela funcionou em todas as as Dios que é, os países que o negócio lançou lançaram o fim da Argentina, o fim da França, o fim do não sei o que, o fim disso, fim daquilo, e sempre funciona.

Eu acho que é assim. É os seres humanos. Eles tem similaridades, né então eles tem medos parecidos, eles tem ambições parecidas. O que muda talvez sejam as variações?

Né então o brasileiro hoje, por exemplo, eu não, eu acho que ele não olha, por exemplo, tanto pra é ideias de investimento como ele olhava ali, talvez no pico da Empiricus, né que é diferente do americano. O americano, se você chegar e falar: pô, tem uma empresa aqui que é o Elon Musk que vai investir semana que vem a galera, vai falar: ô pera, aí quero escutar brasileiro, talvez ele tá mais olhando uma coisa um pouco mais prática: eu quero colocar meu dinheiro no lugar, apertar um botão e um robô vai resolver esse problema pra mim.

Então eu acho que tem fórmulas que elas funcionam quase que de maneira igual, né independente do lugar, só que você precisa entender esse público e adaptar pra isso. Né então a etapa de pesquisa, ali acho que ela foi talvez mais importante do que a etapa de copy. Né então eles entenderem tudo ali antes de fato começar a escrever, né sim, mas eu peguei bem essa época de transição então. Era uma, uma época que a Empiricus tava muito bem assim em relação ao crescimento.

É transição do que exatamente de crescimento mesmo. Né então porque foi logo depois que a Dilma fez um processo ali pra Empiricus. A Empiricus ganhou esse processo na ocasião é isso ajudou a aumentar também a o alcance da empresa que pô pera aí uma empresa que faz relatório tá sendo processada pela Dilma. Tipo tem uma coisa estranha aqui é o pessoal de direita deve ter comemorado, ah, e assim eles pegaram esse, essa, esse ângulo, digamos assim, e reaproveitaram esse infinitas vezes.

Né porque pô é a maior autoridade do país na ocasião. Tá querendo me silenciar, tipo então pera, aí, eu tenho algo de muito valor e muita importância pra falar aqui. Então eu peguei bem esse momento que a Empiricus estava crescendo muito então era contratação a todo momento, era aquele crescimento aceleradíssimo ali. Né então foi um momento bom também pra pra entender tudo, na verdade, porque eu tinha a frente com a parte de tecnologia, parte de copy, parte de atendimento ao cliente, e tudo isso na força dessa cópia aí do fim do Brasil.

Não só isso, né porque a implicação dela tinha uma velocidade grande de de novas ofertas, né então era caro, enquanto você tava vendo ali três, quatro ofertas saindo o time de copy, já tava meio que dois meses à frente produzindo outras coisas. Então é, talvez acho que a frente mais consolidada da empresa era o time de análise e o time de copy, o time de tecnologia, ele ainda tava é meio que se estruturando, digamos assim. Né, o que que era esse time de análise que tu falou era basicamente, é que assim o time de copy, ele colocava a assinatura dos analistas, né nas cartas e nas mensagens.

Ah tá, eu fazia também, mas eram outras pessoas que escreviam, né sim, geralmente era algo colaborativo. Então, por exemplo o Beto Altenhof e o Felipe Miranda, eles tinham praticamente o mesmo cérebro, assim eles pensavam muito igual. Então era muito difícil de você saber quem escreveu o que, né, mas em alguns casos você via que pô isso aqui, tá com uma cara de carta da Helena, por exemplo, porque era o estilo dela de escrever, né, e era sempre assinado por um analista, que geralmente era o cara que ficava no escritório, ali e às vezes aparecia no anúncio, aparecia numa VSL, né sim, o cara que gravava de fato né é, eu seria os poke person ali do da daquela carta em questão.

Né, sim, sim, entendi, e tu tu sabe como que funcionava a máquina de marketing da Empiricus?

Até onde eu sei, eles comprava leads. Depois que eles comprava leads, essa, esse pessoal ia pro e mail né e lá no e mail eles martelavam Ali carta de vendas. É, era basicamente isso. Então foi 1 modelo.

Quando a Agora chegou, que foi basicamente o que salvou a Empiricus de certa forma, né explica pro pessoal aí o que que é essa Agora. Aí é, tem gente que fala Agora, de Agora depende né do, mas é a de água, co é que basicamente é uma empresa que foi fundada lá nos anos setenta pelo Bill Bonner, que ela escrevia relatórios sobre finanças né, e eles tem essa cultura de criar que eles chamam de afiliados, é de filiais, diga desculpa, é em vários países.

Né então era muito maior, né hoje é basicamente acho que a operação principal deles é no Estados Unidos. Ali e a Empiricus ela foi comprada como uma, uma filial, digamos assim. Né é, mas eles replicava exatamente o mesmo modelo deles que era basicamente. Você traz o público ali, público frio, com às vezes 1 nível de consciência muito baixo sobre 1 determinado assunto com 1 oportunidade muito legal, e vai trabalhando essa Pessoa até você identificar que ela tá pronta pra comprar 1 determinado produto.

Né então era 1 máquina que ela tinha. Todos os dias entrando, entrava 1 série de novas pessoas e as pessoas que já estavam dentro daquela base. Elas eram trabalhadas pra comprar enfim os produtos ali que eles tinham. Né e com o tempo foi expandindo a quantidade de produtos.

Então no começo eu falava sobre era mais voltado, por exemplo, pra pra público, trabalhava em banco e aí depois eles levaram isso mais pras pessoas, pessoas físicas, mesmo então com dentista poderia investir uma nutricionista, um enfim, uma pessoa que não sinceramente é um investidor ali, de fato sim, né poder democratizar essa parte de investimento. Então sempre tinha o que oferecer pra essas pessoas e era um volume muito grande de pessoas. Né então, se você pensa, pô quatrocentos mil assinantes, pessoas que de fato pagavam- e eu não tô nem contando a base- que de fato eram só leads, não seriamente compradores né, uhum, nessa época aí eles tinham funis de front-end no sentido de venda direta já, ou era só esse negócio de lead mesmo, cara, é, é um negócio que ele foi crescendo gradualmente, né então, mas você precisa do funil completo pra você conseguir operar de uma forma saudável, então não adianta nada você ter só um front-end se você não tem o que oferecer.

Depois pras pessoas, pra você ter uma ideia: assim é um front-end lá, lá custava tipo dezenove e noventa cara. Pra você gerar lucro com dezenove e noventa, cê precisa vender numa quantidade absurda e seu tráfego precisa tá muito bom, é pro teu lixo, tá barato suficiente pra você gerar um lucro. Sem dúvida, então, toda essa filosofia que a que a Agora trouxe, era de que você tinha o teu produto front-end, você tinha camada dos produtos, as ofertas gratuitas, digamos assim, que aí era uma newsletter, um acesso a uma coisa um pouco mais básica, produto mais barato ali, e aí, finalmente, os produtos que eram ticket mais elevado, que era de fato onde ali a Empiricus ganhava dinheiro, até mesmo a evolução, por exemplo, é de eventos presenciais, ou até é o que eles tinham, o que eles chamavam de reserva, que era basicamente você pagava uma vez só, se eu não me engano, acho que era cinquenta mil reais, e aí você tinha acesso a tudo de uma vez e de uma maneira vitalícia.

Né então, tudo que fosse lançado você já ganhava. Sim, então às vezes a pessoa é, você pagava um custo muito baixo por aquele lead, só que se você fosse olhar o LTV dele, cara, esse cara deixou muita grana aqui na mesa. Né tinham clientes muito fiéis, lá, por exemplo, que teve um cara que sei lá ficou tipo oito, nove anos constantemente ali sendo assinante vixe. Então isso foi bom.

Né é o tanto de grana que esse cara deixa no final e hoje eles tem a evolução ali com o banco BTG, né que foi quando foi comprado, que aí a próxima etapa de o cara tem toda a categoria de investimento com ele e também a grana dele está dentro do banco ali. Né então não tem muito pra onde correr, digamos assim. Né a Empiricus eu vejo que eles eram bons e muitas é vertentes e não só essa parte de copy, tá a parte de tráfego também tinha um time de tráfego é grande, lá tinha o favarão, favarão, sim, abracei pro favarão- e essa parte de dados aí do LTV, isso aí foi tu que construiu, era um sistema externo, como é que era cara, era tudo interno.

Né então toda a parte de bi né de business intelligence ficava interna também é, e assim os gestores de tráfego, eles tinham muita conexão com essa parte de dados. Então eu lembro que na parte de marketing, lá por exemplo tinha uma televisão gigantesca ali que mostrava não só- eu lembro é- as campanhas, mas quanto quantidade de leads, qual que era o CPL médio, enfim todas as métricas importantes pra que o time de marketing tomasse uma, uma decisão real time. Ali né, então não era um negócio que, ah, você tá rolando uma campanha e vou pensar o que que eu vou fazer daqui uma semana, tipo, não, às vezes começava o dia tomando uma decisão no final do, no final desse mesmo dia já tinha que mudar uma rota.

Ali né, então eu lembro que um dos principais nomes lá, que é um cara super desconhecido aí talvez no mercado, que é o André gradin, que hoje ele é CEO da Finclass, lá no grupo primo com Thiago Nigro, né ele era um dos caras mais violentos, digamos assim, entre aspas, no bom sentido da palavra, claro, em relação a cara eu não bati ninguém no escritório, não, não, não, ele era super acelerado, mas era só de vez em quando pessoal era bom coração, mas ele era um cara que ele, por exemplo, a campanha mais famosa da da, da Empiricus, lá da da Betina, né, ele era um dos caras que tava ali coordenando e por trás da da do, o background ali daquela campanha tinha mais de um milhão de leads esperando pra comprar o produto.

Sabe caramba, então assim era um volume muito grande. Que, cara, quando cê abria a check out, cê abria o carrinho pras pessoas comprarem, era aquele, aquela ansiedade, tipo mano, nada pode parar de funcionar, nada pode cair. Sabe, sem dúvida é não, essa ansiedade aí é o pessoal do lançamento conhece bem, né é, então era bem bem acelerado. E por isso que, a parte dos dados, elas precisavam ser muito atualizadas, assim porque senão cê tomava decisão errada e aí desandava: sim, e tinha essa particularidade de você colocar o dinheiro primeiro pra depois você saber se você vai recuperar o dinheiro.

Então uma decisão errada ali podia enfim dar um problema considerável. Assim. Cara 1 coisa que eu acho muito interessante tá da Empiricus e até dessa época aí que eu trabalhei com vocês. E vou falar igual aos cariocas, né com todo respeito, sem querer, sem querer falar mal, mas eu quando eu fui trabalhar lá eu já tinha muito o background de marketing direto, raiz.

Então, por exemplo, sabe o aquele curso do Todd Brown, o e five e cinco o método, e cinco é, eu já tinha feito aquele curso, eu já tinha estudado vários copywriters clássicos e quando eu cheguei lá eu não encontrei muito isso, eu encontrei um processo de cópia até um pouco diferente. Tinha aquele One Page lá que eles faziam, e eu lembro que algumas vezes o pessoal fazia o One Page sem pesquisar o cara tipo ah, fiz aí, mano, como assim não pesquisou.

Pra mim era uma coisa muito doida. Só que, mesmo assim, sendo diferente, sendo sendo um pessoal que meio que não nasceu no no marketing direto, meio que eles pegaram pessoas de fora né sim, botaram pra dentro de pá. A Helena, por exemplo, eu acho que que ela era jornalista, isso né exato. Eu acho que a Alessandra- abraço aí pra Alessandra também acho que ela era jornalista- também a Betina, nem sei o que que ela era, é, mas deve ter faculdade de alguma coisa, aí também sei lá adm, não sei, mas meio que eles pegavam essas pessoas de fora, botavam ali e dava, certo sabe, eles treinavam e funcionava, e não só funcionava como funcionava muito bem, porque porra a empresa cresceu muito.

O que que tu acha que tinha ali na Empiricus, que fazia isso acontecer, será que era um modelo de negócio que eles tinham, que era um modelo muito bom, modelo de assinatura com back-end caro, ou então era que realmente tinham processos muito bons pra aquela tarefa específica que era cara criar mensagens de vendas pro mercado financeiro, que eu acho que é uma coisa diferente de outros mercados?

Aliás, acho não né é uma coisa diferente de outros mercados, o que que tu acha que fazia cara a empresa funcionar tão bem, sendo que as pessoas não eram nativamente do marketing?

Cara, eu acho que tem uma combinação de fatores ali tem o fator, por exemplo, pô eles tiveram foram apadrinhados pela melhor empresa de resposta direta dos Estados Unidos. Isso já é um negócio que te torna, já te coloca num nível, é ajuda, né querendo ou não, pô cê tá com Roque Vega do seu lado te ensinando o copy, tipo pô cê tá recebendo, pô a gente teve eventos lá com com o Mark Ford presencialmente. Sabe então assim é, é, é violento, hein, é era muito bizarro, cara, porque assim é.

Eu não sei se todo mundo que passou por lá soube entender a dimensão que é você participar de um evento presencial com o Bill Bonner te ensinando o copy. Sabe o próprio Evaldo né ele fez alguns, alguns treinamentos dentro da Empiricus, né, cara a Helena ela foi num castelo na França, ah, não fui na França. Né aprender com Clayton Makepeace, exatamente, tem, porra Helena que loucura velho nossa pessoal. Ó, o podcast da Helena aí na tela tá vão lá ver isso aqui depois.

Então é muito maluco você pensar a vantagem competitiva que a empresa tinha no sentido de cara eles estavam aprendendo com a fonte ali não tinha nenhum intermediário né. Mas também acho que tem um fator que assim a hipocrisia, ela e algo que eu levo pra toda essa minha forma de trabalhar com produto até hoje- que é muito uma lógica de errar rápido. E não só que essa é a questão de errar rápido, ela te dá umas falsas sensações, às vezes eu tipo ah, alguma coisa tá dando errado, eu vou lá e corto, sim, mas não é bem isso.

Assim é tipo é você saber qual que é o teu limite né. Então, tipo pô o que que é o errar rápido?

Pra VTurb, talvez se errar rápido pra você seja rodar uma funcionalidade durante um ano, o teu rápido é um ano, mas uma outra empresa, cara, é uma semana rodando algo deu errado e você tira do ar. Então eu acho que eles tinham muito essa filosofia de pô, colocou alguma coisa na rua, não teve resposta, cara, troca e vai pra próxima. É claro que talvez pô, se você falar aí de mil, duas mil campanhas, talvez você erre né não dá pra ter um cem por cento de acerto em relação a isso, talvez você desperdiçou algo que às vezes talvez só não fosse um momento certo né, mas é um preço a se pagar.

Mas a quantidade de coisas né é talvez seja o grande fator de diferencial da Empiricus em relação a qualquer outra empresa e é algo de certa forma replicável pra outros nichos, que é, no fundo, ganha quem tenta mais. É tipo, se você o David dilt, ele ou David dote, né dote, dote, ele traz ele. Não sei se ele, se vocês falaram disso no podcast com ele, mas ele traz aquela filosofia das cem ideias. Né não lembro, cara que basicamente, se você tem cem ideias diferentes, dessa 100, provavelmente 10 vão ser mais ou menos.

Dessas 10, umas 3 vão ser boas e dessas 3, 1 vai ser aquela que vai explodir. Então era muito nessa lógica. Então, pô, se eu tenho 100 ideias pra testar, cara, alguma coisa que eu vou acertar, né claro que Ali era 1 estrutura que permitia tanto financeiramente, né você tinha é caixa pra poder investir, mas eu acredito que no fundo foi isso que fez a empresa crescer tão rápido, que era muitas, era muitas tentativas e eventualmente uma ou duas. Era aquele negócio que explodia.

E essa explosão, quando você leva muita gente pro teu funil, cara, é questão de ficar trabalhando com essa galera e aumentar o LTV delas de maneira violenta ali. Né então é algo que eu olho muito hoje quando eu falo de produto. É como que você pode testar algo amanhã, validar essa ideia, sabe. E aí o critério de validação vai pra qualquer um, é, mas precisa ser adaptado também pra qualquer um, né, então, pô, eu trabalho com sei lá VSL pra nutra seu tipo, cara, qual que é o seu nível de tolerância, tipo, ah, tua VSL, ela precisa vender nos primeiros mil views.

Então, tipo, esse é o teu critério, então beleza, segue com ele. Mas não, eu prefiro preciso passar de tanto de faturamento pra considerar uma ideia validada. Então eu acho que é mais ou menos essa lógica de errar rápido, mas saber o que que é o teu limite ali. E aí, uma vez que você identificou: cara, eu já testei tudo possível, já bati no meu limite, aqui não tem mais o que extrair desse negócio, aí você vai conseguir mudar de rota, sim, né, então eu vejo que a velocidade de mudança de rota, ela é o que faz a a empresa prosperar de certa forma.

E até engraçado que quando começou a aparecer concorrente na Empiricus, né que era algo, foi algo novo pra nós. Assim né a gente começou a olhar: fala: cara, tem uma empresa aqui que tá fazendo exatamente a mesma coisa que a gente. Cê pode falar o nome, cara, acho que posso. Pô, teve a suno research, talvez foi a primeira assim: ah, a suno, é verdade, a suno do Tiago é Tiago, né é Tiago, eu não sei enfim do rapaz do cabelinho encaracolado, né isso.

Eles estão até hoje aí, sim, sim, eu lembro só que era engraçado, que a gente é sempre falava assim: que putz os caras eles. Na verdade eles estão copiando a Empiricus de dois anos atrás, digamos assim: uhum, né. E até uma filosofia. O Spotify tem um pouco essa lógica de.

Eu tenho- acho que um livro, se eu não me engano, é do fundador do Spotify- que ele fala muito que o que as pessoas veem hoje do Spotify na verdade é uma visão do Spotify planejado há dois ou três anos atrás. Então, quando o concorrente tá copiando o Spotify, na verdade ele tá copiando o passado porque o Spotify já tá, já evoluiu, já evoluiu. Então a história tinha muito essa lógica assim de quando a gente via alguém copiando alguma coisa, a gente olhar e falar: cara, isso aqui a gente pensou há um ano atrás o time de copy, pensou há um ano atrás, por exemplo: uhum, tanto de funcionalidade, de tecnologia, quanto de projetos, o que for né.

E aí naturalmente isso te te deixa cara, pensa numa corrida, você tá com muita vantagem a frente dos outros carros ali, né, uhum, é cara. Eu quero fazer uma outra pergunta, tá, mas antes eu vou, eu quero só comentar o que tu falou. Eu tô lendo um livro, que é o livro, o nome é The book of Elon, que é o livro do do Elon Musk que vai aparecer aí na tela. Tá, pessoal, Thiagão, é um livro branco com vermelho, coloca aí.

E tu já leu aquele almanaque do naval, sei, sabe qual que é. Tu sabe quem que escreveu esse livro?

Não de cabeça, não lembro, não foi o naval, tá, foi o Eric e o jorgenson. Ele escreveu três livros que vão aparecer na tela: primeiro almanaque do naval, coloca aí. Depois ele escreveu a Antologia do balage, que é um indiano, coloca aí também que indiano, não é americano, mas de origem indiana, que é brabo também. Tá, esse cara é brabo demais e escreveu agora o livro do Elon Musk, que vai aparecer na tela também.

Recomendo ler os três, tá, pessoal, são muito bons, principalmente se tu leu o do naval, que ficou muito famoso aqui no Brasil. Mas e o lumusque?

Ele fala que, cara, se a tua, se a tua velocidade de inovação for rápido o suficiente, as cópias não importam, sim, porque o cara vai. Quando o cara copiar, tu já vai ter inovado e já vai ter feito uma coisa é superior. Então ele fala: não se preocupem com propriedade intelectual.

Uma vez que a pessoa copiar, ela já tá copiando o passado, que foi exatamente o que tu falou. E, cara, eu concordo contigo, tá que o volume de cópia lá produzido da Empiricus ele era bem alto, porque eu via como é que era. Eu tava lá na operação pessoal e depois eu, eu quero falar um pouco dessa máquina de cópia. Eu não sei se tu sabe disso, tá, mas eu vou te perguntar de qualquer maneira, daí, se não souber, a gente vai pro outro assunto.

Mas, cara, eu acho que o oitenta e vinte da Empiricus não era cópia velho e por que que eu acho que não era copy. Eu quero pegar a tua opinião sobre isso. Eu acho que não era copy e, com todo respeito, aí, o pessoal que era copywriter na Empiricus, tá, vocês eram e são bravos, tá, são muito bons. Mas eu via que o pessoal que tava lá não necessariamente era um copywriter raiz, não era uma pessoa que amava copywriting, não era tipo tu que mano descobriu o copywriting e começou a estudar e virou um nerd daquilo.

Eram pessoas que viu 1 vaga tipo: ah, redator publicitário, ah, paga bem, mano, tem benefício. Ah, fechou, vou, vou mandar bala aí e foi pra lá. Só que o processo de criar copies da Agora que a Empiricus meio que pegou e aplicou, ele era tão simples, tão bom, tão passo a passo, que ele conseguia transformar pessoas comuns em copywriters, bons o suficiente pra escrever carta de vendas do mercado financeiro. Só que essas cópias, aí elas funcionavam por causa do modelo de negócio, ou seja, a gente vende um produto ali no front, se eu não me engano, era sete reais no front, era isso, né sete reais, ou por aí é o front, ele tinha liberdade de fazer até por um real, por exemplo, né é, era, mas cara era baratíssimo.

Sim, então pô uma oferta mais irresistível que essa, é difícil, né, sim. E depois tinha um beckend caro e cara, isso daí funcionava. Então, mesmo não tendo talvez a melhor cópia do mundo. E de novo, não tô falando que a cópia era ruim, não tô falando que vocês eram ruim, tá, pessoal.

Só tô falando a minha opinião. É porque às vezes o cara pode interpretar dessa maneira. Mas definitivamente não é isso, tá, não é, e já aprendi muito com vocês também. Mas na minha visão oitenta e vinte não era essa parte de cópia, não era tipo uma cópia absurda ali que conseguia trazer um ROI ferrado no front-end, até mesmo, como tu falou, né, Bruno, é difícil a gente ter um ROI no front-end cobrando ali um real sete reais, dezenove reais, é difícil, cara, se você não tem o funil completo.

É eu então assim, ó, no meu tempo que eu fiquei lá, cara, nesse um mês, a minha análise principal foi que, cara, esse modelo aqui de negócios é um modelo muito bom. Mesmo que a gente coloque aqui pessoas que talvez não sejam copywriters raiz, pessoas que, cara, a gente consegue treinar pra fazer uma cópia aqui boa o suficiente, ainda assim dá certo, ainda assim vende. E não só dá certo e não só vende, mas dá muito certo e vende muito, a ponto da empresa crescer o que ela cresceu.

Tu concorda com o que eu falei, cara, faz sentido, mas é vou te dar um outro ponto de vista, que era algo que eles, talvez por eles, nascerem dentro de um mercado de finanças. E o mercado de finanças ele tem essa categoria de: por exemplo, cê pega mercado de opções, por exemplo, cara, cada vinte operações, talvez uma dessas operações vai compensar todas as outras, né então cê vai tomar preju ali em dezenove, mas uma delas vai e essa que vai valer a pena, ela vai valer muito a pena.

Então eles tinham muito essa filosofia de que se você errar, você vai errar pouco, mas se você ganhar, você vai ganhar muito. Né então a Empiricus, ela sempre apostou muito nessa questão de encontrar talentos. Então cê pega, por exemplo, o torelle. Não sei se cê tem a oportunidade de conhecer lá o torelle, pô, é, é Rafael, não é, cara, eu só conheço por torelle, agora eu também, cara, ele tinha um oculozinho aqui.

Né é o torelle, ele trabalhou com, na verdade ele acho que ele estudou com o Rodolfo amstead. Né, cara, sabe uma coisa que eu lembro dele?

Só só fazendo pra tu ver como as coisas ficam na cabeça. Um abraço aí pro torelle. Se ele ver esse podcast tem um contato dele, cara, ah, devo ter, manda lá pra ele, se tu achar, manda lá. Eu gosto muito dele e eu aprendi 1 palavra com ele: mini master, é, não é mini master, não é isso o que.

O nome da pessoa que, que, que coleciona moedas, ah, é, é mi alguma coisa, ô, Gabi, coloca aí no Google aí, mano, ele é colecionador de moedas. Coloca aí Gabi na palavra, aí quem coleciona moedas, mini master, mini, alguma coisa munimista, pô, troll, vai ficar bravo comigo, cara, desculpa, eu não sei essa parada das moeda aí eu acho legal tu colecionar, não, não que. E ia pegar nomes mata, nomes, mata. Ó, ele é um nomes mata pessoal.

Eu sabia que era alguma coisa com isso. Aí ele coleciona moeda, olha que massa, mas ficou na minha cabeça aí. Mas enfim, fala, aí é pera, aí onde que eu tô. Ah então o tôrelle, na verdade ele não era o copywriter então, ele não foi um cara que estudou lá o agente warts e Cleiton mcpiece, até porque quando a gente fala disso, hoje em dia, cara, é muito fácil, né cê vai no Google, lá, mas cê pensa isso em dois mil e três hoje em dia.

Hoje em dia, né é, hoje em dia é muito mais fácil. E não é tão fácil assim. Né se você não domina inglês e tudo mais, então pensa isso. Quando pô, cê chega pra pessoa, então quer ser copywriter, que que que é copywriter?

Entendeu então a Empiricus, ela nasceu um pouco com essa filosofia de cara vamo apostar numa galera que é totalmente aleatória, digamos assim, mas que de certa forma tá um pouco inserida nesse mercado, né, como por exemplo a Helena, que era jornalista ou seja, ela sabe escrever pelo menos, né sim, e eventualmente a gente vai encontrar um talento aqui. Né então o Beto, ele defendia muito essa, essa filosofia de que não me interessa muito se você é o cara mais técnico, me interessa se você escreve um copy muito bom, e um copy bom não necessariamente é o copy que ele vai seguir ali.

O protocolo a mais b frame work, certinho, às vezes ele é um negócio que vai fazer o cara perder o sono a ponto no dia seguinte ele falando: se eu receber essa propaganda, eu preciso comprar. Né, então, isso nasceu talvez de uma necessidade, porque eles brincavam muito com essa lógica de que assim ninguém acordava e falava: ah, vou comprar um relatório de finanças, ninguém acorda, pensando nisso. Mas pô, eu não quero correr o risco de do meus filhos não não terem o que comer amanhã, por exemplo, né por conta de uma crise, sei lá, explode uma crise no Brasil, eu não vou ter mais grana, as pessoas se preocupam com isso.

Então era muito mais nessa lógica que que eles exploravam não o produto, ele era menos importante do que oferta, digamos assim. Sim, até porque o produto, ele era um só, só que ele era multiplicado mil, dez mil vezes por ofertas e por abordagens diferentes. Então assim é 1 decisão arriscada, né de você, pô, eu vou apostar em talentos, eu vou pegar pessoas fora do mercado e vou ver no que vai Dar, só que eventualmente, pô, se der muito certo vai ser muito relevante.

Né, então, porque provavelmente essa Pessoa ela vai aceitar entrar por 1 custo muito menor do que você trazer 1 camisa 10 logo de cara. Provavelmente, se ela começar a acertar, você vai conseguir remunerar ela melhor, sem dúvida, e ela vai sentir que ela faz parte do daquele crescimento. E mais do que isso né, se ela ganha bem e ela entende a lógica do tipo pô, quanto mais eu vendo, mais eu ganho, ela vai querer fazer mais vezes. Então os próprios copywriters, lá eles tinham essas iniciativas tipo cara tive uma ideia aqui chegava pro Beto, lá o Beto meio que aprovava ou não, se não fosse uma coisa ultra absurda, né sim, então acho que talvez um dos maiores exemplos que eu tenho lá eu na Empiricus eu não trabalhei tão ativamente- é o, é o Fernando que hoje ele tá como assim, tu não trabalhou ativamente, trabalhou lá cinco anos, não não, eu digo de interação, como assim, de falar no dia a dia.

Era uma pessoa que eu conhecia, né então, mas não não ficava tipo no dia a dia conversando. Mas o Fernando, ele era um cara que ele tinha muito essa ideia de putz, eu vou encontrar coisas fora do do mundo de finanças e vou conectar com com ideias do mercado e vou levar isso pro Beto, se ele eventualmente aprovar. Então teve uma ocasião lá que eles fizeram uma campanha do auxílio Bitcoin. É que era: pô, o Brasil adora essas coisas de benefício, né tipo você ganhar bolsa isso, bolsa aquilo, e eles fizeram um auxílio Bitcoin.

Então eles pegaram essa ideia. Né do benefício do governo, com uma, uma potencial de alta do Bitcoin, fundiram isso numa ideia auxílio Bitcoin. É, e aí, inclusive, né o Fernando seria um baita cara pra tá aqui, porque ele é um cara que me ensina muito aí na parte de cópia. Ele tem ideias absurdas ali, qual que é o sobrenome dele- é Fernando Vieira o nome dele e cara ele, ele talvez foi um dos caras que ele entra um pouco nessa categoria de.

Ele entende toda a estrutura, todo frame work, porém ele prioriza muito mais os testes, as ideias e essa fusão de ideias do que seguir ali o tipo o acadêmico, digamos assim. Entendi então o resumo: é assim: o copywriter mais nerd. Ele perde talvez pro copywriter que mais entende o que que incomoda o público, o que que motiva o público a comprar. Não, sem dúvida, sem dúvida, qual partner mais especialista no público tem de até uma vantagem, claro, sem dúvida.

Cara, tu entende como que era a máquina de cópia da Empiricus ou era uma coisa que tava meio que fora ali do torcedor, porque eu sei que tu virou CTO eventualmente, né tu trabalhava com tecnologia. É, é cara, essa parte de como que era a dinâmica de construção não não era algo que eu participava tanto. O que era bem comum lá era assim: entender quais copywriters eram muito bons pra falar de um determinado assunto?

Então claro que tinha 1 copywriter que eles eram capazes, digamos, pra escrever pra qualquer nicho. Mas 1 coisa que eu aprendi lá, e eu acredito que faz muito sentido pra quem quer trabalhar com copy e pra quem quer construir oferta, é identificar onde que você é o melhor cara, em qual que é, qual que é o melhor nicho que você consegue operar. Sim, então, por exemplo, pô o cara de opções lá que era- eu acho que era o Gustavo rosa, o nome dele.

Ele é um cara super low profile, assim, só que ele cara, ele era muito bom de opções, tipo assim era violento a o modo como ele conduzia um assunto que é bem difícil de você vender opções. Né a mesma coisa a Helena, por exemplo, ela escreveu muito pra ações, né então ela tinha uma conexão muito boa ali com os analistas. Então as melhores ações da bolsa, exatamente, é o próprio nome do produto já era muito bom, mas basicamente a lógica era: é: você entra lá na fogueira, cara, em algum momento você vai despontar em alguma coisa, né, e aí meio que já sabia que você ia ser o dono daquele produto ou daquele projeto de maneira recorrente, digamos assim.

Mas o detalhe profundo, assim, de como, que era a dinâmica?

Eu sei que eles tinham dinâmicas semanais ali, de encontros pra discutir ideias. Eu acho que eu fui um desses que assim eu acho que rolava um uns quebra pau, assim né, eu acho que eles não gostavam muito de mim. Não, talvez cê tinha ideias muito, eu era completamente.

Não, tá maluco, irmão, cadê o mecanismo único.

É então, é que, cara, no fundo, quando você vai construir uma oferta, cê tem que ter o básico de respostas ali, né, e a dinâmica de Pure review, né que é aquele negócio que senta todo mundo numa mesa e cê vai apresentar né, cê vai apresentar a tua ideia e as pessoas, elas vão voltar com questionamentos e nisso pô, dependendo, se a pessoa não aceita às vezes muito questionamento, pode rolar um atrito, né. Então eu acho que assim também uma etapa interessante pra quem quer trabalhar com construção de oferta é saber entender crítica né, porque às vezes a pessoa vai olhar e falar, mano que que cê tá falando, véi, que sua cê tá viajando na maionese na cabeça da pessoa.

É lindo, né nossa tipo peguei um negócio aleatório aqui, mas quando ela leva pra outra pessoa e a pessoa não consegue entender, então isso já é um sinal, talvez, que o público também não vai conseguir entender aquilo, sem dúvida. E aí, enfim, era basicamente essa o que eu tinha acesso, era basicamente essa parte de Pure review que era essa reunião com todo mundo ali pra você defender o teu copy, né cara. Eu lembro que eu participei de uma delas e eu comecei a falar do Todd Brown lá que eu falei, mano que que a gente não faz isso aqui e tal é um mecanismo único aqui é faz tal coisa.

Aí o torelle falou assim e a parte da emoção, eu lembro que tava o Beto na ponta, o torelle aqui a Helena, a Betina, tava todo mundo lá, era uma reunião usasse, e eu na outra ponta, aqui é, e de chinelo, você tá de chinelo é ô louco. Aí o Felipe é Felipe Miranda, né ele mandou um e mail depois pra empresa inteira falando que nós usamos terno, não sei o que, e tal cê pediu também. Né, irmão, eu meti o louco mesmo.

Então não quero nem saber, eu ia lá de chinelo cara, por isso que eu te falo no meio da faria Lima, o cara meteu.

Um chinelão e regata mano. Eu não, eu não consigo trabalhar pros outros, cara, meu negócio é eu fazer as coisas do meu jeito. Hoje em dia eu sou mais arrumadinho, entendeu, eu tô de zenha, viste meu zenha aqui. Sim, eu tô mais arrumadinho, mas naquela época lá tava ainda sou meio maluco, mas eu lembro exatamente desse processo e eu acho que tem um livro que fala desse processo, que é o copy logic, não é, vai aparecer aí na tela.

Tá, pessoal, tu que é um copywriter é quiser falar um pouco mais sobre esse processo, se quiser aprender sobre esse processo de revisão de copy, e cara, isso é uma coisa que meio que parece que morreu no na na comunidade de copywriting aqui do Brasil. Eu não vejo mais as pessoas falando sobre isso, sobre peer review, sobre esse tipo de coisa, por que que tu acha que isso aconteceu?

Cara, é de fato, é 1 negócio que ele caiu 1 pouco, caiu demais, é 1 negócio que não tem muito. Eu tenho 1 opinião, tá, cara, assim eu acho que tem um pouco a ver com a velocidade das coisas. Então a gente tá no mercado que hoje em dia tem umas coisas que você não consegue explicar muito bem, porque que bombou assim sabe, e eu acho que esse talvez seja um grande problema de de quem lança oferta e tudo mais, que às vezes o cara estourou e ele cê pergunta pra ele ficar, mas por que?

Que cê acha que cê estourou?

Aí eu falei: puta, não sei muito bem, sei lá, tem mil fatores aqui que fez a minha oferta escalar, né que é diferente um pouco da dessa, dessa época que eu peguei, talvez a época mais antiga de copy, né que você tinha um pouco de um racional de timing, de vários fatores que dava pra você minimamente justificar, tipo, cara, essa oferta foi muito boa por conta disso. Hoje em dia eu acho que tem vários elementos ali que é um pouco difícil de.

Então, naturalmente, às vezes o processo de preview, ele acho que ele pode ser bom, talvez, pô, se você tem um time de cópia aí com três, quatro pessoas, cara, preview deveria ser o mínimo ali, não pra entrar num processo de homologação das ofertas pra né, mas assim pra evolução do time que às vezes uma coisa que eu falo do teu copy cê fala: cara, realmente puta, aí cê vai lá melhora, e aquilo que faz a diferença, sim, é, mas enfim, qual que é a tua cara.

Minha opinião é que eu acho tá que os processos que a Agora criou. Eles são processos extremamente específicos pro mercado financeiro, desde aliás de tudo tá até aliás principalmente na maneira como eles criam as cópias em 1º lugar. Então pô, as cópias lá da Agora são muito focadas em tá acontecendo alguma coisa e essa coisa aqui ela vai fazer tu ou ganhar, ou perder muito dinheiro. Então compra isso aqui pra tu ganhar muito dinheiro, pra tu se proteger, resumidamente é isso então, cara, é esse ano tem eleição, né sim?

Cara vai ter eleição aí no Brasil. Tal vai ter o Pedrinho e o Zezinho. Independente do que acontecer tá, se for, se for o Zezinho, o Pedrinho vai dar alguma coisa. Isso daí a gente consegue usar pra vender no mercado financeiro.

Faz muito sentido. Sim, em qualquer outro mercado não funciona assim, é difícil ser assim é. E daí, se a gente for olhar a cópia da Agora, o fato de ter o One Page, até o próprio livro do Evaldo que fala lá sobre a ideia, tal isso tudo aí é muito focado nessa parada da Big aidia, sim, e aí por causa disso fica muito fácil ali é fazer as copies. Por isso que a gente consegue treinar esses copywriters ali pra pra fazer as copies, porque tem esse template, esse processo passo a passo e esse processo de peer review é a mesma coisa, é é um processo que a Agora criou pro mercado financeiro é, ele não se aplica necessariamente apenas pro mercado financeiro.

Tá pode ser aplicado pra pra outros. Porém, como é uma coisa que a gente precisa de vários copywriters demora pra sair. A Agora vai disparar essa, essa, esse meio, esse, essa carta de anos pra uma porrada de gente. Então, cara a cópia, ela tinha que tá decente.

Então por isso que eles criaram esse processo e aí tem todos os defeitos dele, como tu falou, a parte da velocidade, etc. E isso daí cara é é uma realidade muito diferente de outras empresas. Então pô, no mercado brasileiro o peer review sem dúvida alguma funciona muito bem pra funciona né pra Empiricus, talvez pra suno. Não sei se a suno faz marketing direto, é com carta de vendas.

Eu não sei se eles tem essa, essa skill. Se tiver, provavelmente eles fazem. Mas cara pro infoprodutor médio, Ali e tal que faz lançamento ou sei lá roda 1 funil de VSL ou cara de nutra, enfim todo Mundo que não que não tá nesse ecossistema da Agora é, essa parte da velocidade acaba pegando bastante e muitas vezes eles nem tem copywriter pra fazer isso, muitas vezes é 1 ou 2 copywriter. Ali não tem 1 time de copy Ali robusto, soltando copy pra cacete, então parece que é um processo específico da água pra pra essa empresa que já tá um pouco mais escalada em primeiro lugar.

Então, cara, mais ou menos assim, porque- uma coisa que é engraçada né quando a gente fala de Big idea, de termos que pureview, por exemplo, parece que é muito restrito pra fim pub, né que é o mercado de Jack response pra mercado financeiro. Mas no fundo você para pensar: não, não é tanto, né é mais uma decisão estratégica do tipo cara o que que eu quero abrir mão. Então, pô, se meu negócio é cash flow, talvez de fato não faça sentido você ficar fazendo preview e discutindo cara, seu objetivo é colocar anúncio na rua, oferta na rua e vender acabou.

Mas se eu tô falando, pô, eu quero construir 1 empresa que eu vou trabalhar com ela 2, 3, 4 anos, em algum momento eu vou vender essa empresa, talvez faça muito mais sentido. Né, então eu acho que assim é, talvez o a questão não é nem se se funciona ou não pra determinado nicho, mas não seguir a a risca ali, né a ferro e fogo ali, talvez cê possa adaptar. E a gente faz preview no Swiper, por exemplo, então eu pego lá os assinantes, é a gente faz uma sessão onde o assinante, ele vai ler o copy dele.

Ah, é em voz alta. Né, e é importante que seja. Esse processo é até um negócio, um ritual, digamos. Não adianta cê ler só o pensamento ali, ou outras pessoas lerem, porque o objetivo de você ler o seu copy em voz alta é que você perceba gargalos.

Né cê fala: cara, eu tô ficando entediado aqui com o que eu tô lendo. Então, pera aí, se eu que escrevi estou entediado, talvez quem vai ler vai ficar ainda, ou ouvir né vai ficar ainda mais entediado. Então a gente faz essa dinâmica justamente pra que o assinante treine né o, o copy dele e outros comecem a desenvolver esse olhar crítico. Fala: cara, mas pera aí, eu tô oferta.

Cê não falou nada de garantia, cê não falou nada de bônus, como é que é. Cê não vai facilitar o pagamento pra pessoa, sabe, cê começa a levantar um monte de questionamento que às vezes a pessoa tá no flow da escrita e ela se esquece de colocar, ou então ela nem sabia que ela poderia colocar aquele argumento. Então o Pure view, ele é uma técnica super legal que não necessariamente precisa ser feito dentro de uma empresa. Né cê pode chamar os amigos ali que estudam copy e faz ali.

Né, não tem problema, cara, eu acho que é um negócio que é super benéfico ali pra. Então, o lance acho que é quando você escuta alguma, algum conceito que parece ser restrito a uma empresa grande, uhum, não é que cê vai falar puta, mas isso aqui é só pra essa empresa gigante, porque os cara tem caixa, tem equipe, tem escritório, não, mas como é que eu posso às vezes pegar essa, essa ideia de processo trazer pro meu negócio e às vezes é isso, cara, que vai fazer uma diferença absurda ali no resultado.

Sim, então, sem dúvida alguma é adaptável, é adaptável, sem dúvida alguma. Até teve alguém que veio aqui essa semana. Eu não lembro se foi o Cauê, acho que foi o Cauê, cara, acho que foi o pessoal, foi o podcast do Cauê e do boaz. Eu não sei se já saiu esse podcast.

Na hipótese tá de já ter saído, vai aparecer aí na tela. Se não saiu, vai sair no futuro. Então coloca aí Cauê, boaz, etc. Mas eles usam o One Page e é uma empresa de infoproduto de experts aqui no Brasil.

Provavelmente eles adaptaram o One Page pra eles. Né, não é o One Page da Empiricus, por exemplo, né porque, mas isso é um negócio legal, cara de adaptação de recursos que cresce né é sem dúvida alguma é adaptável. Mas um fato é, hoje em dia eu não vejo tanto acontecendo nas empresas que eu que eu converso, é não se popularizou, cara. Mas eu acho também que é um momento.

Minha visão assim de de mundo, sabe, eu acho que pode estar no meio de uma guerra, tipo assim tá todo mundo correndo pra gerar o máximo de dinheiro possível, entendeu. Então acho que também influencia um pouco isso. Né tipo, quando cê tá numa empresa onde cê tem um mercado que pô você não tem nenhuma grande ameaça daqui a sei lá dois, três anos, dá pra você pensar, por exemplo, pouco, imagina todo mundo que fez ali esse planejamento e aí uma semana depois vem a pandemia.

Uhum, é uma coisa um pouco imprevisível. Então eu acho que o mundo ele ainda tá um pouco se recuperando desse ritmo de cara vamo viver o dia ali. Claro que tem empresas que conseguem pensar no longo prazo um pouco mais estruturado, mas cê pega, por exemplo, empresas de a pô o Cláudio, cara o Cláudio, a empresa que cuida do Cláudio, né é uma funcionalidade nova por dia, tipo assim é claro que os caras estão colocando coisa no ar que tá quebrado, que tá não tá cem por cento, mas por que?

Porque é uma corrida ganha quem vai ter mais funcionalidades rolando, mais clientes pagando né. Então acho que também tem um esse fator de como que o mercado ele é hoje. Né sim, pode ser que talvez daqui uns anos as pessoas comecem a olhar por review com uma necessidade maior. Não sei né, é cara, é possível, até porque, sei lá, velho, a gente tá com iá, talvez em breve a própria e a já vai conseguir revisar com vários ângulos diferentes.

É o preview, na verdade ele pode inclusive ser feito com uma e a né cê pode criar. É um pouco esquisito, talvez, mas cê pode sei lá falar pro chat de PT, que cara cê vai ler o cópia pra ele escutar ou ele revisar o seu copy. Né pode ser feito. Eu acho que não é tão produtivo porque provavelmente ele vai te dar uma, uma opinião enfim que não vai ser tão relevante, diferente de eu ler o meu copy pra você.

Né você teria uma visão muito mais humana, digamos assim. Mas quem sabe daqui um ano ele consiga evoluir pra uma interação muito parecida, como né você tá numa mesa com outras pessoas, né e aí, pessoal, antes da gente prosseguir aqui com o episódio, eu queria agradecer a todo mundo que assiste aqui o nosso canal e se inscreveu no nosso canal, porque a gente conseguiu reduzir o número de sessenta e cinco por cento pra trinta e oito por cento das pessoas que veem os vídeos aqui no canal mas não se inscrevem.

A nossa meta agora é chegar em trinta por cento. Então, cara, se tu tá gostando aqui do podcast segredos da escala, tu quer que a gente continue trazendo convidados cada vez mais bravos pra entregar um conteúdo de graça aí pra ti, cara, confere se tu já é inscrito. Se tu não é inscrito, clica nesse botão aí pra se inscrever. Isso é rápido, isso é de graça.

Isso aqui ajuda demais o canal porque a gente consegue crescer, tem mais relevância e aí obviamente o conteúdo aqui sempre vai melhorando. Beleza, então, cara, se tu não é inscrito, se inscreve. E agora de volta pro episódio. Cara, partindo desse ponto, tá que tu acabou de me falar que, olha, a gente consegue adaptar as coisas.

O que que tu acredita que é a coisa que as pessoas de casa mais poderiam adaptar, dá Empiricus nesse tempo aí de crescimento exponencial que aconteceu até a venda ali do BTG, sem dúvida alguma, né vão ter coisas ali bem interessantes que a empresa fez pra ela crescer?

A empresa ela não cresceu do nada. Teve algum motivo ali, pelo qual, aliás, não algum motivo- teve alguns motivos que fizeram ela, ela crescer. Eu acredito que o modelo de negócio delas é era muito bom e foi um oitenta e vinte ali a máquina de cópia possivelmente. Mas, cara, tu que tava lá dentro, tu que viu o, olha, não só viu o crescimento, né tu que cresceu junto, entrou ali como programador, saiu é chegou até ser sítio da parada coordenando ali é dezenas de pessoas, o que que tu acha que a galera que tá em casa ali, um infoprodutor médio, um cara que faz nutri, enfim, essa é a galera que tem operação de marketing direto que eles podem não copiar tá, ou talvez copiar sim, mas principalmente adaptar da Empiricus pra aplicar no seu próprio negócio.

Cara, eu acredito muito que é construção de funil. Né então, eu eu vejo que é uma deficiência grande no mercado hoje em dia que as pessoas basicamente elas fazem: você fazer uma venda é legal, né fazer uma primeira venda é boa, mas o mais legal é você vender mais de uma vez pra mesma pessoa. Então, quando você constrói uma coisa que a pessoa entrou pagando um valor x e aí, quando você para pra analisar, fala: cara, esse o João aqui já deixou mais de cinco mil reais na mesa com as coisas que eu ofereço é muito mais inteligente e muito mais sustentável no longo prazo, e isso vale, cara, pra tudo.

Assim. Eu acho que é até 1 ponto que eu vejo que às vezes o mercado falha um pouco de putz. Eu não vou pegar, por exemplo, coisas que a Empiricus fez, porque não se aplica. O meu negócio, cara, dá pra aplicar qualquer coisa.

Se você for um dentista, por exemplo, cara, se você fizer uma lógica de expansão ali do ticket médio, cê vai ter coisas pra oferecer. Se você atende uma pessoa, cê poderia atender a família inteira e triplicar o teu faturamento sem necessariamente ter é novos clientes. Então essa mesma lógica, então o que eu mais recomendo pra galera olhar é: tipo pega o teu funil hoje, como que ele tá e tenta identificar buracos Ali. Então, cara, é muito comum tipo: ah beleza, eu tô tô sofrendo aqui porque eu tô no prejuízo, ou então só empato, ah, mas cê tem 1 back-end, ah não tem.

Tipo então faz um back-end aí, mas tipo depois do back-end, o que que acontece?

Depois de dois meses cê não fala mais com esse cara, cê não entra mais em contato com ele pra ofertar alguma coisa. Então é muito essa essa lógica de você não olhar sempre pra novos compradores né. Então é importante você ter o flow a de de novos leads, novas pessoas comprando o teu produto, mas mais importante que isso é fazer essas pessoas comprarem mais de uma vez. E o modelo de- e eu não tô falando só de recorrência por si só, né o modelo de recorrência, ele é muito bom, é muito poderoso, só que o modelo de recompra também, ele é importante.

Né a pessoa, ela voltar a assinar a VTurb, ela enfim comprar uma mentoria, um treinamento, o que for é eu gosto. E eu acho que, cara, a gente tá num momento muito fácil pra fazer isso, que se senta ali meia hora ali com, com o gpt pra conversar, fala: cara, meu produto é esse e meus clientes eles não estão renovando, não estão comprando mais o que que eu faço. Cara, ele vai voltar com um monte de coisa e você consegue construir esse monte de coisa.

O desafio talvez seja é: pô, eu penso assim, 1 Pessoa que tá sozinha, por exemplo, às vezes tem 1 equipe muito enxuta, como que ela prioriza 1 coisa ou outra. Né, então acho que esse talvez seja é mais 1 desafio operacional, né de você ter que escolher qual briga que cê vai comprar, mas mais importante que isso é você pensar: cara, em algum momento eu preciso evoluir meu funil pra que eu possa ter mais coisas pra oferecer e sempre ter é vendas acontecendo.

Então talvez acho que esse foi o maior aprendizado que eu tirei na quando eu saí da Empiricus e fundei o Swiper, foi que ele não era um produto de uma venda só. Essa foi uma premissa que eu assumi desde o dia um. Eu não quero que as suas comprem- deixem lá, por exemplo, meu plano mensal trinta e nove reais. Eu não quero que ela só pague trinta e nove, acabou.

Eu quero que ela continue pagando e evoluindo e que, principalmente, ela veja que faz sentido continuar pagando.

Sim, né, não é.

Não é um negócio tipo pô existe a recorrência, por exemplo conta de luz cara. Ninguém quer ficar pagando conta de luz, mas é uma necessidade, mas pô um produto que eu posso cancelar a qualquer momento. Eu preciso ter um racional pra pessoa olhar no cartão de crédito dela e falar: ah, não, beleza, eu preciso dele. Pode deixar a assinatura ativa aí né.

Então acho que olhar pro funil com cuidado pra entender formas de como que eu faço pra ter coisas sempre disponíveis pra vender pra qualquer tipo de público enfim, pra qualquer pessoa, e acho que o negócio ele fica muito mais maduro e aí você reduz aquela ansiedade de tipo: puta virou um mês, tô pobre de novo. Preciso começar tudo de novo. Preciso começar tráfego. De novo uma nova campanha.

Entendeu, você nunca tem algo sustentável né sem dúvida cara. Já que essa parte de construção do funil aí definir tipo ah, buraco, onde é que tá, será que eu faço no back-end, será que eu não faço como que era?

Aliás, tu lembra como que era o fundo da Empiricus naquela época?

Sim, como que era mais ou menos cara, é exatamente a forma da Agora, né que é Free news letter. Primeira camada é então zero atrito, 0 custo, 0 impacto pro cliente. No caso, 1ª entrada é 1 produto barato que aí ele pode ser desde 1 produto tipo de R$1 até, sei lá, 10:09, 47 enfim. 2º não é 1 produto front-end, é 1 mid-end que ele é mid-end.

Eu acho que eu nunca escutei isso. Mid-end ele é tipo, na verdade ele é um objetivo dele é fazer a transição do usuário pra que ele entenda a importância do back-end, porque se ele sair do front for direto pro back-end, pode ser que tem um impacto muito grande. Ele não ele rejeite aquilo sim, e peça o dinheiro de volta e mais. Não só o reembolso é o problema, mas ele perde o.

Eu pedi um engajamento ali né, porque o ato dele pediu dinheiro de volta é um impacto muito grande. Aí depois vende fato back-end, que aí são produtos acima de dois mil reais, é, e a evolução são os combos ali, né que é, por exemplo, carteira Empiricus, que era todos os produtos por um ano, o reserva que era todos os produtos vitalício, que aí são mais ofertas de vigência do que novos produtos, digamos assim, os cara, era basicamente isso, assim. Então, e como que tu acha que o infoprodutor médio, aí que tá vendo a gente, ele consegue é adaptar isso aí da mesma maneira, como ele adaptaria ali o peer review, ali do livro copy logic, como que tu acha que ele poderia adaptar esse funil, aliás, tu acha que ele deveria fazer isso em 1º lugar?

Ou tu acha que tem outro tipo de funil que essa galera dos infoprodutos aí iriam se beneficiar mais?

Cara, Eu acho que assim depende de cada nicho. Né então, pô, se eu sou afiliado de nutra, por exemplo, talvez não tenha tanta autonomia, não tem, ou talvez nem tenha autonomia, não, aí esquece, não tem. Cê vai ter que ser um nível muito absurdo pra você chegar pro produtor, por exemplo, e conseguir convencer o cara a mudar o funil, então, se o talvez não seja tão aplicável facilmente pra todos as categorias, mas eu acho que assim pô, se o teu produto ele tem uma lógica, digamos assim ele é.

Vamos pôr que você ensina uma habilidade, pai, eu vou ensinar a fazer podcast, por exemplo, vou ensinar a editar vídeo. Cara, tem níveis pra você, desde do cara que não sabe nada daquele assunto até o cara que trabalha, sei lá, pra uma emissora de televisão, por exemplo. Né, então é, acho que o principal, o ponto inicial, assim pra você quebrar um funil e entender essas oportunidades, é você entender qual que é a trajetória natural daquela pessoa pra chegar desde o completo é ignorante no bom sentido da palavra, né pra um total experiente.

Né, e aí, a partir disso, você vai conseguindo suprir essas essa, esses buracos. Né então, eu gosto muito da filosofia do do eugenio arts, que ele fala que você não cria demanda. Né então, a gente tava conversando um pouco sobre isso antes de. Um erro muito comum, quando a pessoa vai trabalhar com oferta ou com produto, é ela colocar o que que ela acha que o público quer.

E não adianta eu chegar lá e ficar cara, tipo compra esse negócio porque é legal, isso aqui é maravilhoso. Tipo as pessoas vão olhar e falar: mano, eu não sei nem porque que eu preciso disso, porque que eu quero isso é a demanda, ela tá lá, as pessoas, elas querem ter um corpo melhor, elas querem ter um carro melhor, elas querem ter um estilo de vida melhor. Isso já tá no subconsciente da massa, digamos assim. O lance é: você encontrar a forma de canalizar, é meios daquilo acontecer.

Então, tipo, pra você emagrecer, meu produto é esse. Pra você ganhar mais dinheiro, meu produto é esse, esse é o caminho. Então eu olho muito mais o produto como uma forma de você chegar em tal lugar. Né e talvez assim, quando você tá numa etapa muito iniciante de construção de funil de ofertas, pode ser 1 pouco mais difícil isso.

E às vezes cê vai até esbarrar numa lógica assim tipo: mano, quem pagaria por isso?

Sabe?

Acho que essa é uma dúvida muito comum. Assim tipo pô, por que que alguém passaria o cartão?

Né. E uma coisa que eu gosto de fazer bastante assim é perguntar pro público mesmo o que que eles querem né. Então no caso do Swiper, por exemplo, que eu faço muito, aí a pessoa terminou de comprar, passou o cartão, confirmou a compra. Eu já faço uma pergunta pra ela.

Ou: e aí que que cê faz?

Cê é copywriter, cê trabalha com edição de vídeo, cê faz tráfego, e aí, a partir da resposta dela, eu vou desenvolvendo a conversa. Nesse caso eu faço bem manual mesmo, né não tem nenhuma atonação no quiz, nem nada desse tipo. E aí eu vou conversando com ela e aí, nisso, eu vou descobrindo buracos ali que eu posso de alguma forma preencher. Então tipo tem desde o cara que às vezes ele já tem uma operação grande, já tem funcionário, por exemplo, e o cara fala: putz, meu time de copy é, ele não tá muito legal, não tá performando bem.

Os caras não trazem novas ideias. Eu falo: cara, eu tenho aqui 1, 1 workshop só pra construir ideias. Que que cê acha da gente marcar 1 horário a gente ou vai no seu escritório ou sei lá. Então não, não, sinceramente, são coisas que eu já tenho, tipo um, um leque gigantesco de ofertas, mas o fato de eu dar voz pra pessoa que comprou me abre esse caminho.

Né então o Marcelo brajão, ele fala muito sobre isso e foi um cara que me ensinou muito essa lógica de que o copy ele não é escrito, né ele, o copy ele é construído. Então, construído é no sentido de que vamos porque eu chamo você, você é o, um potencial cliente. Digamos assim: cara, eu chamo você para tomar um café e todas as coisas que você vai me falando, eu vou só anotando, eu pego exatamente as mesmas frases que você me falou das suas dores, das suas frustrações.

Eu pego isso e coloco no meu copy. Então não necessariamente eu precisei é escrever coisas novas ou assumir coisas. Eu dei voz, potencializei aquilo que você falou e eu acho que isso é 1 coisa muito negligenciada às vezes, né do tipo essa etapa de pesquisa, ela é algo que ela vai te guiar na construção do teu copy, ela vai te guiar nas oportunidades que você tem pra construir coisas. Né então, pô, se eu não posso ofertar isso no no começo da jornada do usuário, eu posso talvez colocar isso com 1 ticket maior e isso ser 1 back-end.

Então o próprio público, o próprio público, o próprio público vai é te guiar em relação a essa parte de construção das ofertas. Então é esse talvez seja o estágio mais básico que eu uso pra pra construir qualquer coisa, e talvez esse tenha sido um dos fatores pro Swiper: ter dado certo que, cara, existem vários swipe files por aí, vários sistemas parecidos com o swipe.

Ah é cara, ah, tem, tem alguns.

Né eu acho que tão completo como o teu eu não vi, não, tá, tá, mas justamente por isso, porque a construção ela não é só coisas que são da minha cabeça, então tem muitas funcionalidades lá que foram, foi uma pessoa que pediu, e quando eu lanço essa funcionalidade, eu atribuo a ela inclusive: ah, legal. Então pô, por exemplo, um cara falou: cara, eu adoraria imprimir os copies do do Swiper, eu gosto de ler no no papel. Aí, quando eu lancei essa funcionalidade de impressão, eu falei: pô, o João aqui pediu a funcionalidade de impressão, tá liberado aí pros assinantes.

Então quando o cara olha, aquilo é uma experiência completamente diferente pra ele. Né então eu acredito que pra quem não tem nada de estrutura em relação a ofertas, é entender o público ali, é fazer etapa de pesquisa e cara, sim, mesmo com iá assim não é 1 negócio, assim, quem acha que isso é rápido, quem acha que isso é assim, se engana.

Sim, porque é algo quase que infinito.

Você tem cliente na VTurb entrando todo dia. Sim, são novos problemas, são novas pessoas, novos desafios e se você seguia só por 1 janela de tempo de pesquisa, cê vai ficar trabalhando só com uma janela temporal ali que às vezes vai até te dar um mapa meio errado. Né então o mercado muda, né as vontades mudam e tal. Então, em resumo, assim é a construção de de um funil de ofertas.

Eu acho que o estágio zero, a resposta, tá mais no público do que qualquer outro lugar, né. E aí cê vai anexando isso a outras fontes de pesquisa ali, né teu teu filho do mercado ou tendências enfim, aí cê vai anexando ali e cê cria alguma coisa. Cara, foi até interessante ter falado isso, porque pessoal agora tá em dois mil e vinte e seis eu percebo que tem duas oportunidades aí que estão disputando a minha opinião sobre qual oportunidade mais dá dinheiro.

A primeira é: o cara vem ser afiliado de produtos físicos nos Estados Unidos porque lá pô paga em dólar. Tem muita a comunidade brasileira disso é muito boa e muito respeitada lá fora também, só que é um jogo mais de de saber muito bem tráfego, saber muito bem copy. Por outro lado tá tem a galera aqui do Brasil que são os infoprodutores que estão fazendo exatamente isso aí que tu falou, que é vender no front mas monetizar muito bem o back-end.

E é bizarro a quantidade de dinheiro que esses caras estão ganhando. Cara, estão lucrando aí sete, às vezes múltiplos, sete giros no mês. E quando eu falo lucrando pessoal, quando eu falo assim: ó, lucro, tá, lucro é lucro, é dinheiro no bolso, tá, é milhão no bolso.

Não é faturamento, não.

E como exemplo disso tá eu tenho dois podcasts, o um primeiro é do Lucas Ramos que vai aparecer aí na tela, e o segundo é da?

L da dias que vai aparecer aí na tela também. Esses dois aí, cara, com todo respeito a vocês, tá pessoal, gosto muito de vocês. É o funil, aliás, na verdade, que eu vou falar, nem nem falta o respeito, mas, cara, o funil deles é relativamente simples, é um funil de aquisição com um Beckham desenho simples. Eu acho que é muito mais simples do que o da Empiricus.

E, mesmo assim, eu nunca vi um negócio dar tanto dinheiro velho de lucro no bolso como essa parada de vender um infro no front e vender um back-end depois. E sabe o que é bizarro, cara, o mercado brasileiro demorou anos pra fazer isso. Só agora, em dois mil e vinte e seis, que eu tô vendo isso chegar um pouco é mais forte. E sim, pessoal, eu sei que, ah, o Pedrinho, o Érico rocha já fazia que tem a mentoria, um não sei o que, o insider do não sei o que, e o mastermind fechou, mas não tava tão popularizado esse negócio, principalmente a aquisição de front-end em escala, que é o que o pessoal tá fazendo com VSLs.

E eu sei disso porque eu tá do YouTube, sou um dos, sou um, não, eu acho que eu sou o maior termômetro de VSLs hoje do mundo. A gente tem lá o vida leite lá nos Estados Unidos, mas a gente já é maior que eles. Tu acha que não coloca no simula web?

Aí olha o tráfego nosso, aí olha o tráfego deles. E é surreal, cara, que só agora que o mercado brasileiro resolveu fazer essa coisa tão básica assim que vocês da Empiricus já faziam há muito tempo, cara, e no fundo, a quando a gente fala de funil, a camada de entrada ela tem que ser básica mesmo. Então quando você fala assim: puta, é um negócio simples, soa meio pejorativo às vezes, mas precisa ser simples. Né a pessoa não precisa pensar muito, cara, será que eu preciso porque, assim, se ela tá diante de uma oferta e ela fica questionando: puta, será que eu preciso disso?

Então, né, talvez não seja o ideal para estar na ponta da na frente, ali, no primeiro impacto. Né então, assim eu sempre falo que a camada zero, ali que ela é sem custo, sem atrito, é um objetivo de você levar volume ou seja, a pessoa não pode sentir que ela não tá perdendo nada, nem tempo. Então o atrito tem que ser o mínimo possível. E aí depois, quando ela compra alguma coisa, também tem que ser algo muito suave ali.

Né, eu vi um case esses dias que eu achei absurdo. Assim, foi um cara que, basicamente, ele criou um mapa, uma árvore genealógica das pessoas da Bíblia. Digamos assim: então quem é filho de quem?

E ele foi fazendo isso conforme ele tava lendo a Bíblia. Então ele ia lendo a Bíblia e falava: esse cara é filho de tal pessoa. Ele foi fazendo esse mapa, é um mapa visual. Ele pegou e soltou isso no Twitter, assim é gratuito.

E tal cara tinha basicamente, sei lá tipo dezenove mil pessoas desesperadas pedindo link. Ele podia ter monetizado, podia, mas o objetivo dele ali foi: cara, vou soltar isso de graça porque provavelmente a próxima etapa dele tinha algo que ia levar muito dinheiro pra ele. E se ele dezenove mil pessoas tavam sei lá desesperadas comentando, pedindo link, você pensa: se uma pequena porcentagem comprar e entrar no funil dele, cara, tá ótimo, entendeu?

Então é, é muito essa lógica assim de a porta de entrada, ela não precisa ter nenhum atrito e às vezes ela pode ser um negócio meio abstrato mesmo. Né tipo cê não vai trazer, cê não quer atrair 1 grande investidor ou ou- desculpa, 1 Pessoa que é nunca investiu, não tem nem conta numa corretora trazendo 1 conceito que é ultra complexo, que é algo que só é restrito pra grandes investidores, por exemplo, né no contexto da da Empiricus ali. Então é um pouco essa lógica de você entender, cara, isso aqui é porta de entrada, né que é o.

O objetivo ali é fazer volume, é levar pessoas, pra que depois o próprio funil ele vá é diminuindo, é natural isso. Né então menos pessoas vão comprar um produto mais caro e tá tudo certo. Mas o eco sistema ele precisa funcionar. Né então cê precisa tá ganhando em todas as pontas ali, né, eu acho que tem um desafio também que antes era muito mais respeitado, digamos assim, essa trajetória do usuário.

Então ele entrava de fato por um lugar é uma isletra gratuita, e aí depois ele ia, né todas as etapas, assim, hoje em dia, tipo assim a pessoa, ela, ela consegue comprar tempo. Então, cara, eu não quero aprender ver série, eu não quero aprender cópia, eu quero resolver meu problema. Né então ele já quer IR para, digamos assim, para oferta final e tá tudo bem, não tem problema. Mas o problema é quando existe essa demanda e você não tem como ofertar, e aí o cliente fala: ô, João, pô, é o seguinte, eu precisava de tal coisa.

Cê fala: puta, cara, não tem véi, cê vai perder o cliente pra outro cara que provavelmente vai ter o cliente vai comprar e ele vai comprar e às vezes o produto do concorrente, ele vai ser pior do que você faria. Né então eu, eu sempre trago essa, essa lógica, principalmente na mentoria lá do Swiper de que pensa nessas coisas é antes da demanda acontecer, né antes do do pedido acontecer, porque uma vez que a o cliente chegar ali com determinado problema, né cê vai falar: cara seguinte, eu tenho isso aqui que talvez resolva seu problema, bora testar, entendeu?

Então cê vai ter alguma coisa, cê não vai perder o cliente pra um concorrente. Ali que é muito uma lógica. Cê pega os sei lá grandes serviços da da internet, o Google, cê usa mais Google, assim a parte de serviço deles. Eu uso o drive, sou o drive, o drive, o Meet.

Então o calendar não uso né. Então cê já viu a quantidade de coisas. Então, tipo, puta, preciso de um e mail, g mail, preciso de ah, o g mail. Também preciso de uma hospedagem de arquivos.

Tem o drive, preciso de um calendário, então tem o Google calendar. É 1 monopólio no final das contas. Mas é isso que fazem os caras ser muito grandes, né é, sem dúvida, é é, eles tem. Eu tenho 1 opinião sobre eles, tá, mas eu não vou entrar nesse assunto aí depois do podcast.

Eu te conto, é, cara, eu queria falar da tua transição pra tu virar o. Eu até falei lá no almoço, né pessoal que eu chamei aqui o Bruno de nerd da cópia porque bizarramente ele ele estuda mais cópia do que eu e eu já estudei muito, tá, mano, e é meio maluco, sabe. Eu quero falar um pouco sobre isso, mas antes, tá antes disso, tu falou que quando a pessoa ela vai resolver o problema dela, ela tem ali níveis onde a gente resolve aquele problema.

E esses níveis a gente pode usar pra gente construir o nosso funil e ir vendendo pra ela mais coisas, coisas mais caras, e aí. Assim, quando eu entendo, quando falou níveis, tá o que que eu entendi sobre isso, que eu não sei se é exatamente o que vocês faziam lá na Empiricus, mas eu entendi, cara, que a gente tem ali o nosso produto principal. O produto de fronte é que muitas vezes é um produto faça você mesmo. Sim, então a pessoa consome ali alguma coisa e ela mesmo tem que fazer a as ações pra ela conseguir daí ter o resultado.

Um nível acima seria um produto onde nós dois fazemos juntos, por exemplo uma mentoria a mentoria, a gente faz junto o negócio pra gente ter o resultado, que o valor agregado disso é maior, usa mais tempo, logo é mais caro e um terceiro nível daí. E o terceiro nível daí seria esse nível onde eu faço o serviço pra pessoa, que daí seria o nível mais alto de todos. A pessoa não tem nenhum tipo de esforço, nenhum tipo de trabalho e já recebe o negócio pronto e cara.

Geralmente tá no mercado de infoprodutos. É mais ou menos isso aí que a galera é opera. Pelo que eu me lembre, tá o funil lá do Lucas amos, é um rapaz de investimentos onde o fronte aí ele aprender a investir e o, o maior de todos é o rapaz montar a carteira pra ele pro cliente, uma coisa mais ou menos assim, cara, é o que que tu acha disso que eu falei referente a esses níveis. Tá pra montar funil e também como que era lá na Empiricus, porque eu acho que não era assim, pelo que eu me lembre, era 1 infoproduto no front e o back-end ali é ou mid-end, não sei o produto ali que acho que era dois mil, três mil reais.

Ainda era também um infoproduto. Ainda era faça você mesmo, como que um infoprodutor aí médio padrão que tá vendo isso aqui, como que ele pode planejar essas estruturas de oferta em termos de estilo de entrega. Tá, fala 1 pouco disso aí, cara, eu acho que não tem 1 regra específica, depende muito de cada mercado. É, no caso, dá Empiricus, de fato assim você, quando você evolui de 1 produto front-end para outro, um outro back-end, por exemplo, você tava evoluindo no mesmo formato de produto, você consumia ele no mesmo lugar, da mesma forma.

A diferença, ali no caso, era a exclusividade das informações, digamos assim. Ah, então era algo um pouco mais relacionado, por exemplo, a ser restrito mesmo né. Então, tipo no aeroporto todo mundo pode entrar, só que dentro da parte ali do do aeroporto, que só só quem tem um voo marcado pode entrar dentro da sala vip, é só agora da sala ultra vip. Entendeu então não terminar o BTG?

Isso exatamente, então não é todo mundo que vai entrar ali. E uma vez que pô é mais estrito, teoricamente você assume que tem oportunidades melhores, que os outros não vão ter acesso. Então bati um pouco nessa tecla de é mas e por isso que precisa ser alinhado com o nível de consciência da pessoa, porque não adianta você pegar um cara que não investe ou que não sabe nada do teu produto e jogar ele direto pra um produto mais caro, e o cara vai olhar, ele vai se sentir deslocado, ele vai se sentir frustrado, ele vai pedir pra sair e é pior, porque ele às vezes vai virar 1 advogado contra sua marca.

Sim, então, por isso que essa esteira, ela, ela é importante, mas nesse caso especificamente, ele era mais sobre, é informações que elas eram mais restritas, digamos assim, ou mais exclusivas. Né, mas aí, cara, eu acho que depende de cada, cada negócio. Né eu acho que a etapa de pesquisa que é você escutar o teu público, enfim entender o mercado, ele vai te dar um pouco mais de clareza do que que você pode oferecer pra cada coisa. Né, então, pensa assim: pô, modelo do do Swiper, o que eu defini ali de funil de front-end, de back-end, é completamente diferente da VTurb, porque o problema do teu público é diferente, as soluções que você pode oferecer são diferentes.

Né, e o que é legal também é que, assim, às vezes o teu, quando eu falo o back-end, não sinceramente precisa ser meu né o o, a etapa de back-end às vezes ela pode ser feita em parceria com uma outra empresa que vai suprir aquele negócio. Né que é a lógica. Por exemplo, pô, eu te ensinei tudo que cê pode fazer pra investir, mas ó, eu tenho uma empresa parceira aqui que, ao invés de cê ficar lendo um monte de relatório.

Os caras vão só, cê só vai só apertar um botão pra autorizar e todas as operações vão rodar aí de fazer ganhar dinheiro. Só que não sinceramente vai ser eu que vou fazer isso. Entendeu então essa estrutura de de ofertas, né ela não sinceramente precisa ser algo que puta ter construir mais oferta, eu vou ter mais trabalho, mais coisa pra olhar, mais coisa pra cuidar. Não sinceramente é uma por isso que precisa de um olhar estratégico pra ver cara, dentro do meu mercado, quem que eu posso acionar pra ser um parceiro ou então o recurso que vai potencializar isso e todo mundo vai ganhar dinheiro no final das contas.

Né então acho que não tem uma resposta única. É pra todos os seguimentos. Que eu acho que é muito perigoso é quando a pessoa, ela ignora oportunidades por não achar que aquilo é adaptável pro mercado dela. Eu acho que isso talvez aconteça muito mais pro mercado, por exemplo, de produto físico.

É nutra, por exemplo, acontece muito da pessoa achar que cara não tem mais o que oferecer, tipo o que que eu posso fazer pra, mas tem né tipo, pô, se se você oferece 1 produto, sei lá pra 1 cara que tem problema de próstata, sei lá, cara, provavelmente ele tem outros problemas que você possa ofertar outras coisas pra ele. E 1 coisa que fazem muito lá nos Estados Unidos, as as empresas de, é que são tipo aquela versão de saúde da Agora, né agora de cabeça, eu não lembro exatamente uma delas, mas o que que eles fazem é beleza, é, provavelmente tem alguém na sua família que sofre desse problema.

Você pode resolver o problema pra ela. Então o teu funil não vai atingir exatamente aquele cliente, mas cê vai ter formas de aumentar o teu teu faturamento ofertando mais coisas pras pessoas que estão naquela, perto daquela pessoa, ali, né?

Então assim vai da criatividade da pessoa e o nível de detalhe que ela vai ter da do público dela, né, então?

Mas é 1 por isso que eu tô te falando. Não é 1 negócio fácil de fazer e não é 1 negócio rápido. E eu acho que é aí que as pessoas se perdem 1 pouco, né porque elas pensam: cara puta, vou ter que fazer isso. E aí entra naquele loop de olhar sempre pra 1ª venda, que pessoalmente eu acho muito mais cansativo, né?

Não?

Sem dúvida tá maluco. Pelo que eu entendi, tá tão falando que não existe 1, 1 forma de fazer pra todo Mundo, porque os negócios eles são diferentes. E aí tu falou: cara, no cyber, aqui eu tenho os meus clientes com seus problemas. Eu tenho os teus clientes com.

Seus problemas. Logo, cada 1 vai ter 1 funil diferente. Maravilha, entendi. Apesar disso, eu acho que a gente consegue definir princípios pra construir esse funil aí em primeiro lugar.

Aí um princípio, por exemplo, seria tu simplesmente pensar qual que é o próximo problema que a pessoa tem, sim, e aí ir construindo os produtos a partir disso. Esse é um princípio aí que eu acho que o Russell brandson fala muito sobre isso. Então, tipo, ah, o cara- sei lá o exemplo do, do nutraceu, de como que tu falou- o cara comprou um negócio de emagrecimento, o tanto que foi o produto, o cara emagreceu, aí agora a mulher, a mulher emagreceu, aí vai ter o que flacidez na pele.

Então tu vende uma coisa de flacidez também. Então esse é um frameworkzinho que que funciona. Tu acha que a Empiricus tinha algum framework assim?

Ou ele só, cara, jogava personalista mesmo martelava live SL, vendeu, vendeu, não vendeu, não vendeu. Na teoria, sim, acho que na prática não é tão fácil né, e até o Gabriel fez o podcast que você falou, o Davi Fred, que eles tentaram lançar a, a vertente de, acho que roupas de roupa, é que não deu muito certo. Então isso pode acontecer também. Né, você pode assumir coisas e aí na hora que você bota pra rodar, cê vê que não é lá o grande sucesso que você tava esperando.

E aí entra um ponto de atenção que é assim: quando a gente fala de expandir ofertas e ter coisas pra oferecer pras pessoas, cê precisa tomar muito cuidado pra aquilo não se tornar uma distração. Porque cê pensa assim: cara, eu quero dominar o meu mercado. Né vou pegar a VTurb, por exemplo, cara, o foco de vocês é VSL, ponto tipo. Ah, mas tem advertorial, tem página de vendas.

A gente poderia ter um Page builder, poderia ter isso, poderia ter aquilo. Cara, não, meu foco é VSL e eu vou resolver problemas dentro desse nicho de VSL. Isso é importante porque é mais sustentável, né?

Então?

Eu acho que é importante tomar cuidado com isso pra você não começar a criar um monte de coisa que cara, no fundo cê olha e fala: beleza, tenho 10, 15 ofertas aqui, mas nenhuma delas é sustentável, nenhuma delas para de pé. Também não é legal esse, esse formato. Né então?

Ou houveram casos assim de coisas que cara, a gente lançou lá, né que enfim, que dava um baita de um trabalho, tipo de putz, se você construir era de membros e aí fazia uma putos habilidade, é um negócio que envolvia designer, programador, gerente de projetos. Um monte de gente aí lançava e falava: cara, isso aqui talvez não fez tanto sentido, o público não tá respondendo, bem entendeu. E aí entra o lance que eu falei no começo, que é o errar rápido.

Né você deixar um pouco seu ego de lado, fala cara: beleza, deu, um trabalhão deu. Mas a gente já tentou todas as possibilidades aqui, vamos seguir pra próxima. E é nesse momento que às vezes você volta o back to basics ali, né cê passa por toda essa etapa pra você olhar e falar: cara, vamo voltar pro arroz com feijão. Que é aquilo lá que então assim nessa trajetória, no tempo que eu fiquei lá, cara, houveram várias vezes que a gente fez esse vamo voltar pro original.

E aí era 1, era 1 pouco frustrante né porque eu falava: caramba, véi time, mobilizou 1 time inteiro pra fazer às vezes 1 negócio super legal, mas no fundo é: é, vamo voltar pro pro arroz com feijão. Né então é, já aconteceu comigo também- dá 1, dá 1 rabinha, cara é, eu queria entender agora o que que aconteceu nesse meio do caminho aí pra tu decidir virar copywriter. E mano, eu acho que tu é copywriter, tá, não sei se tu se considera isso, mas tu estuda copy, pra caramba, tu é dono do Swiper, tu tem um swipe file e não só tu tem, como ele é público e as pessoas podem comprar, então tipo porra, mais complicado é que isso é difícil ser né o que que aconteceu pra tu, pra tu tipo migrar, cara.

Então basicamente é, eu acho que assim o termo copywriting- copywriting por si só- eu acho ele um pouco ingrato porque ele tá muito associado a escrita por si só, mas eu olho o copywriting como uma habilidade de vendas acima de tudo, e uma vez que você aprende essa habilidade de vendas, cara, você pode usar isso infinitas vezes em qualquer coisa. Então acho que o Paulo Santos- ele falou um pouco isso no podcast- cara, se ele for um garçom ele vai ser o melhor garçom.

Se ele for um sei lá, qualquer profissão que ele for executar, ele vai ser o melhor cara, porque no fundo as empresas, elas estão procurando pessoas pra você ganhar mais grana, né cê não quer contratar um funcionário que o cara só tá lá e não vai de fato dar um retorno financeiro pra empresa, né é. Então eu sempre, sempre estive um pouco nessa nessa parte de produto e de vendas, mas às vezes sem perceber, e isso acho que vai de encontro com o que eu falei sobre a minha.

Eu queria ser programador e a galera me levava pra ser coordenador de produto, de projeto, porque eu tinha essa olhar, esse olhar de vendedor acima de tudo. Então, quando eu construí alguma coisa, uma nova funcionalidade, eu pensava num novo projeto. Eu não pensava só na entrega pro cliente puramente dito, mas eu pensava, cara, como que aquilo pode ser um canal pra que você consiga habilitar outras vendas. Né, então, o projeto que eu tava comentando agora, que era a parte que eu cuidava na na Empiricus, ali que era na área de membros, era o pós venda e um dos desafios era: cara, a gente depende muito de tráfego pago, a gente depende que comprar o líder pra ele comprar um produto.

E eu olhei pra área de membros, eu falei: cara, vamo transformar a área de membros em uma vitrine. Tinha até uma funcionalidade lá que era muito legal, que basicamente, quando a pessoa fazia o local ela saía da plataforma, ela ia, que eu chamava pra um. Eu chamava de dutch Free, que é tipo quando cê sai do avião e aí você é bombardeado, né de ofertas e coisas ali, porque é o momento que cê tá no, e era a mesma coisa. Então cê saía da plataforma da Empiricus, que cê fazia o logout, você ia pra um dutch Free, que aí cê ia pra uma página que tinha umas ofertas e eram específicos daquela página, então eram alguns preços mais legais e tal.

Então no fundo eu eu comecei a perceber isso. Eu falei: cara, talvez eu seja um bom vendedor no final das contas né, e eu gosto muito dessa filosofia. É de algumas empresas que elas trazem essa lógica de que assim, cara, eu vou te contratar pra ser sei lá da administração, por exemplo, você vai precisar passar por um treinamento de vendas, por mais que você não execute isso no dia a dia. Digamos assim: né, porque acho que essa é importante pra você performar bem em qualquer empresa.

Você saber vender aquilo é e se tornar também não quer dizer que você ativamente vai ser 1 cara que vai ficar vendendo e tudo mais, mas de alguma forma você precisa olhar pra VTurb, por exemplo, cara, se eu for almoçar com 1 Pessoa, eu vou saber converter esse cara. Então é, resumindo, eu acho que, por mais que o meu background ele seja de tecnologia, eu sempre olhei com olhar muito comercial pras coisas. Digamos assim, e assim foi até o Swiper. Mesmo que o Swiper ele nasceu essencialmente gratuito e ele era um hobby.

No final das contas, porque ele um hobby é, ele nasceu pra resolver um problema meu que eu quis, que eu queria estudar copy, mas era tudo muito desorganizado. Os swipe files eram um drive com um monte de coisa. E eu comecei a construir aquilo até um ponto que eu falei: cara, e se eu colocar um botãozinho aqui, ó, se você quiser as versões traduzidas cê paga. E aí eu coloquei, e aí tipo eventualmente alguém comprou, mas que?

Mas mano, mas que ideia é, é que eu acho muito doido assim, tipo tu tava Ali, ah, seu programador, tal. Aí tu, cara, vamo montar um swipe file, parece uma coisa, cara, não é tão tão abruto assim, tá. Mas o meu primeiro contato com o swipe file foi por conta do CopyCamp. Né eu tenho, eu sempre conto essa história que o Beto um dia chegou: o que que é o CopyCamp pra quem?

CopyCamp?

Pra quem não sabe, o CopyCamp foi basicamente uma advertência da Empiricus pra porque que acontece?

O Beto não conseguia contratar o copwriter, né volta um pouco naquela. Naquele ponto era difícil de achar a profissão copywriter. Né ele falou: cara, eu vou treinar meus próprios copywriters. Ele lançou um curso um, um treinamento mesmo né, que era bem parrudo, era bem extenso e os melhores, eles participavam de um campeonato e era monetizado.

Acho que a pessoa ganhava tipo dez mil reais se fosse o copy selado e tal, e trabalhava na Empiricus durante um tempo e dentro um dia o Beto chegou pra mim e falou: chegou na minha mesa assim e falou: Bruno, é seguinte, a gente precisa de um swipe file pra amanhã. Eu falei: mano, tipo só dei um joinha assim e toquei o barco, né, e aí eu fui pesquisar o que era swipe file. Aí foi a primeira vez que eu fui lá no Google digitei swipe file e aí eu fui entender a lógica por trás e tal explica pro pessoal aí que que não sabe o que que é, apesar de que eu acho que a grande maioria já deve saber.

Mas cara, vai, que cara. O swipe file. Ele é um termo mais conhecido dentro do mercado de marketing de copy que ele é basicamente uma coletânia de coisas que você acha interessante. Eu acho a tradução de copy de swipe file é muito ruim.

Né é arquivo de furto né um negócio horrível assim. Arquivo de furto é, não tem uma tradução pra português- mas basicamente, pô, cê viu uma, uma peça publicitária, cê achou legal, cê vai e guarda isso, tira um print, salva o vídeo, isso é um swipe file, uhum, e aí quando nasceu o, o wi fi do CopyCamp é nasceu, mas por que que ele queria. Qual que é o benefício de ter isso aí?

Porque cara, basicamente não tem. Eu acho assim. Talvez tenha sempre. Tem uma exceção: mas é muito difícil você ser um bom copwriter sem referência.

Muito difícil mesmo, porque você precisa saber o que que funciona, né igual você vai ser músico, você precisa de outras fontes, digamos assim, pra se inspirar e misturar coisas e tudo mais. Então, os melhores corporates que eu pude trabalhar e que eu conheço, eles tem bons swipe files. Eles tem esse olhar de falar: cara, isso aqui é um bom Hulk, isso aqui é uma boa headline, e eles vão armazenando. Isso.

Então é via de regra, todo mundo tem um swipe file, ou deveria ter. Pelo menos todo mundo tem um swipe file mental aí que a pessoa foi absorvendo ao longo dos anos, mas muitos não tem. Isso é visual categorizado, Ali, como tem no, no Swiper ou seja, que tu pode olhar e cara, 1 coisa que eu acho interessante falar pras pessoas é como se fosse 1 prompt que tu dá pro teu cérebro, que ele te dá ideias de novas coisas. Então quando tu lê uma headline, tu começa a pensar em novas headlines pro teu produto com base naquela que tu leu.

Cê pode fundir coisas também, né. Então cê lê um copy, é no meio desse copy você funde com uma ideia que cê viu em outra coisa. Né, então o seu swipe file. Ele tem o swipe file, ele tem esse meio que esse papel, digamos assim.

E na ocasião o Beto, ele montou o swipe file do do CopyCamp e ele era um complemento do curso. Então você viu uma aula e eventualmente ele ia referenciar: olha, teve esse copy que eu escrevi, dá uma lida lá e estuda, só que primeiro, o primeiro defeito era que ele era limitado só pra finanças e saúde, que era as duas vertentes, que eles, que eles operavam, e segundo, que assim é, não era um swipe file onde você detalhava na vírgula e o papel de cada coisa.

Então o, o swipe file, por si só ele não tem valor. Digamos assim, ele é só um arquivo com um monte de coisas. O desafio maior é você saber, cara, esse parágrafo aqui é o que faz as pessoas. Se tornarem meros leitores pra um potencial comprador.

Foi essa frase e é isso que faltava quando eu tava estudando o copy. Eu falo: tá, beleza, porque que esse copy aqui, sei lá, do David Ogilvy é muito legal?

Ah, porque ele colocou um carro lá, o da rosewise, por exemplo. Não porque a headline ela tem, então tem essa lógica, ele explora esse, essa emoção, segue essa estrutura. Então eu comecei a a evoluir nesse sentido nos estudos e cara era muito difícil na época, assim não tinha um lugar onde tinha isso mastigado, principalmente em português, né. E aí eu comecei a desenvolver, que cara começou, começou a ficar muito bom, né, e as pessoas, como ele era gratuito, as pessoas elas davam feedback tipo enfim.

E aí foi a Helena um dia que ela me falou, falou: cara, cê deveria tá cobrando na verdade por isso, né porque ele era grátis, né, mas foi bom na verdade ele ter sido grátis porque ele ele serviu como 1 etapa de quebra gelo. Ali, as pessoas me conhecerem, enfim, eu construí 1 base, Ali tem 1, isso é 1 tática de p l g, de product light growth. Então é o freemium. Ele é exatamente, era um freemium, ou seja, era uma experiência muito boa já no primeiro impacto e eu acho que isso até um negócio legal de comentar que assim, quando a gente fala de funil existe uma distorção comum que é: os meus produtos mais baratos.

Por serem mais baratos eles vão ser qualquer porcaria e não é bem isso na verdade. Isso na verdade é um grande erro, porque se o teu primeiro impacto com a pessoa for ruim, como que cê espera que ela vai querer comprar um produto melhor. É não vai, então quem fala muito sobre isso?

É o Russell branson, né que os principais nomes de funil, no, no, no mercado de marketing, e cara, e ele tem assim, ele dá tipo masterclass de duas horas gratuitamente, a troca é o seu e mail. Entendeu?

Só que aí, se você olha e se para cara é se ele tá me dando isso de graça, imagina o que que ele vai ser capaz de me me entregar pagando. Né, cara, a gente interrompendo aqui rapidinho, tá o pelo que eu entendi. Então o teu, o Swiper, hoje ele é comentado sim, ah. Então tipo tu pega as copies, tu lê elas e aí tu comenta aquilo que tu falou, tipo ah, essa frase aqui é a frase perfeito que que que vai, que que na que na tua consideração, né foi a frase que aumentou ali a conversão, que fez o cartão.

Existem casos de cartas onde o próprio autor comentou em algum lugar: isso ajuda bastante porque aí você entende exatamente o racional e aí cara uma pesquisa complexa que às vezes tem que pegar um livro relativamente antigo é- e hoje em dia não tem muito esse costume- né dos copywriters assinarem os copies como era antigamente. Então às vezes é difícil você saber a opinião exata, o qual que foi o racional, digamos assim, tá, mas eu tento fazer isso. Então, se existe alguma embasamento, digamos assim, o motivo pro copywriter ter escrito aquilo, algum contexto, aí eu adiciono na análise, mas geralmente é muito baseado na minha própria opinião, né legal, legal, e o legal do Swiper é que assim não é só um swipe file aleatório ou seja coisas que eu vou lá catalogando, são coisas que de fato eu estudei, eu apliquei de alguma forma.

Então tem muitas linhas lá ou muitos ângulos, enfim, coisas que me chamaram atenção, que de fato eu apliquei aquilo em algum projeto, tá, tá, e essa acho que talvez seja tenha sido a maior diferença do Swiper pra outros, que é é, não é só um acervo, é o meu acervo, que eu estou te emprestando, digamos assim, pra que você tenha mesmo estudo que eu. Né, então acho que isso dá 1 Tom mais pessoal, mais amigável, digamos assim. Cara, o que eu entendi, tá do que tu acabou de dizer, foi que o Beto- e pra quem não sabe o Beto pessoal, ele era o CEO da Empiricus.

Ele ainda é ou não, cara o Beto, ele, ele foi o primeiro funcionário da Empiricus e ele foi contratado na verdade pra escrever, pra pra ser analista. Então ele não era copywriter. E aí, quando a Agora chegou lá e falou: cara, a gente precisa construir uma newsletter, se vira aí. E aí ele teve que aprender e tal e cara, o cara se tornou talvez, acho que o maior nome durante um tempo em relação a resposta direta no Brasil, mas ele é bem low profile hoje em dia.

Ele não é um cara que gosta de aparecer. Tu acha que ele não viria aqui no podcast?

Pô, vamo fazer um convite, né convida ele aí. Pô, tá bem, aí, Beto, pessoal vai lá no Instagram do Beto, aí ó vai aparecer, não faz, não faz, não que aí vai ficar puto. Então não vai, não é, não vai, não, não vai, não não. Coloca o Instagram aí.

Deixa que eu mando o WhatsApp pra ele e falo: Beto, vamo lá, o João quer conversar com você, vai ser boa, boa, mas, cara, o Beto ele é, ele é muito, muito absurdo, assim, tecnicamente falando. Uhum, é, hoje ele é semelhança do do BTG atual do grupo. Né, caralho, então esse cresceu na vida, hein, é porra. Eu achei na verdade que quando teve todo o dilúvio ali, ele na verdade ia se aposentar e viver a vida.

Né porque assim o Beto ele escreveu, cara, acho que meu maior impacto, assim com uma carta do Beto, foi uma campanha que não sai da minha cabeça, o Beto, ele tinha um costume de mandar a cópia tipo cinco horas da manhã pra soltar sete horas, assim. Eu ficava puto assim porque tipo não dava tempo de fazer as coisas direito assim. Mas depois eu fui entendendo o racional, ali, a lógica que acho que talvez o pico, acho que o pico de criatividade dele era na madrugada, assim, silêncio enfim.

Cada, cada copywriter tem né o seu ritual. Ah, eu entendo ele sim, o meu também é- e ele soltar. E uma vez ele soltou um copy, cara era tipo cinco e meia da manhã, assim, e o negócio ia sair às oito. Aí o que que deu pra fazer basicamente não tinha design, a página era só uma, uma página, fundo, fundo branco, fonte preta.

Ali é, essa aqui vende, mano, e cara o negócio vendeu oito milhões de reais um texto, véi, eu, eu, eu sei bem, eu sei bem, e é tipo assim. Cê ficava atualizando a dashboard de vendas, o negócio não parava de aumentar e até o final da semana deu oito milhões em vendas. Tipo acho que foi esse um dos momentos que mais me marcou do poder da copy. Assim é, não temos que chamar ele aí cara, tenta resolver isso.

Aí tá pra gente ver, eu queria conversar com ele aí pegar o, as experiências dele até posso ir pra São Paulo. Tá, volta e meia eu vou pra lá pra São Paulo quando tem alguém, é quando tem alguém assim muito difícil. Mas eu dou uma moral da recepção da VTurb e fala que tem um hotelzinho. É, se ele não quiser, tudo bem, cara, eu apareço aí.

Tá, tu que sabe. Mas assim, ó o que que eu entendi que tu tava ali no teu computador, pá não sei o que, fazendo ali o teu trabalho. Chegou o Beto e falou: ô, Bruno, olha só, é monta o swipe file. Aí acabou aí tu porra, que porra é essa.

Aí tu foi pensar o que que é, montou ali um swipe file, MVP, por algum motivo. Tá, tu gostou disso, que é uma coisa meio estranha, né pessoal, pelo menos eu acho, mano. E daí tu gostou, tu gostou, sei lá porque. E tu começou a fazer mais disso, tanto que as pessoas acharam legal, como a Helena falou, e pelo fato de tu ter disponibilizado isso de graça lá pro pessoal do CopyCamp, que mais uma vez era o curso gratuito da Empiricus, tu começou a ter mais e mais pessoas usando o swipe.

E aí cinto teve a ideia: de opa, acho que eu consigo fazer uma, um produto aqui. Acho que posso criar uma coisa paga. É, foi mais ou menos isso. Aí, cara, teve teve um fator de ter gostado.

Teve o fator de que era um momento que eu tava gostando muito de estudar a copy, assim de fato, porque eu vivia aquele mercado mas eu de fato não estudava. Então eu fiz o CopyCamp e assisti as aulas e eu cuidei de toda, assim toda a plataforma de educação, de cursos, né da Empiricus, foi a minha equipe que construiu então eu, eu literalmente eu participei do do de zero daquilo até é o momento que eu saí. É, então teve esse fator de gostar de daquilo.

Mas também teve o olhar de de cliente, que é algo que acho super importante quando cê constrói um produto: né eu tenho, eu tenho. Quando eu parava pra assistir uma aula, eu não olhava aquilo como uma pessoa que construiu aquela plataforma. Eu tentava olhar tipo: cara, eu não sei nada de cópia, eu vou aprender cópia agora. E aí o Beto um dia virava e falava: assim: pô, então teve o cópia aqui do Wall Street que vendeu dois bilhões, foi responsável por renovar as assinaturas do jornal, blá blá blá.

Falava: tá legal, onde que tá esse cópia?

E ele falava: ah, tá lá no swipe file. Aí vai lá você caçar no Swiper. E aquele problema que todo mundo sente quando, porque quando o teu swiper, ele cresce muito e você não faz a categorização, não faz uma organização, cara, é muito difícil você ver valor naquilo às vezes até prejudica, né até prejudica, é o excesso de informação que que acaba dando ruim. E mesmo se você pegar um swipe file teoricamente pré curado, digamos assim, como sei lá do Clayton Makepeace que ele tem aquele de quinhentos registros e tals, cê olha, cara, por onde que eu começo, o que que tem mais valor aqui.

Então isso começou a me incomodar no olhar de cliente de falar cara, pô, a minha experiência poderia ser muito melhor se quando o Beto fala de um copy, sei lá, o copy já tá lá e mais do que isso tem as análises do beta, as anotações, né sim. E e foi assim que nasceu meio que o primeiro MVP do Swiper. Porque o primeiro buraco, o primeiro problema que eu queria resolver era isso, era de pô. Eu li esse parágrafo, eu posso entender exatamente o que que o cara pensou, pelo menos ó, né o assumo ali o que ele pensou pra chegar naquela conclusão.

Né cara, assim, pessoal, o o Swiper custa trinta e nove reais. Né, isso, bem sal, cara, custa trinta e nove reais, pessoal. Então porra qualquer desculpa pra não assinar. Né tá louco, mano é sem dúvida alguma.

Acho que é um dos maiores roys aí que tu pode ter na tua operação. E pô por trinta e nove reais, mano, tá baratinho, tá, tá bem barato. Mano tem motivo pra tá barato. Né tem é tem o tbk NG, aí com certeza exato, mas é um puta ROI, tá.

Então eu recomendo que vocês assinem. Acho que que sinceramente tá de boa. Não é porque eu chamei o Bruno aqui porque mano tipo é muito barato e tem um monte de cópia boa, então porra é que é mais ROI que isso. Mas assim ó, é tu que tem a experiência de ter o teu swiper e eu recomendo que vocês assinem o Swiper, tá, porque vale a pena.

Mas que dica que tu dá pra quem quer construir o seu próprio swipe file?

Porque cara, é qual que é a verdade. Tá, e eu não tô desmerecendo o teu produto, o produto ele é muito bom. Mas as pessoas que vão é que que vão ver isso aqui, eles vão ter necessidades específicas da operação deles que vai ser suprida pelo teu swipe. Mas eu acho que é legal ele também montar o swipe dele.

Ele não depender só do teu swipe, entendeu?

Pelo menos essa é minha opinião, considerando que isso é verdade, tá considerando que pô, além de ter o Swiper, o Swiper monte também o seu swiper. Que dica que tu dá pra alguém poder montar o seu próprio swipe file, tu que já faz isso aí há anos, tu que organiza ali, comenta, cara. Eu acho que assim o que tu acha que são boas práticas, cara. Então a questão é que, como eu falei, o swipe file, ele tá muito conectado ao contexto de copy, de marketing.

Eu acho isso um pouco errado porque no fundo o um swipe file, ele pode servir pra qualquer coisa. Então, por exemplo, um músico, ele vai ter um swipe file de coisas que ele acha útil pra produzir a música dele ali né então é basicamente isso que a gente poderia chamar aí. Né, se a gente fosse generalizar isso pra todas as indústrias, seriam referências, ou seriam referências bent Mark, exatamente que é uma coisa que qualquer indústria faz. Por isso que assim vamos supor que você é um empresário, você não tem nada a ver com o copy, você não sinceramente escreve copy, mas você vai ter o swipe file, o que que vai te agregar valor, naquilo é, cara, você saber desenvolver ideias, porque muitas vezes uma carta de vendas que você leu de mil novecentos e cinquenta né foi impressa no jornal nos Estados Unidos pra vender 1 carro.

Cê vai olhar e falar: cara pera, aí dá pra eu pegar isso aqui, adaptar pro meu negócio e vai fazer muito sentido, né, então eu acho que esse é o grande diferencial, né eu, eu sou super a favor de né o conceito de modelagem, que o pessoal gosta muito de falar pra copy, né que é, basicamente você pegar algo validado e adaptar, eu acho, eu sou super a favor. É, eu acho que tem que ser feito em determinados casos, mas mais importante do que isso é você saber desenvolver suas próprias ideias, porque é isso que faz 1 copywriter sair lá de 1 faturamento pequeno pra 1 cara que vai mudar de vida e vai aposentar aos 30 anos de idade.

É ele saber desenvolver ideias. E, acima de tudo, é você desenvolver uma habilidade, porque eu acho que um grande erro pra quem trabalha com marketing, não só com copy, é achar que chega uma hora que você não tem mais o que aprender, e a real é que assim, cara, é infinito o negócio e mais do que isso. Por exemplo, quando cê vai, cê tá treinando lá. Cê falou que tá treinando, né tá bombadão.

Aí não tô, não, mano, cara, mas não parece pessoal, mas eu treino, mas vamos por que cê fica aí duas semanas parado. Quando cê voltar não é mais difícil.

Sim, é a mesma lógica, entendeu?

Então, pô, eu estudei cópia pra caramba durante um mês. Cara, se você ficar um tempo sem estudar, vai ser difícil pra você retomar. Depois você não vai sentir as ideias fluirem também. Então é a habilidade de cópia, ela precisa ser constante e ela é infinita, assim ela não vai parar nunca, né.

É então o swipe file, ele, ele serve meio que pra isso. Ele não é um negócio que você vai ter um pico onde você vai colocar um monte de coisa lá e nunca mais vai mexer naquilo, cara, é um negócio que todo dia você vai precisar olhar, especialmente quando você não tiver fazendo nada. Então, o que que eu gosto de fazer muito, cara, terminou o dia, vou deitar na cama antes de dormir e, sei lá, vou ler um copy. Aí tu é maluco, mano, não, aí tu é doido.

Eu tô falando que é uma regra você fazer isso, tá, mas é legal você fazer isso em momentos que a tua cabeça, ela tá preparada, digamos assim, pra armazenar alguma informação. Porque se você for deixar pra estudar, sei lá, no flow do dia a dia, um monte de projeto, cliente buzinando, um monte de coisa acontecendo. Cê não vai armazenar as informações da mesma forma, então a mesma coisa que cê lê um livro.

Né cê vai ler um livro no momento calmo, no momento onde cê possa anotar, é basicamente essa, essa lógica. Né é por isso que eu falo, cara, que tu é mais nerd de copy se bobear ou mais nerd de copy, tá que eu que eu já vi, cara, tem, tem. Acho que uma pessoa que é mais nerd que eu, ah, mano duas talvez quem?

O Derick, acho que não mano. Eu acho que o Derick é, será e o Afonso, não sei se você conhece o Afonso, Afonso é Afonso, com Zé mesmo é Afonso. Você não conhece Afonso, o que cara. Não lembro sobre o nome dele, mas ele é um cara.

Bem, o Derick é o Derick que veio aqui, é o Derick. O copart é cego, é, ah, tá, mas o Afonso, ele é. Ele é bem hardcore, assim, a ponto de ter os copies impressos, assim sabe, tipo ele imprime em tamanho real, assim, então ele é cara. O Derick, eu não sei, não tá, eu acho que ele ele é muito bom, sem sombra de dúvidas muito bom, e porra, tecnicamente o guri é excepcional, mas eu não sei se ele é tão assim de, talvez hoje em dia, acho que não tanto.

Mas o que eu sei dele, o Derek do velho testamento, ele era bem nerdão. Assim pode ser. Pode ser, ele era da programação, né então ele tinha esse pensamento lógico, deveria ter estudado bastante, pode ser. Mas independente disso, cara, tu vai se tornar cada vez mais porque tu tem um produto disso, entendeu, tu trabalha ativamente, teu trabalho é Leco, é então como que vai ganhar disso.

Entendeu, essa, esse é o benefício, assim você monetizar o seu hobby. Tem pros e contras. Né, porque quando você quer o hobby, só por hobby se torna um negócio do tipo: eu só queria descansar, mas não hoje em dia, é um preço que eu pago porque assim eu não consigo ver um copy sem olhar. Cara, isso aqui poderia estar no Swiper, digamos assim.

Mas, cara, eu acho que é um, é um, é um investimento muito pequeno que ele pode fazer um um diferencial muito grande.

Não pode, mano faz, ele faz pra caralho.

E isso vale, por exemplo, você é dona de uma operação. Você vai começar a desenvolver um olhar crítico muito maior, do tipo: cê olha o copy lá do teu copywriter, que cê acha que ele é maravilhoso. Cê vai olhar e falar: cara, tipo pera, aí, mano, essas ideias não estão tão boas assim quanto eu achava que tava então. Isso começa a desenvolver um olhar muito mais feroz.

Ali, não somente você precisa ser um copywriter pra ter pra absorver o benefício de um swipe file de copy, né?

Mas mudando um pouco de assunto, cara, o teu vídeo de vendas ele já tá no YouTube?

Se não tá, então olha, tu tá perdendo bastante dinheiro porque a VTurb é o único player de vídeo feito cem por cento pra aumentar a conversão do teu vídeo de vendas. Ou seja, se tu trocar o teu player de vídeo pela VTurb, o teu vídeo ele vai converter mais, tu vai faturar mais. No fim do mês tu vai ter muito mais lucro que cara, é o que a gente quer, né?

Hoje já são mais de dez mil empresas que usam o VTurb todos os dias. Então assim eu acho que se tu usar, tu testar também cara, tu vai também, assim como eles, ganhar mais dinheiro e aumentar tua conversão. E por causa disso eu tenho um link aqui na descrição onde tu vai ter quatorze dias de graça pra testar o VTurb e também tem um QR code que tá aparecendo aqui na tela. É só escanear ele pra tu criar tua conta também.

Então, assim, se tu não não tem conta, faça isso. E agora de volta pro podcast. Bruno, tu falou pra mim é que pô, às vezes a gente consegue ver uma cópia lá de mil e novecentos e lá vai pedrada lá e tem alguma ideia referente a isso. E hoje, se a gente entrar lá no Swiper- pelo menos a última vez que eu entrei, eu lembro que tinha muita, muita, muita cópia antiga- se uma pessoa que não tá tão acostumada com esse mundo aí de ver um swipe file, ou até mesmo de cópia, se ele entrar lá pode ser que ele tome um susto.

Ele pensa: cara, mas que porra é essa o que que esse cara tá botando esses negócio de jornal aqui?

É, cara, explica pro pessoal de casa aí qual que é o benefício?

Tá, porque que são importantes essas copies antigas. Depois eu vou dar minha opinião também, mas eu queria escutar primeiro de ti, tá, cara, eu acho que assim é. Isso é uma coisa que talvez a velocidade da inteligência artificial tá tirando um pouco da gente que é. Você parar um tempão pra estudar um público, entender um determinado comportamento e aí escrever baseado nisso né.

Então o Eugene Schwartz, ele falava. O David Ogilvy também. Enfim, os grandes autores, eles falavam muito sobre o tempo que eles tinham disponível pra escrever uma carta. Então o Eugene Schwartz, por exemplo, ele falava que, cara, ele tinha quatro semanas pra escrever um anúncio.

Claro que a taxa de acerto dele era muito alta e talvez seja por conta disso, porque ele tinha muito tempo pra produzir, muito tempo pra pesquisar, né que é algo que hoje em dia pô, se você trabalha numa empresa, às vezes cê não vai ter tempo pra falar pra você. Chega pro seu chefe e fala: cara, preciso de quatro semanas, aí, por exemplo, o cara vai te mandar embora. Então eu acho que é talvez essa seja a principal diferença, assim de de os copies mais antigos pros novos.

E por que que eu não olho tanto pra copy novo?

Justamente por isso porque é muito mais difícil você tirar às vezes um, um racional do porque que ele usou aquela, aquela técnica, enfim o que for ali. Né os cópias novos então são ruins.

Não, cara, na verdade não é ruim.

Eu não acredito muito, comparado ao passado, talvez eu acredito. Eu não acredito muito nessa questão de cópias bom, ruim, sabe, eu acredito em assim o que que dá pra você tirar de valor de uma coisa ou de outra, porque existem. Isso também é um erro muito comum da galera: às vezes só querer estudar copy que teve alguma forma de relevância, né os copies que chamam de escalados ali, né, ah, eu só vou estudar o que escalou. Mas isso é um erro, porque muitas vezes um copy que não teve um potencial tão forte, na verdade ele vai te mostrar o que não fazer, por exemplo, é que é o caminho contrário.

Então você sabe, pô isso aqui deu errado porque porque ele fez, foi feito dessa forma. Então eu gosto sempre de estudar é os copies, independente de se ele foi um best seller ou não, porque muitas vezes tem coisas pra você tirar o valor dos dois casos. Mas eu acho que o o o porque que o Swiper foca mais em copy clássico, é justamente por isso, porque ele carrega é mais informação, digamos assim, útil, prática, digamos assim, que você possa aplicar nos seus trabalhos de hoje em dia.

Não quer dizer que você não possa encontrar isso no técnicas atuais, né, mas eu acho que é 1 forma diferente de você consumir. Por isso que eu tenho 1 pouco de dificuldade, por exemplo, de analisar 1 cópia atual. Não é 1 algo tão tão fácil às vezes. Sim, não, mas, ô, Bruno, eu acho que tu tá sendo generoso, tá, cara, porque assim velho não tem cópia ruim.

Sim, tá, se é isso que cê queria ouvir. Não, não só isso, não, cara, é o pode ser, até que a cópia ela seja boa. Tá, tu falou o cópia, né, eu falo a cópia. Pra mim a cópia é uma mulher pessoal maravilhosa, entendeu, que me deu já me deu muitas alegrias na vida, muito dinheiro principalmente.

Então valeu cópia. Mas eu não digo que é ruim, cara, mas é como tu falou, pô, antigamente pessoal, pô eu de nichoarts aí tinha um, um mês pra escrever ali um anúncio no jornal de mil palavras. Hoje aí a galera cospe um VSL aí de sete mil palavras em cinco dias, entendeu, e antigamente no jornal ou numa carta de vendas, porque que o nome é carta de vendas?

Porque eu chegava uma carta na casa da pessoa, literalmente uma carta, literalmente uma carta. Essa carta ela tinha um espaço limitado. Então se tu coloca uma folha dentro o preço é x, se tu coloca dez folhas, talvez seja dez x ou seja, quanto mais cópia tu coloca, maior é o teu custo de tráfego ali, teu custo de aquisição, e obviamente isso influencia na campanha. Então, assim, cara, antigamente cada palavra que tava ali ela tinha que merecer estar ali, era milimetricamente é o cara.

Ele pensava: não, eu vou tirar essa vírgula aqui, eu vou fazer essa outra coisa aqui. Era uma ciência extremamente pensada e refletida e relida e revisada por N pessoas pra garantir que tava na melhor versão possível. E aí sim, depois que tinha isso tá depois que tinha esse suprassumo ali o estado da arte do que era cópia atual, aí sim os caras pegavam, disparavam né anunciavam pras pessoas. Então, assim, cara num lado, né antigamente tinha isso, hoje em dia o vagabundo vai ali e não interessa o quão grande é o texto, porque não tem custo em se botar uma carta de vendas de cinco mil palavras ou dez mil numa página da internet.

Se tu, se o teu VSL ali ele tem sei lá trinta minutos ou tem três horas, não tem tanto custo a mais. Assim pra tu veicular não tem nenhum. Tá talvez no consumo tem ali porque tu vai ter que pagar o vídeo ali e tal. Mas na prática é é até a parada da iac.

Tu falou, o custo de produção tá de entrega de copy tá tão menor que as pessoas podem fazer um monte de loucura sem revisar, sem pensar tanto que pô a gente até falou no podcast pessoal o processo ali de pay review do do livro. Aí o coplogic ele já não tá tão em Alta assim. Então os cara soltam qualquer desgraça, mesmo aliás, nem qualquer desgraça, ele solta 1 cópia Ali que é testável, e é isso. Nem sempre tu vai conseguir ver aquela cópia falar isso aqui.

Essa cópia funcionou por causa dessa parada aqui. Tu não sabe velho, ele só jogou lá vendeu, acabou tá jogando a versão easy do easy do easy. É exatamente você reclamar hoje em dia de da, de produzir 1 funil. É, cara, cê, imagina, cê fazer isso há 30 anos atrás, 40 anos atrás, que cê não podia errar 1 vírgula?

Se você errasse o telefone, né que era, esquece, já era, entendeu. E uma coisa legal sobre isso é que assim é. Eu acho muito perigoso quando a gente fala de performance de cópia hoje em dia, porque mudou completamente isso. Então, o que que é um cópia?

Bom, cara, isso é muito relativo- é o copy que vendeu pra caramba, é o copy que é bem escrito, não sei, então, pra cada contexto é uma coisa e uma é um ponto sobre isso é que assim, muitas vezes a galera analisa a performance de um, de um copy, sem analisar todo o restante. O que que eu quero dizer com isso: o público vai influenciar totalmente na performance daquele copy?

Se você falar a coisa errada pra pessoa errada, tipo a chance da da daquilo virar um desastre é muito alto. Então, uma coisa que eu sempre mostro ali em análise de VSL, enfim de mentoria que eu faço e tudo mais, é cara não olha a retenção, por exemplo na VTurb, só como um parâmetro único, tenta trazer um pouco mais de contexto. Será que não tem um anúncio que a retenção tá um pouco melhor?

Né então, recentemente eu analisei uma VSL que cara o tráfego desktop, a retenção era tipo quarenta por cento maior do que mobile. Talvez pra aquele público o cara vai acessar no computador e às vezes o funil do cara tá otimizado pra mobile porque todo mundo falou que- e não é verdade. Né então é: pô, a gente tem muita vantagem, cara demais, cê tem o, cê tem a VTurb prontinha lá te entregando um monte de dados. Então nem tudo é o copy que vai resolver, né é então o olhar da do do do funil comum, todo ele é importante.

E pô o próprio swiper mesmo cara é, eu nunca investi um centavo em tráfego no Swiper, tipo é cem por cento orgânico boca a boca, e eu nunca fiz uma VSL pro Swiper, assim é só o copy text. Eu já fiz por Tube, só que deu errado. Então é que no meu caso é um público que ele tá mais quente, ele tá mais preparado pra comprar, então eu posso usar essa técnica. Né então por isso que o contexto ele importa.

Tipo se eu colocasse lá uma promessa tipo: ah, o acervo que vai te transformar em milionário em cinco dias, talvez eu venderia, só que ia trazer um monte de gente ruim que pro meu LTV seria negativo. Né, então, o contexto, ele é hoje, ele é muito mais amplo do que antes, que você só viu uma carta que o cara tipo só tinha aquele tem uma arma com uma, é 1 munição dentro, sabe, é, tem que acertar, tem que acertar, é. Mas, cara, isso daí é, eu queria tirar o preconceito que as pessoas tem tá com cópias antigas, porque, número um, como a gente acabou de concluir, elas são muito mais bem escritas do que as cópias atuais, muito mais e não só bem escritas, mas elas também é elas, aliás, por causa disso, né por ser bem escritas, a gente consegue analisar muito melhor, dá pra saber qual parte ali é realmente importante, qual parte realmente teve um grande impacto, que eu acho que esse trabalho que tu faz é bem interessante, tá de tu analisar e trazer a luz pra esses dados aí, pra gente entender pois isso aqui que é legal, isso aqui que não é, e também, além disso, além de tá bem escrito, além da gente conseguir entender o que tá rolando, as ideias também são muito boas, cara, os ganchos.

Eles são muito bons e assim ó é 1 dos maiores hacks. Tá que eu já aprendi.

Isso aqui, pessoal, é um dos maiores hacks que eu já aprendi em toda minha carreira. Eu tenho doze anos de marketing. Direto: isso aqui é uma das coisas mais, se não for a coisa mais importante, tá que eu já aprendi em doze anos de marketing. Direto que, cara, tu consegue pegar copies antigas, validadas, com ângulos extremamente bons, curiosos, e simplesmente aplicar hoje.

Sim, isso é idiota, isso é meio óbvio, só que ninguém faz o pessoal, eles querem só olhar o que tá acontecendo hoje e tentar pegar o que tá acontecendo hoje pra se inspirar, sendo que lá em mil novecentos, lá vai a pedrada teve um copywriter, um arrombado, aí que é um gênio, que ele pensou meses pra criar um ângulo pica ali e aquele ângulo ali deu milhões e milhões e milhões e eu até lembro, tá de duas vezes que isso aconteceu, tinha 1 headline que que eu VI num era 1 advertiroal que falava assim: eu até te falei lá no almoço: é a headline era dona de casa de Atlanta, é investigada e quase presa por perder é trinta e cinco quilos.

Cara, quando eu li isso aí, eu, eu, eu pensei assim que porra é essa mano, como assim a mulher foi presa por emagrecer no advertorial. Eu falei: cara, esse ângulo aqui, ele é muito bom. Aí eu criei esse mesmo ângulo, coloquei em nativos no tabula cara, o CTR foi absurdo: oferta: deve ter vendido sei lá uns trinta e cinco milhões de reais. Sabe, com na força desse ângulo de que a mulher foi presa é por emagrecer rápido demais.

E teve uma outra copy que aquela. Talvez tu conheça aquela copy da Agora que o cara falava assim: a headline era: descubra, porque esse médico diz: eu não bebo água há vinte anos. Porra mano, olha essa copy tá ligado. Aí eu peguei isso.

Daí eu achei tão gênio essa copy pessoal: descubra porque tu tem essa copy. Aí. Não acho que não, cara, se eu achar essa cópia vai aparecer aí na tela, tá é. Mas se eu não achar, enfim, eu acho que eu tenho no meu site pessoal.

Eu acho é, o site é sempre atualizado, então hoje talvez é, hoje talvez não tenha, mas amanhã pode ter, boa, boa é. E daí o que que eu fiz. Né eu vi essa cópia aí e eu tava lançando na época um produto de clareamento dental e aí eu tinha achado um ângulo lá muito bom, tal porque eu descobri que certas pastas de dente estragam o dente e deixa o dente mais amarelo do que branco, de fato, porque ela acaba lixando o dente enfim tem.

Tem toda uma história aí toda uma argumentação. Mas aí essa headline aí, cara, que era descubra, porque esse médico diz: eu não bebo água há 20 anos eu transformei, adaptei né, modelei e cria headline descubra porque esse dentista diz: eu não escovo o dente há vinte anos. Cê adaptou né e aí bum, entendeu outra paulada também vendeu pra cacete também. Na real, essa daí não vendeu tanto, tá, mas o CTR foi absurdo e eu fiquei muito feliz com essa cópia.

O primeiro cópia que eu fiz pro swipe pra vender o swipe foi modelado de uma, de uma headline, e assim foi essa mesma lógica. Então, o que que eu gosto de fazer quando eu estudo o cópia é tentar ver espaços que eu chamo de de variáveis, digamos assim, né onde cê pega aquele trecho e aí você troca por uma outra coisa e aquilo passa a fazer sentido pra outro público completamente diferente. É então é um exercício, cara, é um e é um negócio que novamente é um hábito.

Assim, provavelmente na 1ª vez que você vai fazer isso fala: mano, coisa idiota, né tipo eu não consigo fazer isso. Aí depois tudo que você olha, você fala: cara, dá pra adaptar. Então 1, um que eu vi recentemente, cê já achou aquele filme um lugar silencioso. Não, puta, é um filme que basicamente é um: tá dominado por aliens e você não pode fazer barulho porque eles são sensíveis a barulho.

Ah, eu acho que eu vi, não, uma série, isso não é um filme, tem três filmes. Ah, esse filme é até que é uma mulher com uma criança, não é isso. Isso acho que a minha esposa viu. Então basicamente o que acontece.

Esse filme ele começa com um, o terceiro filme, eu acho, se eu não me engano, ele começa falando assim: a cidade de Nova York, ela gera tanto desse best de barulho. É por dia vai um número x e aí depois aparece em vermelho, do tipo: assim: isso é o que um ser humano deveria ouvir durante a vida inteira dele, só que ele ouve em um dia, só estando em Nova York. E aí cê pega esse mesmo, essa mesma lógica e por exemplo, cê poderia levar- e eu VI isso sendo feito, inclusive pegar essa mesma ideia e levar isso pra 1 produto de zumbido.

Então essa mesma lógica: pô seu ouvido, ele tá exposto a barulhos que era pra você ouvir a vida inteira, só condensados em um dia só. Cê imagina o impacto que isso tem no seu ouvido. E não vai ser ficar colocando um negocinho aqui e tal, porque o problema na verdade tá no seu cérebro, entendeu?

Então, tipo aí cê vai desenvolvendo, mas uma coisa completamente aleatória ali, por isso que eu falo que o swipe file não é só de anúncio para anúncio, ele pode ser de uma coisa completamente aleatória ali que você achou interessante e na cabeça do da pessoa que vai olhar e falando: nossa mano, isso é muito bizarro, isso é muito impactante pra mim. Aham, e aquilo vai ficar na cabeça dela e ela vai entender a lógica até que ela cara: por favor, me me passa o link pra comprar o o produto.

Sabe, é, mas aí tu entrou no no nível a mais, aí né uma coisa muito mais pica que é um sei lá um, um, um super swipe file. Eu não sei que não necessariamente é apenas copy, podem ser também elementos de persuasão e de fato eu tinha isso. Tá eu no meu swipe que eu tenho até hoje, ele, ele tinha lá, eu eu tirava fotos de imagens pra eu poder usar, porque na época a gente anunciava com imagens do Facebook, layout de página, tudo que eu achava que era interessante, que era um poder, que tinha algum tipo de poder persuasivo, é eu colocava ali.

Mas assim, independente disso, tá eu, João, os meus maiores resultados pessoal em 12 anos de marketing direto, vieram dessa técnica aqui que eu acabei de falar, pegar essas copies antigas, adaptar esses ângulos aí que são extremamente poderosos, que esses caras aí tá, que passaram quarenta anos aí, cinquenta anos estudando essa arte de copywriting, que tinha que fazer a cor perfeita, que tinha limite de palavra, que eles pegaram todo esse conhecimento, condensaram isso aí nas suas copies, veicularam elas vendeu, e aí sim, eu pego só a ideia do cara e aplico hoje em dia, atualmente.

E cara, e sabe porque?

Que isso é uma grande vantagem?

Porque ninguém faz isso, ninguém no Brasil faz isso. Os cara só querem ficar vendo coisa nova, eles não dão moral alguma pra copies antigas, mas tem um padrão, né assim, pô, se for ver os copies, pelo menos os brasileiros, que a gente tem acesso, os que mais se destacaram, cara, é um padrão. Todos eles falam bem do swipe file. É tipo não tem um, não tem um, cara, que puta, eu vendi muito, ah, mas cê tem o swipe file, tipo não, não existe isso, cara, mas mas acho que a maioria dos que são bom mesmo devem fazer mais ou fazem- aliás, eles fazem o que eu acabei de falar e e combinam com algumas outras coisas atuais ali a técnica lá do rmbc, do Stefan pra pra criar os negativos, é essa anexa com framework, exatamente é.

Mas o ângulo mesmo ali, a parte mais importante ali do VSL, que, cara, é pegar a atenção das pessoas. Eles fazem isso daí e usam exatamente o que eu falei. Esse que é o segredo, cara, e eu acho que tem um negócio que cê foi falando. Eu fui pensando aqui que é assim, quando a gente fala de performance, de copy, né o que que é um copy boa ou ruim, é muito importante.

Por isso que a VTurb eu acho que ela é muito útil nesse sentido, porque ela vai te dar clareza se o seu copy, de fato ele é bom, ruim para o público que você tá rodando, porque eu já vi muitos casos, cara, de uma performance horrível em Meta Ads o cara joga a mesma, o mesmo funil, no no native e a performance é completamente diferente. Sem dúvida entendeu. Então, é eu eu tenho muito contato com, com o gubace- não sei se você, Gustavo, é o gubace e, cara, ele é um dos principais nomes de Nate, come tabula ali, com arroz e feijão no dia a dia e foi um cara que me ensinou muito em relação a isso e me abriu os olhos em relação a essa questão de performance né de você, não olhar, só falar: cara, esse funil aqui tá tá condenado, tem que desligar.

Mas pô, olha a fonte do público e quando a gente tá falando de, por exemplo, de native, a gente tá falando de público congelado. Assim né nem frio, é um cara que ele tá em outros, outro planeta. Então os argumentos que você vai usar no Meta Ads, por exemplo, é completamente diferente do native, que é completamente diferente do Google. Por exemplo, se você vai fazer um anúncio pro YouTube, cara, provavelmente você vai ter que ir com um copy mais educacional, mais devagar, mais nativo do da plataforma do YouTube.

Então quando eu, quando eu vejo é alguém muito agoniado do tipo: assim, cara, eu tô com uma oferta que o negócio não pega, não dá certo de jeito nenhum, muitas vezes eu nem olho pro copy do cara, eu tento entender o contexto dele. Pra quem que você tá direcionando essa mensagem?

Qual que é o tipo de funil?

Se o cara tá no native, porque que cê tá jogando ele pra um funil completamente diferente da experiência dele?

Se ele tá lendo num jornal né um sei lá um portal, Metrópolis por exemplo, ou um Fox news, ele vai sai de um site de texto e vai direto pra uma VSL, cê não acha que tá muito quebrando a experiência do cara?

Né então, é, hoje em dia a gente tem uma cara tantas ferramentas pra você entender de fato, se aquele copy ele é bom ou não, que eu fico imaginando como que cê eles mediam antigamente por era tipo quase que o modelo de teste a, b, assim, né tipo eles soltavam dois copies com pequenas diferenças: um no jornal da cidade x, um no jornal da cidade x o c, t a, lá o número do c t a é, e aí isso, eles meio que definiam quem que é a melhor e tudo mais.

Né então falava: ó coloca o código promocional, tal cara. E hoje em dia cê vai na VTurb, lá escolhe o tráfego e tipo sabe, cê tem um mapa completo ali pra é graças a Deus. Então, graças a Deus, nascemos nessa época, né pessoal, conseguimos ter mais abundância graças a tecnologia. Sabia que tu é muito mais rico do que o rei Luiz, não sei o que da França.

Hoje tu pega o teu celular aqui ó pode escolher a comida que tu quiser e tu é pô, e tu é muito mais rico do que os copywriters legendários do passado. É, cara, eu quero te fazer uma outra pergunta, tá que é o seguinte: como que tu recomenda que as pessoas usem o swipe file, usem o Swiper no dia a dia e cara e realmente tire benefício, sabe, realmente consiga- é aplicar ali no seu negócio, cara, o que que eu recomendo, assim quando a pessoa vai utilizar seja o Swiper ou qualquer outro swipe file, é primeiro, assim entender que é um processo gradual.

Então pode assustar um pouco a quantidade de coisas em qualquer swiper que você acessar, cara, vai ser igual uma biblioteca, então vai ter muita coisa lá. Mas é importante você entender que assim o o o swipe file, ele é algo que você vai revisitar inúmeras vezes, independente do seu nível como copywriter, como dono de oferta, o que for não. Vai chegar o momento cê vai falar: cara, não preciso mais de swipe file. Isso infelizmente não existe mais.

Talvez você precise menos de swipe file com o tempo, mas você sempre vai precisar revisitar. Então eu acho que esse é o estágio zero, assim da em relação ao uso, né. E uma outra coisa que eu acho que é importante é você colocar em prática as ideias que você desenvolve, que eu acho que é um erro muito comum pra quem quer trabalhar com copy enfim, é ficar esperando o momento certo pra executar alguma ideia e cara, assim cê não vai acertar de primeira.

Né então demora pra você ter algo realmente relevante que cê fala: caramba, isso foi um case de sucesso aqui. Então o que que eu tanto que lá no Swiper, toda vez que cê termina de ler um copy, tem um exercício. E não é um exercício qualquer, assim aleatório, é um exercício que ele é contextualizado com aquilo que foi dito. Então vamos pôr cê estudou lá um copy sobre o emagrecimento, é o que cê falou aí da dona de casa de Atlanta.

É o exercício, ele vai ser cara e ele é atualizado pro pro pros dias de hoje. Então, por exemplo, eu não falo pra você escrever 1 carta de vendas, porque provavelmente cê não vai usar. Eu falo cara, escreve 1 anúncio pro TikTok, TikTok Ads usando 1 gancho parecido, 1 coisa inusitada, tipo 1 mulher que sei lá é não foi mais reconhecida no trabalho depois de é sei lá ficar três meses fora. Sabe, pega um gancho completamente aleatório, só que baseado naquilo que cê acabou de estudar.

Então é isso que eu recomendo pra pessoa. Né não fica só estudando, porque o copy ele ele precisa ser um hábito de desenvolvimento. Você precisa fazer aquilo e quase que todo dia, pra no momento que de fato chegar uma oportunidade, você vai tá muito pronto pra fazer aquilo né então, por exemplo, quando eu escrevi a minha primeira VSL, cara, eu tava muito pronto pra fazer aquilo, porque

Por mais que eu não tinha VSL se colocando na rua. É, eu tava sempre treinando, treinando lead enfim, treinando estrutura, treinando bloco de oferta. Momento que chegou de fato 1 projeto, 1 oportunidade pra pra criar 1 VSL, cara bati no peito e eu executei aquilo tipo muito rápido. E esse é 1 ponto que eu vejo que aí a também ela provocou um pouco isso, diferente dos copywriters antigos que eles tinham meses pra desenvolver uma, um anúncio, cara, se chega um projeto hoje pra você, provavelmente cê vai ter tipo dois ou três dias no máximo pra executar.

E é isso que diferencia você de um copywriter muito bom hoje, pra um copywriter mediano, é qual que é a velocidade que você tem pra desenvolver uma ideia com qualidade e a forma pra você destravar essa velocidade. Muitas vezes é o swipe file que vai te dar, porque sua cabeça vai tá tão cheia de acervos e vai tá tudo tão bem encaixado e você vai saber onde buscar as coisas. É que aquilo vai te dar uma vantagem injusta, digamos assim, em relação a outros que ah, beleza, chegou um projeto pra ver se ele agora o cara puta, aí ele vai procurar o que que é lead.

Ah, tá, o que que é isso que aí tipo nisso, já passou o tempo o cara perdeu o projeto, sem dúvida. Então eu eu penso o melhor uso pro swipe file é isso, né é de ser constante. Então o plano mensal do Swiper, ele é mais pra você quebrar o gelo e entender o jogo. Mas eu nem recomendo que cê fique no mensal, né já vai logo pro normal porque cê vai revisitar aquilo.

Então tem assinantes, por exemplo, que estão há três anos comigo lá, que é o tempo que o Swiper existe e eles usam diariamente, constantemente. Tem muita gente fala: cara, usei uma ideia de um anúncio, sei lá de mil novecentos e trinta, coloquei esse gante no anúncio, o negócio validou, ganhei uma comissão violenta aqui, sabe. Então tem várias histórias. Assim é cara.

E como é trinta e nove reais, é muito difícil não dar ROI porque, porra, se tu não consegue fazer trinta e nove reais, é via de regra quem cancela o Swiper é porque o cara ou mudou o diário- tipo assim não tô mais trabalhando com copy- é mudou de área, ou existe muito caso?

Por exemplo, a pessoa, sei lá, era veterinário, aí viu uma oferta de alguém que falou sobre o marketing digital e aí ele falou: mano, talvez não é tão legal assim, eu quero continuar na minha profissão original. Sim, é o terno que tu vai ter vai ser um terno estrutural. São pessoas que não tem mais a necessidade. Porque uma, se o cara tá no digital e ele tem copies, é que se ele produz copies eu acho que faz muito sentido ter porque, cara tu tu tá atualizando diariamente, é semanalmente, mensalmente.

O swipe é barato e com 1 única ideia: Ali, ele pode pagar por anos. É na verdade cara, assim, ó é, se eu entro no teu swipe, mano, e eu encontro 1 headline, tipo essa da mulher que foi presa, eu acho que eu vendi aí por Volta de 40, 45.000.000 com essa oferta. Meu irmão, é como pra eu te pagar isso em parcela de 39reais, tipo tu vai ficar, é muito irrelevante, sei lá, Tiagão coloca quantos anos e eu tenho que ficar aí na tela pra eu perder dinheiro com o Swiper.

Entendeu, sei lá, vão ser centenas de anos. Entendeu, tipo 1 ano vai Dar 390reais, 10 anos vai Dar 3900, 100 anos, vai Dar 39.000, 1000 anos, vai Dar 390.010, 1000 anos, vai Dar é, sei lá, mas enfim, então é, é muito tempo, cara, não tem como não Dar errado, cara. E no Swiper eu não exploro só os, os copies, né eu tento sempre anexar aulas que são complementares, esses copies. Então, por exemplo, quando a gente fala de análise de copy, inevitavelmente a gente fala de nível de consciência.

Que é muito bizarro pensar que o Joshua artes pensou nisso tipo mil novecentos e cinquenta sessenta, é o cara era bravo, velho. É o cara era o último viajante do tempo, assim. Né da cabeça dele ele tirou o negócio, tipo ele tirou um conceito que, cara, hoje é básico, você não trabalha copy, você não entende nível de consciência. É então todo o copy lá que eu analiso.

Eu sempre anexo uma aula que eu falo exatamente sobre nível de consciência, segundo o Eugene shorts. Né então eu tento, no fundo o Swiper, ele ele nasceu como swiper e hoje eu acho que ele é muito mais uma plataforma de estudo e o futuro dele vai ser caminhar pra uma plataforma é de estudo sobre ser vendedor, digamos assim, então não ser só sobre cópia especificamente, mas você desenvolver habilidades de venda que poxa, sei lá, às vezes o cara tem um trabalho que ele fala, ele não escreve, mas como é que ele pode pegar toda essa lógica e aplicar no trabalho dele que é no dia a dia no Google, ali?

Né então, talvez esse seja o caminho do swipe pro futuro, né algo que ainda tenho pensado um pouco: isso aqui legal, cara é, e como que faz?

Tá pras pessoas adquirirem o Swiper, qual que é o. O que que ela tem que fazer, cara, basicamente swiper ponto com ponto, BR é, e aí lá dentro não tem nada fechado, assim ela pode ver todo o acervo antes de comprar?

Então assim não tem nenhuma pegadinha do tipo compra e fica um monte de coisa bloqueada. Então ela pode testar durante os sete dias tranquilamente. Tem o plano mensal se ela quiser expandir pro anual também. E aí tem é as mentorias em grupo que eu faço, né que aí a gente cobre tanta parte de copy quanto que é em globa, divertório, VSL e mail, tudo, e também tem a parte de construção de oferta.

Então você quer construir um produto, seja pra você ou pra um cliente, aí a gente cobre isso na mentoria em grupo. Né, e como é que funciona essa mentoria aí?

Pra pra entrar pras pessoas que forem atraídas pelo Swiper e quererem algo a mais cara. Geralmente o que que eu faço é eu abro duas turmas por ano, não mais do que isso, porque o objetivo é algo mais próximo mesmo. Então não é aquela mentoria que é um carnaval de gente. Ali é, e uma vez que a pessoa entrou no Swiper ela vai começar a consumir, ela vai gerar o hábito de acessar.

Ela vai se tornar um líder muito mais qualificado e naturalmente ela vai evoluir pra níveis de desafios diferentes. Porque provavelmente essa pessoa- qual que é o comportamento de alguém que compra o Swiper- é uma pessoa que entrou numa operação. Ah, você copy de Ed, por exemplo, e aí ele entra pra aquilo. Aí o cara começa: pô, você é um bom comprador de Ed, mas seguinte, eu tô precisando de mais leads, tô precisando de mais micro leads.

Eu quero falar que puto, preciso aprender isso. Mas só pra aprender micro leads eu vou precisar aprender VSL. Então é essa própria demanda que o público foi expondo me fez criar a mentoria. Né, então, o objetivo é justamente isso: começar a o o.

O esperado que a pessoa, quando sai da mentoria, é que ela seja o profissional de de direct response mais qualificado possível. Eu não espero que ele vai ser tipo o cara mais pica de de VSL, nem nada do tipo. Mas pô, se você chegar com um desafio precisa escrever um adveratório. O cara vai saber o que que é, ele vai saber onde buscar referências, como estruturar.

Então, basicamente essa é a ideia da mentoria em grupo. É, então são duas turmas por ano só e tem o acompanhamento de um ano. Né então eu faço um acompanhamento muito próximo ali e cara, é basicamente toda parte educacional do Swiper, é isso aí tem um restante do funil que aí entra muito mais. A parte de consultoria, de mentoria particular é de prestação de serviço mesmo.

É que aí são tickets mais elevados, que não é algo que eu divulgo tanto, porque é algo muito mais específico, específico, né entendi, também não tem, não tem escala, porque sou eu que faço. Então, entendi, não dá pra trazer o mundo inteiro ali, né entendi, entendi. Entendi então, pessoal, caso tá na hipótese de tu se interessar pelas mentorias ou pelo Swiper, e eu recomendo que tu se interesse, cara, se vocês perceberam aqui, pessoal, eu tentei vender o Swiper pra vocês, porque eu realmente que isso, eu realmente acredito que isso beneficia o VTurb, cara, porque é eu acho que não tem como não Dar ROI, sabe, se tu pegar 1 ideia, 1 única ideia, é muito difícil tu não fazer 39reais qual a ideia é, e se for ideia correta, tá dependendo do nível da tua empresa, cara, isso aí pode valer milhões e milhões e milhões e milhões.

Então assim é um dos é disparado os maiores rosca que existem. E, cara, eu acho tá que o único motivo de tu fazer o Swiper com tanta qualidade e ser tão barato. É porque tu aprendeu lá na Empiricus que esse teu primeiro produto tinha que conquistar a pessoa, entregar muito mais valor do que pelo preço, pra tu poder dar aí depois vender as suas mentiras no final, que eu acho que é aí que tu ganha dinheiro. Sim, porque tu ganha dinheiro com trinta e nove reais.

É difícil, né, então o Bruno tá estudando aqui, como ele falou, ele acaba o dia dele e o maluco aqui vai ler copy velho pra daí fazer um resumo e comentar e mandar pra ti pra tu receber isso por 39:90 ou 39reais. É 39:90, não 39reais, 39:90, 39:90. Pessoal, é hoje, né é tem que tá atualizada já nesse. Vamo ver o que que vai acontecer aí.

Tá, não sei quanto é que vai, tá, mas cara, no começo eu tomei na cabeça um pouco de crítica assim da galera: cara, tá muito barato, cê é louco, claro, mano, tá maluco. E aí no começo eu também ficava pensando um pouco nisso, mas será que eu deveria cobrar mais, só que a ideia de trazer esse conceito de ecosistema de funil me permite cobrar mais barato. Sem dúvida, esse que eu tô diferencial. Então, isso e exato, isso se torna um diferencial porque cara, tem outros wi fi que sei lá, o cara vai cobrar noventa e sete por mês, que é muito mais pesado do que trinta e nove, então é puta.

Isso pra mim foi um baita diferencial, cara, porque isso me deu fôlego pra focar em coisas que justificam ter um custo maior e não sacrificar a ponta de entrada. Digamos assim, né, sem dúvida, sem dúvida. Então, ó pessoal vai aparecer aí, tá swiper.com.br, entra lá, se tu se interessou, dá uma olhada ali no que tá acontecendo. A gente não fez o convite lá, né qual que os três primeiros melhores comentários- ah é verdade, é verdade, fala aí, fala aí.

É a ideia é mais ou menos assim- né os comenta aí nesse, nessa edição, marca aí o momento que você sei lá, teve o melhor insight possível. Os mais curtidos vão ganhar três meses de swiper e pra quem for cliente VTurb, uma análise da VSL boa pra melhorar a lead, melhorar a retenção, o que for ali, ah é, mas só pra esses três aí, tá, porque senão, ah é, não, tu tá fudido. Imagina, é fazer análise de todo mundo ali não dá, não, complica, é, então vai ter isso daí, é só que a gente tem que botar um tempo.

Né pra pessoa fazer isso, porque o que que como que se define melhores comentários vai ser os mais curtidos em x tempo, acho que os mais curtidos. Mas mas tipo, se passar um ano e tiver um, não, não, mas o primeiro mês, assim fechou então que aí eu vou olhar lá, vou entrar em contato com a pessoa, liberar o acesso três meses, swiper mais análise, ó, o que que eu vou fazer aqui tá, eu vou dar um tempo de duas semanas, que eu acho que que um mês acho que é muito tempo pro cara ficar curtindo e tal.

Talvez duas semanas, que uma semana talvez seja muito rápido, né que é o tempo pra é um episódio por semana, né é, então são tempo de dois episódios, é exatamente perfeito. Então, ó, é esse episódio aqui saiu. Tá, se tu chegou até aqui, comenta é os episódios, os comentários mais curtidos. Tá, nesse período aí de duas semanas, desde a data tá que a gente soltou o episódio, na verdade vai aparecer aí na tela tá o intervalo da promoção, porque a gente sabe quando a gente soltou- né achei um- coloca aí o dia que a gente soltou, conta duas semanas, coloca a data final, coloca o intervalo.

Aí então, os três melhores, os três, os três comentários mais curtidos nesse período, que vai aparecer aí tá na tela, eles vão receber daí um acesso ao swiper por três meses. É isso, três meses. Três meses swiper e se tá vocês forem cliente da VTurb. O Bruno também vai analisar o teu VSL, ver o que que tá acontecendo ali, se tem alguma besteira que tu fez, alguma coisa que tu pode melhorar alguma coisa aí, alguma ideia lá do swipe que a gente pode pegar, é do do Swiper que a gente pode pegar e aplicar no teu VSL pra fazer ele converter muito mais.

Então, cara, comenta aí, tá é, tá, tu não tem nada a perder, tem tudo a ganhar. É bom que a gente sabe que a gente chegou até perto do final. Aí é testar o a retenção da galera.

Boa, testaremos.

E cara, fala pra mim: tu gostou do podcast?

Pô muito massa, cara, obrigado, obrigado, mesmo é obrigado pela parceria também né a VTurb, pra quem não sabe, mas vocês são fornecedores aí do player de vídeo. Então eu uso a VTurb ativamente, recomendo pra todos os clientes. Cara nossa, cês são muito, muito bons. Obrigado muito por esse olhar de vocês né de olhar de cliente.

Mesmo cês usam a plataforma, cês sabem o que que não é legal, o que que é, e cara atendimento da VTurb também pô só elogios de verdade. Obrigado mesmo pela recepção, fiquei muito feliz aí e pô sempre que precisar. Eu que agradeço, quero o próximo passo agora.

O Opel, aí é participar de uma mesa redonda. Né, caralho boa, bater boca ali com boa é xingar os cara. Xingar os cara dá opinião, é boa, boa, cara, eu que te agradeço. Tá pô tu saiu lá da tua cidade, veio pra cá e eu sei que eu te dei hotel, porra toda, mas, mano, tu poderia tá lá com a tua esposa, entendeu, sexta feira, aí pô, é uma coisa que, crendo ou não, é um sacrifício, sabe, que tu faz, apesar de sim, eu entendo que tem benefícios aqui da parte do YouTube pra ti, mas são sacrifícios também que tu faz.

Então eu te agradeço, agradeço todo mundo tá que vem aqui no podcast da VTurb e também você que tá assistindo aí. Tá, obrigado, é, obviamente, né sem a pessoa que assiste daí nada faria sentido. Mas, cara, é, eu sempre encerro o podcast. É falando pra pessoa falar o Instagram dela, aliás algumas coisas, né, mas qual que é o teu Instagram?

É arroba Bruno swiper, arroba Bruno swiper, vai aparecer aí na tela. Então assim, ó o que que eu vou falar pro pessoal que fazer?

Número um: vai lá no Swiper, ponto com ponto, br. Assina o Swiper. Tá comenta aqui embaixo alguma coisa com a intenção de ser um desses comentários mais curtidos, para aí tu ganhar esses três meses aí de swiper e também uma análise do teu VSL. Se tu for cliente da VTurb e aí também é, segue o Bruno lá no Instagram, tá que vai aparecer aí na tela: é Bruno swiper.

Né, então segue ele lá, manda uma mensagem lá, fala: ah, eu vi o podcast da VTurb, não sei o que e tal dá uma moral lá pra ele. E, cara, eu sempre termino o podcast da VTurb falando pra pessoa deixar uma mensagem pra audiência do VTurb e tu pode falar o que que tu quiser, desde motivação é falar do Swiper, falar de ti, falar de Deus, falar de propósito. O assunto é livre. Tá, olha aqui pra câmera aqui, ó essa daqui, e e fala alguma coisa que tu acha que que vai ser legal ou que tu só quer falar.

Em primeiro lugar, cara, eu acho que é o que eu poderia recomendar e o que eu falaria né pra mim dez anos atrás é focar em movimento, né, eu acho que isso é o que fez a minha carreira crescer e eu alcançar os objetivos que eu queria, que é estar sempre em movimento. Eu acho que a gente tá no mercado que cara é totalmente favorável pra você fazer muita grana. Eu sempre brinco que cara é o melhor momento da humanidade. Cê pode fazer dinheiro da sua casa ali, tipo conforto da sua casa.

Então só que nada adianta se você ficar só na teoria e buscando tendências e nunca colocar em prática alguma coisa. Então eu sempre defendo muito essa ideia de que o movimento ele acaba te gerando esses benefícios aí, né. Então se hoje eu tô aqui conversando com você, tendo essa honra de participar e ter essa parceria aqui com a VTurb, foi porque em algum momento eu comecei a fazer alguma coisa em casa ali, às vezes sem muitas né muito muitos objetivos grandes.

Não tinha muita clareza do que aquilo ia me levar, mas eu tava focado em fazer alguma coisa e cara, é isso. Eu acho que essa talvez seja o maior, maior aprendizado que eu tive nesses últimos anos e é algo que eu sempre defendo pra todo mundo que entra no Swiper ali. Eu sei que às vezes dá um desânimo. É, você vê, pô faturamentos milionários e eles fala: caramba, quando vai chegar a minha vez?

Mas todas essas pessoas que tiveram esses faturamentos é expressivos, eles botaram a mão na massa ali e tiveram que sujar um pouco a roupa pra conseguir executar alguma coisa. Então foque no movimento. Eu acho que o movimento ele acaba trazendo todo o resto e e aproveitar o melhor momento que a gente tá vivendo aí. Né, boa pessoal, esse aqui foi mais um episódio do podcast segredos da escala.

Se tu gostou do podcast, clica naquela setinha que tem aí tá e compartilha isso aqui em algum grupo de WhatsApp. Manda isso aqui pra alguém que tu acha que é legal. Fala assim: cara, vê isso aqui, olha que interessante essa parte aqui e tal. Faz isso porque daí o podcast ele cresce e a gente consegue trazer mais pessoas aqui pro podcast pra gerar esse conteúdo gratuito aqui pra ti, esse conteúdo denso, técnico, de valor, pra que tu consiga pegar aí uma, duas, talvez até mesmo três dicas, se o podcast for bom, pra aplicar no teu negócio e escalar ele também.

E é isso aí. Te vejo então na próxima terça feira às cinco da tarde. Um grande abraço e valeu, cara. Muito obrigado aí por ter assistido aqui mais 1 episódio de segredos da escala.

Se tu gostou do episódio, não se esquece tá de curtir aqui esse episódio, de se inscrever no canal da VTurb pra tu receber aí mais episódios aí na tua caixa de entrada. Isso é muito importante pra gente e se tu fizer isso, eu te garanto tá que eu vou trazer os melhores convidados aqui pra passar conteúdo pra ti beleza, e se tu tá procurando aí mais episódios aí pra assistir, cara, eu vou deixar dois episódios aqui. Tá em algum lugar aqui da tela, aqui dos segredos da escala pra tu ver, então clica ali, vê eles, tá assiste também.

Vale a pena. Grande abraço e até mais.

O que você vai aprender neste episódio

01

Defina um critério antes de testar uma ideia: “Errar rápido” não significa abandonar qualquer campanha nos primeiros sinais negativos. Antes do teste, estabeleça o limite que determinará se a ideia deve continuar.

02

Aumente o número de tentativas qualificadas: Uma das vantagens da Empiricus era o volume de campanhas e ideias colocadas em circulação. A maior parte não precisava ser extraordinária: algumas poucas vencedoras compensavam os testes que não funcionavam.

03

Construa o funil além da primeira compra: Conquistar um cliente novo custa mais do que voltar a vender para alguém que já conhece a empresa. Por isso, mapeie o que pode ser oferecido depois do produto inicial.

04

Não entregue uma experiência ruim no produto barato: Preço baixo não deve ser sinônimo de produto fraco. O primeiro produto precisa gerar uma experiência suficientemente boa para aumentar a confiança nas próximas ofertas.

05

aça uma revisão de copy em voz alta: Leia a peça para outra pessoa ou reúna um pequeno grupo para uma sessão de revisão. A leitura em voz alta ajuda a encontrar frases artificiais, repetições, trechos entediantes e mudanças bruscas de raciocínio.

Pessoas deste episódio

Host fixo

J

João

Host · Segredos da Escala

Apresenta conversas práticas sobre crescimento, VSL, vendas e operação com os principais nomes do mercado digital.

Convidado

BM

Bruno Monteiro

Bruno Monteiro participa deste episódio compartilhando aprendizados, contexto e bastidores do tema principal.

Ver página do convidado
Episódio anterior

Como Criar um Funil de VSL para Vender no Público Frio

EP #161

Ficha do episódio

Episódio EP #154
Duração 2:34:12
Publicado 21/07/2026
Convidado(s) Bruno Monteiro

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