De CLT aos US$10M/mês no Digital: Estratégias de Escala, PLR e Mercado Americano EP #153 Publicado em: 29/04/2026 URL: https://segredosdaescala.com.br/episodios/153-rubens-araujo/ Convidado(s): Rubens Araujo RESUMO Como Rubens Araújo saiu da CLT e construiu uma operação de múltiplos milhões no digital. Estratégias reais de tráfego, PLR, VSL e escala no mercado global. APRENDIZADOS PRINCIPAIS - Validação real não é emocional, é financeira: Rubens considera uma oferta validada apenas acima de US$300k/mês. Isso redefine o padrão: validar ≠ “deu algumas vendas”. - Base vence hack: Antes de qualquer “atalho”, ele dominou copy, tráfego e estrutura. O hack só potencializa quem já sabe executar. - Timing > técnica isolada: A mesma estratégia pode falhar hoje e funcionar amanhã. O diferencial é entrar antes da saturação. - Distribuição importa mais que criação no início: Ele começou ganhando dinheiro com fundo de funil (Google Ads) — não criando produto. - Ambiente molda resultado: Isolamento na Espanha + foco total + ausência de distrações aceleraram o processo de aprendizado. - Escalar exige reset estratégico: Em determinado momento, ele demitiu toda a equipe e recomeçou do zero para migrar de mercado, decisão contraintuitiva, mas decisiva. TRANSCRIÇÃO Pra gente como eu, que tenho uma operação grande, então a gente considera uma oferta validada pelo menos trezentos mil dólar no mês. Então enquanto ela não bater trezentos mil dólar ali, né, pra mim ela nem tá validada. Porque, sei lá, tira um troquinho ali. Caralho, velho! É que assim, onde chegamos, né pessoal. E tu já faturou mais de trezentos milhões de reais, beirando ali talvez os quatrocentos milhões de reais. E uma coisa interessante, né cara, é que o nosso mercado ele é meio que dominado por pessoas mais jovens. Tu já foi topo de funil mais velho, com trinta e cinco tu começou e deu certo. E não só deu certo, mas deu muito certo, né. Porque que tu acha que tu conseguiu fazer isso daí? Porque ali meio que virou a chave assim, né. Aí foi o que a gente fez em vinte dias, cara. Quase um milhão de reais. Qual que foi o teu máximo de faturamento no mês? É, acho que bateu dez milhões de dólares. Caralho, velho! Rubens Araújo. Ele trocou uma carreira de vinte e cinco anos na CLT para apostar no digital. Hoje é fundador da Tiger Offers, uma operação de nutra nos Estados Unidos que faturou mais de trezentos e cinquenta milhões de reais nos últimos doze meses. A mesma estrutura empresarial que tu tinha, que faturava duas mil, três mil Latam e Brasil de reais, tu foi faturar duas mil, três mil de dólar nos Estados Unidos. Como que é esse processo, cara? O que tu fazia como afiliado que dava certo e que hoje os teus afiliados eles fazem? Aí eu pensei: pô, se a gente rodando como afiliado, com CPA de cento e vinte, tá dando um puta resultado, se a gente virar produtor, vou praticamente duplicar esse resultado. E hoje tá na tua operação. Deve ter algum hack também, mano, que eu não sei nem se tu vai querer compartilhar. Tá, vamo ver, vamo ver se ele vai querer compartilhar aqui, né pessoal. Porque é um hack que funciona em teoria hoje. Então o pack de oferta é uma VCL, duas lides e cinquenta Eds. Cinquenta é. Parabéns, mano, pelo teu resultado, porque tu é bravo, tá. Hoje, pessoal, eu vou ter uma conversa com o Rubens Araújo, o famoso Rubens, que eu já tô tentando trazer pro podcast aí há séculos. Mas finalmente, né, Rubens resolveu sair de casa e aparecer. E pessoal, eu quis chamar ele porque ele já faturou mais de trezentos milhões no mercado digital, tá chegando perto aí dos quatrocentos milhões. Ele foi o primeiro brasileiro a entrar no ByGoods Legends. Então assim, ele tem bastante experiência. E uma coisa que é bem interessante é que ele não foi uma das pessoas que começou cedo, sei lá, dezesseis, dezessete anos, como a gente vê aqui no podcast do YouTube de vez em quando. Na verdade, cara, o Rubens ele começou com trinta e cinco anos. Ele já tinha uma carreira consolidada, ganhava bem, e mesmo assim ele decidiu largar tudo isso, apostar no digital. E cara, deu certo, velho. Bizarramente deu certo. Então, parabéns. Aí ele entrou no mercado lá por volta de dois mil e dezenove, foi ali trabalhando, comprando curso bem topo de funil como vocês vão ver, e no final deu certo. Na verdade deu bem certo. E por isso aqui nesse episódio eu exploro não só um pouco da operação dele, mas também como que ele fez isso, como foi a trajetória dele, passo a passo, pra que tu entenda, tá, desde os menos dez mil reais até os cem mil reais, até os milhões de reais por mês como afiliado. E também hoje com a casa de afiliados que ele tem, onde tem vários afiliados rodando tráfego pra ele, e ele fatura múltiplos oito dígitos por mês como produtor. Então, cara, isso é bem interessante, tá. Se tu quer entender como que ele conseguiu fazer isso tão rápido, sendo que ele não era uma pessoa que já tava no mercado digital em primeiro lugar, então cara, vê isso aqui até o final que eu acho que tu vai gostar bastante, assim como eu gostei. E claro, né pessoal, caso tu não conheça, esse aqui é o podcast Segredos da Escala, que é o podcast do VTurb. E a gente traz pessoas que já escalaram suas ofertas, já escalaram seus negócios, pra que você que tá em casa consiga pegar uma, duas, talvez aí três dicas, tá, se o podcast for bom, se ele tiver algum conteúdo aí útil pra ti. E aí tu pega essas dicas e aplica no teu negócio e escala ele também. Esse podcast ele foi criado pelo VTurb, que é uma empresa minha, tá, que eu ajudei a fundar, eu e meus sócios. E o VTurb, se tu não conhece, é uma hospedagem de vídeos feita pra aumentar a conversão do teu vídeo de vendas. Ela tem mais de onze mil empresas aqui no Brasil e também fora do Brasil que confiam no VTurb com os seus vídeos de vendas. Isso é meio bizarro, tá, não sabia que a gente ia ter tanto sucesso assim. Mas até mesmo a Mais a Vale, que é uma das maiores anunciantes de VSL do mundo, usam o VTurb. Então, cara, se tu tem um vídeo de venda, se tu tem um VSL e tu quer ganhar mais dinheiro, fazer ele vender mais do que ele vende hoje, só trocando a plataforma de vídeos, coloca o teu vídeo no VTurb, ele vai te ajudar, vai aumentar tua conversão. E pra te ajudar com isso, tá, eu vou te dar um link onde tu vai ter quatorze dias de graça pra testar o VTurb, e também mais quinze por cento de desconto nos primeiros dois meses. É só pegar e clicar no primeiro link aqui da descrição, tá. É só fazer isso que tu já vai poder hospedar teu vídeo no VTurb e aumentar tua conversão. E eu também vou te dar um treinamento passo a passo te mostrando tudo que tu tem que fazer no VTurb pra que tu de fato tenha valor, aumente tua conversão e vire meu cliente. Que no final é isso que eu quero, né pessoal, que tu se torne meu cliente, tu ganhe mais dinheiro, aí eu ganho dinheiro junto contigo. Sem mais delongas aí, tá, eu finalmente consegui tirar o Rubens da caverna. Então, aproveita aí. O podcast tá com vocês. Rubens Araújo, é cara, seja muito bem-vindo ao podcast do VTurb. Sabe qual que é o nome do podcast? Segredo da Escala. Segredo da Escala. Eu até falei ontem no episódio que eu me arrependi, o episódio que eu gravei ontem, né pessoal, que provavelmente não é o da semana passada, mas que eu me arrependi de colocar esse nome. Porque agora que eu tô trazendo pro pro Estados Unidos, aí meio que fica estranho falar Scaling Secrets, tá ligado. É, é, fica estranho. Mas cara, obrigado por tu ter comparecido aqui no podcast. Pessoal, o Rubens ele veio lá da Espanha, tá, não foi necessariamente pra fazer o podcast, mas juntou tudo e daí ele tá aqui agora fazendo. E cara, eu já te convidei pra fazer esse podcast fazia um bom tempo, né. Algumas vezes já. É, desde o ano passado acho. É, coisa de ano, cara. Vem lá em Las Vegas, né, que acho que a gente se encontrou. Não foi Las Vegas. Não sei. Budapest. Budapest. Budapest. Que a gente é viajado, né pessoal. Ou ele mora lá na Espanha, vai pra Las Vegas, Budapest, tudo quanto é lugar. Mas cara, dando um pouco aqui do background dele, pessoal, pô, tu tá no mercado há relativamente pouco tempo. Então tu começou ali por volta de dois mil e dezenove, dois mil e vinte. E tu já faturou mais de trezentos milhões de reais, beirando ali talvez os quatrocentos milhões de reais. Uma curiosidade, tá, pra tu saber: eu tô no mercado há doze anos, o dobro do tempo que tu tá, e eu faturei metade do que tu faturou. Então, uma coisa interessante pra tu pensar, tá ligado. Mas acho que foi outros momentos também, né. Mas foda-se, o resultado é esse. Entendeu? Sim, sim. Quem que era melhor, o Zico ou o Neymar? Cara, são outros momentos. Mas cara, o Neymar é o artilheiro da seleção, entendeu. É, ganhou mais dinheiro. Resumisse, cem por cento. E tu também foi o primeiro brasileiro a entrar no ByGoods Legends, que é, pessoal, quem não conhecia, ByGoods é uma das maiores plataformas de pagamento do mundo. E esse grupo aí, o Legends, são as pessoas de maior faturamento da plataforma, as pessoas de destaque lá. E uma coisa interessante, né cara, é que o nosso mercado ele é meio que dominado por pessoas mais jovens. E não que tu seja velho, tá, tu não é, mas tu é mais velho que o pessoal. É pelo menos que o Gabi que tá aqui, né. Gabi, tens quantos anos? O Gabi tem dezenove. Eu tenho isso de carteira. É, então é. Ó Gabi, antes de tu viver, o Rubens já tava lá no chão de fábrica. Tava lá nadando lá no saco do teu pai. E agora, tá, isso aí. E daí o Rubens já tava ali com a carteira assinada. Mas cara, é, nem todo mundo que começa no mercado digital depois dos trinta ali, o cara não se adapta muito bem. Eu não sei se é por causa de tecnologia, sim, ou sei lá, se as pessoas começam e já meio que já tem filho. E tu começou, e deu certo, e não só deu certo, mas deu muito certo, né. Sim, porque que tu acha que tu conseguiu fazer isso daí? Eu não sei se tu tinha outras pessoas que começaram ali contigo mais ou menos da mesma idade, que acabaram não dando certo. Mas o que que tu acha, cara, que foi o segredo aí de tu ter rampado? É, cara, foi um pouquinho que a gente comentou antes, né. Eu tinha acabado de me mudar pra Espanha, é, pandemia. E eu já não tava muito feliz com o trabalho, com a CLT. E essa foi uma forma que eu achei de ganhar dinheiro, de seguir trabalhando e ganhar muito mais dinheiro do que eu ganhava na CLT. Porque ali eu doava doze, treze horas do meu dia pra ganhar um salário. Não era ruim, mas não tinha escala. E eu botei na cabeça que não tinha plano B. Então eu falei: cara, eu tenho que dar certo. Eu via um monte de gente dando certo. E mas aonde essas pessoas que tu via, tu via algum conteúdo no YouTube, alguma coisa? Muito conteúdo no YouTube, né. Porque eu comecei a pesquisar e como eu fui pra Espanha, então perdi, sei lá, contato com todo brasileiro. Na Espanha não é um mercado muito forte ainda, ele é bem insipiante. Acho que a Hotmart é forte lá. A Hotmart é forte lá, só que ela fechou o escritório lá, né. Aí acho que ficou só um office lá pra atendimento. Mas lá a galera não quer ganhar dinheiro, lá a galera quer ter tempo livre, né. Então é muito difícil. Acho que a Europa inteira, né. É, quando eu morei na Suíça, o pessoal eu lembro que eles viviam muito bem, só que o pessoal era meio, não queria muito trabalhar, sabe. É, então o objetivo lá é trabalhar menos e tá, sei lá, curtindo a vida. Então foi muito difícil conectar. Então eu, em casa, tava sozinho ainda, né, morando sozinho. E foi isso na minha cabeça: eu vi a galera tendo resultado, a galera muito mais jovem que eu, muito menos experiente de trabalho, ou sei lá, de vida. E eu falei: cara, se essa galera consegue, eu tenho que conseguir. Tanto meus amigos lá que seguiram na Telefônica ainda, que eu trabalhei muitos anos lá, falavam: meu, isso não vai dar certo, isso não funciona. Fica. Mas se tem alguém dando certo, eu vou fazer isso dar certo. E aí eu, agora eles devem tá impressionados, né. Ficam, ficam aí, vê que trocou de carro, vai na fala com eles, troca de aperto. É, realmente, é ótimo assim. E aí era isso. Eu falei: cara, tem que fazer dar certo. Eu não tava muito bem no meu trabalho assim. Eu já tinha um cargo de destaque muito grande. Tipo, lá a gente liderou um projeto. Eu liderei um projeto que deu uma economia de duzentos milhões de euros. Caralho! A primeira plataforma de blockchain pra logística do mundo foi eu que implementei lá na Vivo, junto com o time. Então, basicamente pra controlar toda a operação com blockchain. Até hoje tá ativo. Chama Projeto Vick. E eu falei: cara, se eu consigo fazer esse projeto, tocar esse projeto pra a empresa que deu duzentos milhões de euros, por que que eu não consigo fazer algo parecido pra mim? E aí foi onde eu botei. Pera aí, deixa eu te lembrar que eu falei que eu ia te interromper. Pessoal, quem é do podcast do YouTube sabe que cara, eu interrompo mesmo, entendeu. Se eu achar uma coisa interessante, eu interrompo. E eu não sei, tu tá, mas quando eu comecei no digital, eu lembro que eu tinha esse background da engenharia mecânica que eu fazia. E aí eu pensei assim, aliás, eu lembro que eu vi o digital e eu falei: cara, isso aqui é uma coisa muito simples, velho. Não parece ser nem um pouco complicado, parece uma coisa muito bobinha, muito simples. E aí eu pensei: pô, se eu tô aqui fazendo prova de transferência de calor, é projetando peças aqui pra usar em avião, uma coisa muito ninja, muito complexa, sem dúvida alguma, eu consigo fazer um videozinho com fundo branco e letra preta, que era os VSLs padrões na época. E cara, eu tinha esse meio que essa visão do mercado digital que era fácil. Pelo que eu entendi, tu também teve. Sim, é o que me pegou, porque eu entrei no curso do Alex Vargas. E ali tinha muito que me posicionar, criar Instagram, criar uma página de vendas. E isso me assustava um pouco, eu sempre fui mais reservado. Mas assim, vendo a galera fazer, não tinha segredo. Realmente, pra mim, era uma coisa muito objetiva. A dificuldade era de fato: pô, eu tenho que pôr minha cara no Instagram. Mas, vendo ali a galera executando, e sei lá, de novo, gente muito mais nova que eu, falei: não pode ser tão difícil assim, não deve ser tão complexo, né. Aí eu falei: não, vai, vamo, vamo seguir embora. Vai dar certo. E o que que tu acha que essa galera vem de tanta dificuldade assim, que eles não conseguem arrancar? Eu não sei se chegou a identificar alguma coisa. Eu acho que assim, muita gente, acho que não sei se fica atrás só do hack e aí esquece de estudar o básico, sabe. Então fica tentando achar ali o que que é, o hackzinho da coisa funcionar. Mas, pô, sei lá, pra eu estourar eu fiz o curso inteiro do Alex. Porque eu falei: eu preciso aprender tudo. Então hoje eu sei fazer página, hoje eu sei fazer é, sei rodar um pouquinho de Google ali, bem pouquinho, mas sei fazer. Sei criar um produto, sei fazer layout, sei fazer um Instagram se eu quisesse. Então eu me aprofundei, estudei, mas eu considerei: cara, tem que estudar, tem que aprender. E eu acho que a galera fica muito esperando ali o negocinho, um hackzinho. E aí não existe isso, né. Então, ah, mas assim, eventualmente tem algumas coisas que ajudam. Por exemplo, aquele negócio lá que tu, que a gente tava lá na, que tu falou que tu foi lá na mentoria do Igão, e daí ele te deu aquela dica de cara, coloca um rosto no VSL, que era o padrão, né pessoal. Mas é, no passado. Que loucura, né velho. Parece que faz vinte anos, né. Tipo, nossa, na pré-história, cara. E o pessoal ainda falava super produção, ainda tinha essa coisa. Sim, sim. Mas essa parada ajudou muito. Então assim, existem esses hackzinhos que ajudam, sim. Só que mesmo assim, né, como tu falou, lá naquela casa, né. Porque ele foi numa mentoria lá do Igão, pessoal, o Igor Neves, que tem dois podcasts dele aqui no YouTube, tá, que vai aparecer aí na tela. Mas aí lá na mentoria, teve gente lá que estourou e deu muito certo, muitas pessoas. Mas teve pessoas que não deram tão certo assim. É o que eu falo assim, o hack ele serviu pra base, né. Então a gente já sabia fazer tudo, e faltava de repente esse plus pra se destacar no mercado. Então aí eu acho que a galera perde muito tempo tentando achar o hackzinho, mas não fez o básico ainda bem feito, de aprender, de estudar, de testar. Já tinha testado muita coisa, já tinha errado muita coisa. Então eu acho que antes do hackzinho, é um tempinho de cadeira, sempre ajuda, né. Mas o que que tu considera que é esse básico assim, que as pessoas meio que têm que ter pra se dar bem no digital? Tipo, como se fosse um ensino fundamental, a matemática básica. O que que tu acha que é esse básico? Vou falar na minha experiência, que eu comecei como afiliado. Acho que pelo menos sem entender do mercado. Por exemplo, na época ali, que a gente ficava garimpando produto, pô, um produto que vende, um produto que não vende. Saber entender o que tá acontecendo, isso era um ponto que ajudava muito. Eu estudei muito, de novo, como fazer uma página, como funciona uma copy. Então estudei copy, estudei um pouquinho de página, estudei um pouquinho de tráfego. Pelo menos pra entender o mercado que eu tô entrando. Então, realmente, dediquei bastante tempo de estudo de base mesmo, básico. Tipo, como é que é uma copy, o que que é uma VSL, o que que funciona numa VSL. Então, leia uma boa VSL antes de querer só ajustar alguma coisa. Então, o que eu digo assim: quando a gente acertou a oferta lá com o hackzinho da super estrutura, a gente já sabia fazer copy. A diferença é que a gente tava disputando o mesmo modelo de copy com todo mundo. Então, a hora que a gente deu uma sofisticada ali no modelo, foi aonde deu o destaque e estourou. Mas a gente já sabia fazer copy, já sabia o que era uma boa edição, já sabia o que era uma boa produção. Faltava de fato o plus na coisa, entendeu. Então não é só. Tanto que teve gente na casa que estourou, como eu, Zé, e mais uma porrada de gente. Como teve gente também que não estourou. E porque não tinha, talvez, não fazia ali o básico. E acho que também no fim é isso que cê me perguntou no começo, é acreditar, né. Então tinha um cara inclusive lá na mentoria que fez junto comigo, que ele também tinha, era mais velho, até mais velho que eu, e abandonou. Ficou acho que testou umas duas, três ofertas e depois saiu. É, mano, tu poderia tá aqui hein. Ó o Rubens aí. Quase. E seria uma copy ainda mais maluca, hein. Cara, é. E tu que teve essa experiência de ser topo de funil já mais velho. Porque quando a gente é topo de funil, pelo menos eu, tá, tu não foi topo de funil mais novo, eu fui topo de funil novo. E cara, quando tem vinte anos, tu ainda não tem, e com todo respeito, tá pessoal, aliás, na real não é nem pessoa de vinte anos, é experiência de vinte anos. Porque tem gente que tem vinte anos com experiência de quarenta. Por exemplo, o Caíque, né, o Caíque Genízese, tem um podcast aqui que vai aparecer aí na tela, que é um gênio. Esse guri é brabo, o Caíque é foda. Que ele tem sei lá, vinte e um, vinte e dois, mais experiência de sei lá cem. É, mas quando eu tinha vinte, a minha experiência era de vinte mesmo, ou até menos. E cara, eu era topo de funil ali, meio bobinho mesmo. E comprava os cursos tal e não sei o quê. Aí tu, por outro lado, Rubens, tu já foi topo de funil mais velho, com trinta e cinco. Se tu tivesse que voltar pra tu adquirir esse conhecimento básico, tu acha que o caminho que tu iria perseguir seria esse caminho dos gurus, que pelo que eu tô entendendo foi o caminho que tu perseguiu, de comprar curso, zerar os cursos? Ou tu acha que tem algum outro caminho pro topo de funil se profissionalizar mais rápido, com mais qualidade, com menos custo? Qual que tu acha que é? Me fala qual que é a tua opinião sobre isso. Aí que eu falei, que eu acho que o mercado mudou muito também, né. Na época, por exemplo, ninguém falava, nem existia a palavra DRs no Brasil assim, que a gente não conhecia muito ainda, nem tinha estourado muito o tema do PLR. Então eram muito cursos mesmo, ali, longos, que cê ficava muito tempo fazendo. Hoje em dia já tem muito mentoria individual ou mentorias mais compactas. Tem o VTurb, por exemplo, que na época a gente não tinha. Tem podcast do VTurb, né, tem podcast que aqui cê já tira um monte de insight e já dá uma boa base. Então assim, hoje já existe muito mais conteúdo. Eu sinto, não sei se é porque eu também subi um pouquinho ali no degrau e já não sou mais topo de funil. Então eu sinto que a gente tem, as pessoas estão mais próximas. Então cê tem muito mais gente lançando curso, muito mais gente. É, não, eu concordo contigo, tá. Tem muito mais criador de conteúdo, exato. Mas mas também é muito mais confusão, exato. Eu, na época foi isso assim, escolhi. Eu comprei uma porrada de curso também, fui fazendo, até eu achar alguma coisa que eu entendesse. Então comecei ali com aquela de criar um Instagram, e ali você cria conteúdo e a partir disso cê vende. Que merda, hein! Que merda. Não deu certo até hoje. Vídeo que traumatizou ali. É. Aí depois dali eu vi que tinha gente que fazia tráfego pago, que aí não precisava aparecer, era um caminho um pouco mais enxuto, vamos assim. Testei, não era pra mim. Falei: cara, não sou um cara de tráfego. Fiz uma graninha lá, sei lá, uns dez mil assim, alguma coisa. Mas não era pra mim. Então aí eu fui tentando achar onde eu ia me encaixar mais, até que eu acabei fazendo como afiliado, fazer vídeo review por um tempo. E que aí começou a dar uma graninha. Vídeo review? Como assim? Era antes da gente, né, dos brasileiros assumir os Estados Unidos. Tinha a galera com a VSL, aí cê ia lá, se afiliava, e fazer um vídeo review dizendo que usou o produto, que o produto é bom. Ah, entendi. Aí tu ranqueava no YouTube. Ranqueava no YouTube. Só que aí, e tu aprendeu essas coisas de SEO no YouTube? Tudo isso aí, sim, aí, mas aí de novo, foi os cursos, né. Então sei lá, um que criou uma camada de mentorzinhos, e depois aí eu fui descendo e fui aprendendo com essa galera. E o que cê perguntou fazia muito sentido. Tipo, pensando aqui agora, eu ficava pensando: pô, o que que essa pessoa tá fazendo que eu não tô fazendo? Por que que ela conseguiu estourar e vender tanto e eu não? E cê ficava aquela comparação, que é normal no mercado, a gente se comparar o tempo inteiro com todo mundo. E eu ficava tentando ler essas pessoas, falar: cara, o que ela fez de diferente pra acertar? E eu tá aqui penando, porque eu fiquei ali um tempo, é, engatado, até estourar. Normal, né. Normal, até achar o caminho. Então eu fiz um tempo de vídeo review, e depois que aí deu o próximo passo, que foi rodar PLR na época, que o Caíque lançou o curso, eu fiz a mentoria dele depois. Cê comprou também? Comprei. Comprei. Boa, pô. Tu era um topo de funil empenhado, mano, não tô! Empenhadaço. Comprei de todo mundo, cara. Porque assim, eu falei: cara, se alguém tá. Deus abençoe o topo de funil. Ó, tu quer topo de funil, cara, compra. Porque tu vai dar dinheiro pro mentor, o mentor vai crescer, vai poder dar dinheiro pra mim, tu vai usar o VTurb. E outra coisa: uma hora dá certo. Olha o Rubens aí. Uma hora dá certo. Todo fundo de funil já foi topo de funil. Exato. Mas nem todo topo de funil será fundo de funil. Fundo de funil, fica ligado. Fica a dica. E, mas eu comprei muita coisa assim sobre copy, até de lançamento pra entender também, funcionava, porque eu queria entender. Sei lá, eu vim do tradicional, então, fazer a faculdade. Faculdade, cê tem todo aquele preparatório, depois cê vai afunilando, né. Então, você falou que cê fez engenharia, eu comecei um tempo em engenharia, então cê começa sendo engenheiro, aí lá pro quarto ano que cê vai se especializar, porque até então cê pega toda a base. E era essa mais ou menos a visão que eu tinha. Falei: cara, eu preciso entender o que eu tô pisando. Interessante. Então eu fui estudando, fui aprendendo copy, copy pra lançamento, copy normal. A galera vendia a promessa. Cara, e eu tava na Espanha, então, quantas vezes eu virei madrugada assistindo lançamento, porque eu não entendia direito a estratégia de lançamento. Porque eu achava que as três aulas, agora não vai ficar gravado, tem que virar a noite. Eu virava. Caralho, o topo de funil sofre, né velho. Sofre cacete. E eu fazia porque virava a noite ali pra entender. E eu achava. Aí depois da segunda vez que eu entendi que ali no final vende o curso, sim, mas até lá, cara, era conteúdo, era conhecimento, entendendo o padrão das pessoas. E sempre com essa cabeça: cara, não tem plano B, não. Não existe opção. Ah, legal, legal de voltar atrás, né. Teve, é, quando eu era topo de funil, um dos primeiros cursos que eu comprei, o nome era Afiliado Árbitro. E até o rapaz depois, o Richard, um abraço aí pro Richard, ele virou meu amigo e tal, que era o dono do curso. Mas cara, eu lembro que eu tava, eu tinha uma grana ali, sei lá, tipo quatrocentos, quinhentos reais que eu tinha economizado do trabalho que eu fazia. E aí eu vi o anúncio no Facebook, tá, né, porque era Facebook, pessoal, não tinha nem Instagram. Tinha Instagram. Aí eu vi o anúncio no Facebook, daí eu cliquei, era um vídeo de vendas no YouTube, uma página de vendas aberta, tá, aberta com o botão ali pra comprar, num ticket de dois mil reais, velho. Dois mil reais. Aí ela falava assim: não, porque vou te ensinar a ganhar dinheiro com a internet, sem aparecer, não sei o quê e tal, só sendo um afiliado árbitro, que eles falavam, que era basicamente fazer arbitragem de dinheiro. E aí, cara, eu desci a página, e aí que ferrou minha vida. Porque sabe o que que tinha naquela página? Tinha um contador, mano. Funciona, né! E aí ele falou assim: não, que é só hoje. É só hoje que tá disponível. Daí eu pensei: puta que pariu. Aí eu fui dormir. Calma, fui dormir, fechei o olho. Daí eu, pá, acordei, voltei no computador e comprei, mano. Por causa daquele contador desgraçado, velho. Um contador htmlzinho. Então, pra tu ver como esse negócio funciona, né. Às vezes a gente esquece que essas coisas são realmente muito persuasivas, porque a gente tá no game. É, mas o básico bem feito funciona, e funciona muito. Por causa de que o princípio manda, ele meio que é o mesmo. E esse contador, cara, me pegou de um jeito. E hoje em dia quando eu lembro disso eu falo: caralho, velho, ele colocou um pluguinho ali do WordPress, aquele bem básico lá, pessoal das antigas, vai saber qual que é aquele bem feio lá. E daí o contador desceu ali e eu, cara, eu fui dormir, eu levantei da cama, voltei e passei o cartão. E detalhe, cê nem se ligou que tava o mesmo minuto, né. É, e cara, e ticket de dois mil reais com página aberta. Comprei de tráfego frio, mano. Tráfego frio. Bons tempos. Não comprei muita coisa assim também. E dá aquela sensação de FOMO, né. Que fala: meu, se eu ficar de fora, vão conseguir, talvez esse é o segredo. E eu lembro que assim, eu ficava empolgado na compra, como se eu tivesse dado certo já. Porque dava aquela esperança, que agora eu vou aprender o segredo do negócio. E sempre a mesma energia, tipo, é aqui que eu vou aprender. Ficar felizão. Só toma dois conto. Toma três mil. Toma não sei quanto. Isso é muito doido. Cara, qual que foram os teus primeiros dez mil reais na internet? O que que tu fez pra tu ganhar essa grana? Foi depois ali que eu entrei no Google Ads, eu comecei a fazer o tráfego pago, ainda ali de topo de funil mesmo, rodando. Sei lá, entrava na Hotmart, escolhi o produto, e aí fazia pro nome, pra chave mesmo do produto ali, mais fundo de funil, na verdade, né. Fazia fundo de funil pro nome do produto, e começava a fazer venda. E cara, era muito engraçado. Assim, a Espanha tem muita cultura de ter bar, né. Então cê vai lá, tem um bar, tem uma cervejinha, cê pega a tapa. O que que é tapa? Tapas é, sempre quando cê pede uma bebida, vem uma porçãozinha de alguma coisa gratuita. Um amendoim, às vezes vem comida, vem batata frita, um amendoim, vem uma comidinha assim que, sempre que cê pede bebida, vem. E aí, pô, fazia, comecei a rodar acho que até com a Monetize na época. Aí fazia uma venda, mas sei lá, gastava oitenta, vendia cem, e descia pro boteco pra gastar trinta pra comemorar cada venda. Várias vezes isso. Várias vezes eu desci. Como eu trabalhava na época, então, ainda não era o dinheiro que eu precisava pra viver, eu queria validar a coisa. E aí foi assim, fazendo o fundo de funil no Google, cada vendinha era uma cerveja, basicamente. Então tu pegava o nome do produto, aí tu colocava no Google, e tu anunciava o nome do produto. E daí as pessoas que já foram impactadas pelo produto iam lá no Google, viu o teu link e acabavam comprando. Exato. É, o game ali era ranquear com leilão, né. Então, se você conseguisse fazer a qualidade do anúncio ser alta e pôr dinheiro, aí o Google ia. Hoje não sei exatamente como tá, acho que tá igual. Mas ele sempre faz essa jogada de valor e qualidade do anúncio. Então, a palavra tá tudo correto ali, tá bem montado, todos os, as opções que o Google te dá de valor e tal. Então eu fazia essa estratégia, e aí clicava o cara, comprava e ganhava comissão, né. Hoje em dia tu falou que tu acha que tá igual, mas tu não sabe. Não sei. Assim, hoje na nossa operação, a gente nem tá fazendo esse, é até uma coisa que a gente tá pra implementar agora, de internalizar essa operação do fundo de funil. Hoje tá aberto pros afiliados rodar, com umas poucas operações que não bloqueia. Então, na prática, não sei como é que tá. Eu sei que assim, também, já tá bem mais difícil. Na época era muito mais fácil fazer fundo de funil. Então, sei lá, quem tá rodando Google já tá indo mais pro meio e pro topo ali na rede de pesquisa. Interessante. Mas funcionava muito bem assim. Hoje também acho que mudou um pouco por conta do Gemini do Google, né. Então ele mesmo já começa a ranquear. Já reparou quando cê vai pesquisar? É verdade. Ele desce o anúncio e ranqueia lá o modo AI dele. Então sei que isso também já atrapalhou um pouquinho esse tipo de pesquisa, né. Cara, isso aí deve ter mexido absurdamente na receita do Google, e também no faturamento dessa galera do fundo de funil. Porque agora a IA ela meio que tem a prioridade, né. A primeira coisa que aparece. E não só acho que tráfego pago, mas o próprio SEO também, né. Porque antes ele ranqueava os blogs, né, aí agora ele já traz a informação direto dele. Mas tem até uma empresa, cara, que eu esqueci o nome, mas eles são especialistas em fazer ranqueamento pra IA. Então ele meio que faz aí, a falar de ti. Legal, que é top. Isso aí, sim, sim. Acho que o ChatGPT tava pra começar também, né. Tráfego pago. Eu vi alguma coisa sim sobre isso, que eles vão começar a pôr anúncio lá dentro. Eles falaram que ia colocar anúncio. Que vai ficar meio estranho, né. Vai, vai. Eu não sei muito bem como é que fica, tendencioso, né. De qualquer forma é tipo, fica, porra, fica uma coisa meio maluca. Mas cara, então, e como que era essa rotina aí? Tu basicamente pegava, fazia os anúncios ali, aí tu trabalhava no teu tempo livre? Exato. Isso era pra mim muito importante, tinha que ser alguma coisa que não tomasse muitas horas do meu dia. Porque eu trabalhava muito. Então tava na fase de implementar aquele projeto que eu te falei, de blockchain. E então tinha que ser nas horas vagas mesmo. Então trabalhava das nove às vinte horas da noite, mais ou menos. Dali pra frente eu focava em estudar ou fazer os testes de Google. Ou às vezes eu deixava o computador do lado fazendo as campanhas e atendendo as reuniões e trabalhando ali. Então era sempre meio que nas horas vagas mesmo que eu fui fazendo. É, talvez até por isso acho que o tempo de estouro foi, não foi que nem a galera hoje em dia que em seis meses, um ano de história. Porque era realmente sábado e domingo e horas vagas que eu tinha pra fazer isso. Eu matei literalmente todas as minhas férias na Europa. Então nunca viajei direito na Europa. Todas as férias era pra sentar no computador e ficar estudando. Caramba, cara! Pra poder implementar. Então assim, eu conheço pouco a Europa. Ah, conhece a Europa inteira! Eu falei: não, cara, porque eu tava de férias, era dedicado cem por cento pra dar certo, sabe. Sim. Mas cara, que interessante. É, quando eu tive o meu período de rampar, que foi em dois mil e dezessete, eu já tava três anos no digital, que eu comecei em dois mil e quatorze. Só que eu estudava e era copywriter freelancer. Em dois mil e dezessete, quando eu virei afiliado de fato, eu tava morando na Suíça. E às vezes o pessoal pensa assim: porra, o João morava na Suíça, o cara era rico. Meu irmão, eu ganhava mil e setecentos franco suíço. O salário mínimo, se não me engano, é três mil e pouco. Eu era mão de obra barata, exportada do Brasil, para trabalhar muito, ganhar pouco. É, o meu aluguel era oitocentos francos, só o meu aluguel, tá. Então, tipo, o aluguel era metade do salário. Eu fiquei o ano inteiro comendo macarrão com carne moída que eu fazia na panela mesmo. Eu botava a panela, fervia a água, fazia o macarrão, aí eu pegava a panela, botava assim, tirava a água, botava o molho, mexia com a colher, comia na própria panela pra não ter que lavar o prato. Pra não ter que lavar o prato, tá ligado. E não viajei nem nada, velho. Não conheci nada da Suíça. Eu fui conhecer a Suíça ano passado agora no mastermind lá do Delta Cup. Não foi na Suíça? Não. Então não. Oi, que país bonito tá, preciso ir. Não fui também, cara. A Suíça, pessoal, a Suíça é top, tá. A Suíça é maravilhosa. Ganha dinheiro aí pra tu poder ir pra Suíça. E se tu já é rico, vai pra Suíça. Mas já prepara o bolso, tá, porque é caro. É caro, e daí cara, eu lembro que lá em Zurique, eu andava lá de metrô assim e tal. Quando eu cheguei lá com grana, mano, quando eu fui lá na Rabena, que é a estação de trem, eu olhei assim e falei: caramba, cara. Até me emocionei, velho. Eu chorei. Eu pensei assim: caramba, como é a vida, né, mano. E daí foi meio que uma prova pra mim de que é possível conquistar os nossos sonhos, tá ligado. Porque depois de todo esse tempo, eu voltei lá com. E lá foi o início de tudo. Eu pensei assim: caramba, mano, eu sofria muito na época. Não era sofrer pra mim na época, era normal. Mas hoje, cara, depois daqui que acabar o podcast, eu vou te contar as merdas que aconteceram na Suíça, tá. Porque se eu falar isso aqui, pessoal, cês não acreditam. Era insanidade, tá. Morava com uns bicho muito doido, mano, que usava droga pra caralho, um monte de coisa assim, totalmente insana. Mas foi muito, muito bom. É, mudou minha vida. É, eu assim como eu já fui trabalhando, eu já tinha um cargo alto aqui no, era gerente de projeto aqui no Brasil, então eu já fui transferido como gestor de projeto lá, mas na parte de TI. Então assim, não fui ganhando rios. É, ganhava, acho que o salário era limpo limpo, dava uns dois, trezentos mais ou menos de euros. De euros. É. Então dá pra ver legal, pagava sei lá mil de aluguel, e o resto, então sempre zerou, sem, nunca sobrou muita coisa. E dava o que sobrava ia pra curso, literalmente pra pagar os gurus. Pra pagar os gurus. Lifestyle do guru. Pra sustentar o mercado, né. Pô, mercado é isso, pessoal. Um dia tu sustenta, no outro ser sustentado. Ainda não chegou o dia de ser sustentado ainda. Mas vamo ver se chega em breve. Em breve. E, mas era isso, eu ficava em casa estudando. E assim, aí o dinheiro não sobrar, então o perrengue. Sei lá, e a Espanha é muito quente no verão, né. Então é quarenta graus, cara. Todo mundo curtindo a piscina, passeando, viajando, me chamava. Pô, tô na porra a Europa no verão, meu Deus do céu. E eu ficava trancado em casa, alternando o ar condicionado com ventilador, porque não podia deixar o ar ligado o dia inteiro porque era caro. E aí eu ficava alternando o ar condicionado e o ventilador. E aí, que que eu fazia assim. Ainda bem que meu chefe fala espanhol, não vai entender. Porque lá na Espanha é muito comum todo mundo tirar férias em agosto. Então todo mundo sai, a Espanha morre em agosto porque todo mundo sai de férias. E aí, que que eu fazia: eu não tirava férias em agosto, eu ficava de suporte. Eu não trabalhava. E aí eu tirava quase que duas férias por ano, porque eu tinha em agosto que não tinha meu chefe. Não tinha meu chefe, não tinha ninguém trabalhando. Aí eu deixava o computador ligado fingindo que eu tava em reunião, e o meu outro computador pessoal estudando e trabalhando, aprendendo e testando as coisas. E aí depois quando eu tirava outras férias, aí eu ficava cem por cento estudando. Então aí eu fui jogando pra conseguir ter tempo e aprender, cara, e testar até achar o caminho. Né, isso aqui. E cara, esse teu começo, tá, que tu falou, que eu perguntei os seus primeiros dez mil reais. Aliás, isso aqui foi os seus primeiros dez mil reais no geral, ou dez mil por mês? Cara, geral. Assim, no começo eu fui bem, é, mais perdido do que eu ganhei, sabe. Esse início de tu fazer esses dez mil, hoje em dia tem outras oportunidades. O pessoal pode prestar serviço de copy, tem gente que presta serviço de edição de vídeo. Existem várias profissões do digital que muitas pessoas começam nisso e eventualmente migram pra algum tipo de operação. Na verdade, tá, esse foi até o meu caso. Eu comecei como copywriter freelancer. Hoje em dia, cara, pô, depois aí de sei lá, cinco, seis anos, quatrocentos milhões de faturamento, porrada de experiência, network, viagem, nacional, porra toda. É, tu acredita que existe alguma outra oportunidade pra pessoa rampar nesse início, fazer a primeira grana ali, juntar esse cacho inicial e eventualmente criar outra coisa, que tu recomendaria? É, cara, assim, de novo, há muitos anos atrás, né, que parece que décadas. Não se falava muito de empresas assim, de times, equipes, né. Então quando eu comecei, tanto que o que me atraiu muito é: pô, eu vou trabalhar aqui sozinho. Eu sozinho consigo fazer meus milhões. Porque era as promessas da época. Então era meio que não existia empresa. Tinha empresas, e sei lá, faz o que uns dois anos que a gente começa a escutar que pessoas começaram a ter equipe de até dez, vinte, trinta, quarenta pessoas. Poucas empresas. Agora a maioria já tem feito isso pela escala. Mas na época a gente não tinha esse tipo de acesso. Então eu comecei com o que tinha que começar, que era basicamente executando. Mas hoje em dia, cara, assim, o que você falou, acho que ser um copywriter, pô, um editor hoje em dia já tem um salário bacana, pô, já consegue tirar um quase isso, ou com bônus, alguma coisa que faça, dependendo da operação, tira de seis a dez mil, tranquilo. E cê já tá mais ou menos inserido no mercado. Então, eu acho assim, existem mais possibilidades. Porque, de novo, eu gastei, cara, assim, eu nunca fiz a conta de quanto eu gastei comprando curso e errando em tráfego. Mas mais de cinquenta mil reais foi fácil, caralho, velho. Porque, entre curso, entre testar tráfego e errar, e compra domínio, e aprende a fazer funil, e assina ferramenta de funil. Então assim, quando cê começa a somar isso tudo, é, foi uma grana. A conta é alta. É, porque quando eu saí da Vivo aqui, eu recebi toda a rescisão e lá comecei vida nova. Então fui começando a gastar, a consumir essa rescisão que eu tinha da época da empresa. E então assim, eu gastei muito. Foi um caso, eu chuto que ir pra lá de cinquenta mil brincando pra testar. Então nem todo mundo vai ter cinquenta mil pra aprender. Eu na época, ali, tatear como eu fui tateando. Então hoje eu acredito assim, ou tentaria entrar em alguma operação primeiro, sabe. Tipo, alguma coisa que cê se identifique mais, e depois cê vai tomando a decisão. Porque além disso assim, gerir uma empresa é muito mais difícil do que escrever uma copy. Muito mais responsabilidade, muito mais skills que cê precisa ter, do que fazer um tráfego, fazer uma copy ou editar um vídeo. Não desmerecendo o trabalho, porque ele também é valoroso pro processo. Mas cê tem uma abrangência muito maior, então demora mais. Então acho que hoje em dia, com as operações, com tudo que a gente tem, se tá cru cru, muito topo de funil, eu tentaria nesse formato. Eu entendo que, pô, sei lá, imagina cê, eu tenho trinta, quarenta anos, e aí cê vai trabalhar numa empresa de alguém de dezoito. Então muita gente também acho que talvez tem um pouco esse preconceito, de como é que eu vou responder pra um cara vinte anos mais novo que eu. Então não sei também como é que é administrar isso. Verdade. Eu honestamente assim, no fim eu baixei a guarda. Falei: cara, eu preciso aprender. Então na época, por exemplo, eu fiz o curso do Caíque, que era infinitamente mais novo que eu. Caíque com dezesseis, dezessete. Exato. E tá tudo bem, cara. Tipo, é um cara que sabe uma coisa que eu preciso aprender, e eu não tenho esse problema nesse sentido. Até porque, como eu te falei assim, já teve épocas de eu ter quarenta anos e liderar um time lá da fábrica que tinha, mais novo tinha cinquenta e cinco anos. E eu consegui também vender a ideia. E eu acho que minha copy começou um pouco aí, sabe, porque tinha um cara cabeçudo lá de cinquenta anos da fábrica que eu tinha que convencer o que ele ia priorizar na produção pra fazer. Que loucura, velho. E aí eu ia jogando com o cara, eu falei: o que que cê acha? O que que cê acha da gente fazer isso aqui primeiro, não sei o quê? Mas aí eu tentava convencer o cara que a minha verdade ali, e aí ele meio que ia topando. Sim. Então, mas muita gente, talvez por essa não ter essa rotina, talvez baixaria a cabeça. Mas eu acho que se o cara quer migrar, quer acertar ou quer tomar esse rumo, aceita, sabe. Assim, baixa a cabeça, aprende. Todo mundo tem o que aprender. E boa. E começaria em alguma operação, sabe. Boa, boa. E cara, e o que que tu fez que te deu dez mil, não lifetime, tá, de faturamento, mas qual que foi a oportunidade ali que te levou pra dez mil por mês? Que nesse caso já tava ali com o negócio provavelmente alguma coisa já tava funcionando, né, a ponto de vender esses trezentos reais aí por dia. Qual que foi esse negócio que tu fez? É, aí foi o vídeo review de fato. No vídeo review tu já conseguiu isso aí? Então, já. Mas então tava maravilhoso, porque era tudo limpo, né. Era tudo limpo. Fazia o vídeo. É, assim, tinha o gasto lá que a gente tinha que pagar pro canal do YouTube pra postar lá. Então tinha uma época, tinha as estratégias, tinha que ter alguns canais que ranqueavam, outros não. Então, na época que não ranqueava, pra quê. Porque alguns canais de, principalmente canal de música na época, ranqueava mais fácil os vídeos. Então se você criasse um canal do zero e tentasse ranquear, era muito mais difícil do que esses outros canais que você pagava lá. Então não sei porque exatamente o por trás do algoritmo, mas tinha canais que ranqueavam, outros não. Então, sei lá, gastava cinquenta reais pra pagar ali, comprava um pacote de dez. Aí pagava cinquenta conto na época. E eu fazia mais no Estados Unidos já também. E eu não falo, tipo, tinha zero de inglês. Então eu contratava narrador, ou contratava freelança pra gravar. Não tinha IA também. E aí a gente, tipo, contratava, fazia eu mesmo, editava ali rapidinho e fazia a copy mais ou menos modelando o que que a gente via no mercado. E aí era isso. Eu trabalhava, sei lá, no final do dia gravava, e ali foi que estourou. Assim, só até passou de dez mil, acho que eu já consegui fazer em média vinte, vinte e cinco mil por mês ali, subindo dois, três vídeos por dia. Caramba, velho! Teve um vídeo, cara, aquele que ele ranqueou, ele ficou acho que uns dois meses ranqueado e vendendo. Vendendo, tipo, cada venda é isso, cem, cento e cinquenta dólares. E eu lembro que eu tava aqui viajando e vendendo assim. Ele voltou a ranquear do nada, e eu fiz sei lá, mil dólares com ele, com esse vídeo. Cara, deve ser uma sensação incrível, né. Eu acho assim, ó, que porra. É, a minha primeira venda foi muito legal. Mas era tráfego pago. Tu tem um vídeo vendendo, te dando dinheiro pra ti sem tu fazer nada, mano, tá louco. Pô, eu acho que esse ia ser o dinheiro mais legal da minha vida, tá. Ia ficar felizão. Esse era ótimo. Ele ranqueava e ficava três, quatro dias vendendo. Eu lembro que teve um dia do Java Burn, que sei lá, acho que numa noite assim, vendeu quase três mil dólares. Caralho! Um vídeo que eu gastei sei lá cem reais pra subir, entre ranquear e tal. E ele ficou uns três dias vendendo. Deu uma puta grana assim. Que loucura. Na época da ClickBank ainda. Tá tipo animal. Aí foi onde eu comecei a ficar muito feliz, porque aí parou de eu só gastar, começou a entrar dinheiro. Mercado começou a te pagar de volta daí. Exato, exato. E aí aqueles mesmos amigos ainda desconfiavam. Cara, não, isso não vai dar certo, isso não faz sentido. Tipo, aí, toma. É golpe, né. Porque tá fazendo vídeo de suplemento, não sei o quê. Foi, cara, tipo, tá bom. E Rubens, cara, e eu entendi como é que tu fez esses dez como, como que tu levou a tua empresa e a tua operação, que no caso era tu, né, até esses dez mil por mês. Mas e os seus primeiros cem mil por mês? O que que tu fez pra chegar nesse nível dos cem mil? É, nessa época do review, ele já começou a ficar muito concorrido. Então eu comecei bem no início ali, porque a galera fazia muito pro Brasil. E aí a gente fez o curso da Maria Franco, acho que ela nem dá mais mentoria, mais curso. Maria Franco. É, ela era uma das discípulas ali do Caio Cadeirado. O Caio, o Caio, conhece. Tem um podcast até, pessoal, do Caio aqui no podcast do VTurb, Segredos da Escala, e vai aparecer o podcast dele aí na tela agora. Era brabo, era bom também. Assim, a base boa também foi com ele. E então foi bem no comecinho, e aí chegou uma hora que caiu, muita gente. Porque começou, cara, foi um mini efeito do DR Brasil assim, sabe. Aí começou a galera faturar muito sem fazer tráfego pago, gastando pouquíssimo com a criação dos vídeos. Então chamou muita atenção, foi aquela galera em cima. E aí começou a ficar muito difícil ranquear mais. Então a gente, da mesma forma que a gente aprendeu a ranquear, a gente aprendeu a desranquear vídeo dos outros. Ah, é, tem isso aí. Porque assim, na época, o que que se fazia: a gente subia o vídeo, pagava pro cara, e aí entrava nessas ferramentas, comprava views, comprava like, comprava comentário pra ajudar a ranquear. Então tinha toda uma estratégia, tudo um negócio, né. Só que a gente sabia os views que dava bom e os views que dava ruim. Então, o que que a galera começou a fazer: ah, comprava pros outros os ruins. E aí começou a derrubar o vídeo. Aí já não, tipo, era, ficou meio improdutivo. Aí óbvio, com mais gente, os canais começaram a cobrar cento e cinquenta, duzentos reais por vídeo. Então foi, vamo dizer assim, enchendo o mercado ali. Ficando mais difícil. E aí foi bem naquela época ali que eu tinha o fim, né. Falando sobre PLR, o Caíque começou a lançar o curso, e aí foi: putz, vamo, vamo, vamo pra isso. Vamo começar a trabalhar, entender o PLR. Eu comecei a ver algumas pessoas ali fazendo um absurdo de dinheiro por dia. Então, o que que era esse absurdo aí, cara? Na época era setenta mil reais por mês, oitenta mil reais por mês? Assim, uma galera já se lançando por mês. Por dia? Por mês, por mês, por mês. Vendendo PLR no Brasil mesmo. É, bem aquele formato: cê compra o PLR lá, traduz, faz o e-book, e joga tráfego direto ali fazendo a VSL. E aí na época a gente decidiu falar: vamo testar isso e tal. E a gente, quem? Quem que era essa gente aí na época? Sara Lima, que é braba em tráfego. A gente era sócio, granda Sara, abraço aí, beijo. A gente era sócio na época, e na verdade a gente era muito amigo, a gente se ajudava. E ali nasceu a sociedade que a gente tinha nessa parte de PLR, né. E aí foi, a gente começou a rodar no Brasil, testar ali, escrever as primeiras versões, a fazer os primeiros testes. Deu bem errado também, porque, enfim, a gente testou bastante coisa, tava aprendendo ainda, entendendo de copy, a gente foi fazendo os cursos. E até o dia que a gente foi no evento do Igão, Igor Neves. Igor Neves. E lá foi que ele deu o hackzinho do da super estrutura que a gente fala na época, os atores. Fizemos duas VSLs: uma de zumbido pra tentar um nicho menos sofisticado, que ele fala muito desses nichos não sofisticados. Ele tem essa pegada. Ele tem essa pegada da maternidade. Exato. Maternidade, boa e velha. E aí a gente também quis testar um super nicho pra testar, ver o que acontecia. Porque como era uma novidade, a super estrutura, vamo testar nos dois lados. Zumbido deu bem ruim. E aí a gente foi pro emagrecimento. Tava engasgado ali também, a gente tava testando, tava muito boa a VSL, a gente olhava assim: cara, não, tem que funcionar e tal. Até a hora que a Rebeca, que era uma sócia com a gente na época, também é bem low profile, então não tem podcast dela aqui ainda. A Rebeca, eu conheci, aliás, conheci não, já tinha conhecido. Mas eu vi a Rebeca na autacúpula agora, né, e queria mandar um abraço pra ela também, tá. Muito gente boa. E aí ela gravou o criativo com a cara dela mesmo, segurando o copo. Na época era o truque do gelo que a gente modelou, o Alpine lá na época. Trouxe o que era aquele ensinamento que falava: pega a VSL gringa, adapta pro Brasil e lança. E a gente fez o truque da temperatura corporal. E aí no criativo da Rebeca validou a cara dela, rodou ela. Ela não é expert, mas a cara dela rodou mais que de qualquer outro. E dali a gente começou a escalar, cara. Deu certo, começou a fazer dez, quinze mil reais por dia. E a gente fez uma outra, depois mentoria de tráfego e tal. E dali cada noite por dia a gente estourou pra setenta, oitenta mil reais por dia. Cacete! E era aquele Plim Plim da Hotmart, né, da. Acho que foi na Hotmart que a gente rodou, cara. Eu deixava o celular berrando assim. Plim Plim, Plim Plim. Falei: cara, isso aqui, eu preciso escutar isso pra sempre. Mano, porque foi alucinante assim, sabe. É exatamente isso que eu ia falar, velho. Tu veio aí desse negócio do vídeo review, e de repente tu acertou uma VSL, mano, acertou uma oferta. A sensação foi alucinante. Foi alucinante assim. Isso foi pra vocês três, ou ela já tinha escalado alguma coisa? Não, foi novidade pra gente. Aí vocês surtaram. Cês falaram: caralho! Que que é isso, mano? Foi animal. E assim, o pessoal fala muito. Aí eu lembro da primeira venda, eu não tenho exatamente a lembrança da primeira. Mas esse setenta mil assim, que era literalmente assim o dia inteiro fazendo barulhinho de venda da Hotmart. Nossa, era cara. Eu deixava assim. Só que isso vai, cara. Foi assim pra mim. Acho que ali meio que virou a chave assim, né. Nossa, cara, perfeito. Isso é muito bom. Era muito bom. Aí foi o que a gente fez em vinte dias, cara. Quase um milhão de reais isso. Caralho! Vinte e dois acho, é comecinho de vinte e dois. Foi logo ali depois, não é. Foi maio, mais ou menos maio de vinte e dois. Não lembro exato. E aí já tava batendo um milhão. E aí a gente começou a entender um pouco o game do mercado, entendeu um pouquinho mais. Que era então assim, a gente não usava cloaker na época, era a cara da Rebeca escalando. Mas começou os plágios, então a gente começou, a gente derrubava cinco, seis plágio por dia porque não usava nada assim de cloaker. E aí a oferta morreu muito rápido, então ela durou ali de fato uns trinta dias, por conta do volume de gente rodando ela também. A gente ainda entendendo um pouco o jogo. E aí foi que a gente teve a ideia de traduzir ela pro espanhol. Então a gente pegou a mesma oferta tal qual, jogou pro espanhol. E aí foi uma oferta, cara, que aguentou tipo de abril mais ou menos até outubro. É, maio, abril até outubro de vinte e três. A gente escalou essa oferta ali pra Latam. E ele tava fazendo acho que os melhores meses, a gente conseguiu fazer sei lá, dois, três milhões de reais assim. Caramba, velho! Então ela segurou bem, a gente renovando com criativo, fazendo muito material nela, sem trocar lide, sem nada assim. A oferta tal qual a gente rodando. E ela aguentou oito meses. Sim. Mas era um mercado ainda pouco explorado também. E o mecanismo era muito forte, né, que tava nos Estados Unidos vendendo muito o truque do gelo. E pegou muito forte ali no Latam. Ô Rubens, deixa eu te interromper rapidinho, cara. Que lembra que eu te falei que eu ia te interromper, né. Cara, eu tô entendendo o seguinte aqui, tá, que daí eu queria pegar tua opinião. Que, meio que, teve alguns fatores que fizeram tu ir escalando em cada etapa aí da tua carreira. Então pô, no começo lá, tu tinha esses hacks aí pra fazer o teu vídeo ranquear. Aí depois aqui, tu falou que pô, teve esse negócio, essa estratégia de pegar um vídeo lá de fora e trazer pro Brasil e aplicar aqui. Teve também a outra coisa, o hack, né, de tu colocar um rosto, colocar uma pessoa na frente ali do teu VSL. Que eu sei, né pessoal. Eu sei que, meu Deus, como assim colocar uma pessoa? Cara, antigamente não era assim. Antigamente era VSL cinematográficos tal, não era todo mundo que botava uma pessoa. Mas tipo, tu percebe que o teu sucesso ele veio muito de cara, é a técnica correta no momento correto. Exato. No time certo. No time certo. Cara, tu acha que o sucesso das pessoas que tu vê em geral, dos teus amigos, o teu próprio, tá, ele segue esse mesmo padrão, cara? De: olha, o hack no momento certo ele funciona, e aí ele vai parar de funcionar. Mas é aquele hack ali que funciona naquele momento. E se tu quiser chegar no próximo nível, vai ter um outro hack que tu vai ter que saber pra tu ir pra um próximo nível. Porque eu tô achando que encontrar esses hacks em primeiro lugar é uma coisa muito importante pra essa caminhada do sucesso. O que que tu acha disso? Cara, faz bastante sentido. E é o time da coisa, né. Então é isso, por exemplo, botar atriz ou ator naquela época era muita novidade. Então era só ali a patotinha do Igão, vamo dizer assim, que sabia. Isso deu um up pra gente. É, o próximo é sempre assim, de novo. É a base muito bem feita com esse plus a mais ali que a gente coloca. Então, por exemplo, quando era vídeo review, funcionava muito, a galera fazendo no Brasil. Só que já tava saturando. Aí a Maria lá teve a ideia brilhante de falar: cara, se funcionou no Brasil, por que que não funcionaria nos Estados Unidos? E estourou. Sim. Mas aguentou ali um período. Depois a estratégia saturou, entre aspas, né, que lotou de gente. E aí ficou mais difícil, perdeu a tração. Então eu acho que, de novo, mercado é cíclico, né. Então cê tem que entender ali o movimento de começar a despontar alguma coisa, surfar o máximo de tempo que cê puder com aquilo, porque uma hora vai. Todo mundo vai. Acho que eu vejo isso conversando até com o pessoal lá de fora. Assim, é muito do Brasil correr pra onde tá dando certo, né demais. É muito brasileiro. A zona, não caralho. Agora é isso aqui. O pessoal vai e leva o movimento. Então quando chega a manada aí já dificulta mais, aí exige mais dinheiro, mais sofisticação, mais alguma coisa. E a hora depois de calibrar a rota. Então o time certo das coisas faz muita diferença assim. Cara, então, entendi. Cara, esses hacks aí, tá, esse negócio que tu falou de pô, colocar um ator. Pelo que eu entendi, tu pegou lá com o Igão. É o negócio de trazer um VSL lá do ClickBank, um VSL gringo. Que loucura, né, velho. E hoje em dia, meio que os gringos e a gente é tudo igual, né. Não tem uma distinção. Tipo, aquele cara é gringo, beleza, ele é gringo. Mas meio que não é, não é um Deus, né, que a gente pensava. Nossa, os cara são muito foda, meu irmão. A gente, o cara aqui do Brasil, faz brincadeira muito melhor. Exato, cara. E que é uma referência. Eu, a gente, eu tô naquele grupo do Stephanie, né. Na, eu tenho o CPA, o Copy Accelerator. É, tem um grupo aí, tô no WhatsApp. E, enfim, eu tô lá, e um dia desse um cara me chamou, falou: pô, tô vendo que você é o único espanhol, poucos espanhóis que tá aqui no grupo. Vamo trocar uma ideia tal. E eu falei: não, cara, eu sou brasileiro, mas eu moro na Espanha tal. E tipo, caralho, você é brasileiro. Então você é muito bom em DR, dá umas dica, não sei o quê. Tipo, então assim, acho que já explodiu a moral, eles já viram que a gente é bravo. É, eles já viram que o negócio. Que eu faço mensagem, eu tenho que responder ele ainda. Mas ele na hora ele falou: cara, tipo, cê é brasileiro, então cê deve ser muito bom em DR. Boa, boa. Mas cara, eu tenho uma pergunta, eu tenho duas perguntas na real, uma pergunta e uma observação. Primeira pergunta, tá, é. Depois aqui a gente vai falar de como que tu chegou nos dez milhões por mês, tá. Qual que foi o teu máximo de faturamento no mês? É, acho que bateu dez milhões de dólares. Caralho, velho! Tá, então a gente vai chegar, pessoal, nos, caralho. Chegaremos, pessoal, nos dez milhões de dólares por mês, tá, em breve. É, mas provavelmente vai ter alguma outra coisa, alguma sacada, algum hack, alguma coisa que tu surfou. E hoje tá na tua operação, deve ter algum hack também, mano, que eu não sei nem se tu vai querer compartilhar. Então, vamo embora. É, não sei, vamo ver, vamo ver se ele vai querer compartilhar aqui, né pessoal. Porque é um hack que funciona em teoria hoje. Mas assim, esses hacks aí, cara, ator, pegar coisa que vem de fora, rodar aqui, isso hoje em dia já não funciona mais tanto assim, né. Ou tu acha que ainda funciona? Eu acho que assim, o último hack que a gente teve foi de fato entrar no mercado americano, né. Então, por exemplo, eu entrei, a gente entrou. Ainda tava na época na outra sociedade. A gente entrou em novembro de vinte e três. Então, outra vez assim, talvez mais que hack foi o time da coisa. Então, em novembro lá, como eu falei, em outubro a oferta morreu. Novembro eu pedi as contas e fiquei desesperado porque eu falei: eu tipo, acabou o dinheiro, o que que eu vou fazer da vida. Tanto que pra sair da Telefônica na época, eu paguei dois mil dólares, porque eu tinha um empréstimo lá com eles. Então não recebi rescisão nenhuma, eu paguei pra pular fora do barco. E aí dezembro foi que a gente conseguiu enfiar, até com o Tiago Lucena e o Álvaro. O Álvaro deu um puto abraço pra gente nesse tipo, apresentou ali o mercado na época antes de estourar. E por time, outra vez a gente surfou muito a onda. E aí na época aquela estratégia de trocar a lide da VSL, né, tipo fazer as melhorias, colocar lá atrás, fazer pequenos ajustes no material, e rodar com um afiliado. E a gente pegou o time de rodar o DR lá fora, que também deu um bump. Então em janeiro de vinte e quatro a gente tinha batido dois milhões de dólares, né. Aham. Mas assim, esses hacks, tá, o meu ponto é esses hacks eles não são perpétuos, eles duram naquele momento do tempo ali, né. Qual que é o meu ponto? Cara, por que que eu tô falando isso, e o que que eu quero trazer pra audiência aqui, tá, que eu acho que é uma coisa muito interessante de se falar, né. Pessoal, e eu não sei se concorda comigo, mas aqui no podcast qualquer pessoa, tá, eu, o Rubens aqui, cara, já faturei é, duzentos e dez ali, milhões de reais, mais ou menos, aqui no Brasil. Aí pô, tu já faturou quatrocentos e pouco aí, rodando no mundo inteiro. Só que, cara, se tu falar exatamente o que tu fez, exatamente mano, eu fiz isso, eu subi o vídeo assim, estudar o nome do site, o nome do vídeo, não sei o quê, o vídeo era. Tanto, se a pessoa copiar exatamente o que tu fez, ela não vai ter o teu resultado. Não vai ter o resultado. Porque o hack ele é temporário. Ele é temporário. Se a pessoa copiar tudo que tu fez, ela não vai ser o Rubens. É como se tu tivesse dando pra gente aqui, e eu tá, pessoal, também, um bilhete da loteria premiado, mas que de uma loteria que já passou. Exatamente. Já passou, já foi o sorteio. Já passou o sorteio. E a gente conta assim: ó pessoal, eu ganhei muito dinheiro aqui, e o meu bilhete é esse aqui. É o um, o três, as seis dezenas são essas. Mas se tu copiar isso aqui, não vai dar certo. Então, qual, por que que eu tô falando isso, cara? Pra tu ficar ligado nisso, pra tu não sair copiando cegamente. Porque existe esse fator do tempo que é muito, muito importante. Isso quer dizer que o podcast ele é inútil? Porra nenhuma. É útil pra quê? Pra tu entender o que aconteceu. E o que eu acho mais legal, tá, é tu entender o processo de decisão das pessoas, como que elas resolvem os problemas em primeiro lugar. Porque no fim das contas, eu acho que empreender é isso daí. É tu conseguir resolver esses problemas na hora. Tipo, o que que eu faço agora? Exato. E tu teve todos esses insights. Tu pensou: pô, pessoal tá falando de PLR, vou pra lá. Ah, mercado americano, vou pra lá. O teu primeiro site de todos, né, cara. Se eu ficar trabalhando aqui na Vivo, aqui na companhia de telefone, não vou me aposentar. Esse talvez tenha sido o start. Então eu acho que isso é muito interessante do pessoal saber. Que a gente tá falando de coisas que aconteceram no passado, que os princípios funcionam, tá. E tem coisas atuais que ainda funcionam. Então, por exemplo, esse negócio aí que tu falou de trocar ali e de tal, ainda tá acontecendo. Só que, cara, a verdade é que tem pessoas muito generosas que falam: cara, pô, isso que eu tô fazendo agora, tipo hoje. E o cara. E tem gente que fala, já aconteceu, mas muitas vezes a pessoa não vai falar porque ela quer ganhar dinheiro com isso. Exato. Ela vai falar depois que ela deu, que deu um pouco certo ali. Ou ela só fala se tu foi em algum evento, como foi o caso lá, que tu pagou o negócio, pregão, e daí tu acabou indo na mentoria dele, ele te falou uma coisa atual. Mas esses eventos aí, como o ByGoods Legends aqui, que tu falou que tu participa, é onde acontece esse network. Aí tu consegue pegar essas informações. Mas fora isso, pessoal, fica ligado, tá. Não tenta replicar o bilhete de loteria das pessoas. Aprende as lições que a pessoa usou, e aplica essa lição na tua jornada, pra tu encontrar os teus times, os teus hacks, e tu fazer a tua jornada. E tu encontrar o teu bilhete de loteria. Exato. E eu acho que essa é a única forma de fazer. Exatamente. Por exemplo, quando a gente migrou na época de PLR na Latam pros Estados Unidos, cara, literalmente foi outra virada que a gente deu. A gente mandou todo mundo da equipe embora, caralho. Tinha umas oito pessoas. Falou: cara, vamo resetar tudo e virar a chave de uma vez. Porque a gente tava tentando um pé lá e não acertava nada, e um pé cá e também não tava funcionando. E a gente falou: pô, vamo aproveitar o time de fato. Porque como ninguém tá fazendo isso aqui ainda, é uma boa hora da gente virar a chave. Então tirou todo mundo da operação, voltamos pro básico, e até a gente validar de novo e começar a construir uma nova equipe. Então acho que, de novo, mais do que hack, é o timing da coisa. Então a pessoa tem que, ou conseguir comprar ou ter acesso a network, que isso também nas conversas a gente vai entendendo o que acontece. Ou de fato tá atento nos movimentos que a gente vai sentir no mercado. Alguém começou a falar de alguma coisa, hoje em dia rapidamente todo mundo tá falando de alguma coisa, né. Isso já ajuda bem. É se antecipar. Pessoal fofoqueiro, né. Pessoal não aguenta, não aguenta, já sai comentando ou posta. Enfim, hoje já tem muito mais conteúdo. Antigamente, cê tinha que de fato comprar acesso, né. E imagina, quando eu fui pro Igão, eu saí da Espanha só pra ir lá pra ver se eu arrancava o hackzinho. Moral hein, Igão. Moral, Igão. É bravo. E hoje tu deve ser um dos melhores depoimentos. Ainda se fobear. Acho que tem, tem uma galerinha, né, a Eduarda, o Felipe. O Igão formou um pessoal muito bom lá, um time bacana no passado. Foi bravo. Um time legal. E então acho que o mercado de fato é isso aí. Se vai e vem. Então com esse exemplo que cê deu é muito bom. Antigamente servia trocar lide. Aí teve um movimento que paramos de fazer isso, começamos a construir a oferta do zero. E agora é o movimento também que volta. Porque, enfim, é muita gente fazendo uma coisinha diferente, que cê faça numa lide já dá um resultado diferente. Então assim, observar o mercado e, de novo, não replica, porque não vai adiantar. Cê tem que tá ali, entender o movimento, e pegando essa sacadinha, sabe. Pô, tipo, o review tá funcionando. Entrei no começo, deu certo. Próximo nível, PLR tava no comecinho, bum, deu certo. E o mercado é isso, uma hora sempre vai aparecer novidade, alguém vai ter uma ideia brilhante ali ou trazer alguma metodologia que funciona bem, né. E aí, pessoal, antes da gente prosseguir aqui com o episódio, eu queria agradecer a todo mundo que assiste aqui o nosso canal e se inscreveu no nosso canal. Porque a gente conseguiu reduzir o número de sessenta e cinco por cento pra trinta e oito por cento das pessoas que veem os vídeos aqui no canal mas não se inscrevem. A nossa meta agora é chegar em trinta por cento. Então, cara, se tu tá gostando aqui do podcast Segredo da Escala, tu quer que a gente continue trazendo convidados cada vez mais bravos pra entregar um conteúdo de graça aí pra ti, cara, confere se tu já é inscrito. Se tu não é inscrito, clica nesse botão aí pra se inscrever. Isso é rápido, isso é de graça, isso aqui ajuda demais o canal, porque a gente consegue crescer, tem mais relevância, e aí obviamente o conteúdo aqui sempre vai melhorando. Beleza, então, cara, se tu não é inscrito, se inscreve. E agora, de volta pro episódio. Então, cara, pelo que eu entendi aqui, quando tu fez, quando tu pegou essa oferta lá, esse que era o hack do gelo, e tu trouxe lá de fora aqui pro Brasil, aí tu traduziu a oferta, alterou algumas coisas ali, e aí tu começou a rodar. Isso aí te levou pra esse faturamento aí altíssimo, de um, dois, três milhões por mês, né. Como que era a operação nesse dia? O que que cês faziam lá nessa época? É, o time era muito, muito enxuto, né. Então, basicamente, cês nem sabiam o que tava acontecendo, né? Não sei, foi tiroteio assim que eu não vi do nada. Que eu te falei assim, da noite pro dia era, saiu de dez pra setenta mil reais. Então assim, tem aquele período de euforia. E agora que a gente faz, o que que tu teria feito de diferente só na tua experiência hoje? Eu acho que testado mais materiais ali. A gente fez muito anúncio, a gente testou bastante. Mas que eu te falei, a gente não fez uma microlide, uma lide nova pra oferta. A gente não fez teste de, sei lá, trocar fechamento, mudar preço. A gente focou de fato ali, escalar o front, e extraiu o máximo que o front podia. Então a gente não olhou muito. Ou sei lá, nem deu tempo porque, de novo, aquele volume de campanha, na época a gente escalava em ABo, que era uma quantidade absurda. Era um trabalho danado, umas planilhas gigante pra conseguir analisar. Tinha que analisar cada meia hora as campanhas. Eita, que aí a Sara fazia muito bem. E aí, escrevendo anúncio e entendendo o que tava acontecendo, aí a gente começou a entender. Começou a vir reembolso, e aí começamos a pôr suporte, a montar ebook de bônus. Então a gente foi meio que administrando, é, um bom caos, vamo dizer assim, né, porque estourou e começamos a correr atrás de resolver as coisas. Hoje acho que eu já teria uma estrutura bem montada antes do caos chegar. Então, bom suporte, uma boa resposta de e-mail, um time ali de tráfego pra ajudar. Porque é muito cansativo, é exaustivo. Os processos que hoje eu tenho implementados na empresa, ali das esteiras de anúncio, das esteiras de oferta. Então assim, eu acho que a gente errou muito, a gente ficou muito agarrado em uma oferta porque aquela oferta tava dando certo, tava vendendo, e a gente não pensou em escrever outra. Então a gente se deu conta onde é que ela morreu, foi, e agora que eu não tenho mais material. Então acho que por isso até que eu desenvolvi lá depois aquelas esteiras contínuas de oferta, pra não ter esse perigo mais. Foi um dos maiores aprendizados. Né, boa, boa. Eu vou perguntar depois pra ti sobre tudo isso daí, tá, eu até anotei aqui. Mas, cara, pras pessoas que estão nessa fase, o cara acertou a primeira oferta ali e tal, eu sempre resumo essas ações todas aí em uma frase que é respeitar a conversão. Que é o seguinte, tu já, aliás, tu já ouviu falar disso daí não, já. O que que pra ti é respeitar a conversão, cara? Na minha leitura, interpretando o que cê sempre fala assim, a oferta, parafraseando assim, dinheiro não leva desaforo, oferta não leva desaforo também. Eu acho que é o mesmo princípio. Então quando cê tem uma oferta boa, cê tem que extrair o máximo que cê puder dela o mais rápido possível. Porque ela tem um tempo de vida muito curto, e cada vez tá mais curto. Então hoje em dia eu reparo: antigamente a oferta durava um, dois meses, depois começou a durar um mês, tem oferta que aguenta quinze dias. Então, assim, cê tem que extrair o máximo que cê puder dela enquanto dá tempo. Porque uma hora ela vai, da noite pro dia desligar. Então eu acho que é isso, oferta não leva desaforo. Exatamente. É entender que, cara, esse resultado aqui ele vai passar, e tem que tirar o máximo possível dele pra ontem. Pra ontem não, nem pra ontem, pra anteontem, tá. Ontem já tá atrasado já. E daí, cara, tu falou que tem alguns testes aqui que tu faria. Tu falou teste de microlide, que seria o comecinho do VSL, alterar esse começo. Teste de lide de fato, que é o resto do VSL, aliás, o resto da lide, o começo ali do VSL, antes da parte da história, né pessoal. Que eu acho que todo mundo já deve saber, né. Mas, cara, que outros testes que tu acha que tu deveria ter feito e tu não fez? Cara, acho que assim, esses testes deveria ter feito mais. E novas ofertas também. Porque eu percebo muito assim, e eu gosto, a gente valoriza testar coisas na oferta pra extrair o máximo dela. Mas ao mesmo tempo, assim, da minha experiência, oferta boa nasce boa. Então assim, isso a gente aprendeu, o Zé fala isso constantemente: oferta boa nasce boa. Nasce boa. Então dificilmente cê vai pegar uma oferta meia bomba ali e vai conseguir ressuscitar ela. Então esse trabalho de lide, microlide, já é em cima de um material muito validado pra você lateralizar, vamos assim. E aí nessa época era isso. Assim, a gente achou que: putz, acertei a oferta da vida, que vai durar vida. E não, oferta vai morrer. A gente falou: então cê tem que tá pensando na próxima enquanto você tá extraindo o máximo dessa, porque ela vai pro buraco. Então acho que esse seria, de fato, ali na época, o que deveria ter feito: a gente ter escrito mais ofertas, ou ter lutado pra encontrar mais ofertas, mesmo no caos ali da escala. E assim, é, sempre quando a gente termina uma escala, eu penso: puta, devia ter feito tal coisa melhor, devia ter olhado melhores opções, devia ter testado mais coisa. Mas olhando também, a gente vai chegar lá. Mas quando a última oferta que a gente estourou ano passado, que escalou os dez milhões de dólar por mês, cê tá naquela correria, naquela escala, cê tá nessa mentalidade: vamo sugar o máximo, fazer volume de criativo, fazer volume de não sei o quê, cuidar pra também ter outras ofertas rodando. Então cê acaba priorizando de fato o dinheiro. Cê fala: cara, vamo sugar o ROI que a gente puder aqui dessa operação. Então sempre tem muita coisa mais que dá pra fazer. Mas eu também sei interpretar que naquela época a gente fez o que dava de melhor, sabe. Porque, e aí cada vez cê vai aprendendo que cê não pode fazer sempre os mesmos errinhos. E aí hoje eu tô estruturando a equipe já pra gente ter, cada vez, aquele errinho anterior já tá previsto pro próximo, pra próxima escala. Então por isso que eu falei assim: hoje, sabendo que vai dar certo e que vai estourar, porque cê tem a confiança. Mas até ter a realidade, tem, é diferente. Então assim, hoje eu sei que por mais que a gente tenha, sei lá, passe por uma fase baixa, algo, a gente vai descobrir pra escalar. Quando esse dia chegar, a gente tem que tá com operação redonda. E, enfim, hoje tem estrutura pra isso. Então cada etapa é uma etapa. Eu acho que faz parte, cê tem que se preparar o máximo, mas cê nunca vai tá pronto pra aguentar. E o mercado ele tem muito isso assim: um dia cê tá fazendo dez mil, amanhã cê tá fazendo setenta. Então você passa seis meses montando um negócio que não necessariamente aguenta, ou não precisa. Ou cê sabe que amanhã cê vai tá fazendo de um pra dois, pra cinco, pra dez. É aquela velha história: cê precisa de uma oferta, sim. Só que depois que essa oferta acaba, aí cê precisa só mais uma. E aí cê tem que trazer o aprendizado pra ela, já carregando operação com isso. Sim, sim, entendi. Tu falou também que tu aplicaria outros processos aí nessa época. Tu falou um bom processo de suporte de e-mail. Por que que tu acha que isso é importante agora que pô, sem toda a experiência, o que que isso teria mudado lá naquela época? Seria diminuir reembolso? Ou o que exatamente que isso iria proporcionar? É, acho que um ponto é reembolso. Então cê dá, porque assim, até quando a gente começou a escalar lá na Latam, emagrecimento, começou a vir os reembolsos. Porque, pô, cê vendeu uma promessa super forte, entregava um e-book com dez receitas lá pro cara. A pessoa come gelo. Exato, come gelo. Esse é o truque, exato, pra emagrecer, é só comer gelo. E aí a gente foi aos poucos implementando, começou a chegar muito o reembolso. Então a gente pôs uma pessoa pra responder os e-mails e trabalhar e tratar ali eles. Aí eles mandavam os feedbacks: pô, mas eu tenho que ler o ebook, não sei o quê. Então, eu contratei a minha tia. Caralho, pra gravar. A gente tava até rindo esses dias, pra ela gravar fazendo as receitas que a gente montou. E ela tomando aquilo, tipo, no dia seguinte, uma puta de uma azia que ela ficou, que ela ficou tomando um monte de gengibre com açafrão com não sei o quê, com abacate com não sei o quê. Tipo, horroroso assim. E pra gravar anúncio? Não, pra pôr de bônus, pros caras. Que a gente começou a entregar em vídeo aula, começou a melhorar a qualidade pra diminuir os reembolsos. E aí, ela, e eu paguei mil reais, tadinha, pra ela fazer, tomar onze shots diferentes. Mas pra isso assim, pra cuidar de reembolso, e no geral assim, sempre, mesmo sabendo como é o mercado e aí a promessa, ela é sempre mais forte do que a entrega. A gente sempre tem a preocupação de dar uma boa experiência pro cara. Então, pô, ele dava suporte, dava, respondia os e-mails, ia dando mais, sei lá, bônus, uma área de membros bacana. Então, coisas que a gente foi fazendo ali pra tentar limpar a barra e melhorar um pouco a experiência do cliente. Então isso ajudou muito a gente a não ter muito reembolso. É um fato histórico também daquela época. Cê lembra que caía muita conta da Hotmart, né, que ela começou a bloquear quem rodava PLR. Eu tenho uma conta em pé até hoje da Hotmart, porque a gente não deixava o produto cair. Então não tinha muito problema. Então, aliás, faltou acho que dois mil, dois mil dólares pra pegar a placa do Black dessa conta. Ah, é? Da segunda conta. Caramba! E tá lá, duzentos e noventa e sete mil e não sei quanto. Lá é, não, cento e noventa e sete mil e não sei quanto. E a conta aguentava porque de fato a gente tinha esse capricho ali, esse cuidado, né. Esse grey ali, né, entre o black e o white. Que isso é uma coisa que tu leva até hoje na tua operação. Dos afiliados, né, que eu sei que tu trata muito bem eles ali. Tens um ótimo relacionamento com eles. Depois a gente vai falar sobre isso daí. Mas é interessante, né, cara. Porque meio que tu sempre teve esse cuidado a mais, né, que as pessoas meio que não tem. Exato. E que às vezes é uma coisa tão boba. Mas esse bobo ele faz uma diferença grande, né. Principalmente se o pessoal não olha pra isso em primeiro lugar. Exato. Porque a maioria focava ali em vender e pegaria a grana e já era. E depois caía a Hotmart, aí ia pra outra, e criava e comprava. Enfim, então a gente tinha essa preocupação de nem ter tanto problema na operação e ao mesmo tempo também dar o máximo de respaldo e suporte. Entendi. Mas o ponto principal seria essa coisa da redução do reembolso ali. É no primeiro momento foi. Porque aí, tipo, nem tinha muita noção de fazer LTV, de fazer mais oferta pro cara. Então hoje em dia, agora, traduzindo, lá da última escala também foi na mesma proporção. Então a gente tem feito um trabalho bem intenso agora pra esse customer experience, vamos assim. Tô até com vaga aberta aí, quem quiser se candidatar pra essa. Não CS em si, mas um customer experience mesmo. E como é que faz pra se candidatar? Chama lá no Instagram. Chama lá no Instagram. Eu, Rubens Araújo dois. Pessoal, Rubens Araújo dois. Tu quer trabalhar com Rubens? Aí, chama ele lá. É, possivelmente, talvez isso aqui a vaga vai tá encerrada. Tá, possivelmente. Não sei, mano. Mas, mas chama aí, chama, que a gente tem ainda. Calma, deixa eu te ajudar, tá. Confia em mim. Escreve lá no chat dele “vturb”. Porque que eles vão fazer isso? Porque o teu conteúdo aqui é vergonha. Vai com essa história, esse podcast mano, não sei. É o que tem de gente que se arrependeu de falar assim: me chama no Instagram. Os cara me mandava mensagem depois, falava: João, tu consegue tirar aquela parte? Porque o Instagram do cara fica recebendo mensagem durante meses, meses, meses, a mesma pergunta. Então eu falo pra galera, mano, aprendi, né. Dá, manda uma word lá, pode ser “vturb”, que aí tu coloca uma automação pra responder o negócio, pra responder, entendeu. Não que precise agora, tá. Mas testa lá, pessoal. Coloca “vturb”, se não aparecer nada aí, fechou. Significa que ou ele tirou ou já acabou, não sei. Mas testa isso aí primeiro. Digita “vturb” lá, só pra ver, entendeu. Me dá uma dica, tá. Que se tu falar pro pessoal só falar, tu vai se arrepender, véi. O pessoal se arrepende. Tá, não, beleza. Aí até sair dá tempo de pôr automação, né. Boa, ao vivo. E onde a gente tava? A gente tava falando sobre esse processo de e-mail. Isso. Mas assim, pelo que eu entendi, esse processo, falou que é uma coisa que tu implementaria. E esse momento aí do PLR, pelo que eu entendi, tu chegou a faturar até três milhões de reais no mês com essa tua operação aí, né, tu e as tuas sociedades ali. E tu falou que um outro hack que tu teve, uma outra boa decisão, foi tu pegar e tu expandir pra Latam. E aí tu só pegou e tu traduziu ali a oferta e começou a rodar, né. Exatamente. É, na época tinha gente começando a comentar. É, esse acho que é um termômetro legal assim, normalmente. Normalmente, todo respeito a todo mundo, sempre alguém lança uma ideia antes necessariamente de validar ela. Então a gente percebe assim, a pessoa: pô, vamo rodar Latam. E aí meio que deixa os bois de piranha fazer o teste, e validou, vende o curso depois assim já. Acontece. Assim, a gente vê que existem esse tipo de movimentos ou de sugestões, vamos assim, que pode acontecer. Recentemente a galera falou: para de rodar Estados Unidos e roda Europa. Então cê vai sentindo assim essas fagulhas ali nos comentários. E a gente começou a ver galera incentivando rodar Latam, a gente viu que de fato é no mercado menos sofisticado, e mandamos ver correndo pra lá. Um pouco de urgência e um pouco de sorte. Porque a gente não teve a estratégia iluminada de cara. E se a gente roda o Latam, a gente falou: cara, oferta morreu aqui, bora jogar pra Latam. E jogamos e funcionou. Então, é tá atento um pouco nessas coisas e pensar: pô, acho que a gente com o Brasil, acho que se ficar meio receioso: pô, só vai funcionar aqui, lá fora é tudo muito mais difícil, mais sofisticado. Mas no fim do dia não se provou assim, né, a gente conseguiu dominar. Metendo pau nos cara, metendo pau nos cara, metendo pau nos cara. Até agora não tô entendendo o que que tá acontecendo. É surreal. Eu lembro. O Brasil não é só o país do futebol, pessoal, não. É o país do marketing direto também, velho. Exatamente. Tá, eu acho que em Budapeste, há dois anos atrás, o Ben me chamou e falou: que cês tão fazendo, cara? O que que tá acontecendo? Tipo, ele me chamou de canto assim. Que que tá acontecendo, que cês tão tomando? A gente nem tinha ainda esses números absurdos da galera. E ele me chamou de canto pra entender o que que tava acontecendo, né. Então assim, sim, tomamos conta, cara. Eu gosto muito do Ben, velho. Um abraço pro Ben. Se um dia ele ver esse podcast aqui, muito gente boa. O Ben gente boa. O Ben foi o primeiro cliente internacional do VTurb. Depois de quanto tempo eu conheci ele? Ah, é? Mas eu conheci ele em Londres, acho que em dois mil e vinte e quatro. Acho que Londres, mano. Caralho! Teve um eventozinho. Porque assim, a galera vai fazer aqueles eventos menores, e eu tava, tinha acabado de entrar no mercado americano, eu fui em todos, né. Então, e aí eu tava lá e conheci ele. Conheci ele lá. Legal, legal. E mas assim, mano, deixa eu te falar, deixa eu voltar aqui pro, eu falei que eu ia te interromper, tá, desculpa, não. Mas deixa eu voltar pro, pra minha linha aqui, senão eu até vou me perder. Mas pelo que eu entendi, então, isso aí foi o suficiente pra tu chegar nesses dois, três milhões de reais de faturamento, né? É, cara. Eu assumo, eu não sei se isso é verdade, tá, mas na minha experiência, o que que eu tô achando aqui, tá, e desculpa a honestidade: eu tô achando que vocês ainda não sabiam muito bem o que vocês estavam fazendo. Vocês acertaram uma oferta, a oferta escalou pra caralho, graças a Deus, né. Obrigado. Sim, sim. Mas quando isso acontece, né, cara, é dinheiro, pelo menos pra mim era dinheiro infinito, e tu pensa: meu Deus, eu tô rico, não sei o quê. Só que tu nem entende direito o que tá acontecendo. Isso daí é uma coisa que ela acaba rápido. Então eu assumo que depois desse faturamento aqui, tu não continua subindo. Teve uma queda. Não sei, provavelmente tu caiu ali legal. Talvez teu faturamento caiu drasticamente. Só que isso daí, obviamente, né, voltou depois. Tanto que tu tá aqui no podcast do VTurb. Se tu tivesse faturado três milhões de reais, se tu não tivesse, nem te amaria, nem me conheceria. É, nem te conheceria. Aí tu tem que faturar, já que tu faturou cem vezes isso daí, porra. Daí eu te amo. Mas que tipo de estrutura, cara, aliás, tá, correto o que eu falei? Cara, tá correto. E eu tenho uma opinião muito assim, acho que hoje em dia com toda a experiência, eu tenho uma opinião sobre o tráfego direto assim. Com a simbologia da loteria, pra mim uma VSL é cê jogar na Mega-Sena. É basicamente isso. Porque assim, eu sei o que precisa ser feito pra uma boa VSL ser produzida. Mas nem toda boa VSL produzida escala. E eu sempre replico o mesmo processo, né. E tem umas que funcionam, outras não. Você é copywriter, cê sabe explicar porque uma funciona e outra não? Na prática assim, que cê olhar foi, cara, não tá ruim. Eu tenho teorias do porquê que funciona, porque não. Mas não são coisas que eu consigo influenciar. Exato. Mas basicamente o momento de mercado faz com que, cara, por algum motivo aquela oferta, as pessoas querem saber essa parada do gelo. Por algum motivo, sei lá. Talvez um jornal falou, não sei, alguma coisa, que cara, a pessoa quer saber do truque do gelo. Ela não quer saber do truque da banana. Exatamente. Mas isso muda. Porque que é, cara, é um somatório de fatores ali, que o mercado ele é assim, que é uma coisa complexa. Exato. E muitas vezes acontece de você não conseguir o truque da banana, por exemplo. O Felipe conseguiu rodar e ninguém mais conseguiu rodar. Porque tipo, além da capacidade do conhecimento, do ser primeiro, acertar. Mas chega uma hora que cê olha assim: cara, tem um cara escalando e eu não consigo. Eu tô fazendo tudo em teoria, tudo igual ou tudo certo. Então assim, eu vejo que aí, voltando e respondendo a tua pergunta, eu acho que o game da resposta direta tá muito mais vinculado à constância do que necessariamente cê fazer uma coisa muito precisa, muito perfeita na tua visão pra acertar. Boa, mano! Então assim, foi cagada, cara. Foi cagada. Mas sempre é. Exato. Mas foi assim. Eu cagava todo dia, até a hora que ela deu a boa, entendeu. E eu caguei por seis meses, entendeu. Sei se vai pular isso. Mas mano, isso com certeza vai pular mais sorte. Cara, essa foi uma das melhores analogias que eu já vi. Eu já gravei mais de cento e cinquenta podcasts. E é isso. Assim, é. Só cê tá ali todo dia e vai. É, e eu acho que essa é a beleza do mercado, cara. Assim, eu acho que essa palavra, essa beleza. Porque, se não necessariamente, por exemplo, eu trabalhei doze anos na Telefônica, eu entrei como analista de logística júnior, ganhava três mil reais. Aí um ano depois eu fui ser pleno porque eu entreguei projeto pra caralho, implementei um monte de controle, estudei, fiz pose, fiz um monte de coisa. E aí eu fui galgando até chegar lá a gerente sênior de projeto. Mas eu construí de fato esse ao longo de oito anos esse movimento. O mercado direto, cara, é isso: você consegue ali o mínimo de conhecimento, mini base, monta uma oferta, e cai na graça do mercado, vamos dizer assim, ou do sei lá, o gelo, que cê acertou o time, cê estourou. Seja você o cara que tá doze anos no mercado, seja você o cara que tá seis meses no mercado. Então é um pouco esse. Muitas pessoas fazem isso. E, daí, pra adquirir a constância, como eles não conseguem adquirir a constância na oferta, ele adquire a constância vendendo o curso. Exato, tem muito disso daí. Tem muito, cuidado, fique atento, presta atenção ali onde. Mas, cara, eu concordo cem por cento contigo, cem por cento. A gente testa o negócio, é, algumas vezes funciona, algumas vezes não. Mesmo a gente achando que a VSL ela é boa. E por isso que eu sempre, eu tenho até um termo que eu usava, tá, que eu uso até hoje, que eu falo assim pro pessoal. Eu falo: cara, tu tem que fazer uma VSL que ela é testável. Exatamente. Porque eu não sei se ela é uma VSL boa que ela vai escalar. A gente nunca sabe. Teve várias, nem sempre vai ser. Mas criativo, vários criativos que eu não boto fé. Mas eu sei que ele é testável. E, cara, eu viro top criativo, escala. Exato. Teve um criativo, tá, que uma menina fez, o nome dela era Letícia, um abraço aí pra Letícia caso ela esteja vendo, e ela era copywriter júnior lá na operação. Ela fez um criativo nada a ver, cara, pra de Atena, que era tipo. Ela fez três versões. Era: primeiro, “se você está cansado do bigode chinês, então eu quero te dizer que tem uma nova causa raiz aqui, não sei o quê, tal tal.” Aí a outra versão era: “se você tá cansado do pé de galinha.” E a outra era: “se você tá cansada do pescoço de tartaruga.” Cara, esse daí do pescoço de tartaruga estourou. Escalou assim, milhões. Sabe o Lucas? O Lucas, ego pessoal, que tem dois podcasts, tá aqui no VTurb, tem o Mesa Redonda de YouTube Ads, e tem o individual dele de YouTube Ads. E agora tá, pessoal, o Lucas, ele tá bem. Tá, tá bem. Tá ligado, né. Tô. O Lucas tá bravo. Tá bravo. Um abraço aí pro Lucas. Aí abraço o Lucas, e eu que treinei, mano. Ó, o Lucas, Tiago, Filemon, tudo criado na Now Life, tá, em todas as maiores empresas do marketing direto. O pessoal da Now Life tá lá metido, tem todas as operações. Se pega o time inteiro da Now Life e junta, mano. Aí volta. Dá uma puta operação. É, exatamente. Fica a dica, a gente ia ser bravo, hein pessoal. A gente ia ser bravo. Mas, cara, então assim, uma vez que a oferta ela tá testável, a gente testa. Se ela validar, se aquele versus ele validar, aí sim a gente pode falar: não, essa oferta ela é boa, porque ela deu dinheiro. Então é, eu sempre busco essa parada do testável. Só que pra gente encontrar a VSL que ela é boa, a gente tem que ter muitas VSLs testáveis. E por isso que eu adorei o termo que tu falou, cara: constância, velho. Eu achei muito correto isso. Daí, e daí é o seguinte. Eu queria te perguntar como tu tava nessa época aqui, tá, que tu tava vendendo teu e-book ali do truque do gelo, que tu vendia aqui no Brasil, traduziu, vendeu Latam. E, pessoal, é assim que acontece, tá. É assim que tu estoura. E tu vai aí pros sete dígitos por mês. Daqui a pouco a gente vai falar dos oito dígitos e dos múltiplos oito dígitos por mês, tá. Porque é o Rubens aqui, não tá de brincadeira. Então, vai entrar nessa parte aqui também. Mas, cara, o que que tu implementou nessa fase aqui pra te dar essa constância? Porque eu acho que antes de tu chegar nos oito dígitos por mês, eu acho que antes disso tu teve que criar essa constância em primeiro lugar. Eu não sei se tá correto isso, tá correto? Tu criou essa constância dos múltiplos sete, ou tu fez alguma coisa maluca, que cara, tu foi direto pra oito? É isso. É, essa acho que é a segunda graça do mercado assim. É muito. Esses dias mesmo, eu tava conversando lá com o gerente de projetos e ele falou: cara, a gente tem que fazer o plano estratégico ali de faturamento. Falei: cara, assim, mas não adianta. Porque é uma oferta. Ela faz um número que a gente não imagina. Então eu não acredito que cê consegue construindo com os tijolos. É, de fato, cara, é loteria. Na minha cabeça, acho que cê tem que ter constância nas ofertas, que uma que você acerta, ela vai te dar o último faturamento. Óbvio. É como se tu puxasse um negocinho na máquina de cassino lá. Ou não cai nada. Ou cai. Mas cada oferta que tu faz, tu puxa um pouquinho. Exato, entendeu. Exatamente. E aí, se tu puxar dez vezes, cara, em uma hora ali vai dar um negócio. E hoje, assim, apesar de ser loteria, e eu concordo, tá, tu tem uma taxa de assertividade hoje. Tu, isso é calculável. Sim. Exato, exato. Se tu pegar na tua operação hoje, a gente falou, posso falar quantas VSLs tu produz por mês. Sim, pode. Pode, vou comentar disso também, tá. Hoje tu produz aí de dez a doze VSLs por mês, né. Exato. Tu tem uma taxa de validação. Talvez seja dez por cento, talvez seja cinco por cento, talvez vinte, eu não sei quanto é que é. Mas é uma loteria controlada. Controlada. Exato, é controlada a partir do volume. Exatamente. Então, por exemplo, assim, depois dessa fase, a próxima escala veio já com os números muito, muito maiores. Então, não chegou a construir estruturas que te dão constância? Então aqui nessa fase, então é, aí assim, tem acho que a gente vive pela próxima grande oferta. Mas nesse volume de puxar, uma hora cai mil moedinha, uma hora cai trinta. Então essas pequenas ofertas também ela vai sustentando a operação até você achar esse bom maior, óbvio. Mas essa descarta completamente. E a gente criou critérios pra isso. Então a gente tem números muito, muito práticos ali de quantidade de material a testar, dias pra gente de fato saber a hora de parar como oferta. Mas é isso, nesse volume a gente consegue ter, sempre acerta alguma coisinha que vai segurando a operação até o próximo estouro. Então, acho que essa constância ela vem na construção até a gente acertar a próxima loteria, vamos assim. Mas também essas pequenas quinas da vida ali que a gente vai acertando também vai sustentando a operação, se pagando, até o movimento acontecer. Porque de fato assim é, mercado é cíclico. A gente tem dia que tá: é boi, velha. Tô rico. Tô pobre, né. Assim, não sei se, tô rico, tô pobre. Assim, não sei se todo mundo assume. Mas a operação tem seus dias de glória, seus dias de luta. Seus dias de glória, dia de luta, não. O pessoal que não assume quer vender coisa pro topo de funil. Exato. Essa é a verdade. Pessoal, a verdade nua e crua, pessoal, aqui no podcast do VTurb. Essa é a realidade do pessoal que roda oferta, nada mais do que isso. Exato. Então não tem, é impossível assim, pelo menos até onde eu cheguei, é impossível cê tá sempre com uma oferta válida escalando muito e dando resultado. Então acho que é essa, essa é essa administração da emoção, ela é importante. Porque de fato é isso. Assim, cê vai viver pela próxima oferta. Mas então, pelo que eu entendi da tua resposta nesse momento aqui, tá, que ele estava ali nos múltiplos sete por mês, escalando lá, Latam e Brasil também. Pelo que eu entendi, tu ainda não tinha profissionalizado a tua operação pra te dar constância. Não, ainda não. E o que que aconteceu depois, então, pra tu chegar, digamos, nos oito dígitos por mês? Qual que foi o próximo pulo? Ou só foi uma outra oferta que tu acertou, e curiosamente tu puxou a maquininha, em vez de cair mil fichas, caiu sei lá, dez mil? Não foi. Aí acho que, como que eu falei, a gente começou a rodar como afiliado em dezembro de vinte e três. Em janeiro e fevereiro, eu comecei a entender que dava pra ser produtor. Tu quer dizer, afiliado nos Estados Unidos? Nos Estados Unidos. Ah, tá. Então no caso aqui o que aconteceu foi: tu tava rodando PLR, múltiplo sete, teve a queda, tu viu o mercado indo pra lá, e tu falou: cara, eu vou também. Exato. E aí tu resolveu se tornar afiliado lá nos Estados Unidos. Lá nos Estados Unidos. Entendi, tá. E aí lá foi que eu falei: novembro a gente penou. Em dezembro, se eu não me engano, acho que foi dia vinte e três, vinte e quatro de dezembro, que a gente conseguiu. Vinte e quatro foi por aí. Foi uma, foi muito perto da noite de Natal. Que acertou? Exato. Que acertou a oferta e começou a vender muito, como afiliado. Como afiliado. Era um CPA de cento e vinte, e a gente com ROI de dois, rodando no Facebook assim. Saudades. Dois mil e vinte e três. E aí foi onde a gente voltou pro game de novo. Então, acho que assim, esse ponto que cê trouxe, é, acho que a agilidade na tomada de decisão ela ajuda muito pra você não ficar muito tempo na baixa. Então, assim, acertamos ofertas, extraímos o máximo que a gente pôde, começou a cair, agimos rápido, e corremos atrás ali do novo, de achar o novo caminho. E então, rodamos já em dezembro, finalzinho, janeiro, fevereiro. Aí em fevereiro eu comecei a, a gente rodava na DigiStore na época como afiliado, comecei a conversar com o gerente, fazer amizade com a galera. E aí eu entendi que dava pra ser produtor. E eu pensei: pô, se a gente rodando como afiliado, com CPA de cento e vinte, tá dando um puta resultado, se a gente virar produtor, vou praticamente duplicar esse resultado. Então comecei lá nas minhas excessos, minhas matemáticas, eu falei: dá certo. Se convenceu ali pela planilha. Pela planilha, que aceita tudo. E eu sou, eu adoro uma planilha. Eu comecei a calcular assim, e pra mim foi tipo, fazia sentido. Porque como eu vim da logística, então eu nem sabia que tinha os Achipo Offer, que tinha a iGlobe, essas que já executavam tudo. Só que eu tinha o background de logística, eu falei: então, cara, se precisar entregar produto, eu sei o que fazer. E aí comecei a correr atrás. Mas, mas, por curiosidade, tá, qual o nível de faturamento que tu atingiu sendo afiliado? É, em janeiro a gente bateu umas três milhas de dólar. Caralho, velho! Então, assim, deixa eu ver se eu entendi. O mesmo potencial técnico, tá, a mesma estrutura empresarial que tu tinha, que faturava duas milhas, três milhas Latam e Brasil de reais, tu foi faturar duas milhas, três milhas de dólar nos Estados Unidos. Então, não foi uma troca, não foi uma evolução empresarial necessariamente. Tu só evoluiu o teu mercado. Mercado. É, multipliquei por cinco, no dólar, né. É que a gente rodava o ticket de vinte e sete no info, e começou a ter um CPA de cento e vinte, cento e trinta ali depois. Então, basicamente foi só uma multiplicação de moeda mesmo. E aplicando a estratégia, né. Mas tu rodava daí com o VSL do produtor, ou tu fez o teu VSL? Produtor, e fazia ajustes ali na Lid, né. Fazia teste de Lid na época. E, cara, essa operação aí, tá, que tu fazia isso daí, ainda funciona hoje? Ou tu acredita que não? Não mais com cento e vinte de CPA, porque acho que o tráfego encareceu e mais gente tá fazendo. Mas, cara, funciona. Ainda tem os afiliados gigante aí, escalando absurdo, com só sendo afiliado. Então, fazem ali. Ou eles tem a operação de trocar ali. Ou a gente pode ver como, hoje a gente tem bastante afiliados rodando, a gente manda material pros afiliados também. Então, dá, ainda funciona. Como que é esse processo, cara? O que que tu fazia como afiliado que dava certo, e que hoje os teus afiliados eles fazem? Pelo que eu tô entendendo, Rubens, o que tu fazia era simplesmente pegar a mensagem, o VSL que o produtor te deu, e tu alterava os pontos centrais do VSL que mais importam, que provavelmente vai ser o começo. Então, a lide do VSL, a microlide, headline, o auto play, e o fundo do vídeo. Exato. E acho que a página também, a gente fazia bastante teste de página. Então, a gente testava coisas sem necessariamente mexer na oferta. Até porque, a gente nem sabia que se mexesse na oferta inteira, funcionava. Porque, sei lá, a gente imaginava que as copies gringas eram intocáveis e deuses. Deuses. E quem seríamos nós pra alterar. E na Lid a gente dava aquela pegadinha mais brasileira na coisa. Então, funciona ainda porque a gente tá impactando pessoas. Então, é o que você falou: tem pessoas que vai se identificar com pé de galinha, tem pessoa que vai se identificar com pescoço de tartaruga, tem outro que. Então, aí, quando você começa. Decorou, hein. É, né. E o outro era chinês, né. Bigode chinês. Bigode chinês. Então, as pessoas vão se identificar umas mais, outras menos. Eles iam muito mais na linha, sei lá, do bigode chinês. E o brasileiro aí, na criatividade, ia pro pescoço de tartaruga. Então, acho que isso que deu um refresh ali no mercado, e a gente ganhou bastante espaço com isso. Então, foi de fato uma mudança ali, uma adaptação. E hoje funciona porque, se você pega. Então, assim, o afiliado hoje tem uma tarefa muito menor, que é rodar tráfego, né, no sentido assim. Mas é menos escopo de tarefa. Ele vai rodar tráfego e pensar alguma coisa. Os que tem operação de copy, como impactar o cliente de forma diferente, uma mensagem diferente, seja pelo anúncio, seja pelo, pela microlide, pela lide. Sim. E pra ti, valeu muito a pena ter feito esse movimento, né? Porque eu estava com um ROI de dois. Valeu demais, cara. Hoje em dia, tá, dois mil e vinte e seis, se uma pessoa faz esse movimento. Eu não sei se tu tá familiarizado com o mercado Brasil barra Latam. Mas a gente sabe que as margens lá fora são menores. Então, pô, tem horas que tu fatura lá dez milhões por mês. Um cara ruim ali, talvez sobre só quinhentos mil no bolso. Um cara ruim. Um cara médio, talvez sobre um milhão, um milhão e duzentos. Um cara bom, vai sobrar ali um milhão e quinhentos, um e oitocentos, que seria de quinze a dezoito por cento de margem. Esse os melhores, tá. Eu não conheço gente com mais de vinte por cento. Pelo menos o pessoal não me fala, tá. Que tem. Acho que hoje em dia não. Ninguém mais assim. Já é difícil. É difícil. Acho que até ano passado, o começo do ano passado, sim. Esse ano já não. Existem casos que vale a pena escalar infoproduto no Brasil ainda? Então, dependendo da margem, sim. Eu honestamente tô bem por fora. Acho que aí virei, virei uma chave totalmente pra esse mercado. Mas de novo, acho que a minha leitura disso é: como todo mundo virou o canhão pros Estados Unidos, abriu margem também do Brasil, Latam, vão vão limpando um pouco. Então, dado o período que a gente ficou meio fora do mercado brasileiro lançando info, talvez deu uma renovada no público. E agora é um bom momento também de explorar isso, porque já deu essa renovada, já deu essa limpada. A galera já tá, esqueceu um pouquinho que viu, esqueceu um pouquinho que caiu. Então, acho que provavelmente deve tá funcionando bem. É, pior que eu não tô vendo muito, não. Eu vejo muito expert no Brasil. Como eu te falei lá no almoço, essa galera aí que tá com expert no Brasil. Mas é outro business, tem back-end, é outro rolê, sabe. A pessoa não vai ser necessariamente afiliado de alguém. Tu tem que ter ou teu negócio, fazer a parada. É que eu falei, eu tô bem mergulhado ali na operação dos Estados Unidos. Se tá funcionando, deduziria que seja isso. Mas expert sempre dá uma credibilidade maior, né, porque a gente vende pra ninguém, quer dizer pra ninguém não. A gente é ninguém vendendo pra alguém, né. Porque não tem uma cara, não tem uma validade de algum expert associado. Então. Mas, cara, só com essa mudança tu conseguiu ir pros oito dígitos? Uma mudança de mercado? De mercado. Tu tentou fazer essa mudança. É, aliás, não só de mercado, né. Mercado e produto. Porque antes tu vendia info, e tu foi vender, tu vendia, caralho mano, tu vende a inflação e tu foi pra nutra nos Estados Unidos, porra. Saí da série B pra Champions League, tá ligado. Virar uma chave de uma vez. O quando que tu acha que as pessoas devem tá preparadas pra, aliás, hoje em dia, tá, eu acho que essa parada aí que tu tá fazendo, eu acho que realmente é a Champions League em termos de faturamento. Sim. Faturamento. É, em termos de lucro, eu não sei cem por cento, tá. Eu tô vendo essa oportunidade dos experts no Brasil ser um pouco superior. Mas é muito mais restrito. Porque, cara, existem pouquíssimos experts que vale a pena tu lançar, sabe, pra tu faturar, pra tu lucrar mais do que vocês lucram, tá. Porque lucrar, pessoal, se o teu negócio é fazer dinheiro, cara, ambos funcionam. Só que eu vejo mais pessoas ganhando dinheiro fazendo o que tu faz. Porque os experts bons eles são limitados. Sim. Mas assumindo, tá, que o cara ele quer ir lá pra fora, começar a rodar o tráfego dele ali, o quanto de experiência, o quanto de caixa que tu recomenda que ele tenha pra ele começar? Lá fora, com nutra, sendo afiliado? É, cara, uma graninha boa assim. Hoje, por exemplo, quando a gente vai testar uma oferta, a gente limita ali mais ou menos o gasto em torno de quatro, cinco mil dólares. Caralho! Pra rodar. Porque a gente testa, a gente tem a esteirinha. Então, a gente testa até de cinquenta a oitenta criativos pra validar oferta. Então, a gente gasta ali três, quatro, cinco mil dólares com três, quatro dias rodando oferta. Então, se for criar uma oferta do zero, pelo menos uns quatro, cinco mil dólares. Hoje, óbvio que tem os produtores que dão as VSLs, isso otimiza bastante. Já você já corta um pouco esse caminho. E, teoricamente, se cinco mil voltam. Mas eu diria que pelo menos ali, acho que uns três a cinco mil dólares é o mínimo ali pra pisar na areia, sabe, pra começar. Ah, mas não é tão, não é tanto assim. Achei que ia ser bem mais, na verdade. Isso como afiliado, né. É, tendo material ali, pô, cê recebe material validado, uma orientação pra um criativo, alguma coisa. É um primeiro teste que vai funcionar. Se for começar do zero, escrever como a gente fazia antigamente, escrever oferta do zero, aprender aí, putz, aí vai muito mais, né. É, sem dúvida. Entendi. Saquei, cara. E aí tu fez as contas de como que tu ia ser produtor, né. E aí tu teve essa experiência como produtor. É, aí comecei a cavucar, achar os fornecedores. Porque na época ainda ninguém, se não era famoso, falar de ser produtor. E aí a gente criou o primeiro produto. Acho que foi março ou abril, mais ou menos, de vinte e quatro. E aí, basicamente assim, materiais que a gente tava rodando só virou, e aí deu outro, um outro estouro, e aí é, outros aprendizados também. Pô, porque é gerenciar fornecedor, se entregou, se não entregou, pagar as faturas. Porque também tem um custo ali dos produtos. Mas a conta fechou bem assim. Aí foi que deu uma constância muito boa pra operação, porque aumentou a margem. Então, teve época assim que depois começou a rodar Google e YouTube, dava ROI de dois e meio, dois ponto seis no mês inteiro assim, fechando o mês. Coisa boa. Com ROI de dois, dois e tralálá. Então, deu um. Além de manter a constância do faturamento, porque também ele não sinceramente duplicou. A gente ficou ali, sei lá, acho que três milhões mais ou menos nessa faixa, mas com mais dólares, de dólares. Ficou um tempo ali escalando bem. E cara, ficou bastante tempo assim. Porque depois aí chegou a galera, né. Então, acho que até o meio do ano de vinte e quatro não tinha muita gente ainda rodando Latam com nutra nos Estados Unidos, né. Então, a gente aproveitou essa temporada ali, aquele estouro de ED, né, que vendeu muito. Tu ficou alguns meses nessa faixa aí dos dois a três milhões de dólares por mês? Eu creio que sim. Foi por aí. E de novo, a única mudança que tu fez foi o mercado e produto. Exato. Tu não tinha profissionalizado ainda tua empresa. É, aí a gente já tinha, já fazia mais testes de oferta. Então, a gente, de novo, tudo vai aprendendo um pouquinho. Então, quando a primeira oferta morreu, a gente falou: cara, tem que ter teste constante de oferta. Então, a gente começou constantemente testar. Naquela época ainda era isso que eu falei, testar lide, testar alguma outra coisa. Então, a gente não ainda. Começou a escrever as primeiras VSLs, acho que já como produtor, vai em abril mais ou menos. Aí a gente começou, viu que dava pra escrever, e a gente começou a produzir as nossas ofertas. Então, sim, a gente já criou a esteira ali de oferta. Não tão, acho que tão amadurecido como eu tenho hoje pra minha operação. Mas a gente tinha essa constância ali de sempre tá testando algum material novo. O bom é que naquela época, ED, por exemplo, se acertava muito, né. Assim, é muito difícil errar uma oferta de ED. Ela tinha que ser muito ruim pra não empatar pelo menos, né. Então a assertividade era muito boa. Então a gente sempre foi renovando bastante a oferta nas esteiras. Só um minuto. Legal, que tu vai falando, vou escrevendo aqui, entendeu. Pra eu perguntar depois. Tem pergunta, tem coisa que tu falou lá antes que eu já anotei aqui, que o pessoal de casa vai até brigar comigo, porque era pra eu já ter perguntado na hora, entendeu. Só que daí eu não quero te interromper. Às vezes eu interrompo, né, mas nem sempre. Fica à vontade. Saquei, cara. É, quais foram esses sistemas que tu foi criando pra sustentar essa tua operação aí de dois, três milhões de dólares por mês? Tu falou que um deles é o sistema de criar oferta, né, de criar VSL. Hoje assim, já mais ou menos comentando como tá a maturidade hoje das esteiras. Como o meu background era de fábrica, então eu sempre entendi que uma VSL é matéria prima. É uma ideia, um sei lá, pode chamar de Big Idea ou mecanismo, alguma, mais uma ideia, um conceito. Cê bota ela numa esteira. Então, vira um texto. Do texto, vira um vídeo. O vídeo, vira um tráfego. Então, sempre entendi que ele tinha que fazer esse caminho. E aí, o que que a gente criou? Tipo, o copywriter ele tem que escrever. Então, ele acaba a um, começa a escrever a dois, acabou de escrever a dois, a um o editor já tá esperando pra editar. Então, isso é uma coisa até que eu acho, é legal pros copywriters que gostam de ver material na rua. Porque eu vejo muitas vezes que acontece: o cara escreve, ele não tem editor pra editar. Aí daqui duas semanas vai botar pro editor, ou uma semana vai pôr pro editor. E aí já passou o time da oferta, e perdeu a graça e morreu o assunto. Então, a gente criou essa metodologia de a gente vai de sprint, né. Cada, eu chamo, vou chamando de sprint. Então, sprint um, sprint dois, sprint três. O cara acabou de escrever, o editor já tá preparado pra editar. Acabou de editar, o tráfego já tá preparado pra rodar. E aí a gente tem no meio do caminho os criativos. Então, o que que a gente fez? A gente, eu chamo de pack de oferta. Então, o pack de oferta é uma VSL, duas lides, e cinquenta EDs. Cinquenta. É, vinte e cinco mais vinte e cinco, duas remessas de vinte e cinco. Por que? Estatística. Por lide, por VSL, por pack. Pera aí, mas tu, isso, daí a gente tá falando de validação né, da validação. Na validação. Então, tu vai fazer uma VSL que vai ter duas lides. Então, na prática, são dois arquivos de vídeo. E tem. São três, né. Porque é uma VSL completa e mais duas lides pra gente testar três. Ah, tá, entendi. Então, são três arquivos de vídeo. Isso. E daí cinquenta anúncios. Exato. Duas remessas de edições, vinte e cinco mais vinte e cinco. Mas no caso, esses vinte e cinco anúncios, eles enviam pras três lides. Exato. A gente divide. E depois tu faz mais vinte e cinco anúncios. Exato. Porque assim, estatística, a gente percebeu que todas as ofertas que a gente validou não passaram muito de cinquenta anúncios. Então, ou tipo, se nos cinquenta EDs não deu nenhum resultado, não vendeu, não deu ROI, a oferta tá morta. Então, a gente aprendeu a desapegar completamente da oferta. Sobe e roda. Se vê ali, pô, empatou, aí a gente testa mais uma remessa, depois de doze anúncios ali, pra gente ir sentindo, ver se ela vive mesmo ou se ela já foi. Isso é o teu processo de validação hoje. Exato. Que ele foi, assim, meio parecido com isso. Só que a gente foi encaixando, eu fui encaixando estatística nisso. E antes, sei lá, chegamos a testar oitenta anúncios. Teve uma oferta que era de próstata, que a gente tipo gastou, chegou um dia que a gente ficava assim: ela tá, ia não ia, ia não ia, ia não ia. A gente acreditando nela, confiando que uma hora ela ia virar. A gente testou mais de cem anúncios. E quando eu fui olhar, cara, tinha gastado cem mil dólares e vendido cem mil dólares. Sabe assim, quando cê pega pra olhar a oferta, que cê fica nessa expectativa, nesse carinho pela oferta que vai e não vai. Eu sei exatamente como é isso. E aí é frustrante. Exato. Aí, até com o Zé. E essa é a oferta mais custosa. Até sim, sabe porque? Energia, tempo. Exatamente. E dinheiro. Mas principalmente tempo, cara. Exato. Porque esse tempo aí, aí fica lá otimizando e faz anúncio, o que não, isso aqui, eu vou virar, eu vou virar. Mas não vira, velho. Não vira a porra da oferta. É, de novo, é Las Vegas. E aí cê fica assim: falta só mais um, eu vou ganhar. Não, agora vai dar certo, porque tá vendendo. E aí, então, a gente foi amadurecendo isso no caminho. Mas o processo sempre foi o mesmo assim. O cara tem que escrever a oferta, tem que ser editada rápido, tem que ser jogada pra campo pra testar. Então, hoje a gente vai criando essas estatísticas pra teste. Então, a gente faz isso hoje na operação. Hoje a operação, a gente tem três squads. Só com o Zé na operação, que eu tô com o Zé hoje na Tiger. A gente tem três squads por nível. Tiger Offers. Nome top, hein, mano. E Tiger off, Tiger. E aí, a gente, eu tenho uma, eu tenho não, não tem não, né. Mas eu tinha, eu ia criar uma empresa, que eu ia sair da Now Life uma época, né, que eu tava meio mal lá com meu antigo sócio lá. E daí eu falei: cara, eu vou sair da empresa e tal. Daí eu cheguei a criar o nome de uma outra empresa, e eu ia chamar ela de PSD Offers, que é pobre, smart. Tá ligado? Pobre, esperto, e deseja ficar rico, deseja ficar rico. Que aquela parada do Jorge Palmeira. Sim, sim. Alguém cria essa empresa aí, pessoal. PSD Offers. Uma boa pedida. Só que é, bem engraçado, né. Exatamente. E então é isso. Aí, a gente tem hoje três sprints, três squads, e a gente tem essa constância no volume de oferta. Essas squads são squads de produção de oferta. De produção de oferta. Então, tem os copywriters lá dentro de cada uma. E por nicho, né. Porque cê sabe. Assim, eu acredito muito que, de novo, a constância ela gera o resultado. Então, se o cara tá escrevendo três, quatro, cinco ofertas de emagrecimento. E sei lá, na sexta, eu até brinco assim: cara, se você não acertar depois de dois, três meses escrevendo, desiste. Muda de profissão. Porque cê só tá escrevendo constantemente, isso não acerta. Porque tem alguma coisa. Acho que talvez tá tipo, não casa muito com o teu perfil, sabe. Reflita. Porque, porque é isso. Assim, a gente incentiva o cara rotineiramente fazer aquilo n vezes. Então, pô, testou oferta, não validou, entende o que aconteceu, dá uma olhadinha, replica, faz ela melhor, e vai pra frente. Então, acho que esse foi na nossa operação, assim, acho que um dos maiores aprendizados, foi entender. Da mesma forma que a gente tem que respeitar que funciona, a gente tem que respeitar o nosso dinheiro da que não funciona. Caramba, interessante! Então, assim, testou, subiu cinquenta anúncios, cara, não deu, ruim, não vendeu. Mesmo que deu retenção, mesmo que deu checkout, mas não fez venda, cara, bora pra próxima. Porque essa caiu. Já tem outra chegando. Então, sempre tem uma oferta ali pra estacionar e a gente testar. Então, não precisa ficar agarrado a ela. Sabe cara, que interessante. Eu sempre falei pras pessoas pra respeitar a conversão, mas pensando só no lado positivo. Mas dá pra tu pensar disso no lado negativo também. Exato, entendeu. Exato, que interessante, né. Cara, se não converte, respeita que não converte, respeita que tá uma merda. Exato. E é isso. Então, a gente tem lá os parâmetros. Dificilmente a gente gasta mais do que dois, três, quatro mil dólares, e já mata e bora pra próxima. Cara, eu tinha anotado aqui, tá, eu botei aqui: como parar de testar uma oferta? Porque tu falou que tu tinha esses critérios. Pelo que eu tô entendendo, são uma inteligência da tua própria operação. Tu viu o que que funcionava na tua própria operação e tu fez o teu processo com base na taxa de acerto de vocês. Exato. Tu consegue me detalhar o que que vocês usam pra pausar uma oferta? Venda, basicamente. Cara, então assim, por exemplo, a gente assim, sobe os vinte e cinco anúncios. E a média acho que tá uns cem dólares ali no tráfego por ads, né, que a gente deixa. Então, gasta ali uns mil, mil e quinhentos dólar por dia. Pera aí, mas se é vinte e cinco anúncios com cem, vai dar dois mil e quinhentos. É que a gente vai pausando, né. Então, a gente também não deixa pautar à vontade. Então, só que a gente deixa rodando por três dias. E outra, sei lá, a gente faz vinte e cinco, dos vinte e cinco, vale a prova lá no Facebook quinze. Então, a gente roda o que passou. E depois a gente refaz. Então, assim, não necessariamente roda de uma vez os vinte e cinco. Então, por isso, a gente vai monitorando. Mas eu acompanho lá, não passa muito de mil e quinhentos dólares de gasto no tráfego, que a gente pausa e vai pro dia seguinte. E então, basicamente assim, cada remessa de anúncio, a gente roda de dois a três dias. Se no primeiro dia ou no segundo dia, tipo, deu muito ruim, vendeu porra nenhuma, já mata ali, e testa a segunda remessa. Então, basicamente, em seis dias, é o tempo que a gente mais ou menos assim. O que acontece: sete dias pra escrever, sete dias pra editar, e sete dias pra rodar as duas remessas. Mais ou menos dá o ciclo ali de vinte e um dias, né, nesse processo. Então, a gente não deixa esticar muito disso. Já aconteceu milhões de vezes. Sei lá, recente, a gente testou uma oferta com dezoito por cento de retenção, dezesseis por cento, e não tava convertendo. E aí, cara, não converteu, bora pra próxima. Aprende o que funcionou aqui, dá uma lida, e vamo pra próxima. Testa produto, sei lá, faz alguma outra coisa. Mas tipo, basicamente no final do dia, se a gente deixa continuar rodando, se vendeu, cara. Porque a oferta que a gente escalou, escalou com sete e meio por cento de retenção no pit. Então, tudo isso é secundário. No fim, tem que vender, tem que dar ROI. Não tem jeito. E a gente, o Zé pega muito no pé nesse sentido. Que a galera fala: ah, qual que é o hook rate do criativo, qual que é o hook rate do criativo? Foda se deu, não deu ROI. Odeio ROI. Então, os melhores criativos nossos sempre tiveram métricas muito baixas assim de hook rate. Porque cê pega um público mais qualificado. Então, assim, no final é, cara, se não deu ROI, bora pra próxima, não vamo esperar. Entendeu, cara. Eu não sei se é um amadorismo meu, tá, e talvez seja, pessoal, e vou falar isso aqui pra vocês. Mas, pô, eu rodei oferta por muito tempo, cara. Eu rodei muito oferta. Porque, se tu fatura duzentos mil em dólar, tu recebeu certo volume de tráfego que é muito menor do que duzentos mil em reais. Pra tu faturar duzentos mil em real, meu amigo, não tem que suar muito. É muito oferta, bicho. E eu nunca olhei essas paradas. Quem inventou isso aí foram vocês, velho. É a nova geração que veio e falou: hook rate é importante. Falei: uma porra. Essa é porque não. Pra mim, eu uso o ROI. Exato. É, assim, pra mim é assim: se vendeu, tá bom. Se não vendeu, tá ruim. Se vendeu dando dinheiro, tá melhor ainda. E hora pra frente. Não se vendeu dando dinheiro. Se deu dinheiro. Na verdade, assim, tinha três critérios. Número um: não vendeu. Vendeu. E vendeu com ROI. Exatamente. Se ele vendeu, dependendo do ROAS, tipo ah, vendeu com ROAS de um e meio, eu acho, eu consigo jogar isso pra três, pra eu escalar ele cair pra dois, um ponto oito, e escala. Então, se ele vem, se eu joguei a oferta e ela já saiu com três, aí meu amigo, aí eu sei que aí vende o que cê tiver. Como tu falou: a oferta boa nasce boa. Nasce boa. E graças a Deus, já teve algumas, cara. Na real, não foram nem muitas, tá. Acho que eu tive umas, sei lá, umas cinco, seis assim, oferta que de fato era muito grosso assim. Muito grosso. Tipo, sessenta milhões, que pra mim é muito, né, no Brasil. Quarenta milhões. Tipo, trinta e cinco, cinquenta. Teve algumas poucas assim. E várias ofertinhas ali de cinco mil, entendeu. Então, e aí cê vai administrando assim. Mas o Zé pega muito no pé disso assim com a galera. Porque o pessoal pede, porque falaram que é bom analisar a métrica secundária. Cara, não vendeu, próximo. E bora. Não sofre, sabe. Já escreve. Se a gente tem que tá escrevendo a outra, a gente vai rodar assim. Cara, talvez tenha uma utilidade em caráter de otimização a fino, sabe. Tipo, aquelas coisas lá que o pessoal fala: ah, eu vou pegar um hook rate de um anúncio alto e jogar no que tá baixo, porque tá validado, não sei o quê. Eu nunca fiz exatamente isso com base nisso. Eu fazia testes normais. Porque eu sabia que tinha que testar uma variável importante. Mas sempre olhando o ROI. Exato. De novo, são critérios e ajuda. Pelo menos assim que eu acho que na minha cabeça, cê sempre tem que tomar uma decisão com intenção, seja ela melhor ou pior, mas intencionalmente, alguma decisão. E essa é uma decisão. Então, sei lá, eu porque eu acho que tá bonito o criativo, vamo fazer essa máscara. Não, pô, o cara pelo menos fez alguma análise. E eu acho que é ponto positivo. Mas assim, a nível mesmo de material de resultado, é ruim, cara. Tipo, a oferta, pô, beleza, tá dezoito por cento de retenção e não tá vendendo. Tá tudo bem, bora pra próxima. Porque, sei lá, cê segurou o cara, só que cê atraiu gente curiosa no conteúdo que não quer comprar de repente teu nutra. E outra oferta que cê monte vai atrair gente que de fato vai comprar. E tá tudo bem, é menos retenção. Tá tudo bem. Mas é isso. Assim, a gente ficava no começo: pô, mas tá retendo, vamo fazer alguma coisa, vamo fazer sem criativo porque tá dando retenção. Duzentos criativo, porque tá retendo. E aí, toma fumo de cem pau ali. Perdendo tempo, energia, dinheiro. E a oferta é a seguinte, né. É complicado. Mas mudando um pouco de assunto. Cara, o teu vídeo de vendas ele já tá no VTurb? Se não tá, então olha, tu tá perdendo bastante dinheiro. Porque o VTurb ele é o único player de vídeo feito cem por cento pra aumentar a conversão do teu vídeo de vendas. Ou seja, se tu trocar o teu player de vídeo pelo VTurb, o teu vídeo ele vai converter mais, tu vai faturar mais, e no fim do mês tu vai ter muito mais lucro. Que, cara, é o que a gente quer, né. Hoje já são mais de dez mil coisas que usam o VTurb todos os dias. Então assim, eu acho que se tu usar, tu testar também, cara, tu vai também, assim como eles, ganhar mais dinheiro e aumentar tua conversão. E por causa disso, eu tenho um link aqui na descrição onde tu vai ter quatorze dias de graça pra testar o VTurb. E também tem um QR code que tá aparecendo aqui na tela. É só escanear ele pra tu criar tua conta também. Então assim, se tu não tem conta, faça isso. E agora, de volta pro podcast. Cara, pelo que eu entendi, tá, nesse processo aqui de dois, três milhões de, tu foi criando essas estruturas aí, essas esteiras, essa profissionalização da tua empresa. E não só da tua empresa, mas de ti também. Até porque essa era uma outra empresa que tu tinha. Mas basicamente, tu foi entendendo mais esse processo aí de gestão de uma empresa de marketing direto de alta performance. Sim. E pelo que eu entendi, é pelo fato de ter falado, né, que essa gestão da baixa da oferta, tu saber gerir uma oferta, saber escalar, saber, é ter outras ofertas pra quando a tua tiver caindo, essa nova começar a escalar, pra tu manter o teu faturamento ali estável ou crescendo. Pelo que eu entendi, só uma coisa importante nesse nível. Porque, cara, a gente precisa da constância, a gente precisa puxar mais vezes a alavanca pra acertar mais vezes ali na Mega-Sena. E que nem uma Mega-Sena, pessoal, pode ser sei lá uma raspadinha. Exato. Porque acerta e tá tudo bem. É, cê lembra, isso é exatamente. Mas aí, tu falou que um pilar disso é essa esteira de criação de ofertas. E aí, pelo que eu entendi, hoje tu usa squads por nicho. E tu tem o prazo de sete, sete, sete. Então, são sete dias criando a oferta, que eu entendo que é o VSL e criativos, sete dias editando isso daí, ou seja, transformando isso em vídeo e colocando isso daí nas estruturas, na página, no VTurb e tal, enfim. E depois sete dias validando a oferta de fato, ou seja, gastando dinheiro, comprando os dados pra ver o que acontece. Cara, por que que tu usou essa, aliás, me fala um pouco mais sobre esse negócio aí das squads. É um copywriter, um editor e um gestor por squad, ou como é que é? Tem, a gente tem. Na verdade, hoje, na verdade, são, a gente deixou quatro squads. Porque a quarta é só pra anúncio. Então, só que ela, cada gestor, cada copywriter de anúncio abastece uma squad. Então, tem um copywriter de VSL, ou dois. Eu acho que a squad dois tem dois copywriters. E os editores alocados embaixo. Porque assim, também, da mesma forma que eu acredito que o cara que escreve emagrecimento, emagrecimento, emagrecimento, emagrecimento, vai ficar muito bom nisso. Eu acredito também que a comunicação entre o copywriter e o editor ela amadurece o processo. Como assim? Fala um pouco mais sobre isso. Da mesma forma que a gente comentou que a edição foi evoluindo da série. Então, antes era preto e, fundo branco e letra preta, depois cinematográfico, depois atriz. E aí foi evoluindo. E hoje em dia eu percebo que a edição tem um impacto muito grande também no resultado do material. Então, a última grande oferta ali que a gente teve, era um mecanismo que tava validado lá na época do sal rosa. E a gente transformou ele no formato de podcast com uso de IA, muito avançado assim, muito natural pra parada. Então, assim, eu converso muito com as copies lá da operação, que hoje em dia, óbvio que a copy sempre o, a matéria prima da coisa. Mas pra você transformar ela num bom produto, a edição tem feito uma diferença muito grande. Então, o copywriter ele tá muito vinculado no mercado, ele tá entendendo tudo que tá acontecendo, ele faz spy, ele analisa, ele estuda os materiais. Os editores ficam ali no computador editando. Então, eles não tem tanta, não sei, acesso ou não, pelo menos ali no que eu entendo na minha operação. Eles estão de fato em balde, né. E os copywriters tem uma visão um pouco mais outbound do processo. Então, a gente montou até de ter um briefing. Então, o copywriter acabou de escrever, ele desenha um briefing preciso de várias páginas de tudo que ele quer que esteja contemplado na VSL. Então, qual avatar que a gente precisa usar, quais frames a gente tem que pegar, a referência de material que ele identificou. O copywriter que faz isso aí. A gente faz uma reunião presencial, né, online ali. Que o cara sempre explica: ó, imagine isso, pensa nisso. Aí o editor tem a liberdade de falar: cara, se a gente fizesse tal coisa, ou se a gente usasse tal tecnologia, ou o tipo de IA que a gente possa pôr no processo. Isso se dá no relacionamento. Então, pô, no começo o copywriter fica sem graça de repente, ou sei lá, impõe alguma coisa. O editor fica naquela sensação: eu posso questionar, eu posso sugerir alguma coisa, já que eu não sou o copywriter, a oferta não é minha. Então, a gente tende sempre a casar os editores com os copywriters, pra que nesse relacionamento eles se entendam. Então, pô, daqui a pouco na terceira oferta, eu já sei como cê escreve. Então, do jeito que eu, se você me manda, eu já entendo mais ou menos o que você imagina pra edição. Então, por isso que a gente meio que organizou nas squads, tanto pra profissionalizar o cara na escrita, né, naquela rotina de escrever sempre o mesmo nicho ou muito parecido. Então, sei lá, uma squad é emagrecimento e diabetes, que são públicos muito parecidos. A squad um é só nicho masculino, então próstata, TE e ID. E a outra a gente deixou os mais memória, visão, os outros nichos ali pra escrever. E ao mesmo tempo, essa relação entre editor e copywriter, hoje eu sinto que é um belo diferencial na forma de sofisticar a mensagem que vai ser passada na edição. Então, entramos na era do AI, tem muita coisa que dá pra fazer. E tem que ser um cuidado muito grande, porque também não pode exagerar muito no AI, que a galera já se ligou que é AI, né. Os americanos já sabem quando veem: ah, isso é um AI. Então, esse trabalho de comunicação é muito forte. Então, por isso que a gente tem, dentro da equipe, esse time formado pra eles se entenderem e se integrarem mais, né. Entendi, entendi. É, isso daí é uma técnica do pessoal dos supermercados. É, os supermercados eles tem uma rede de supermercado onde eles conseguem poder de compra em volume. Então, ah, o cara vai lá e compra carne, bum, compra, sei lá, trezentas toneladas, porque é pra todos os supermercados. Mas cada supermercado vai ter a sua equipe do seu jeito, com a sua cultura, da sua maneira. Porque daí isso aí gera especialização. Exato. Então, aquele time ali pequenininho ele começa a funcionar muito melhor, ele começa a se conversar, os processos locais começam a otimizar. E isso, daí, é uma coisa que tu tá fazendo também na tua squad. Exato. Então, tu tens esse pequeno time que ele tem essa especialização ali. Eu não sei se tu tens um benefício por ter uma empresa grande, sei lá, no mínimo, tu, tipo, tem uma taxa menor talvez na plataforma, não sei. Mas de qualquer maneira, eu confio cem por cento, sabe, que esse elemento de especialização ele funciona. Porque que tu acha que outras empresas não fazem isso e fazem um modelo de esteira padrão normal, onde não é squad, onde o negócio é linear? E tu já fez o linear? Cara, já no começo, ela não gostou. É, não. Acho que assim, primeiro precisa ter estrutura, né. Então, hoje a Tiger, a gente tá com sessenta, sessenta e cinco pessoas na equipe. Então, tem que ter time pra isso. E eu já testei o outro modelo, mas eu prefiro assim pra gestão mesmo. Assim, eu, se eu fosse desenhar alguma coisa, eu vou fazer tudo muito linear, sabe. Tipo, eu não sou aquele que vai ficar fazendo desenho, dando muita volta. A minha cabeça ela funciona de fato como uma fábrica. Então, eu entendo que cê tem as esteiras, é mais gerenciável. E, pô, sei lá, hoje, antes, eu tava lendo todas as ofertas. Hoje eu já não leio porque, pô, depois da terceira, quarta, eu vi que mais ou menos a galera pegou o jeito. Então, eu já fico mais tranquilo ali. Só que o cara que escreve emagrecimento, amanhã for escrever, sei lá, memória, ele vai ter uma curva de aprendizado. Então, aí me gera mais trabalho de gestão e menos operativo. Então, na minha cabeça funciona muito bem. Eu sei operações que não fazem porque prefere. E acho que também, de novo, cada operação tem a sua cultura, seu jeito, seu, sua maneira de coordenar as coisas. E tá tudo bem. Acho que funcionando, vendendo, é o mais importante. Mas na minha cabeça é isso. A gente consegue encaixar as pessoas nas caixinhas, e fica fácil de entender o que tá acontecendo. Mas de novo, exige estrutura pra você conseguir fazer essa gestão toda, né. Então, entendi. Cara, e que outras esteiras que tu acha que dão pra uma operação de marketing direto essa constância? Que, pô, a gente já definiu aqui que é uma coisa muito importante a gente ter. Tu falou aqui pra mim que hoje tu tens uma esteira de criação de oferta, que tu organiza por squads nos prazos de sete, sete, sete. Sete dias pra criar as comunicações, depois sete pra editar, sete pra testar. Existem outras esteiras que tu tem na tua operação que são importantes também? É, a de criativo. Então, o que eu te falei assim, a gente testa ali vinte e cinco mais vinte e cinco. Uma vez que a oferta tá validada, a gente cria a esteira de anúncio. E aí são de dez a doze anúncios por dia. Então, pra aquela oferta, então, abre-se um braço ali, todos os dias. Aquele copywriter, ou aqueles que a gente vai direcionando, vai escrevendo os anúncios pra aquela oferta. Então, enquanto a gente tá escrevendo os vinte e cinco mais vinte e cinco pras sprints, a gente vai escrevendo dez a doze. Antes era doze, agora a gente diminuiu um pouco. Porque com a Andrômeda tá tendo que ser mais criativo ali, não dá pra modelar tão modelado como a gente fazia antes. E aí tem feito um pouco menos de ED por volume mesmo, pra testar bem feito. E dentro dos EDs também, a gente criou um catálogo, vamos dizer assim. Porque assim, pô, sei lá, vai escrever dez, quero três hooks, um hook com, sei lá, três avatares, x corpos. Um corpo que é modelado, outro que é criado do zero. Então, dentro desses dez, a gente meio que falou: pô, pra gente ter uma variedade. Porque assim, a gente tem que ser muito assertivo no teste. Então, como eu só testo cinquenta anúncios, eu preciso testar todas as variáveis possíveis pra gente não, sei lá, repetir vinte e cinco anúncio muito igual. Por exemplo, bota vinte e cinco anúncios com o mesmo avatar, e a gente sabe que avatares diferentes convertem, faz muita diferença no resultado. Então, a gente pede essa diversidade ali no material. E tem essa cartilhazinha ali pra galera se basear. Óbvio que pode escorregar, não é nada, tipo, se não fizer isso não funciona. Mas a gente dá esse norte pra galera. Então, essa é uma segunda esteira que a gente tem no processo. E hoje a gente tá, enfim, tem olhado bastante ali pra essa parte de otimização, que é uma coisa que a gente não fazia muito. Mas com essas ofertas que a gente vai disponibilizando e tendo, são muitos afiliados que rodam com a gente, tá tendo essas esteirinhas ali também. Pôr de uma microlide nova, de uma lide nova que a gente vai disponibilizar. Então, fica também essa segunda, que eu chamo de uma esteira de otimização, esse outro braço. Acho que essas são as principais do front, né. E agora, de fato, a gente tá reforçando bem o time de back-end. Porque, de novo, acho que é aquela coisa assim, cada etapa do mercado a gente vai amadurecendo um passo. Então, o primeiro passo era: pô, fiz uma oferta. Agora eu aprendi que eu tenho que tá constantemente testando oferta. Aprendi que eu tenho que testar constantemente. Agora eu sei que eu tenho que respeitar a estatística do que converte e do que não converte. Aí, agora, dado o cenário do mercado, o back-end ele tem feito um baita diferencial. Então, sequência de e-mails, aí, por isso que eu tá aberto a posição ali pra customer experience. Porque a gente já colocou o customer suporte, que é responder mesmo e-mail ali, tratar os casos de reembolso que chegam. Mas como é que a gente consegue ser proativo e evitar reembolso? Então, disparar, sei lá, SMS, e-mail, coisas que a gente acalma o cliente, fala: não, tá tudo bem, cê vai receber teu produto, vai ser legal e tal. Então, isso a gente tá implementando agora. Mas é, acho que a maior esteira mesmo que a gente colocou foi exatamente das ofertas, que pra mim é o coração da empresa. Assim, é o, é onde bombeia todo o sangue pras pontas, né. Então, porque também eu penso assim, se a gente põe muito processo, e eu sou um cara de projeto, eu já tentei pôr processo em tudo. Acho que engessa demais também. Aí no fim, vira o controle do controle do controle. Então, acho que também outras partes a gente deixa um pouco mais fluido, sabe. Assim, vai tratando no dia a dia como prioriza, né. Enquanto a esteira de criação de oferta ela é sim mais engessada, mais previsível, as outras esteiras elas agem mais por demanda. Por demanda. É, entendi. Que é isso. Assim, não pode faltar oferta. Pra não faltar oferta, tem que ter. Se tiver oferta convertendo, amigo, todo o resto se resolve. Exato, todo o resto se resolve. Então, isso a gente é, eu sou mais criterioso possível pra não atrasar, cara. Até resolve até o lado do VTurb, velho, porque tu vai ter dinheiro pra me pagar. Exatamente. E sabe que que resolve o lado de quem aqui também? Até o lado do Gabi. Ó, né, Gabi. Até o teu, mano. Agradece o Rubens aqui, tá. Ele tá valendo oferta pra manter o teu emprego, mano, aí. É real, pô. É real. No fim era com o sistema, né. Tu me paga, eu pego um pouco disso, pego pra mim e pego um pouco e dou pro Gabi, né Gabi? Pra tu fazer o quê? Não, tá, boa. E como ele é espertinho. Cara, espertinho. Ele falou perto do botão, pessoal, porque ele fica trocando as câmeras aqui. Ó, tá vendo lá. Ó ali, ó coloca no Rubens. Agora vai, toma. Não, no Rubens. Ó lá, ó, tu, ó, minha mão aqui. Mas eu ia falar que tu pega o dinheiro pra jogar Rainbow Six. Ô, maluco! Mas pode ser, apertar o botãozinho, também pode ser. É uma etapa antes, viu, Gabi. Então ó, mano, nunca mais fala mal dos cara que roda oferta, hein. Fica ligado, que depois eu vou baixar essa porra desse VTurb Six. Aí vou te dar um pau, tá. Vai ser difícil. Não, é vai. Vai, não. Também, o moleque tem dezoito anos, deve ser pouco viciado nisso aí. Deve ser pouco, porra. Tá louco. Cê não tá jogando ali, né? Eu não. É você ali agora, né? Acho que não. Se tiver, credo. Entendi, cara. Não, de fato, é a esteira de criação de oferta lá pra ser a principal. É, cara. Eu quero te perguntar uma coisa. O que que tu acha que as pessoas elas devem esperar de resultado, de performance, em uma boa esteira de oferta? Por exemplo, tu soltou cem versões, quantos que tu acha que vão ser muito bons, quantos que tu acha que vão ser médios, quanto que tu acha que vai ser uma desgraça, tu vai, tu não vai vender? Eu sei que tu tá falando da tua operação. Mas, cara, a tua operação é foda, teu tipo tem muito resultado. O que que tu acha que o mercado pode ver sobre isso? Eu não sei se tu quer revelar esses números. Tá, cara, eu vou perguntar. Não, claro, no momento, se eu perguntar alguma coisa que tu não quer falar, daí tu fala. Mas aqui a gente tá com Segredo da Escala, eu quero saber os segredos, velho. Por isso que é. Assim, a gente sempre trabalha com a meta de pelo menos vinte por cento acertar pra muito bom. Então, vamos dizer assim, vinte por cento. ROI de quanto? Vamo lá. Que assim, o mercado também ele vai ter nos seus momentos, né. Então assim, hoje a gente sabe que acertar um ROI tá mais difícil. Então, mas assim, isso é outra coisa que a gente pega muito também. No mínimo, operação interna, a gente rodando tráfego interno, pelo menos, pelo menos, é de um ponto quatro a um ponto seis de ROI pra dar lucro no final do dia. Porque isso que cê fala assim de faturamento, ele é bonito, mas não enche barriga de ninguém. Então, a gente tá sempre preocupado ali em garantir o caixa, garantir o sal da empresa. Então, EDs que são lixo, lixo, a barriga das plataformas de pagamento, mano. Exato. É porque no fim, cê só gira, cê só alimenta o ecossistema e você fica assistindo, né. Então, nichos como ED, por exemplo, que o reembolso é menor, então um ponto quatro, a gente aguenta e sustenta isso. Outros nichos e aí, que o reembolso. Mas na validação, porque quando tu escalar isso vai cair, né. Porque assim, normalmente dá mais, só que os bons EDs, né. Então, se, ó, subo vinte e cinco, vai vender cinco, esse cinco dá ROI três, e os outros comem o ROI. Então, na média assim, flutua. Mas a gente tá testando muita coisa. Então, não varia muito ali. Ela vai dar um ponto oito e depois desce. Mas no geral, acho que quando a fine e o ED responde, ou tende até melhorar, ou mantém mais ou menos. Mas é sempre isso: cê pega cinco EDs que dá três de ROI, e o resto come o ROI. Meio que avança e a gente vai limando e deixando os bons. É, então esse é mais ou menos o critério. Pra gente, como eu tenho uma operação grande, então a gente considera uma oferta validada pelo menos trezentos mil dólar no mês. Então, enquanto ela não bater trezentos mil dólar ali naquele período do mês, pra mim ela nem tá validada. Porque, sei lá, tira um troquinho ali. Mas não, a gente tem que, caralho, velho! É que assim, onde chegamos, né, pessoal. Não, é que assim, é tipo, a gente perde a noção de número, caralho. Só que eu tenho, a gente tem uma operação de sessenta pessoas. Imagina o Rubens lá da Vivo, cara, se tu, se ele escuta o Rubens do futuro falar isso, é maluco. É inacreditável. É inacreditável. Mas é isso. Porque quando a gente tem uma operação muito grande, é muita gente, tem muito custo. Então, não adianta a gente escalar fofo assim, não adianta querer rodar pouca coisa. Porque senão, não compensa pela estrutura. É, a primeira vez que eu escutei isso foi, foi curiosamente, foi a Sara que falou isso aí no podcast, no podcast de YouTube com o Denis, velho. Que a Sara falou assim: não, porque eu chego aqui, eu coloco a campanha que é mil, e no próximo dia já é dez mil e não sei o quê. Aí o Denis: ah, não, mano, eu aumento de vinte por cento cada dia. Da Sara: pô, para de escalar fofo aí, ó. Vira homem, porra, vira homem. E é, então assim, pra gente não compensa assim fazer pouco pela estrutura que a gente tem. Então, pô, sei lá, acho que no mínimo, no mínimo, teria que fazer uns setecentos mil dólares por mês pra pagar a operação com todos os custos, com todos os que a gente, pra ter uma operação saudável. Então, a gente já tem esse alinhamento que pelo menos a partir de trezentos, a gente entende que é uma oferta boa. Aí vai vender aí assim, a muito boa, aí não tem limite, né. Vai quanto a gente consegue escalar. Mas eu digo assim, acho que no mínimo, hoje em dia, com a sofisticação que tá, com tudo que a gente tá vendo, de quinze a vinte por cento, eu já considero um número bom, muito bom assim, de acerto. E essas ofertas assim, disruptivas, eu diria uns cinco por cento. Eu não consigo passar muito disso, não. E a grande maioria vai pro Lima, né. Então, por isso que é volume. Então, a gente joga muito no volume pra que vai cair na graça, né. Ofertas disruptivas, o que que é uma oferta disruptiva? Seria uma oferta que sai com um ROAS de quatro assim? O que que tu acha que é? É aquela, aquela que cê já sobe, aquela braba. É, a última, nossa, cara, já, puta, já deu muito bom assim. Sei lá, já subiu vinte e cinco anúncios, dez venderam com muito ROI assim. Já nasceu explodida assim. Só no dia seguinte já tá com orçamento e escalou. Não precisa nem otimizar. Já nasceu otimizada. Já nasceu otimizada. E mandamos ver. Cara, absurdo assim. Já literalmente de um dia pro outro ela já tinha dado um puta resultado. Tu consegue, aliás, tu já conseguiu transformar uma oferta boa numa oferta disruptiva através de otimização? Não, não conseguiu, né. Eu também não. Sabia, nunca. Por isso que assim, eu vejo que a galera fala muito disso. Mas a minha experiência, eu também, eu nunca consegui. Tá, eu rodei muita oferta. Eu nunca consegui fazer uma oferta boa virar disruptiva. Eu já consegui fazer uma oferta boa virar bem boa assim, sabe, testando o Lid. Mas as ofertas que vende mesmo, cara, que tipo assim, oitenta, vinte. Tá parada. A minha, a minha primeira oferta que eu escrevi disruptiva foi o Renova Trinta e Um. Eu lembro que eu investi seis mil reais um dia e vendi cem, cara, aqui no Brasil. E às vezes o pessoal fala: nossa, que top. Nossa, mano, eu fico pensando por que que eu não investi mais, velho. Exato. Porque eu tinha, eu tinha medo. Eu botava a conta ali, e também não tinha dinheiro, né, pra investir. Mas eu botava ali, eu lembro que eu tinha um conjunto com dois mil, daí eu dupliquei duas vezes, né. Aliás, dupliquei uma vez, depois dupliquei de novo, foi pra seis. E daí eu cruzei os dedo e falei: mano, por favor, não rejeita e não cai. Não rejeita e não cai. Não cai, só vai os dedinho assim, pessoal. Aí, fechei o computador, mano. Não, falei: não vou nem entrar no Facebook. Facebook nem pode ver que eu entrei, que eu entrei. Se eu entrar, se eu logar na plataforma, vai dar merda. E daí eu deixava assim, cara. É, e vendia. Bizarro. É, normalmente é isso. Então, essas últimas assim, que deu esse estouro, foi, assim, cê sente, cê fala: cara, já tá fluída. E aí, cê só taca orçamento. E assim, tem oferta que cê precisa testar várias contas no Facebook pra ver se alguma pinga bem ou como vai. Então, é mais nesse sentido. Quando a gente vê que a oferta boa, já manda ver. Meia bomba ali, a gente tenta salvar com mais anúncio, porque anúncio faz muita diferença também. Então, a gente aí entra nessa esteira de teste de anúncio. Mas se não, é próxima. Eu já tenho mais duas chegando na fila aí, né. Cara, entendi. Mais ou menos a taxa de validação, tá. E assim, essa esteira que tu começou a desenvolver melhor lá na época que tu tava ali sendo afiliado tal, hoje em dia, né, eu acredito que ela é mais profissional. Eu queria saber o seguinte: quais foram as coisas que tu acha que foram as mais críticas, as mais importantes, que tu aplicou nessa esteira ao longo dos anos, que fez com que ela melhorasse? Eu não sei se tem alguma coisa que talvez, sei lá, lubrificou a velocidade de produção, ou tu adicionou alguma etapa aqui crítica, alguma etapa de revisão, alguma coisa. Porque assim, eu tô entendendo, tá, não sei se tá certo, eu tô entendendo que essa esteira foi evoluindo ao longo do tempo. Sim, sim. E que provavelmente tu pegou ela de um jeito ali na tua cabeça, que era o jeito um. Mas depois foi pro nível dois, depois nível três. Hoje tá no nível dez, sei lá. Sim. O que que tu acha que foram essas otimizações da esteira que tu criou ao longo do tempo aí nessa tua jornada aí pros quatrocentos milhões? Cara, eu acho que o primeiro: disciplina. Então, a galera entender a importância de cumprir prazo. É principalmente os copies. Meus queridos copies, nossos queridos copies. Assim, tem essa indisciplina ali tipo de prazo. Então, a gente pega muito no pé. Eu cobro muito. Eu falo: cara, assim, se você atender o prazo, tudo que cê escrever vai pra rua. Então, a gente tipo, na Tiger, tudo, cara, tudo que as copies escreve, a gente bota pra teste. E então, acho que a disciplina ali de cumprir o cronograma, de saber que é importante ele entregar a oferta no prazo. Porque essa oferta já tem alguém esperando pra editar e correr o máximo pra pôr na rua. Ah, e um segundo ponto, acho que mudou muito, foi esse briefing que a gente fazia. Porque assim, o copy imaginava uma coisa, o editor não entendia essa coisa, porque não era claro, não era bem dito. E quando chegava oferta pronta pra revisar, dava muito trabalho. Então, passava ali um, dois dias ajustando. AI, mas eu pensei em tal coisa. Então é, é criar esse elo de comunicação entre o copywriter e o editor. Acho que foi um ponto chave bem importante pra gente. Assim, pra dar mais velocidade, mais acuracidade no que a gente tá produzindo. Acho que esse foi um ponto bem importante assim. Sabe, um documento mesmo. O cara vai lá, prende, dá um trabalho da porra assim, um dia só pra isso. Preenche o documento, faz a reunião com o editor, explica tudo. Editor tira as dúvidas. Então, quando chega o material, ele já vem tecnicamente, né, que a gente sempre tem uma revisão. Mas ele vem muito mais preciso. Feito isso, o copywriter assiste, revisa a VSL e devolve caso ele queira ajustar alguma coisa. Então, acho que essa comunicação foi um ponto, a última grande evolução ali que a gente colocou no processo e que fez muita diferença, sabe. Ajudou bastante. Esse briefing que tu tá falando aí, ele é feito. Olha isso, a maneira que eu tô entendendo, tá, que ele é feito. Na real, nem entendi, mano. Porque assim, o que eu achei, o que eu achei que fosse, tá, eu achei que o copywriter ele ia pegar o documento do VSL e fazendo observações durante a copy do VSL mesmo. Basicamente isso. Só que aí, antes, ele dá uma orientação geral. Então, ele fala: cara, assim, o que que eu imaginei. Aí, ele manda algumas referências do que ele pensou, põe detalhe o máximo da ideia dele ali com referências. Então, a gente sempre pede: pô, cê quer tal coisa, mas me acha uma referência disso lá no YouTube ou uma outra VSL pro cara modelar e entender a ideia. E aí, depois, passo a passo na VSL, ele vai discriminando o que ele quer. Então: aqui eu quero que cê use esse formato de vídeo. Evita, aí ele bota lá no começo: evite de usar recursos batidos ou coisas muito prontas da, sei lá, banco de imagem. Tenta usar, é, sei lá, o truque da gelatina. Então, tenta usar esses tipos de gelatina. Então, ele manda lá exemplos que ele achou no TikTok ou onde quer que seja. Então, ele dá esse briefing em geral, e depois na VSL ele vai apontando os comentários detalhadamente o que ele quer. Entendeu. Então, assim, tem um prévia ali, vamos dizer, o que ele idealizou como um todo, como é que ele imaginou. E lá dentro, depois, vai dando esse zoom, né. Entendi. Daí acho que umas duas horas de reunião, cara. Bate papo na prática. Ele vai explicar qual, como que ele imagina o VSL como um todo, a ideia do VSL. E aí durante o texto, a copy do VSL em si, ele vai colocando inserções ali, comentários no Google Docs mesmo ali. Tipo, comenta ali: cara, usa isso aqui, faz tal coisa, etc. Exato. Entendi. Saquei. E aí volta. Depois ele revisa com base no que ele pediu. E aí, se ele pensou alguma coisa que não tava lá, tá, aí a gente orienta: da próxima vez você marca. Ou muitas vezes acontece a gente receber, sei lá, assistir uma oferta. Esses tempo atrás tava tipo, tava meio ruim, a edição tava bem ruinzinha. Aí eu fui, e aí, quem, que tipo, editor, o que que cê fez? Não, tá aqui o briefing. Ó, é assim que me pediram, sabe. E aí a gente consegue identificar e adapta. Ou senta com o cara e fala: ó, tu toma cuidado, presta atenção. E a gente vai sendo mais assertivo e entende onde tá o problema e ajusta. Então, basicamente, é um documento de requerimento ali mesmo pra não deixar. Documento de requerimento. É, nossa, isso aí tu tirou da fábrica com certeza. Sim, com certeza, né. É, tem cem por cento. Requerimento, caralho. Olha que, aí é o que ele vai, qual que é a especificação da peça, pessoal, que a gente vai produzir. Cara, que no fim é isso, né, cê pega a matéria prima, cê produz um produto acabado. É, faz todo sentido. Aham. Então, se você que na fábrica tinha muitas ITs, né. Eu adoro fazer IT. O que que é uma IT? É instrução de trabalho. Ah, entendi. E aí eu adoro dessas coisas, porque não deixa dúvida, né. Então, o cara vai seguindo ali o passo a passo. Pode ver que é tudo muito processualizado nesse sentido pra gente não ter dúvida e a coisa girar, né. É, não, a fábrica tem que tá tudo assim, certinho, bonitinho. Porque, cara, é quando se tem um processo de produção que é fácil de corrigir os erros, aí, mesmo se tu não tiver tão especificado, como é fácil de corrigir, tu corrige, né. Então, pô, o teu processo é de copy, cara. Se der merda, tu vai lá e tu edita o vídeo. Exato. Se eu jogo um código aí no VTurb lá, um bug em produção lá, ah, o botão para adicionar, é esse negócio aqui, o vídeo tá demorando pra subir, sei lá, ou aconteceu tal coisa, cara, o programador vai lá, altera um código, agora vai, resolve um bug. Uma fábrica de carro, mano, depois que tu produziu mil carros com bug, aí tu vai ter que fazer o recall. Ó, manda voltar os carro tudo aí, porque fudeu. Tu tá fudido, mano. Pode ser um bug que vai falir a tua empresa total. Por isso que esses caras da fábrica aí, eles tem tudo muito planejadinho, e chegou duas vezes, e três, e quatro, pra não automatizar merda. Porque se automatizar merda, mano, esquece. E esse é um ponto importante. Acho que esse é um tema assim que eu pego muito lá com a galera. Porque como tá tudo muito automatizado, a chance de se preocupar mais com o sete, sete, sete, dos prazos, do que a qualidade do produto, isso acontece muito também. Então, constantemente a gente tá reforçando: cara, tipo, escreve uma boa VSL. Não bate meta de tempo, bate meta de qualidade do produto. Então, e esse é um ponto também que a gente pega muito no pé da galera, sabe. Pra pô, tipo, não escreve por escrever, não edita por editar, não testa o tráfego por testar. Vamo pôr intenção nisso. Porque senão, aí é isso, cê bota pra produzir vinte VSLs e depois cê vai tentar entender o que aconteceu. É porque lá atrás perdeu a mão, né. Cara, esse briefing aqui, tá, pelo que eu entendi, então ele tem só duas sessões. A sessão número um é, vai ser uma pergunta que é: como é o VSL, quais são as ideias gerais do VSL? E daí ele vai responder: ó, ele vai ser assim, a gente vai usar tal coisa, tal e tal. Então, é um brief em geral, é uma ideia geral pro editor de vídeo entender. Depois tem a parte específica de cada uma das sessões ali do VSL, onde o editor ele vai receber a ideia do copywriter pra ele daí conseguir editar da melhor maneira possível. É isso aí, né? Exato, exato. Assim, não tem. É isso, só que é bem detalhado. Então, a gente fala: cara, o óbvio precisa ser dito. E aí a gente faz esse trabalho bem detalhado assim, pro editor pegar. E cara, é óbvio que a gente abre espaço pro editor também. Às vezes ele sugere, fala: pô, e se a gente, que agora a galera tá se dando muito, e se a gente coloca tal coisa aqui? Pô, boa ideia. Então, eles vão conversando. Essa reunião é pra eles trocarem uma ideia. Porque senão, também manda um documento e fica aquela coisa: quero pão francês, e aí volta o pão francês. Então, a gente abre também pra eles se conversarem e se agregarem, né. O editor de vídeo ele chega a opinar nessas edições? Ele, ele, então, desenvolve o conhecimento técnico do que aumenta a conversão, em primeiro lugar? É, porque assim, acho que o cara entende de edição, então muitas vezes ele sabe algum formato, alguma, e a nova que pingou, por exemplo, que ele pode sugerir, pra que ele ficar melhor. Ou, pô, sei lá, já teve vezes do cara, do copy, pedir um negócio muito beiro impossível. Daí eles vão, conversam e se entendem. Então, a gente fomenta muito que o editor converse com o copy, vice versa. Tipo, não é um pedido que cê vai lá no restaurante, bota o papelzinho e o cara produz a comida. Conversem, troquem ideias, gente. Porque por isso que eu gosto da squad: eles vão ganhando intimidade e vão trocando figurinha junto, sabe. Então, fala: isso aqui, eu tô vendo que tá funcionando, cê consegue fazer? Pô, consigo fazer até melhor um pouco. E aí eles vão trocando essa figurinha. Então, isso tem, a gente aumenta bastante. O editor tem bastante liberdade também. Até esses dias, que eu te falei que essa VSL ficou ruim, eu peguei e chamei os editores antes de chamar os copies. Falei: cara, assim, não faz por fazer. Tipo, se você ver que tá ruim, levanta a mão. Óbvio que cês não vão sair brigando assim no tapa, mas, pô, sugere fazer melhor. Porque vocês sabem editar, cês são editores. Então, cês podem levantar a mão e falar: eu acho que assim não vai ficar legal. E aí a gente chega no consenso e ajusta. Então, cês saibam, seja ativo também na tomada de decisão pra trabalhar junto. Então, tem essa cultura ali dos dois terem voz, né. Cara, essa esteira aqui, eu imagino que ela é uma coisa que tu vem aprimorando, né, desde aquela época lá que tu estava lá com esse PLR aí até hoje, que tu cresceu pra esses números absurdos aí, tanto de faturamento quanto de pessoas. É, só que, cara, hoje, né, pô, tu tem muito mais experiência. Tu deu, acredito, né, um próximo passo pra tu chegar aí nos múltiplos oito dígitos. E hoje eu sei que tu trabalha com afiliado. Então, tem alguns afiliados aí que rodam as tuas ofertas. Por que que tu tomou essa decisão, cara, de começar a ter afiliados e tu começar a abrir as suas ofertas? Pô, tu teve tanto trabalho pra aquelas ofertas aí. Tu pega e tu vai dar uma oferta validada ali pro cara ali que, beleza, tem suas vantagens. Mas também tem desvantagens também. Por que que vocês tomaram essa decisão em primeiro lugar, cara? Eu acho que, é, a gente conversa muito assim. Hoje a gente tem um time de tráfego. Esse time de tráfego tem uma capacidade. Então, é impossível, a gente muitas vezes, com o que a gente tem, sugar tudo que uma oferta pode sugar. Então, a gente tomou a decisão, falou: pô, vamo expandir, porque a gente quer crescer, quer cada vez vender mais, quer ter uma operação mais completa. E ao rodar com afiliado, ele ajuda nessa previsibilidade. Então, pô, se um dia eu tô embaixo, algum afiliado vai tá rodando alguma coisa que eu não consegui rodar. E de novo, pra mim, no mínimo eu preciso fazer lá quinhentos mil dólares por mês. Muitos afiliados não precisam disso. Se ele fizer dez mil dólares por mês, mudou a vida do cara. Que a gente volta lá na história do Rubens no começo, que se fizesse dez mil dólar, tava feliz pra cacete. Demais, né. Então, tem isso. Caramba, cara, tu subiu na cadeia alimentar, né, velho. Basicamente, tu vende pro Rubens no passado. Vendendo pro Rubens que fazia vídeo review. Agora tu é o cara que o novo Rubens tá. Nossa, pessoal, pensa numa história de sucesso, tá. É só o caminho, só a gente vai dando os próximos passos. É, então, acho que assim, a gente masterizou muito bem como opera, a gente entendeu como joga o jogo. Só que tu tem limite. Então, a ideia era de fato, quando a gente tomou a decisão de abrir, é, primeiro por um lado nosso, quanto a empresa tem essa previsibilidade. Então, se a gente tem duzentos Rubens do passado fazendo dez mil dólar por dia pra gente, dá volume e dá. Por dia? Por dia, mano. Foi! Por dia, melhor ainda, vamo, vamo trabalhar com eles. Pra isso. Mas por mês já vai dando esse volume pra gente. É, e também, cara, assim, de novo, a gente não consegue abraçar tudo que uma oferta tem potencial. Principalmente no mercado hoje, que rapidinho ela se vence, ela cai. Então, acho que pra gente foi escalar e previsibilidade maior mesmo, que a gente roda. E acho que é isso, cara. Basicamente foi esse a estratégia que a gente tomou pra de fato surfar o mercado e manter-se ali, enfim, com o mínimo de constância, né. Porque, de novo, cada vez tá mais difícil acertar a oferta. Mas acertar oferta pra mim é diferente do que pra outros afiliados seria, pela estrutura que a gente tem montada hoje. Enfim, pelo resultado que já teve, não compensa muito. Então, foi essa a tomada de decisão: pô, vamos ter afiliados, que vai ter um exército de gestores de tráfego rodando pra gente, trazendo escala. Óbvio que a margem cai. Mas sacrifica um pouco de margem em troca de uma estabilidade no mês a mês, né. Sim. Não, teve mês que só o afiliado segurou a ponta pra gente. Sim, sim. Não imagino. Sem dúvida. É, o que eu achei bizarro é que, pô, foi um movimento que algumas empresas do mercado tomaram. E lá nos Estados Unidos. E na verdade, não só nos Estados Unidos, né. Mas na indústria de marketing direto global, sempre teve essa divisão de: cara, eu sou produtor. Então, eu faço a oferta, eu cuido da oferta em criar oferta e monetizar a lista. Exato. Eu sou afiliado, que é o outro lado. E eu cuido em mandar tráfego, validar, criativo. E no Brasil era meio que a mesma coisa. De fato, tu começou assim, de fato, tu fazia as tuas VSLs, as suas ofertas, e tu mesmo rodava as suas ofertas. Só que aí isso acabou, é, mudando recentemente. Só que aí, cara, não só mudou, né. Aqui no Brasil, a gente começou a copiar os gringos. E na minha cabeça, eu achava que isso era um diferencial dos brasileiros. Sim. Eu ia pros eventos e eu falava assim: cara, sabe porque que a gente tá dando um pau em vocês, mano? Sabe porque? Porque vocês aí não sabe nem fazer tráfego interno. Entendeu, cês acham aí que cês sabe fazer. Mas não, cara. O que acontece é que os brasileiros tem tráfego interno. Então, é um superpoder. Ele não depende de afiliado. Ele mesmo consegue escalar a própria oferta. Só que aí, depois, o pessoal calou minha boca. Porque o pessoal falou: pô, na real, que não, mano, não é assim. Na real, os gringos tavam certo. A gente tava fazendo de maneira meio maluquinha. É, só que assim, cara, hoje em dia os CPAs eles estão altíssimos. Os CPAs que o pessoal tá pagando, tem gente pagando aí duzentos. E lá vai pedrada aí de CPA. É, isso é uma situação meio insustentável pros gringos. E, cara, muitas vezes tu tens que fazer coisas ali que não devem ser feitas, entendeu. Como que tu faz, cara, pra conseguir competir, conseguir atrair esses afiliados? Cara, que eu acho assim, e eu também acreditava muito nessa primeira visão ali, que o diferencial é a gente rodar. Só que eu acho que ele é um diferencial a curto prazo. Então, agora a gente tá sentindo que ele não é sustentável. E eu acredito que também, da mesma maneira, CPAs pra minha visão tá assim, não sei, acho que funciona. Mas como eu leio hoje tudo, eu acho que também é uma hora isso vai ter que se ajustar. Porque não vai ser sustentável pra longo prazo. Então, assim, acho que o jogo ele funciona muito bem, talvez, pra curto prazo, pra você levantar uma grana, atrair uma galera. Porque também, assim, com mais faturamento, cê consegue mais benefícios, e isso te dá um status ali diferente. Mas eu entendo que o próximo passo agora também é começar a organizar um pouquinho essa questão do CPA. Porque certas coisas ali já estão sendo cada vez mais difíceis de fazer. E aí eu acho que o mercado vai amadurecendo, e a gente vai tende a caminhar mais, porque os gringos já viam fazendo, tá. Então, cê percebeu o movimento do mercado, deu aquele bum, e agora a gente tá cada vez mais parecido com eles. Quem é só produtor, quem é só afiliado. Então, eu acho que a gente tá amadurecendo um pouco. Então, a gente pegou uma brecha que ninguém tava esperando, tomou conta dela, e agora acho que vai amadurecer. Então, assim, esses CPAs muito altos, a gente ainda não se arriscou a executar ou a dar. Então, máximo ali, um ou outro, a gente dá duzentos e dez, que é o nicho que o reembolso é mais controlado. Mas hoje a gente trabalha ali na casa dos cento e oitenta, cento e noventa. Que já é bem alto, né. Que já é bem alto. Então, lembra que lá em vinte e quatro escalava com cento e vinte. É. Então, o máximo que a gente trabalha, isso óbvio que apertou muito a margem. E aí, força a gente também a desenvolver muito o back-end. Então, agora a gente tá numa correria danada ali pra contratar gente, pra melhorar e-mail marketing, SMS. Então, isso tudo pra dar margem, pelo menos a gente tá ali existindo. Mas a gente tomou a decisão de não competir nessa frente, e trabalhar com os afiliados mais dos dez mil por mês. E no volume a gente consegue. É, dá esse atendimento. Não, eu não, como fazer, eu não tô sacrificando a empresa. De novo, eu sempre me preocupo muito com o número final, dinheiro no bolso. Acho que pra mim é o, é a maior ostentação, mais do que cê ter um número muito alto de faturamento. Sem dúvida. E aí, a gente tem esse trabalho hoje. Então, como a gente tem um relacionamento muito bom com a plataforma, e basicamente a gente sempre, sempre rodou lá, então a gente também recebe muita indicação. A galera vem, procura a gente pra rodar. E aí, a gente acaba tentando dar o melhor atendimento possível pra essa massa de afiliados ali, esse exército de afiliados que tem rodado com a gente. Óbvio que quando esse cara começa a escalar mais, ele vai correr atrás de um CPA maior. Tá tudo bem. Sai um, entra dez. Então, sai dois, entra dez. Então, a gente acaba trabalhando bastante com essa galera ali que vai chegando. Porque, de novo, CPAs muito altos também é só pra galera que já tá muito mais no game, já escalando um volume muito maior. Porque tem que tá no beat de análise, porque dá trabalho. Porque senão, o cara começa a rodar um pote, tem várias estratégiaszinhas ali pra você sugar o máximo que o CPA dá. Então, a gente tem um, tá, todo mundo querendo se sugar, velho. É uma loucura esse negócio aí, velho. É, de novo, como eu acho que o mercado tá, o mato tá baixando, então tá sendo mais difícil cada vez. E aí, quando cê consegue arrancar mais, cê, a galera tá tentando. Então, a gente monitora isso, corta a afiliação ou diminui a porcentagem, o CPA. Mas essa foi a estratégia: cara, vamo trabalhar com essa massa de galera, traz pra dentro. A gente dá um atendimento bacana no geral. Do projeto lá dá um atendimento de, gente afiliada, um super atendimento lá pra galera. Então, a gente tenta responder o mais rápido. E tá funcionando. A gente tem essa, tá com a margem ali ajustada. Tipo assim, na matemática, o Excel aceita tudo. Então, aceita até duzentos e oitenta de CPA. Mas na prática, a gente tá vendo que pra nossa operação, pra minha realidade hoje, pra maturidade do nosso processo, não dá. E tá tudo bem. A gente assumiu uma postura diferente. A gente fez muita parceria com experts que ensina meio topo de funil, fundo de funil. Então, a gente entra nessa galera, fecha pacote com eles, aí dá oferta específica, fecha um atendimento diferenciado. Então, a gente acaba fazendo esse win-win com os caras que ensinam, mas não tem produto. E a gente tem um produto. E não necessariamente ainda, né, pelo menos por enquanto, a data da gravação, a gente não tem nada de mentoria nesse sentido. Mano, se tu seguir o caminho de tu monetizar o Rubens do passado, tem que fazer mentoria. Que o Rubens do passado comprava. Cara, comprava. Ele gostava de comprar. Se tu for seguir esse caminho aí, é o próximo passo, talvez, né. E que bom que comprou, né. Que bom que comprou. Tá aqui, entendeu. É o topo de funil transformado, pessoal. Tá aqui, ó, o topo de funil que virou o fundo de funil. Saque aí. Cara, e o que que tu acha, tá, que os seus afiliados de mais sucesso eles tem em comum? Se tu fosse escolher tipo: ah, eu quero ter esse tipo de afiliado aqui. E tu pudesse fazer isso. Ou então, tá, muita gente tá vendo aqui a gente agora, e talvez eles queiram ser teus afiliados. Que tipo de pessoa que deve se afiliar aos seus produtos? Tu falou que um cara muito avançado geralmente ele busca um CPA maior, não necessariamente ele fica contigo. Eu queria entender um pouco mais sobre isso daí. Qual que é o afiliado ideal aí pra trabalhar contigo? Acho que é assim, com esses menores, a gente pra gente tem preparado muita oferta de nichos menores também. Porque a briga ali por emagrecimento, diabetes, são, é mais brutal, uma coisa mais sangrenta. Sangrenta. Então, a gente também tem ofertas mais whites ali que ajuda. Mas, a nível assim de cara assim, acho que no final, o afiliado que queira fazer acontecer, e que não troque por um pote pra me ferrar no eu vi ali da operação. Mas a gente tem alguns afiliados assim que a gente conversa, que a gente troca ideia, e tem uma proximidade maior, porque acaba gerando um pouco de amizade. Mas o cara que sabe fazer, roda direitinho, e pergunta, chama a gente muitas vezes: pô, o que tá acontecendo? Tem alguma coisa pra me ajudar? O cara que quer fazer acontecer. Acho que esse é o melhor afiliado. Se ele tipo, na última mentoria que a gente fechou a parceria, eu falei pra eles: cara, tipo, queiram fazer um bom trabalho, queiram ser permanentes no mercado. Então, tipo, então tem muitos ali que só quer sugar alguma coisa e sai correndo. E acho que o Rubens do passado, um cara que quer fazer a coisa acontecer, quer jogar o jogo, entende que todo mundo tem que ganhar. Não adianta só um ganhar. Porque senão, vou cortar tua afiliação amanhã, e cê vai pra outro. Mas uma hora acaba. Então, acho que o afiliado assim que, independente da modalidade que ele rode, eu sempre recomendo assim: pô, tem muita gente que fazia fundo de funil, já tá caindo um pouco a performance, porque aí muita gente tá fazendo. Então, eu sempre recomendo: pô, dá o mesmo esforço de aprender fundo, de certa forma de aprender o topo ou meio. Então, tenta aí pra onde tem escala, tenta aí pra onde cê vai conseguir vender mais. Porque no fim do dia, as horas de trabalho é a mesma. Então, a gente tipo, estudar, ter conhecimento. Tanto que a gente faz isso muito de parceria com a galera. Porque a gente sabe que o povo vai ensinar bem e vai fazer outro jogo limpo, né. Vai jogar pra escalar, pra acertar, pra fazer os dez, e cinquenta, ou um milhão, que pra ele faz sentido, né. Entendi, mano. Entendi. Cara, eu, a minha meta aqui no podcast era, era realmente entender, tá, genuinamente entender, como que tu saiu dos teus zero reais na internet, lá do Alex Vargas, não sei o quê, disso, daquilo, pra tu chegar nesse faturamento aí de múltiplos nove dígitos, chegar a fazer múltiplos oito dígitos de faturamento no mês. E bizarramente, na metade do tempo, né, que eu fiz no digital. Então, porra, tá de parabéns. Então, meio surreal, cara, tua trajetória. E obrigado pela honra, tá, de tu me fazer aqui o primeiro podcast, né, que tu apareceu. E demorou, tá pessoal. Porra, custamos, né. Custou, cara. Porra, que trabalho pra tirar esse cara da cara. Próximo é o Zé. Próximo, tem que trazer o Zé. Não, esse aí, tem que, sabe porque que o Zé não veio? Porque ele tá com medo disso aqui que tá aqui embaixo. Ó aqui embaixo, pessoal. Que que tem aqui embaixo? Aqui embaixo tem um PlayStation cinco, com FIFA vinte e cinco, vinte e seis. E se o Zé viesse aqui, ele ia tomar um pau, é igual ele tomou lá na Alta Cúpula. Então, Zé, aqui tá o meu desafio pra te chutar. Vem aqui. Ó resolver comigo aqui dentro. Não, calma aí, mano. Ô Gabi, cadê o controle? Não, pera aí, já. Calma aí, Zé. Calma aí. Olha aqui, Zé. Ó, tá vendo. Ó, se tu ganhar, meu amigo, põe nessa câmera aqui, Gabi. Ó, tá vendo? O controlezinho do VTurb, ó. Tá vendo? Uau, hein. Se tu ganhar, te dou isso aqui. Mas como tu é ruim, tu não vai ganhar, entendeu. Mas pelo menos tu tens aqui o, como é que é, o incentivo, o incentivo pra aparecer aqui no podcast. Mas, cara, o que que tu achou do podcast? Gostou? Pro animal. Primeira aparição. Acho que, é, acho que é legal. Foi muito bacana. Porque assim, ninguém sabe exatamente, porque a gente é muito, sei lá, muito low profile ali no dia a dia. Então, foi uma boa oportunidade de mostrar um pouquinho da Tiger que a gente construiu. A Tiger, ela existe na verdade há um ano, né, que eu tô com o Zé. Então, acho que foi uma boa oportunidade de apresentar o que a gente construiu desse último ano. Valeu a pena ter largado a tua CLT premium lá? Então, valeu, cara. Já foram doze anos de CLT, já como gerente de alta patente lá, meti o louco, joguei tudo pro alto, e valeu a pena, cara. Valeu. Muito legal, cara. Eu queria te agradecer também, tá, por ter aparecido aqui. E assim, eu sei hoje, né, que, pô, aqui na Tiger vocês tem afiliados, vocês trabalham com afiliados, como a gente acabou de falar, né pessoal. Pras pessoas que querem ser teus afiliados, que gostaram aqui da tua pegada, do podcast, que pensaram: pô, eu, o Rubens parece uma pessoa honesta, uma pessoa legal de trabalhar, que vai cuidar bem aqui de mim. Como que eles podem virar afiliado? Tem algum site, alguma coisa lá no teu Instagram mesmo, como é que é? É, a gente tem o Instagram da empresa, que é arroba Tiger Offers. Então, pode chamar lá também. Ou me chama no Instagram e eu direciono. A gente tem a gerente de afiliados que é top assim, que é bem atenciosa. Chama lá, a gente direciona. Eu vou ver se eu deixo então no link da bio. Se não tem ainda, eu vou pôr pra quando sair, um forms, que aí o cara vai e preenche lá no meu Instagram, e já cai direto pros gestores lá. Beleza. Eu recomendo também, tá, se tu quiser, pessoal. Se não tiver o link da bio, pode ser a palavra “afiliado”. Afiliado. Pode. Pode, porque tu não tá entendendo. Eu vou pôr o link. Pode acontecer de dar ruim, cara. Pode ser que esse podcast ganhe muitas views e pessoal fica ali martelando ali, e daí tu não vai nem querer responder. Tá, não, tá bom. Eu sou parceiro de elite da ShipOffer, sabe por quê? Que eu fiz um podcast com os cara, velho. Ah, com a Gabi. E daí o que? A Gabi é o que, veio de liso lá, bum bum bum, bum bum. E daí eles me deram o troféu e não sei o quê, e jantar isso e aquilo, pagou tudo pra mim. Porque eu fiz um podcast de tanta, lixeira, que os cara ganharam. Então, valeu, ChipOff, valeu. É, até fiz a propaganda aí pros caras. Mas, enfim, isso pode acontecer. Então, pessoal, talvez esteja lá no Instagram do Rubens. Que é qual mesmo? Rubens Araújo dois. Depois eu passo direitinho e boto ali no. Boa, pessoal. Vai aparecer aí na tela e também vai tá aqui na descrição, tá. Então, o que que tu vai fazer, mano? Vai fazer o seguinte. Passo um: clica no link da descrição. Passo dois: segue o Rubens no Instagram. Passo três: verifica se tem o link na bio. Se não tiver, aliás, se tiver. Não, vai ter. Já vou, vai ter. Vai, vai. Sim, então vai tá lá no link da bio, tá. Aí, tu se inscreve lá, e é isso. Começa a tua carreira aí, ou escala a tua carreira como afiliado. E, cara, isso daí tá pras pessoas que querem ser teus afiliados. Então, tem o Instagram do Rubens, e tem também o Instagram da Tiger, a Tiger Offers, que aí cês podem chamar eles lá também. Vai ter alguma coisa ali, link da bio, enfim, alguma coisa. Conversa lá com os caras, dá teus pulos aí, teu jeito. Se tu não souber mandar um direct no Instagram e tipo, no mínimo falar com os caras, então nem tenta também. Porque, né, até a base, fazer uma base boa ali, eu acho que esse é o mínimo do mínimo, tá ligado. Se não tiver isso aí, porra, realmente não é nada pra ti, né. Vai fazer outra coisa aí. Sei lá, já tem um passo atrás. E, cara, eu sempre termino o podcast deixando o convidado falar alguma coisa pra audiência do VTurb. Tem gente que fala uma mensagem motivacional, tem gente que fala de Deus, tem gente que reforça algum pit que fez, tem gente que só agradece. Cara, olha pra essa câmera aqui, ó, que tá aqui. E aí, fala alguma coisa que tu quer aí pra audiência do YouTube, o que tu, o que tu quiser falar, tá. O tempo é teu, então pode mandar bala. Não, bora. Acho que, pra fechar tudo que a gente falou assim, não trate isso como sei lá, uma possibilidade. Eu acho que não tenha plano B. Faça acontecer. Se tem gente fazendo, invista, insista. Funciona. É, muitas vezes eu escutei: pô, que perda de tempo, que besteira, cê tá tipo viajando, e não vai funcionar. E tô aqui pra provar que funcionou. Acho que quantas vezes eu imaginava: pô, um dia eu vou num podcast. Mesmo com vergonha ou ansioso alguma coisa. Mas hoje cedo eu fiquei pensando: cara, porque que eu tô nervoso? Se é um projeto que eu construí há muito tempo atrás. E hoje é o primeiro selo de validado. Então, vai em frente. Não desista. Não chama, caça atrás. Gasta o que precisar. Investe tempo, dinheiro. Mas vai dar certo. Vai dar certo. É um mercado que funciona, que transforma a vida de verdade. É absurdo assim. Antes eu falava muito número na empresa, como dos outros. E agora eu converso números muito parecidos meus. Então, funciona, e segue em frente. Conta com a gente. Parabéns, mano, pelo teu resultado, porque tu é bravo, tá. Senão, eu não teria te chamado se não fosse. E não teria te chamado múltiplas vezes. Múltiplas vezes. Pessoal, esse aqui foi mais um episódio do podcast Segredo da Escala. Se tu gostou desse podcast aqui, clica naquele botãozinho, ali naquela setinha de compartilhar, joga isso aqui num grupo de WhatsApp, compartilha com alguém. Porque isso ajuda o nosso canal a crescer. E aí, eu consigo trazer mais pessoas pra entrevistar aqui, pra gerar um conteúdo de valor pra ti. Então, assim, eu pago aqui, eu paguei teu hotel, paguei tua passagem, almoço, motorista, porra toda. Eu paguei tudo, tudo, dei todo o negócio aqui pra ele, vim pra cá. Tudo que tu tem que fazer pra me agradecer é mandar pra alguém, que é de graça e gasta um segundo. Então, se tu quiser me agradecer, me ajudar a pagar a conta aqui desse conteúdo de valor, que obviamente não é barato. Até o Gabi aqui, né. Gabi, tô te pagando também, muito bem. Então, é o Gabi ali, nossa, ele tá estourando. Vai ver, vai ver as skins lá do CS lá que ele compra lá. Só coisa chique, né, Gabi. Minhas faquinha ninja lá, tal. Então, faz isso daí. Mais uma vez, tá, Instagram do Rubens aí na tela, da Tiger Offers aí na tela. Um grande abraço, pessoal. Vejo vocês aí na próxima terça-feira às cinco da tarde. E valeu, cara. Muito obrigado aí por ter assistido aqui mais um episódio, Segredos da Escala. Se tu gostou do episódio, não se esquece, tá, de curtir aqui esse episódio, de se inscrever no canal do VTurb, pra tu receber aí mais episódios aí na tua caixa de entrada. Isso é muito importante pra gente. E se tu fizer isso, eu te garanto, tá, que eu vou trazer os melhores convidados aqui pra passar conteúdo pra ti. Beleza. Tá procurando aí mais episódios aí pra assistir? Cara, eu vou deixar dois episódios aqui, tá, em algum lugar aqui da tela, aqui dos Segredos da Escala, pra tu ver. Então, clica ali, vê eles, tá. Assiste também. Vale a pena.