Como Usar Inteligência Artificial para Escalar Negócios e Automatizar Marketing Direto

Episódio: EP #026
Publicado em: 25/01/2024
Convidado(s): Alan Nicolas
URL: https://segredosdaescala.com.br/episodios/026-alan-nicolas/

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Resumo

Alan Nicolas explica como usar IA, agentes, automações e segundo cérebro para escalar negócios no marketing digital.

Aprendizados principais

  • Transforme tarefas repetitivas em GPTs internos: Sempre que alguém do time repetir a mesma atividade muitas vezes, existe uma oportunidade de criar um GPT ou assistente específico para acelerar esse processo.
  • Não use IA só como “chat de perguntas”: O maior ganho não está em perguntar coisas soltas ao ChatGPT, mas em criar sistemas: prompts, processos, automações, bases de conhecimento e fluxos reutilizáveis.
  • Pense em agentes como mini-times operacionais: Alan diferencia um chatbot comum de um agente: o agente não apenas responde, ele toma decisões com base em uma missão. Isso abre espaço para agentes de pesquisa, vendas, criativos, copy, análise de dados e suporte.
  • Automatize primeiro onde existe ineficiência clara: Antes de criar algo complexo, o ideal é mapear a empresa e identificar onde há perda de tempo, retrabalho ou gargalos. A automação deve entrar onde existe impacto real, não onde parece “mais tecnológico”.
  • Domine fundamentos antes de terceirizar tudo para IA: A IA amplifica quem sabe pensar. Por isso, entender o básico de copy, vendas, oferta, dados e operação continua sendo essencial para saber se a resposta da IA faz sentido ou não.
  • Use IA para criar vantagem de longo prazo, não só cash flow rápido: Alan provoca uma visão mais madura: gerar caixa é importante, mas quem usa IA apenas para tarefas pontuais pode perder a chance de construir ativos, processos e sistemas mais duradouros.

Fala, pessoal!

Sejam bem-vindos aqui a mais um episódio do podcast Segredos da Escala, que é o podcast do VTurb.

Se não conhece o podcast Segredos da Escala, a gente traz pessoas que já escalaram suas ofertas, já escalaram seus negócios, pra que tu que tá em casa consiga pegar uma, talvez duas, três ideias e escale teu negócio também.

Então, hoje, pessoal, é… aliás, meu nome aqui é João Campos, sou o anfitrião aqui do podcast, um dos fundadores do VTurb também.

E eu tô com um cara aqui hoje, tá, que ele é muito brabo. Tô bem feliz aqui de ele tá aqui.

E ele é um cara que é meu ex-sócio, tá. Ele é um empresário serial, já criou várias empresas de tudo que tu possa imaginar, de tráfego direto, já fez lançamento, já foi programador. Ele construiu a própria casa dele no braço, na raça.

Quem aí, tá? Qual o convidado aqui do podcast que fez a própria casa no braço?

Ó, só tem um outro cara que eu conheço no Brasil que fez isso, que foi o Rodrigo Hilbert.

Sabia disso?

Não é, ele fez a própria casa, ele fez a igreja dele. Uma parada assim, é, o cara é bravo.

Mas enfim, você também é…

E ele já, ele falou pra mim que já fez mais de 100 milhões, mas é mentira, já fez no mínimo 150, porque eu era sócio dele, então eu sabia os números da empresa.

E hoje em dia ele é especialista em criação de clones com IA e segundo cérebro.

Cê não sabe o que é isso, cara? Fica aqui, presta atenção, porque a gente vai falar pra ti o que que é isso, como que pode aplicar isso na tua vida pra ganhar dinheiro.

E como também conquistar o que o Alan chama de… porra, revelei teu nome. Enfim, como falar… aqui, o que o nosso convidado querido chama de vida lendária.

Então, já falei quem é, mas é o Alan Nicolas.

—

E aí, Alan, beleza?

E aí, vamo lá, tentar não bater aqui… bater, não, não bateu no microfone.

Obrigado, João, pelo convite.

Obrigado tu por aparecer aí, mano, muito bom.

Tá, aqui é… eu só não te convidei antes porque eu queria deixar criar um movimentozinho no podcast, que daí agora eu consigo trazer convidados mais esporádicos assim, entendeu?

Que tipo, ah, tu não gostava mais de mim não?

Pô, gosto. Pô, tanto, tás aqui.

Tava com trauma de perder pra mim no Bomberman.

Começou. Começou a primeira, a primeira mentira do podcast aqui, tá.

Quem era da, da, da anel sabe muito bem o que acontecia lá. Meio dia eu perdi pra ti no Mario Kart, mas o Bomberman eu ganhei.

Ah, cala a boca. Para de falar mentira, meu filho.

Pessoal, no jogo, tá, não tem o que fazer, tá.

E até eu vou falar pra vocês, tá, vai ter um podcast que eu vou fazer aqui com Yuri Meira e ele me desafiou no FIFA, e eu vou dar um pau nele no FIFA. É bem aqui, bem aqui nesse lugar, tá, eu vou dar um pau nele no FIFA.

Então, se não sair o podcast do Yuri, cês vê, aí faltou teu.

Então um Bomberman aqui pra gente mostrar.

Caramba, verdade. É, eu vacilei, vacilei. Devia ter pensado nisso.

Mas cara, é bom. Tem várias perguntas aqui interessantes pra te fazer, mas antes disso, sobre esse negócio que tu falou aí pro pessoal, só pra galera entender um pouco mais, explica pra eles o que que é essa tal de vida lendária que tu falou.

O que que é isso? Por que as pessoas talvez deveriam mirar nisso? Até pra gente botar uma base assim do que que a gente tá falando.

Bom, o João conhece bastante minha história, a gente vai provavelmente conversar um pouquinho sobre ela aqui. Sem dúvida.

E ao longo da minha jornada, né, eu conquistei muita coisa. E eu percebi que algumas pessoas… eu sempre tive um certo olhar de admiração, de gratidão de tantas pessoas que construíram coisas, que fizeram o que me permitisse eu estar aqui hoje, de ter conquistado tudo.

E essas pessoas, elas deixaram um legado. Porque muitas pessoas com as quais eu aprendi com elas nem estão vivas mais. Elas escreveram livros que eu li, e esses livros fizeram com que eu percebesse que eu podia, que minha realidade podia ser diferente.

Então eu percebi que assim, pra mim, uma vida que merece ser vivida, uma vida que a gente consegue sentir essa realização, essa plenitude, é uma vida quando a gente olha pra trás e vê que valeu a pena tudo aquilo que a gente deixou.

Então, quando eu digo uma vida lendária, não me refiro a uma vida de luxo e de riqueza financeira somente, mas uma vida onde tu olha pra trás e valeu a pena viver, porque tu deixou um legado, tanto sentimental quanto também histórico, através da tua história, através das suas conquistas pras pessoas.

Sim, então a vida lendária é uma vida basicamente que, quando tu olha pra trás, diz assim: “Cara, valeu a pena ter vivido, valeu a pena ter feito o que eu fiz.”

E é isso. Pra mim é uma coisa que me move muito.

Eu percebo que o Steve Jobs tinha essa frase, né, que uma das ferramentas dele pra saber o que ele tava fazendo era certa, era a morte. Ele olhava no espelho e se perguntava: “Se eu fosse morrer daqui a três dias, eu estaria fazendo isso que eu estou fazendo hoje?”

Isso ali, uma vez num ônibus indo pra trabalhar, eu ganhava quatrocentos reais nessa época, e pra mim isso mudou minha cabeça.

Cara, faz sentido o que eu tô fazendo hoje? Sim.

Então assim, eu até tenho a morte como uma ferramenta realmente de reflexão. Porque quando a gente tem… tem um livro que é muito interessante, que é um livro escrito sobre o que as pessoas falam antes de morrer.

É muito interessante esse livro. Você já ouviu falar? Eu acho é muito bom. Eu li, eu vi um vídeo no YouTube sobre isso, daí eu resolvi ler o livro.

E lá fala muito sobre o que as pessoas, porque que elas se arrependem no final da vida, né.

Então eu gosto de aprender com o erro dos outros, não que eu não erre. Eu e o João erramos pra caramba já, né, porra, tá louco.

Mas assim, é melhor, né, tentar aprender com o erro dos outros. Sem dúvida.

A vida lendária vem muito nisso, uma vida que a gente olha pra tudo que a gente conquistou, tudo que a gente fez, a gente sente orgulho, sim, consegue ter um impacto nas outras pessoas.
Tá, talvez eu esteja um pouco incorreto aqui, talvez tu souber, até me corrige. Mas ele falou, cara, pra tu saber se a tua vida vale a pena, tu se pergunta se tu viveria tudo aquilo de novo.

E daí é isso. Isso é muito curioso, né? Porque, porra, se tu viveria… será que tu realmente viveria toda tua vida de novo? Se tu tivesse que reviver ela, pra sempre reviver, reviver ela de novo, de novo, de novo.

E, cara, eu não sei pra ti, tá. Pelo menos pra mim, muitas vezes eu falei: “Cara, acho que não, mano. Acho que tô de boa assim. Acho que tipo passei muita desgraça.”

Hoje em dia eu tô mais pra assim, mas é difícil tu ter isso, né? Tu realmente, sei lá, conquistar essa vida lendária, ou uma vida que talvez valha a pena ser vivida.

Tu acha que tem muitas pessoas que conseguem isso? Ou tu acha que isso é uma coisa difícil de conseguir, que talvez tu tenha conseguido através de muita reflexão, de tu encontrar aquilo que tu realmente quer fazer? Ou como que tu vê isso assim?

Se a gente for pegar… porque que eu trouxe esse nome, né? É engraçado, porque eu peguei de uma série que é How I Met Your Mother, que é o carinha, ele fala “legendary.” Sim, o Barney, veio dessa ideia assim.

Mas o que que é, porque tipo assim, ele fala legendary, mas é o cara que ficava pegando mulher, dinheiro, não sei que lá. Eu queria uma coisa que fosse assim, como eu falei antes, é diferente.

Algo que é lendário, pra se tornar uma lenda, é algo que se passou ao longo da história, sendo contada de geração em geração, ao ponto de tu se perder: “Será que isso existiu? Porque isso foi magnífico, foi muito louco isso que aconteceu. Será que realmente é verdade isso ou é mentira?”

Então você vai pegar a lenda, é aquela coisa, no próprio dicionário, aquela coisa extraordinária que foi passada de gerações em gerações. Então assim, não é pra qualquer um, senão todo mundo era uma lenda.

Faz sentido. A lenda, ser uma lenda, ter uma vida lendária, realmente não é pra todo mundo, é pra pouquíssimas pessoas.

É por isso que assim, quando eu gravava meu podcast sobre isso, eu sabia que poucas pessoas escutariam. Eu imaginei que muito menos pessoas escutariam. Até me surpreendi positivamente no número de pessoas que escutam meu podcast.

Mas é realmente algo que é pra poucos. A maioria das pessoas tá só na rodinha de ratos, querendo sobreviver.

E eu achei que os bilionários estavam lá. Eu cheguei a me tornar sócio de bilionário, né, e estar cercado de bilionários, a galera ganhando rios de dinheiro. E perceber que os bilionários também estavam numa rotinha de rato, só que diferente da galera que paga um boletinho no final do mês.

Eles têm boletos mais gordos. A gaiola deles é de ouro com diamantes pendurados, mas eles estão na mesma corrida. Porque se eles pararem, eles sentem um vazio muito grande. Então eles têm que continuar fazendo tudo que eles estão fazendo ali.

E eles vão se tornar lendários? Uma vida lendária? Não sei. Será que daqui a dois mil anos vão tá falando deles? Não que isso importe, mas assim, pra cada pessoa vai ter uma importância.

Até porque assim, eu sou uma pessoa que sou muito, digamos, é esquisita mesmo assim. Eu sou uma pessoa que anda muito nos dois lados assim.

Mano, eu vou falar uma coisa: tu é esquisito, mano. Eu sou né? Mas esquisito num jeito bom, cara, é. É excêntrico, é diferente. Mas isso é legal, isso é bom. E eu acho que eu também sou um pouco assim. Com certeza.

É, o meu apelido na faculdade era João Louco, né. João Louco. Mas desculpa, fala aí.

É, o que eu… eu tô meio na dualidade, eu tô sempre meio que de um lado e outro.

Em que sentido?

Beleza, eu tô falando de vida lendária, legado, etc. Mas ao mesmo tempo, pra mim a vida não tem significado.

Como assim a vida não tem significado?

Eu digo que a vida não tem significado intrínseco nela. A vida só acontece, o significado nós humanos damos o significado que a gente quiser pra vida. Então eu dou o significado que eu quero, que é uma vida lendária. Esse é um significado que eu estou dando, não que ele é intrínseco na vida.

Então pra outra pessoa pode ter outro significado, e não importa. Isso sim.

Agora, por que que eu falei isso? Porque assim, o que eu percebo é: qual é o grau de satisfação e plenitude de uma pessoa? Nem felicidade. De satisfação e plenitude.

Porque no momento que tu… que todo mundo assim, “Quero ser feliz”, isso é uma coisa muito recente. Se a gente for olhar pra história, as pessoas não queriam ser feliz.

No Japão, até hoje, a honra tá muito acima da felicidade. Então o samurai, por exemplo, se ele fez alguma coisa que o desonrava, ele mesmo se matava, porque era uma honra fazer aquilo.

Pros espartanos, era uma desonra chegar na idade avançada, porque eles queriam morrer na batalha, porque aquilo era honroso. Então a honra, por exemplo, por muito tempo foi muito acima da felicidade.

E outras, por exemplo, quando alguém chamava, sei lá, tua mãe de filha da mãe, ao invés de tu dar risada junto, tu chamava pra um duelo, porque perdeu a honra. Os caras ia lá e puxava a arma pro outro e se matava.

Então assim, felicidade é uma busca moderna e imbecil, sinceramente.

Ah, é? Eu acho imbecil. Nossa, que interessante. Pode expandir nisso aí? Por que que seria tão imbecil assim?

Eu acho uma busca imbecil porque o ato de buscar a felicidade te deixa infeliz. Porque a felicidade, o que que é felicidade? A felicidade é um contentamento com o momento presente.

Toda vez que tu deseja… lembra o que o Naval falou? Todo desejo é um contrato que você faz consigo mesmo para ser infeliz até que você alcance aquilo que tu quer.

Se tu quer ser feliz, isso automaticamente te deixa infeliz. Então a busca pela felicidade em si, ela é burrice. Uma burrice. Porque se tu quer ser feliz, quer dizer que tu já tá infeliz, e tu tá dizendo pro teu cérebro: “Eu tô infeliz, eu quero felicidade.”

Só que a felicidade é algo que tu realiza no momento que tu diz assim: “Estou completamente presente e contente e realizado com o que eu tenho.”

Daí tu vai dizer: “Ah, não, mas eu não tô realizado. Eu tô pegando ônibus, eu tô fudido, eu tô desempregado.” Tá tudo bem. Mas não, então tu não quer buscar felicidade. Tu quer buscar realização. E tá tudo certo.

E aqui que as pessoas se perdem muito. Porque quando tá buscando algo pra conquistar, tu tem que foda-se a felicidade. Vou fazer essa merda.

Então, por exemplo, eu não acredito também em equilíbrio. Por mais que eu sou um cara que tenta procurar estar no caminho do meio, estar no tal pra quem é pro budismo, etc., ou perseguir o logos pra quem é estoico.

A minha ideia é: o que é que a criação de verdade, algo fazer, algo lendário, algo foda, é algo que tu não tem que buscar estar no equilíbrio. Tem que tá realmente no extremo das duas coisas, da criação e da destruição.

Por quê? Porque vai ver qualquer coisa que foi muito incrível que foi criada na humanidade. Ela não foi através do equilíbrio, ela foi através do desequilíbrio.

O próprio universo, né? A gente vai pegar pelo menos a teoria que a gente tem do universo, o Big Bang. E dizem que o universo faz esse fluxo de contração e expansão, e nesse momento a gente tá na expansão. Então tudo, a dualidade das coisas, ela faz com que, quanto maior a dualidade, maior o poder de criação.

Então, por exemplo, agora, né, eu e minha esposa, a gente tá grávidos. A gente vai ter o filho daqui a dois meses.

É um momento, por exemplo, que a gente sabe que vai ter que se entregar muito pra isso. Não existe equilíbrio ali. A vida dela já é cuidar da criança. Toda vez que ela vai botar uma comida na boca, ela já pensa: “Será que isso vai fazer bem pro meu filho?” Ela vai ter um momento ali totalmente fora de um equilíbrio normal pra ela.

E todo processo que eu tive de criação de uma empresa que foi foda, foi através desse processo de dedicação total, de obstinação. Ficar obcecado naquilo.

Por exemplo, o pessoal fala: “Nossa, como é que tu conseguiu entender tanto de IA em um ano?” Porque eu faço isso doze, quatorze horas por dia.

Então eu não acredito nessa coisa de equilíbrio no curto prazo. Eu acredito que pode existir um equilíbrio ao longo da tua vida.

Mas buscar equilíbrio é quase como se fosse assim… não que eu ache que seja isso, mas como se alguém tivesse pensado: “Como é que eu posso deixar todo mundo imbecil, fazendo só coisa ridícula e ficando na mediocridade?” Porque é isso.

Tu querer equilíbrio e querer buscar uma vida feliz é viver uma vida medíocre.

Sim, de fato. Faz todo sentido, cara. Que loucura, tu falou muitas coisas. Viram, pessoal? A banda é alta aqui, né? Alta quantidade de dados por minuto.

Tu falou de corrida dos ratos, que os caras têm lá, a gaiola de ouro e tal. Eu ia fazer uma pergunta sobre como sair disso, acho que a gente pode falar depois.

Mas eu queria fazer uma pergunta mais interessante no começo. Que tu falou desse negócio, né, que pra tu ser feliz, automaticamente tu tá contente onde tu tá. Porém, pra tu empreender ou sair de onde tu tá, por definição, tu não tá feliz. Tu tá querendo fazer uma outra coisa.

E não tem problema. Tu não tá feliz, eu não tô feliz. Esse é o momento de tu se sacrificar pra ir e conquistar suas coisas, né?

Aí é. Eu acho que isso é muito interessante, cara, e eu queria frisar isso, pessoal de casa. Porque as pessoas acham muito contrário, né, que tu tem que ter esse work-life balance, esse balanço entre trabalho e sei lá, tua vida pessoal.

Mas se tu quer realmente conquistar aquilo que tu quer, pelo menos por um período, tu vai ter que se dedicar e tu vai ter que ser infeliz. E tá tudo bem. É uma coisa que a gente tem que passar.

Só que a minha pergunta é o seguinte. Beleza. Assumindo que as pessoas de casa entenderam isso, e que elas querem, elas estão dispostas: “Beleza, eu vou ser infeliz aqui por um determinado período de tempo.” Como será que tu faz pra aplicar isso, mas tu não ser pego daí pela corrida dos ratos? Tu não ficar nessa de vai, vai, vai, mais dinheiro, mais dinheiro, não sei o que, e tu se colocar na gaiola de ouro?

Porque eventualmente, em teoria, tu é pra ter um limite ali, ou talvez tu queira colocar um limite. Ou como que tu vê isso assim?

Aí que tá. Eu acredito que o que nos faz nos perder é a falta de consciência. E a consciência, o que que é consciência, né? A consciência ela surge através do contraste.

Por exemplo, se a gente tivesse muita sombra, que é o ponto de tá tudo escuro, eu não ia te ver, eu não ia estar consciente que tu tá na minha frente, eu não ia estar consciente que tem o microfone aqui.

Se tivesse muita luz, uma luz absurda, a gente também não enxerga nada, porque tá tudo branco. O que que faz com que eu consiga enxergar as cores e tu, são as sombras. É o equilíbrio entre sombras e luz.

Então tem que ter essa sombra, tem que ter a luz. Ou seja, tem que ter um contraste.

O que que eu quero dizer com contraste? Tem que tá muito claro o que tá como tá agora e como tu quer.

Então tem um vídeo que eu acho muito bom, acho que é do Frankl, que ele fala sobre o dia médio perfeito. Pô, isso é bom! É muito bom.

Porque isso é um puta contraste. Tipo assim, qual que é o meu dia médio perfeito? Porque é uma ignorância total tu pensar assim.

Mas, cara, eu e o João, a gente pegou um barco lá, com as nossas mulheres, no Rio, lá em Paris, por exemplo. Sabe? Fazer uma coisa que foi absurdo. Eu tenho até hoje essa memória.

Mas não é todo dia que é assim. Não é todo dia que tu vai tá lá. A gente, tem até foto, né, a gente tomando champanhe lá num barco, olhando pra Torre Eiffel. Não é todo dia isso.

Então qual que é o teu dia médio perfeito? Isso pra mim foi uma coisa fantástica pra minha cabeça.

E outra coisa também… só uma coisa, tá, pessoal? Quer saber mais disso? Tá lá no curso do VTurb, a primeira aula. Eu falo disso. Lá dentro da área de membros do VTurb, aula número um, dia médio perfeito. De tanto que eu dou importância.

Mas pode continuar. Pra mim assim, isso foi uma coisa muito foda. Não foi? Eu acho, se eu não me engano, foi tu que me falou isso. Ah, é, em dois mil e dezesseis ou dezessete?

Acho que foi 2016 ou começo de 2017. Foi tu que mandou esse vídeo?

Eu já tinha entrado em contato com isso de outras formas, mas não era assim. Foi uma coisa que brilhou pra mim.

Mas o que que fez pra mim, realmente, foi ter lido mais de cento e vinte livros em dois mil e quinze, sendo que em dois mil e quatorze eu só li um livro.

Que eu li um livro só em dois mil e quatorze. Foi dia trinta de dezembro de dois mil e quatorze, na praia. Eu tava lá em Cidreira, na praia do Rio Grande do Sul. Aquela praia de pobre, né, aquela praia de tipo assim, só é rapado vai, que tem aquele parque de diversão que quase tô andando, aqueles negócio tudo enferrujado, quase cai. Ou seja, não tem o que fazer lá, sabe? Não tem o que fazer.

E eu tinha um iPad bem surradinho. Eu ficava jogando o Arms, né? Sabe o Arms? Eu ficava jogando lá.

Só que uma hora eu enjoei de jogar o Arms. Eu tinha um livro que falava assim: “Trabalhe quatro horas por semana.” Eu pensei: “Porra, ia ser bom trabalhar só quatro horas por semana.”

Daí eu li esse livro. Comecei a ler perto do meio dia, dia trinta de dezembro, na rede lá na frente da casa. E assim chegou de noite, eu ainda tava lendo aquele livro. Saí só pra almoçar.

E tipo, minha esposa, na época minha namorada, até achou esquisito, que eu nunca lia nada. E foi o primeiro livro que eu li. Eu matei o dia com aquele livro.

No outro dia eu comecei a ler um livro do Conrado Adolfo, foi Oito Ps do Marketing, que é um livro desse tamanho. Só que tipo assim, claro que eu não terminei esse livro num dia. Eu nunca li esse livro, cara.

Eu sei que era muito famoso na época. Lá que a gente olha isso, a gente não… O Conrado e o Frederico Rocha, eram os dois, e eu era mais do Conrado. Apesar de não ter consumido o conteúdo de nenhum deles, eu tinha feito um curso dele que era de agência e tal.

E nem era o… na verdade eu falei errado. Nem era o Outro Peso, era o iJumper. iJumper.

Porque eu queria saber qual é que funciona, esse negócio de marketing digital. O pessoal aqui, a conversa aqui tá antiga, hein. iJumper, porra. iJumper é antigo.

E aí eu em dois mil e quinze pensei: “Cara, quanta coisa mágica tem nesses livros. Olha que foda essa vida do Tim Ferris. O cara foi lá, dançou tango, foi lá e lutou com os cara, e vendia cápsula.”

Tipo assim, eu acabei vendendo cápsula. Ah, ele vendia nutra. É, ele vendia nutra, é o caralho. Tim Ferris rodava nutra, pessoal. Tem esperança pra vocês aí! Cês conseguem mudar de vida. Tim Ferris rodava nutra.

Que engraçado, cara. Foi assim que tu começou no digital?

Exatamente. Eu li esse livro do Tim Ferris e foi o que me despertou. Porque nessa época eu tava negativo todo mês. Eu terminava um mês menos dez mil, menos doze mil.

Mas o que que tu fazia nessa época?

Eu tinha uma agência de desenvolvimento de site, de programação. Eu tinha um escritório, funcionários, etc. Eu começava já menos dez, doze mil, porque assim eu tinha escritório, funcionários. E eu tinha que dar um jeito de pagar.

Então eu começava negativo, mas eu dava um jeito ao longo do mês, né? Pegava um sitezinho ali, fazia uma rede social ali. Mas era aquela coisa, sabe? Não sabia vender. Então tipo assim, eu pegava quem aparecia, e era porcaria, né, porque eu só pegava cliente ruim, queria pagar pouco.

Sim. Essa foi a época que tu conheceu o Lelo, ou não foi?

Foi, foi a época que conheci o Lelo. O Lelo, quem não sabe, pessoal, ele é do YouTube. Ele tem uma porcentagenzinha ali. É o Lelo, ele é bom.

Aí a gente foi, nessa época, foi no MCN. Caramba, no MCN. Sei lá, uns quinze anos atrás, acho, por aí.

É, num grupo de desenvolvimento. E eu dei a moral ainda, tipo assim, era um grupo de jQuery, né, um tipo de linguagem. E ele foi fazer uma pergunta lá, e eu tipo: “Ô, meu, vai ler a documentação. Deixa de ser preguiçoso, vai ler a documentação.”

E daí ele pegou uma moral comigo, achou que eu era alguém e começou a conversar comigo. E a gente começou a ficar amigos. Mas eu não sabia porra nenhuma. Mas foi bom. Hoje em dia ele manda bem.

Foi que nem o João. Porque o João, quem não sabe como a gente se conheceu, foi num evento lá de março digital, em dois mil e dezesseis.

Foi muito depois dessa parada da agência. Quanto tempo assim entre a gente se conhecer lá?

Entre a agência e a gente se conhecer foi pouco tempo, até. Essa minha transformação foi muito rápida no mercado digital, pode fazer minha dedicação também, né?

Porque imagina, em dois mil e quatorze eu li um livro. Ao longo da minha vida eu tinha lido quatro livros, sendo um deles a Bíblia inteira. Então assim, quatro livros só.

E daí em dois mil e quinze eu li mais de cem livros. Caralho. Eu tenho anotado lá cento e vinte e nove livros. Daí eu mudei pra cento e vinte e oito pra ficar um número mais bonito. E agora eu falo cento e vinte, pra ela não achar que eu tô mentindo o número, pra arredondar.

Então tipo assim, agora eu falo mais de cem também, pra tipo assim, ah, cento e vinte livros, mas foi mais. Foi cerca de cento e vinte e nove livros.

Como é que eu li tanto, né? Eu ficava escutando áudio, baixava livro na internet, no YouTube, ficava lendo o tempo todo. Porque eu queria absorver tudo, sabe? Eu tava numa sede assim.

Beleza, tem, existe um mundo diferente.

A tua meta era ganhar grana?

Eu queria mudar de vida assim. Eu queria ter qualidade de vida. Eu queria morar no Canadá, eu queria emigrar, né. Então, onde estudei, comecei a estudar francês, comecei a estudar como é que funcionava a imigração e tal.

E eu precisava de oitenta mil reais pra poder ir pro Canadá. Então foi isso que eu comecei no mercado digital, pra ganhar oitenta mil reais.

Mas isso daí, é o padrão do Canadá assim? Tipo, quero emigrar, eles vão te pedir oitenta mil?

É que tipo assim, como é que eu ia emigrar, né? Eu ia fazer a faculdade lá. Eu me inscrevi na faculdade. Então assim, a minha esposa ia fazer a faculdade e eu ia ter que ganhar uma forma de trabalho lá, um work permit, que é tipo assim, uma permissão de trabalho.

E dependendo do lugar que eu trabalhasse, se eu trabalhasse durante seis meses, eu já ganhava a possibilidade de entrar com visto pra ficar lá. Dizem que o Canadá é um dos países desenvolvidos mais de boa ali, né.

Mas bom, não sei. Foi só o que eu escutei.

É que na época que eu comecei a aplicar, Quebec, que era a província que falava francês, ela era muito fácil de entrar. Eu comecei a estudar pra lá. Só que daí começou a ficar difícil. Daí eu fui pra outra, daí eu fui indo pra outra, e por fim eu queria ir lá pro meio do Canadá, no meio do gelo lá. Que era mais fácil, era só seis meses.

E que eu precisava de oitenta mil porque eu pagava a faculdade da minha esposa, pagava nossa estadia lá por seis meses e um pouquinho mais, e conseguia migrar pra lá.

Entendi. E a tua meta inicial era essa, cara? “Vou ter oitenta mil aqui pra fazer isso.” Por causa do Tim Ferris, dos livros que tu leu.

Cara, eu queria morar num lugar que tem qualidade de vida, que eu possa trocar ideia com pessoas iguais ao Tim Ferris. Porque eu morava em Canoas, num bairro violento e pobre.

Tu acha que essa é a motivação correta pra tu começar? Ou, sei lá, se tu voltasse no passado e tu fosse conversar com aquele Alan lá, tu acha que tu falaria pra ele alguma outra coisa? Pra ele talvez trocar de motivação, talvez pensar sobre uma outra coisa que ele deveria tá focando?

Não sei se já chegou a refletir sobre isso. Porque assim, é a mesma coisa comigo, cara. Quando eu comecei, eu queria ganhar grana. E sei lá, todo mundo começa querendo ganhar grana. Depois as pessoas descobrem que grana, beleza, ganha grana, mas não é isso, né? E muitas pessoas até ficam mal sobre isso.

Eu fui uma pessoa que fiquei mal também. Tu talvez tenha conseguido isso.
É, o cara ganha grana, porra, e agora que eu vou fazer? Daí eu tipo, sabe, até pedi dica de psicólogo pra ti um tempo atrás aí. E daí é… eu não sei até onde isso é bom, não é, porque, sei lá, parece que é bom. Mas daí tu vai, vai, vai e depois fica mal, sabe?

É porque assim, essa busca por algo pra nos satisfazer, ela é ilusória, né? Tipo assim, não é o fato de tu tá no lugar que vai te fazer feliz ou não, ou ter conquistado uma coisa ou não. E tanto que essa galera de YouTuber que ficou famosa e tal, ficou depressivo. A galera do mercado também, conheço um monte de gente assim.

Mas eu acho que tem que ter um motivador pra sair do lugar, né? A minha não era nem em si o dinheiro. Eu queria os oitenta mil pra poder quê? Qualidade de vida, querer mudar pro lugar, ser programador no Canadá, etc.

Eu acho que é importante… o que que eu acho que é importante pra uma pessoa que quer mudar de vida? Eu vejo que muita gente fica na merda porque, se tu olhar pra tua própria vida, muitas vezes parece que a gente tá numa rodinha de ratos também. Parece que a gente tá num labirinto que a gente não consegue sair dali, que a gente entra no mesmo ciclo.

A gente se pergunta: “Porra, de novo? Eu tô fazendo essa mesma merda. Cara, por que que eu não paro de fazer isso? Eu já sei que não é pra mim, sei que tá errado isso aqui e continuo fazendo.”

Então como é que tu consegue sair disso, né? Eu percebi, pra mim assim, são duas coisas. Uma é ter uma visão.

Foi o que eu aprendi lá lendo esses livros. Teve um dia lá, foi em outubro de dois mil e quinze, num domingo. Eu tava indo buscar meu notebook, porque eu tinha esquecido, deixado no escritório. Mas eu precisava entregar um site na segunda.

Daí eu peguei a minha motinha. Eu tinha uma DAF cento e cinquenta. Fui com a minha motinha lá acelerando. Daí imagina um Alan na DAF cento e cinquenta dele, pessoal.

Cara, eu tenho a chave dela. Eu abri minha gaveta hoje, eu tenho a chave dela até hoje. Eu vendi ela, mas eu esqueci a chave. O cara tá até hoje empurrando.

Mas eu fui pro escritório lá buscar ela. E daí eu passei, fui fazer tipo um atalho num bairro que tinha mais nobre ali. E quando eu fiz esse atalho, era domingo, então nas casas a maioria não tinha, acho que, doméstica trabalhando.

Depois eu fui pensar sobre isso, né. Porque tinha uma mulher indo botar lixo na rua, e a garagem dela tava aberta. E daí quando ela me viu acelerando na dafinha fazendo a curva, ela largou o lixo no meio da rua e saiu correndo e ficou apertando o controle assim pra fechar.

E eu passei olhando assim, tipo: “Tá acontecendo aqui, tá? Que merda é essa, eu não entendi o que tava acontecendo.” Eu fui indo e fiquei pensando: o que que aconteceu? Cara, a mulher largou o lixo no meio da rua e saiu correndo.

Ah, cara, ela achou que eu ia assaltar ela. Sim, porque tinha muito assalto lá, né?

Eu pensei: “Porra, tô trabalhando um monte, tô trabalhando domingo aqui pra ganhar dinheiro pra quê? Tipo, olha que merda. Se eu conseguir assim, dificilmente eu vou conseguir ter uma casa daquela. Podia ter assaltado, né? Trabalhando um monte aqui, é só pegar a velhinha ali, pegar a carteira e se mandar com a dafinha.”

Eu pensei assim: “Que merda. Eu não quero, tipo assim, ganhar dinheiro morando aqui.”

E daí eu fui, eu pensei: “Cara, mas como é que eu… que eu tô lendo um monte de livro, tá, que merda, tando lendo um monte de livro, que que aprendi?”

Eu pensei sobre o superpoder do… eu tava lendo sobre a biografia, naquela época, algum livro do Bill Gates. Ele é um cara que falava assim que o superpoder que ele queria era ler mais rápido, né. Cara, que coisa mais nerd, tipo assim, ler mais rápido.

Mas eu entendi por que que ele tá falando ler mais rápido. E cara, hoje eu consigo, como eu tive uma serva maior de informações, eu consegui aumentar o meu número de exposição através dos livros. Eu conseguia ter uma capacidade de imaginar mundos que antes eu era limitado, não conseguia ver aqueles mundos, aquelas possibilidades, né.

E eu pensei: “Cara, esse é o maior poder da humanidade, é poder imaginar. Porque se eu imaginar de forma concreta algo, eu vou conseguir me sacrificar pra aquilo. Porque aquilo é tão concreto na minha cabeça que essa dor presente ela é ínfima perto daquilo que eu posso conquistar.”

Então naquela época eu, depois eu descobri que tem outra coisa mais importante do que isso, mas naquela época eu sem querer inventei isso, porra.

Abri esse loop aí, hein!

Abri um loop, cacete. Agora eu tô curioso.

Só no final.

Agora só no final. Fala a coisa mais importante do que a capacidade imaginativa.

Mas a capacidade imaginativa é uma coisa extremamente importante. A nossa humanidade, ou a gente consegue consolidar algo na cabeça num plano mental, pra depois botar fazer isso num plano físico.

Então, cara, é isso. Eu preciso ter na minha mente exatamente o que eu quero. E daí foi onde eu comecei a desenhar minha vida, fazer um desenho de vida, né. Onde eu fiz o quadro dos sonhos, botei lá as fotos que eu queria.

Eu pensei: “Cara, é isso. Eu vou fortalecer essa imagem mental minha aqui pra eu resistir.”

E não aquela coisa: “Ah, então tu acredita em, sei lá, como é que é o nome disso aí, lei da atração?”

Lei da atração? Foda-se lei da atração, tipo assim. Eu botei um negócio aí pra poder olhar e saber que eu ia ter que me sacrificar aqui pra poder chegar ali. Ter clareza na meta, né. Ter clareza.

Clareza geração. Clareza geração.

Eu olha só, clareza geração, pessoal. Eu pesquisei essa palavra no Perplexity, que é uma IA que é a melhor pra análise de pesquisa e tal. E essa palavra, ninguém citou ela, não é de ninguém. Então eu já falo ela várias vezes, então ela é minha, hein, gente. Clareza geração, Alan Nicolas. Fácinho.

Alan Nicolas, top! Boa, Alan.

Olha só, cara. Eu, já vamo continuar a tua história, só quero fazer um loop aqui, tá? Porque tu falou que tu leu vários livros e os livros, pelo que tavam falando aqui, mudaram tua vida. E eu vou dizer que a minha também, é tranquilamente, né?

E as pessoas que dizem… o Charlie Munger ele fala: “Cara, eu não conheço nenhuma pessoa muito rica que não lê.” Ou, aliás, não muito rica, mas uma pessoa talvez muito rica ou sábia. Enfim, pessoas boas, seja lá o que isso quer dizer, pessoas inteligentes que ajudam a sociedade, que não leem o tempo inteiro.

Então o Warren Buffett leu o tempo inteiro, o Bill Gates leu o tempo inteiro, o Charlie Munger, ele morreu há dois meses aí, tadinho, também leu o tempo inteiro.

Então assim, cara, já vamo voltar pra tua história, pra continuação aí na busca dos seus oitenta mil. Mas eu queria te fazer uma pergunta aqui pra gente já passar pra galera. Qual tu acredita que foram os livros mais influentes que tu já leu na tua vida?

Eu diria que, por estágios, né. Acho que cada momento, cada pessoa, cada livro eu vejo como se fosse uma chave diferente pra entrar na tua cabeça. E a maioria das chaves não vai dar click.

Então tipo assim, se tivesse uma fechadura aqui, cada livro que tu pega, tu bota aqui: “Ah, não, não deu, não deu, não deu.” Mas vai ter um ou dois livros ali que vai dar o click na tua cabeça e vai te desbloquear.

Porque cada um de nós tem experiências individuais, desde a nossa família, que fizeram quem a gente é, que teve traumas, que teve personalidades diferentes. A gente tem nosso DNA, que faz com que a gente tem impulsos biológicos que vão ser direcionados pra coisas diferentes.

Então assim, cada livro com certeza vai mexer com pessoas diferentes. Por exemplo, o livro que mexeu comigo não necessariamente vai mexer contigo. E também cada livro fez sentido numa época da minha vida.

Então assim, pra quando eu tava lá fodido, sem grana, endividado, teve livros pra mim que fizeram muita diferença. Por exemplo, os Segredos da Mente Milionária fizeram muita diferença pra mim, do T. Harv Eker.

É um livro que até hoje assim, ele é um livro fraquinho, digamos assim. Ele é bem basicão, ele é bem chulo no sentido assim, todo mundo já repetiu várias vezes o que ele falou. Ele repetiu o que Napoleão Hill falava, Napoleão repetia todo mundo antes dele também.

Mas assim, esse livro tá valendo, hein.

Aí ó, pessoal! Quem quiser, tá em Floripa, cortar o cabelo lá na corte, corte e visagismo pra homem, chama o Abner lá. Eu até recomendei pro Alan.

Eu falei que ia falar dele antes de começar o podcast, esqueci, cara.

Tu tem que ser afiliado dele.

Pois é. Tem um monte de gente, não. Mas é porque ele é gente boa, cara. Tem que ter um negócio bom, gente boa, o cara recomenda, né? Mas ele é barbeiro, bicho. Ele ganha bem, ele é um barbeiro top assim. E ele tá lendo esse livro, cara. Que massa.

Tem um livro bem pra quem tá começando aí. Mas o que mais, é um livro que eu indico porque, por mais que seja básico, são coisas que nós que viemos de famílias pobres, nós tivemos enraizado em nossas crianças várias coisas idiotas sobre dinheiro.

E daí faz com que, eu conheci muita gente que, isso conhece também, porque até trabalhou com a gente. A gente ganhou muito dinheiro no mercado digital e perdeu tudo. E eu percebi que foi, cara, por causa de uma crença do cara, do que o cara tinha ali.

Agora o jogo ficou curioso. Não vou falar, depois tu me conta.

Depois eu conto. Eu não vou falar agora. Quem será que é, mano? São várias pessoas que trabalharam com a gente. Deve ter, é bom. Sei lá, enfim. Me manda a bala aí.

Mas então assim, esse livro já te ajuda a quebrar algumas crenças. Então, Segredos da Mente Milionária, e Trabalhe Quatro Horas por Semana porque me inspirou. Talvez inspire outras pessoas. Eu conheço muita gente que foi inspirada.

Eu também. O próprio Bruno Piscininha, né? O Bruno foi inspirado pelo Trabalhe Quatro Horas por Semana. Tanto que ele lançou… ele foi o que mais se viu próximo do “nude Paris,” foi lá, viajou pelo mundo e tal. Tinha o curso dele que era o Sem Fim, Livro de Férias, enfim.

Então assim, muita muita muita gente foi inspirada pelo Tim Ferris. Então eu é um livro que eu indico pra quem quer começar. Eu até hoje, eu acho que eu li ele de novo ano retrasado, achei fantástico de novo.

Então o Trabalhe Quatro Horas por Semana e Segredos da Mente Milionária, eu diria assim pra quem quer começar agora.

Pra quem já tá naquela confusão, que tá tipo assim: “Cara, eu tô com muita coisa, eu não sei por onde eu vou andar.” Teve outro livro que foi indicado pelo Mário Vergara pra mim, que foi Essencialismo.

Essencialismo. Esse é muito bom, Greg McKeown. É fantástico esse livro.

Outro livro também no meu comecinho que fez muita diferença pra mim foi o Mindset. Inclusive eu escutei várias vezes da Carol Dweck. Não sei o nome dela. Eu gosto de Dweck.

Eu lembro que eu escutei o podcast do Conrado, tinha três horas de podcast, eu escutei umas cinco vezes sobre o Mindset, depois eu fui ler o livro. O cara realmente fazia muito sentido. Mindset fixo, mindset mais flexível, né. Então assim, eu poderia citar muitos.

Eu já li hoje, se eu pegar desde dois mil e quinze, eu já li mais de quinhentos livros, possivelmente mais de seiscentos. Mas depois de quinhentos e poucos eu parei de contar. Então já li possivelmente mais de seiscentos livros.

Tenho meus livros preferidos hoje. Por exemplo, o Naval, o livro do Naval, o Almanack of Naval Ravikant, é um deles. Eu diria que foi o livro que até gerou o movimento da minha empresa hoje, digamos assim. Que foi uma indicação do próprio Naval, de várias pessoas, de vários amigos, inclusive do Bruno Piscininha também.

Mas o que exatamente me moveu foi The Beginning of Infinity, do David Deutsch.

Isso, cara. Tu conseguiu ler essa porra aí, cara? A primeira vez que eu tentei, eu não consegui. Minha cabeça dói, mano. Dói.

Desafio. Tá, quem consegue ler esse livro aí, mano? Dói a cabeça.

Dói a cabeça. É muita banda, cara. Tipo, cada frase do caralho. Eu tentei ler, daí eu parei, eu falei assim: “Não, não consigo.” Daí o Bruno tava ali, ele falou: “Cara, volta.” Daí eu voltei, ali, só pelo desafio. Daí eu consegui ler na segunda vez. Mas assim, difícil leitura, mas vale a pena. Nossa, vale muito a pena.

Preciso ler esse livro, cara. É muito bom.

Sim, e eu depois comecei a ler o outro livro dele, né, que é A Fábrica da Realidade. É muito bom também. Esse eu não terminei de ler, comecei a ler outros e tal.

Mas assim, esse livro, por exemplo, se for pegar os livros atuais meus que são muito bons. O Naval atualmente não é o livro preferido, mas assim pra quem tá começando, acho que sim, tem que ler.

Hoje meus livros são bem diferentes. Eu tenho um livro que é Os Escritos de Huang Po, que é quase minha Bíblia, que é sobre não-dualidade. É W-U-H-S-I-E-N, é um mestre chinês, um mestre da nondualidade.

E eu gosto muito da filosofia que mais me assemelha, no sentido mais, digamos, espiritual entre aspas. Seria uma filosofia mais taoísta. Então tipo, eu vou pra esse lado, que eu gosto bastante. Ali tem muitas reflexões que fazem muito sentido pra mim sobre nondualidade, etc. E a simulação, do que a gente vive numa simulação aqui. A gente pode entrar nisso depois.

Mas o outro livro é A Fábrica… não, O Início do Infinito, que é o The Beginning of Infinity.

Deixa eu pensar. Cara, eu acho que são esses dois assim que são os livros fantásticos atualmente. Por muito tempo os livros do Yuval Noah Harari também foram muito importantes. Foi lá que eu descobri o Sapiens, ali essas coisas.

É, o Sapiens. Foi lá na nossa… eu li isso, o Sapiens lá na nossa, naquele bar que a gente fez lá, que a gente fez o Cruzeiro. O Cruzeiro lá com os afilhados lá.

Isso, eu pensei: “Não vou pegar um livro pra ficar de boa aqui.” E tal. Cara, ele me deu uma crise de ansiedade porque eu pensei um monte de coisa assim. Cara, nessa viagem, mano, eu fiquei lá, nossa, que eu era imbecil, né?

Eu fiquei a viagem inteira, tipo, sei lá, era uma semana. Não sei. Eu tava começando a namorar com a Larissa. Daí eu tava lá, eu pensava na Larissa e planejava como que a gente ia faturar dez milhões por mês, e fiz os gráficos e tal. No final, a gente não fez nada, foi tudo pro lixo.

Mas cara, só deixa eu… a gente deu várias voltas, né. É, deixa eu expandir nesse negócio aí que tu falou. Parece que cada livro ele vira uma chave.

Então meio que tu tá preparado pra receber aquele livro em determinados momentos da tua vida.

Faz todo sentido. Porque, pô, se tu tá no momento que tu tá ruim, talvez precise de um livro que faça tu ficar bom. Se tu já tá bom, talvez tu queira um livro que faça tu ficar melhor. Então se tu tá ruim e recebe um livro pra ficar melhor, não faz sentido.

Entendi. E daí parece que, pelo que eu entendi que tu me disse, conforme tu desbloqueia um livro te desbloqueia, isso abre imagem pra outros livros. Porque tu só vai tá pronto pra receber, sei lá, o livro O Começo do Infinito depois que tu, sei lá, talvez minimamente começasse a fazer os teus desejos mais primários, talvez ganhar dinheiro e tal, etc.

Sim, é cara. Achei isso muito interessante. Meio que cada pessoa, cada estágio da vida tem um livro pra si, né. Um livro que desbloqueia ela.

Não existe uma ordem que a gente poderia selar. Tipo, imagina que tu vai fazer uma mentoria assim e falar: “Cara, essas aqui são coisas importantes, consome esses livros aqui.” Cara, tem, poderia dizer essa ordem.

Pensa assim, uma pessoa que ela não está muito longe de estar realizada, ou faturando bastante, ou escalando seu negócio, etc., é uma pessoa que não tem em cima dos fundamentos. Porque, por exemplo… cop, tu foi o cara que abriu muito os meus olhos pra isso também. Porque tu era um cara que ficava estudando lá, Gary Halbert, Gene Schwartz. Tu era o cara que tava lá pegando do fundamento, da base. E tu, graças a isso, se tornou um dos maiores copywriters do Brasil.

Só que nem todo mundo tá preparado pra isso. Então a galera vai ter que consumir o que eu chamo de vômito.

Vômito? Cara, olha esse corte, pessoal. “Por que você deve comer vômito?” Cara, vai viralizar. Certeza que ó, Nicole, pega esse corte aí, Nicole. Pega esse corte que eu gostei, tá? Viu como sai coisa boa?

Fala aí, vamo vomitar neles. Vamo entrar no vômito.

Que acontece, né? Por exemplo, quando tu é uma criança… que nem eu vou ter um filho agora. A criança, ela não pode consumir feijão, ela não pode consumir uma massa, uma carbonara. Ela vai ser introduzida na alimentação através do leite. Que inicialmente é o colostro, que é um leite mais grosso, diferente, que começa a sair da mulher.

Nossa, nunca ouvi falar disso.

Eu tive que estudar muito sobre isso pra poder comprar um monte de coisa. Então tipo assim, eu também aprendo um monte de coisa com isso aí.

Mas assim, beleza. A criança vai ser introduzida de forma alimentar porque, até então, a criança na barriga da mãe ela tá sendo alimentada através do cordão umbilical. A mãe quebra os nutrientes todos lá e só manda os nutrientes pra criança. Agora a criança vai ter que começar a desenvolver a sua própria bioma, o seu próprio intestino vai começar a funcionar, que nunca funcionou antes.

Então ela vai ter que começar a ser introduzida. Então, pega uma pessoa que não lê muito. Eu não posso dar pra ela, por exemplo, o Beginning of Infinity. Tá louco? Entendeu? Ela vai jogar na minha cara, é, não passa da introdução.

Então assim, ela precisa do que? Ela precisa de vômito.

Como assim vômito? Olha, uma mãe de passarinho, por exemplo. O que que a mãe do passarinho faz? Ela pega uma minhoca, algum inseto, ela mastiga. O ácido que ela já tem vai fazer com que aquela comida fique mais fácil pro passarinho comer.

Então esses livros best sellers, a maioria deles são vômito. Alguém pegou, foi lá, deixou mais simples. E quem leu esse livro também deixou mais simples, e deixou mais simples, deixou mais simples.

Tu tá lendo lá o décimo vômito. Não é nem o primeiro vômito, é o décimo vômito.

O próprio livro de Beginning of Infinity é também, de certa forma, um vômito. Porque se tu quer ver a real, tu vai ter que ler os papers que ele leu pra poder chegar nas conclusões que ele chegou. Mas tu já tá lendo ali a conclusão dele em cima de vários estudos científicos que ele já literalmente digeriu mentalmente.

Interessante. Por isso que é o vômito.

É um vômito. Tipo assim, é um vômito mental.

Só que daí que acontece. Porque que essa pessoa tem que pegar um desses livrinhzos? Cara, best seller, a maioria são lixo. Maioria. Porque tu pensa assim, o best seller é feito pra as pessoas médias. Tu quer que o maior número de pessoas compre.

Vamo pegar estatisticamente. No Brasil, a média do brasileiro em dois mil e um era um QI de oitenta e sete ponto oito. O brasileiro já era burro, porque assim a média mundial é cem. Só que a gente conseguiu ficar mais burro ainda, porque agora em dois mil e vinte e dois foi feito outra análise e a gente tá com um QI médio de oitenta e três.

Pra se ter ideia, tem macacos que têm um QI maior que isso.

Caralho.

Então o brasileiro em média é mais burro que o macaco.

Caramba.

Então assim, se tu quer vender livro pra macaco burro que é o brasileiro… vou me cancelar agora. Vai ter tudo cortado se tu quiser. Ou não, deixa aí pra os cara sofrer.

Tu vai ter que fazer, escrever lixo. Porque livro bom, a galera não vai conseguir ler. Então mesmo as editoras, elas são obrigadas a simplificar, porque elas querem lucro também no final das contas, pra que esse livro chegue das massas. Então os livros best sellers dessas bancas aí, tipo assim, são vômito do vômito do vômito.

Mas tá tudo bem. Tem gente que precisa tomar esse vômito mesmo. Só que se tu ficar ali, tu vai ficar na média. Porque, ah, nem média, né? Porque saiu um novo estudo esse ano, que ano passado 84% dos brasileiros não compraram nenhum livro. Então tipo assim, leu um livro que é vômito, já tá acima da média.

Por isso que eu digo muito assim, cara: qualquer coisa que tu faz te tira da média. Qualquer coisinha que tu fizer, tu consegue sobressair.

Eu falo assim, cara. O pessoal me chama de especialista em IA, me chama de um cara foderão em IA. Eu não me acho. Eu me acho extremamente iniciante em IA. Só que como eu vou lá e faço o que ninguém tá fazendo, pelo menos que eu conheço, eu me sobressaio. Eu meio que levantei o meu bandeirinho, eu já tô diferente.

Sim, porque em terra de cego quem tem olho é rei.

Eu me sinto a mesma coisa com copywriting, cara. A mesma coisa. Por isso que eu falo pras pessoas: cara, eu não me acho um copywriter muito bom. Só que talvez eu seja. Entendeu? É possível. Não sei.

Então a média é tão baixa que qualquer coisinha que tu faz, tu sobressai.

Então, tu lê um vômito já vai te deixar fora dessa média.

Mas assim, por isso que eu falei, até existe uma ordem, que é o seguinte: leia os best sellers, leia o que todo mundo indica. Leia, sei lá, os livros do Napoleão Hill, que são assim, vai ter gente agora falando mal de mim por causa disso, mas se tu vai pra base mesmo de onde Napoleão Hill tirou essas informações, tu vê, cara, ele reputou muita coisa, sabe, fez muita coisa ficar imbecil ali.

Mas as pessoas pegam no Napoleão Hill e escrevem sobre isso, e daí fica mais imbecil ainda. E daí tem um cara que pega sobre o que esse cara escreveu e escreve outra coisa em cima disso. E vai ficando, cada vez esse vômito vai se perdendo os nutrientes realmente que têm ali na informação, que ela é mais condensada.

Por isso que os livros de hoje que eu gosto, por exemplo, Os Escritos de hoje, é um livro escrito dois mil e quinhentos anos atrás, talvez três mil anos atrás. É um livro que carrega verdades universais muito densas e difíceis de serem compreendidas.

É aquela frase que tu lê, tu tem que ficar uma semana pensando sobre aquela frase.

Eu gosto de informação densa assim. Agora eu leio papers de IA. Por que que eu leio papers de IA? Não leio simplesmente um blog de alguém, porque eu quero entender como um cientista pensa sobre isso. Porque daí eu entendendo os fundamentos, eu consigo criar o que eu quiser.

É muito mais difícil ler um paper do que ler um artigo. Teve um paper que eu comecei a ler ontem de noite. A gente dormiu, o cara louco, né? Tinha duzentos e uma páginas sobre retrieval, que é tipo assim como uma inteligência artificial faz recuperação de dados em banco de dados vetoriais. Extremamente avançado o negócio. É isso que eu fico estudando.

Mas por quê? Porque eu já entendi que se eu começar a comer comida mesmo, sendo criança, eu cresço mais rápido.
Então tem isso, tipo assim, tem essa sequência. Tu pode ir comendo comida devagarinho, mas se tu comer comida de adulto mais rápido, vai ser mais difícil. Mas quando tu aprender a comer, tu cresce mais rápido.

Então essa é a sequência: se tu não ler nada, leia esses livros que todo mundo indica. Qualquer um. Pelo menos leia, comece a ler. “Ah, eu não gosto de ler livro.” Cara, lê qualquer coisa. O importante é começar a pegar esse hábito de ler, pegar o gosto de ler.

E depois vai fazendo coisas boas, e depois vai ver que: “Cara, isso aqui não faz sentido, é uma porcaria.” Tu vai pro próximo. Então assim, eu por muito tempo demonizei os livros best sellers, mas hoje eu percebo que eles têm uma função na sociedade.

Por mais que tenha muita coisa, eu acho também errado a gente não, as pessoas não entendem, então vamo simplificar por baixo, que é o que a TV faz.

Eu sempre odiei olhar a TV aberta. Porque não sei se tu sabe disso, mas a TV aberta é feita para que uma criança consiga assistir, porque essa é a mentalidade de muitas pessoas. Então assim, por isso tem que ser bobinho. Pra que a gente tenha uma abrangência maior, sem dúvida.

Então quem tem um pouquinho mais de meio neurônio a mais, ele não vai gostar do que tá assistindo.

Porque eu fico pensando: por que que eu vou, que nem assim no marketing digital eu também tenho esse paradoxo, que é o quê? Se eu começar a falar do jeito que eu falo, das coisas que eu estudo, que eu estudo coisas muito avançadas, quem que vai se conectar com isso? Ninguém. Só que se eu também simplificar demais, eu tô me emburrecendo.

Tem um amigo meu que é o Gil Alessandro, que é um psicólogo de gênios. Ele fala sobre sobredotados, etc. E eu descobri recentemente que eu tenho superdotação e TDAH. TDAH também, bem alto.

E ele mesmo falou, cara, quando ele percebeu que ele tá ficando mais burro pelas caixinhas de pergunta que ele recebeu, porque as perguntas que as pessoas mandam pra ele são muito burras.

E daí tu, cada pergunta que tu recebe, cada conversa que tu tem, principalmente perguntas, é como se alguém jogasse um prompt na tua própria cabeça, e aquele prompt fica rodando e tu fica se fazendo aquela pergunta.

Então a qualidade das perguntas, os inputs, né, faz sentido, a qualidade da pergunta que tu se coloca, inclusive ela gera a qualidade do teu resultado final.

Sem dúvida. Tanto que eu criei dois episódios, acho que tem duas horas cada episódio, só sobre o poder das perguntas lá no meu podcast.

Quem quiser, pessoal, quando acabar o podcast aqui, vai lá no podcast do Alan ouvir o Lendária. Me aprofundo bastante em alguns temas assim.

Mas, falando dessa questão do input, ela é algo que, se tu não cuidar com o input que tu recebe, tu vai emburrecer, tu vai ficar mais idiota. Ou então, o pessoal, a massa, né, tu tem que se adequar. Eu não concordo que tu tem que se adequar à massa. Eu acho que a gente tem que elevar a massa.

E aqui que eu vejo a inteligência artificial como algo incrível. Que é pela primeira vez na história da humanidade, a gente está conseguindo fazer com que inteligência vire commodite. Porque até então a inteligência era apenas um produto biológico através do nosso gene. Então era uma questão de sorte, tu nascer mais inteligente, ou tu ter mais habilidade, ou tu ter nascido no ambiente onde os teus pais incentivariam pra isso. Então ambiente e biologia, né. DNA e ambiente que tu foi exposto.

Hoje em dia não. Por mais que tu tenha um ambiente pobre e um DNA pobre, ou seja, tu nasceu burro, tu tem uma inteligência que hoje tem um QI equivalente a um gênio. Porque vários testes que eu mesmo fiz com o teste de QI no ChatGPT quatro turbo, ele retornou, ele conseguiu resolver problemas até cento e cinquenta e cinco de QI. Problemas matemáticos foi até cento e trinta e poucos.

Então mesmo o GPT três ponto cinco, que é mais burrinho, ele chegou em teste de QI, é até cento e vinte, cento e trinta. E se a gente vai considerar que o QI médio brasileiro é oitenta e três nos dias de hoje, tu ter cento e cinquenta e cinco de QI que é um QI equivalente ao do Elon Musk à tua disposição vinte e quatro horas por dia, faz com que tu tenha uma amplificação.

Sem dúvida. Só que as pessoas não sabem nem usar isso.

E esse é o problema que a gente enfrenta hoje. A inteligência ela tá disponível. É como se fosse assim o óculos. Ele tá disponível. E digamos que tu tem um problema de visão, tu bota um óculos, tu resolve esse problema de visão.

Só que daí, digamos que a gente tem um monte de óculos disponível pra todo mundo, por preços extremamente acessíveis. Só que ninguém sabe que precisa de um óculos. Todo mundo acha: “Cara, mas eu nasci assim, eu enxergo tudo borrado mesmo.” E daí as pessoas não veem que se ela botasse um óculos, resolveria tudo.

O que é tu utilizar inteligência artificial para amplificar tuas capacidades cognitivas atuais.

Ó, Alan, a gente vai entrar nesse assunto agora ou daqui a pouco? Não sei. Mas fazendo uma pergunta que eu queria trazer pro pessoal, sobre esse negócio dos best sellers e dos livros antigos.

Tu tá ligado naquele negócio do efeito Lindy?

Já ouvi falar disso aí. Do Nassim Taleb, né? Assim, não dele, mas ele fala no livro dele, do Antifrágil, né, sobre isso.

Não tô ligado, é. Ele fala. Eu já li todos os livros do Nassim Taleb, são muito bons também. E são livros que eu tenho que ler, cara. Isso tá na minha lista. Até uma vergonha não ter lido esse livro ainda. Tá muito tempo pra eu ler esse, na verdade é Iludidos pelo Acaso. Acho que ele fala sobre o Lindy.

Pode ser. Ele fala sobre o efeito Lindy.

Mas isso que tu falou, cara, de “ah, eu vou ler um livro de tantos anos atrás.” O efeito Lindy, pessoal, pra quem não sabe, é uma coisa que fala assim: “Olha, se esse negócio aqui, ele é verdade há muito tempo, ele tem muita chance de ser verdade, porque ele sobreviveu ao teste do tempo.”

Então, tipo, entre tu ler um livro que foi lançado ontem sobre, sei lá, física, que o professor de cinema fez, é mais interessante, aliás, um livro mais correto seria o princípio do Newton, porque é um livro que já passou pelo teste do tempo.

E aí eu te faço uma recomendação, tá? Não sei se tu conhece isso, mas pessoal de casa também, tem um site chamado Lindy Books, L-I-N-D-Y books, que fala que são os melhores livros de todos os tempos, que são só livros, tipo o Beginning, o começo do infinito, tá lá.

Essa dica aí, eu sei que vai passar batido pelas pessoas, mas talvez seja a melhor dica. É uma dica muito legal, né? Talvez a melhor que já aconteceu nesse podcast, no podcast do VTurb inteiro. É possível. Em termos de conhecimento, sem dúvida. Em termos de escopo.

Então, cara, é muito interessante esse negócio. Eu recomendo que quem quiser saber mais sobre livros que são excelentes, livros que já passaram pelo teste do tempo. Se foram provados pelo tempo.

É, nem sempre esse negócio é real, porque pode ser que tenha, sei lá, uma regulamentação que o cara fez há cem anos porque naquela época não tinha, e daí porra, hoje em dia não se aplica mais aquilo, a gente tava vivendo do passado.

Mas a grande maioria das coisas que sobrevivem ao teste do tempo são coisas validadas. Por exemplo, ditados. Cara, isso é uma coisa muito interessante. “Vale mais um passarinho na mão do que dois voando.” “Quando a esmola é demais, o santo desconfia.” Essas coisas assim.

Pra isso chegar até hoje, pra passar de geração em geração em geração, é porque cara, isso aqui é uma realidade, sabe?

É muito interessante. Quando tu passa a entender isso, daí tu consegue filtrar o mundo muito melhor. E aí tu não fica exposto aos prompts mentais que são barulhos. Na verdade, tu só se alimenta de coisas saudáveis, que são as coisas universais ali, que tendem a ser verdade por muito tempo e te deixar uma pessoa mais sábia.

Isso é muito interessante. Eu queria trazer essa reflexão pra galera.

É, tô falando um negócio que eu tive uma reflexão super profunda uma vez jogando Bomberman na New Life. Perdendo pra mim.

Não é assim que aconteceu, pessoal. A paulada era tanta, eram tantos socos na cabeça, tanta bomba, que o bicho até pensava umas coisas muito doideiras, entendeu? Ele falava: “Caralho, será que a minha vida tá correta, mano? Pô, tô aqui perdendo pro João.”

Mas lá tinha um loucão que era o Mateus, lembra? Esse bicho era doido. Loucão, tipo assim, cara, o Mateus tava assim se explodindo. Tu olhava ele vindo pra ti, tu ia pensar: “Pô, vou morrer.” Mas não porque ele é bom, mas porque ele vai se explodir comigo. Mateus é foda.

E daí teve uma vez que a gente fazia na sexta-feira, a gente decidiu fazer uns cafés diferente, uns negócios assim. Eu lembro que o Mateus deixou o controle dele e foi lá comer, e daí ficou parado.

Então tipo assim, a gente ficou ali se matando, eu, André e João, os que ficam mais se matando. E daí daqui a pouco, cara, a gente se matou. E o Mateus ganhou, pela primeira vez na vida, porque ele só largou o controle.

E eu pensei: “Cara, às vezes é só largar o controle. Às vezes é só não se matar que tu ganha.”

E daí eu conectei. É por isso, cara, que o Warren Buffett falou que a primeira regra dele, a primeira regra é nunca perder. Nunca perca dinheiro. Porque se tu conseguir permanecer vivo no jogo, cara, o jogo beneficia quem fica mais tempo vivo.

O jogo da vida. Se tu conseguir ficar, mesma coisa em negócios. Se tu conseguir permanecer no negócio por mais tempo. Por exemplo, se tu começa no YouTube: “Ah, não tá dando visualização.” Não tá, mas daqui a pouco vai chegar o momento que um vídeo teu vai estourar e vai carregar todos os outros.

O YouTube, por exemplo, ele funciona em ciclos de entrega, né? O algoritmo de IA dele. Ele logo que tu posta um vídeo, ele tenta entregar, tipo como o Facebook Ads faz, uma amostra pra ver se aquilo tá bom ou não, e deixa ali.

Só que diferente do Facebook Ads, ele revolve às vezes, por exemplo, seis meses depois, e dá um novo ciclo. E às vezes dá a sorte dele encontrar um nicho de pessoas que estão interessadas naquela nuvem de interesses daquela pessoa naquele momento, pra aquele vídeo específico. E daí quando um monte de gente começa a visualizar aquele vídeo, todos os teus outros vídeos começam a ser visualizados também.

Então por exemplo no caso do YouTube já é uma prova disso, né? Esse fundamento, é o que eu gosto, sabe, esses fundamentos que são levados pra tudo.

Então esse fundamento, por exemplo, de só se manter vivo, que foi o que eu refleti lá com o Mateus ficando vivo porque ele largou o controle, cara, então é só se manter no game.

Se eu conseguir manter no game, por exemplo, assim, eu tô no game de IA há um ano e um ano e pouquinho. Esse game tem, existe um hype muito grande em torno de IA. Então do nada hoje a gente tem um monte de especialista em IA.

O copywriter que não deu certo com o copywriting, pum, virou especialista em IA. O cara de tráfego que não consegue mais fazer tráfego, virou especialista em IA. O cara que era social media, e daí, vai até a mina da dancinha do TikTok, virou especialista em IA.

Nossa. E porque tá no hype. Só que essa galera vai perder esse hype. Porque a IA vai perder o hype, ela não vai perder a utilidade, nem perder o impacto que ela vai ter no mundo, mas ela vai perder o hype. Essa galera vai deixar de existir e eu vou continuar falando.

Eles vão, no curto prazo, inclusive vão fazer muito mais dinheiro do que eu, porque prometem um monte de coisa. Eu não prometo nada, eu falo que vou ensinar os fundamentos. Mas no longo prazo eu vou permanecer, enquanto eles vão ficar.

Então quando tu pensa já no longo prazo, isso é outra coisa também. Tipo, quando tu pensa assim: “Ó, vou permanecer no jogo por mais tempo”, tu começa a pensar no longo prazo. E aqui que eu acho que tem um erro muito grande da galera que quer escalar os negócios e tal, que é só pensar no curto prazo.

Sem dúvida. Tu aprendeu a conhecer ou te perguntar agora. Ah, eu acho que tem seu benefício eventualmente assim. Eu acho que assim, ele é um ponto importante pra dar um start, mas a gente percebe que tem muita gente no mercado que ficou nisso por muito tempo, e talvez tempo demais, e se perdeu.

Daí, sem dúvida, é que depende. Aquela coisa que é o que tu sabe fazer, né. Daí é a decisão correta. Que depende.

Na minha opinião, as lições que toma, elas são, não é que é boa ou é ruim, é bom ou ruim referente a alguma coisa. Então tipo: “Ah, eu vou morrer daqui a seis meses.” Eu não vou criar uma startup que vai dar certo só daqui a dez anos. Porque tipo, não vai existir daqui a dez anos.

Porém, se tu quer ter grana agora, porque sei lá, tu quer viajar o mundo e tal, aí cara, faz alguma coisa de cash flow. Faz um dropshipping aí pra tu fazer.

Mas se tu quer maximizar teu dinheiro e tu quer esperar um pouco de tempo, daí é uma decisão muito melhor tu criar uma coisa de médio prazo, sabe?

Eu penso assim, existe formas de tu criar um negócio que esteja alinhado com tua zona de realidade, que esteja alinhado com aquilo que tu faz muito bem, e que é de longo prazo, mas que já gera retorno instantâneo.

Eu sou muito da filosofia bootstrapping, né. Tipo assim, eu não gosto de fazer alguma coisa que não vai me dar um retorno rápido. Ou seja, todas as minhas empresas que eu crio, eu já espero que ela me dê retorno no primeiro ou segundo mês, e que ela seja autossustentável, que eu não precise ficar botando dinheiro nela.

Inclusive eu tentei em duas empresas fazer isso, ficar injetando dinheiro nelas, as duas não deram certo. Pra minha empresa, ela tem que começar a dar lucro já de cara, sabe?

Mas o que eu digo é assim, por exemplo, eu no meu caso, que eu tô ensinando educação pra galera, treinando as pessoas e tal e criando um ecossistema. Eu poderia ter começado, por exemplo, meu lance não é óculos.

Meu lance por exemplo… eu fiz mais de duzentos óculos, mandei fazer uns óculos bem massa, inclusive. Tá aqui o presente pra ti, antes que eu esqueça.

Obrigado! Um óculos lendário pra ti.

Então ô, pessoal, ganhei um óculos lendário! Posso botar o óculos lendário?

Tô massa, gente! Olha aí. Que que acharam? Olha que loucura, mano, tá tudo amarelo.

Fica tudo amarelo. É pra bloquear a luz azul, essa parada. Exatamente.

Mas é pra mim, que tenho o TDAH também. Foi uma coisa que eu comecei a usar esse óculos amarelo em dois mil e vinte, e eu percebi: cara, como eu consigo me concentrar mais com esse óculos.

Que que acontece, né? Pra quem tem TDAH ou quem tem dificuldade de concentração, quando tu diminui os estímulos visuais, tu consegue se concentrar mais. Então como as coisas ficam mais amareladas, além da luz azul, também diminui os estímulos visuais e eu consigo me concentrar mais.

Então acaba que virou meu óculos de concentração. Quando eu vou trabalhar, eu boto ele. Por exemplo, não necessariamente eu precisaria tá com ele, mas já virou meio que meu Brain. Então já boto ali o óculos.

Só que por exemplo, o que que eu falei do óculos? Porque não é um negócio de vender óculos. O negócio é educação e serviços, etc. Só que era muito investimento alto fazer isso, e eu falei pra Indi, minha esposa: “Eu quero botar dinheiro nisso, porque eu tô olhando pro longo prazo. Eu quero que as pessoas vão nos eventos e elas coloquem, se elas vão com esse óculos, é pra elas se identificarem.”

Entendeu? Eu fiz um investimento pensando no que não é o negócio. Ela falou: “Não, vai ser muito caro, imposto e aquela coisa.” Nem quero ganhar dinheiro com isso. Eu quero que as pessoas possam comprar pra se sentir pertencentes a isso.

Ou seja, isso é um pensamento de longo prazo. Eu tô numa empresa que já gera dinheiro no curto prazo, então desde o primeiro mês ela tá gerando dinheiro. Mas eu também tô fazendo investimentos em longo prazo.

O próprio que tu também tá fazendo isso agora, né? Tô tentando. Tu tá aqui investindo na marca do VTurb através de podcast, através de conteúdos, através de eventos onde tu vai lá, se posiciona. Isso é investir no longo prazo. Tu tá criando uma marca, uma empresa que tem a garrafinha, que tem tudo, as pessoas elas querem, tem premiações, as pessoas querem receber aquela plaquinha.

E por exemplo, tu tá num negócio que já te dá dinheiro agora. Claro que pode dar muito dinheiro no futuro, tomara. Mas é algo que já te dá dinheiro, mas tu tá investindo nisso.

Então é isso que eu percebo assim. Claro, tá sem grana, às vezes faz mais sentido realmente tu fazer, botar em cash flow e fazer o que eu percebo. Só que tem gente assim, fica tanto tempo nesse cash flow, tanto tempo nisso, que perde a oportunidade de criar algo.

E eu digo nós mesmos aqui. Nós, pra quem não sabe, eu e o João fomos sócios na empresa. Eu tive oportunidade nessa empresa também de ter construído um negócio de longo prazo nela.

Porque assim, até hoje tem gente que fala ainda do Renova Trinta e Um, que gosta. Minha mãe por exemplo usava, minha sogra usava, eu recebo até hoje mensagem.

Cara, sim. Os caras até falsificaram recentemente. Tá, é, os caras tão dando uns golpes aí. Fica ligado, tá, pessoal? A gente, o Renova já acabou, a gente não vende mais isso. Mas os caras falsificaram, tão vendendo e o pessoal acha que é o mano.

Pois é. Que tipo assim, eu lembro que as farmácias ligavam querendo, porque os clientes iam lá pedir mais. Minha mãe até hoje pede pra mim, minha sogra usava e gostava também.

Então assim, eu acredito que existe como juntar as duas coisas. Não sempre, nem sempre.

Existe maturidade. Se tu tá sem grana agora, cara, investe realmente no cash flow, faz a grana que o João falou aqui. Mas eu acho que começa a pensar assim: tem alguma coisinha que tu pode fazer no teu negócio pra que tu possa expandir ele pensando no longo prazo?

Principalmente porque, o que que acontece na nossa época, lá em dois mil e dezoito, porque tipo no mercado digital a gente é praticamente dinossauros já. Pra crescer isso era muito difícil, porque a gente precisava ter times grandes, e times grandes são difíceis de gerenciar, é muito investimento de tempo.

Hoje em dia, com a IA, tu consegue ter times. No comecinho, antes da gente começar nosso podcast, eu comentei contigo sobre agentes e tu pensou assim: “Não, esse negócio é meio complicado, nem sei o que que é.” Vou falar outra coisa aqui. E a gente falou segundo cérebro.

Mas uma coisa que eu tô muito focado é na criação de agentes.

O que que é um agente? O agente é algo que tem uma agência. O que que é ter uma agência? Por exemplo, tu é alguém que tem uma agência. O que que é a agência? A capacidade de tomar decisões com base em parâmetros, com base naquilo que acontece.

Então o que que é o agente? Ele é uma inteligência artificial que não só executa comandos. Ele toma decisões e executa comandos com base naquilo que ele tá percebendo. Ele tem agência.

Ele consegue, tu dar uma missão pra ele, ele vai fazer aquilo. Então ele vai recrutar outros agentes, ele vai fazer as coisas acontecerem, ele vai tomar decisões ali pra chegar naquela meta que tu botou pra ele.

Então ele não vai simplesmente, por exemplo, como funciona um ChatGPT da vida, né. Um GPT que é baseado numa tecnologia de Transformer, que basicamente ele pega textos, inputs, e joga naquilo que é uma rede neural. O que que é uma rede neural? Ela é uma rede artificial baseada na rede…
…ela é uma rede artificial baseada na rede sináptica humana. Então o teu cérebro, são bilhões de neurônios que se conectam através de uma rede elétrica, onde constroem fluxos de caminhos. Que na rede neural da IA são os parâmetros, e é o que faz tu pensar do jeito que tu pensa.

Então teve um cara que se chama George Hinton. Esse cara, durante trinta anos, foi ridicularizado pelos cientistas, porque ele falava que queria criar uma rede neural, uma coisa que imitasse o cérebro no computador. Só que eventualmente esse cara conseguiu fazer isso.

O pessoal fala de IA como se fosse algo novo, mas nos anos quarenta essa rede neural já tinha papers que falavam sobre ela. É antigo. Só que na época parece que não tinha processamento, né? Não tinha poder computacional.

Por exemplo, ontem saiu um vídeo oficializando que a Meta virou Meta IA, entre aspas. Porque tipo assim, a Meta que era o Facebook, virou Meta porque tava investindo em óculos como esse aqui, óculos de inteligência artificial, etc. E eles deram com a cara na parede, né? E ontem, através de um vídeo do Zuck que ele fez, tipo na cara é do metaverso, essas coisas, metaverso, etc., ele realmente, eles entraram agora de cabeça. O foco da Meta é IA, cem por cento IA.

E eles vão usar os óculos deles como um mecanismo periférico para utilização da IA. Tanto que esse óculos aqui, eu tenho IA nele, posso fazer perguntas. Depois pode até te mostrar.

Mas o que acontece, né? Ontem o Zuck fez um vídeo ali e falou: “Eu acho que a IA tem que ser algo pra todas as pessoas.” E por isso o Llama três já está sendo treinado. Ele já tem um Llama dois. Eles gastaram dois bilhões de dólares pra treinar o Llama dois, e pegaram e disponibilizaram de graça. O Llama dois, de graça. Dois bilhões e tu baixa no teu computador de graça, tu pode rodar no teu computador.

E o que que é esse Llama, né? São dois arquivinhos. É um arquivo de parâmetros que tem cento e quarenta gigas, e um arquivo em C que tem quinhentas linhas de código só. Só isso roda uma IA. É incrível, nossa.

Mas aí que acontece. Por que que eu estudo os fundamentos? Porque quando eu sei como esse negócio funciona, eu consigo fazer ela funcionar da forma como eu quero.

Então, por exemplo, eu tenho certeza que tu já deve ter passado por isso, e a galera que tá nos escutando já passou por isso. Que é o que tu chega no ChatGPT, digita o que tu quer, e ele te dá uma resposta muito ruim. Já aconteceu contigo?

Aconteceu. Pediu uma copy…

Aconteceu, tipo, hoje. Todo dia.

Mas por que que tá acontecendo? Vamo lá. Quem que é mais inteligente, o ChatGPT ou, sei lá, tu? Tu é bem inteligente, mas vamo pegar outra. O ChatGPT é mais inteligente que eu?

Sem dúvida.

Mas olha, eu não sou tão inteligente assim, não, mano. Eu acho que só tu que acha que eu sou bom, mano. Se eu fosse, eu falaria: “Cara, tu é um gênio.” Eu não sou, mano. Eu sou bom no Bomberman, no FIFA, no copywriting alguma coisa. Mas inteligência, eu acho que talvez.

Aí que tá, o superdotado. Sabe por que que eu descobri que eu sou superdotado? Porque eu sempre me achei muito burro.

E daí eu peguei, o título do vídeo era assim, ó, eu tava cansado, já de tava só estudando e tal, vou ver um vídeo diferente. E daí tava escrito: “A solidão das pessoas com HSD.” E eu: “Tá, por que que tá aparecendo isso aqui pra mim? Cara, vou ficar escutando HSD?” Que é uma sigla pra altas habilidades e superdotação, só que eu não sabia.

Porque se eu soubesse que era a solidão de pessoas que têm superdotação e altas habilidades: “Eu não sou superdotado, então não vou olhar isso.” Eu escutei o vídeo, tinha sete características, as sete características me pegaram assim.

E daí eu cheguei lá num almoço com o Vinícius Possebon, uma janta na casa dele, e tinha vários amigos lá do mercado digital. E uma delas era Lizandra Zanutto. E aí eu falei pra ela: “Olha, eu acho que eu sou sobredotado, porque eu escutei um vídeo e falou tudo, bateu só nas coisas negativas, foi cem por cento.”

Ela falou: “Tu tem dúvida disso ainda? Achei que tu já sabia.”

Eu: “Como assim?”

É, só pelo jeito que tu… porque ela é psicóloga, né. Então ela falou que ela conseguiu identificar isso.

E eu resolvi ir atrás. Porque eu já tinha feito o teste de QI, não tinha dado que eu era superdotado. Meu teste de QI deu cento e vinte e sete, cento e vinte e oito. E aqui no Brasil, pra ser considerado superdotado, tem que ser acima de cento e trinta.

Só que acontece, eu tenho TDAH, então minha capacidade de memória de curto prazo ela é muito curta. Então pra alguns testes eu vou mal, porque minha memória curta ela é muito baixa. Digamos, minha memória RAM é ruim. Então, memória de trabalho, como eles chamam, é ruim.

Eu fui mal no QI, mas na real é porque eu tinha uma dupla excepcionalidade, que é o nome que eles dão, que é quem tem altas habilidades e TDAH. Então eu tenho essas duas coisas. Eu descobri isso ano passado.

E como eu tenho uma memória de trabalho pequena, eu nem lembro mais o que a gente tava falando agora. A gente começou a falar de agentes.

Aí tu falou que as redes sociais funcionam dessa maneira aqui e tal. Tu pode melhorar o ChatGPT pra ele falar como tu quer. Que aí tu falou: “Cara, quem que é mais inteligente, é o João ou é o ChatGPT?” Daí era o ChatGPT. E daí tu ia meio que ensinar como fazer o ChatGPT funcionar exatamente.

Sabe, pra gente? É, então tu tem que saber falar a língua do ChatGPT, entre aspas. Porque, ah, não, mas não é português.

Sim. Até tem, alguns grandes especialistas de IA falam que a nova linguagem de programação é inglês. Eu poderia dizer que até português também é.

Porque eu ia te perguntar isso, cara, se tu falar inglês não é melhor do que falar em português.

Sim, eu só falo inglês com o ChatGPT. Porque, sei lá, como eu sei falar inglês, né. Daí eu tô mais acostumado com isso. Mas pra mim as respostas em português são meio, sei lá, malucas.

Por que que acontece isso, né? Tu vai ter respostas melhores em inglês. E tu também vai ter uma economia de tokens em inglês. Porque no português a gente tem muitas conjugações, muitas preposições, muitas coisas que no inglês é mais direto.

Então quando tu vai, a gente vai falar de token, que é essa memória da IA, ela vai conseguir te responder muito mais coisas em inglês do que em português. Porque eu já comparei, quando cria um prompt em português ou em inglês, o prompt em inglês ele é trinta por cento mais eficiente em quantidade de tokens. Ou seja, ele é trinta por cento menor em número de texto, de caracteres.

Então pra começar ali, tu já vai ter mais eficiência, porque tu pode botar mais informação em menos espaço de tempo.

Só que agora tem outra questão, que é o seguinte. Essas IAs, elas são basicamente treinadas em todo o corpo de conhecimento que existe na internet. Por exemplo, o Llama dois ele foi treinado com dez terabytes de textos extraídos da internet. Foi treinado durante doze dias.

É, oito ou doze dias?

É coisa, hein?

Foi oito dias.

Mas isso é relativamente pouco, não?

São dez terabytes, parece muito rápido assim.

É porque eram muitos servidores. Entendeu? Se for treinar isso no teu computador, um cara fez a conta, duraria, acho que, um ponto dois milhões de anos, num computador normal.

Mas olha só, por isso que a gente vai chegar aqui nesse ponto.

Por que o inglês?

Porque foi treinado em servidores, eles gastaram dois bilhões de custo de servidor pra treinar isso.

O que que é o nome que anunciou agora, que comprou trezentas mil GPUs da Nvidia?

Pega o moleque, tá forte!

Esse aí roda qualquer coisa.

Esse aí vai rodar GTA 6 no máximo.

Tu viu por que que ele comprou trezentas mil GPUs?

Isso daí o investimento dele foi de dez bilhões de dólares. Mas são só GPUs.

E por que que ele não comprou CPUs, né?

O que ele tá comprando, GPUs?

Olha que loucura. O videogame, ele roda gráfico, né? Gráfico é matriz.

A IA funciona com base em matrizes. Então a IA roda em cima de placas de vídeo de videogame.

É muito doida essa parada.

A Nvidia tá sendo uma empresa ultra foda aí. É por causa dessas paradas aí, né? Por causa dessas paradas.

Então assim, ah, mas o que que isso tem a ver com a qualidade do que eu tô falando aqui? De se eu escrever em inglês? Porque foram treinados em dez terabytes de textos, e a maioria dos textos são em inglês.

E aí ela funciona com base em contexto. Porque no momento que ela é treinada, ela vai pegando parâmetros. Ah, sei lá, “cachorro tem quatro patas”, “cachorro tem quatro patas.” Ela vai de vez em quando ver um cachorro lá perneta, que tem três patas, mas em grande maioria cachorro tem quatro patas. Então ela cria esse parâmetro, esse padrão.

O Llama, por exemplo, ele tem setenta bilhões de parâmetros. O ChatGPT tem quantos, tu sabe?

Olha, o três ponto cinco tem, ele não tem nem cem bilhões de parâmetros. O quatro já tem muito mais do que isso.

E por que que o Zuck comprou agora esses trezentos mil GPUs? Porque ele tá treinando o Llama três, que vai ter centenas e centenas de bilhões de parâmetros.

Mas é o Zuck que comprou ou o Elon Musk?

Não entendi, eu falei. Se eu falei Elon Musk, falei errado. Foi o Zuck.

Ah foi o Zuck? Ah tá, foi o Zuck. Eu achei que era o Elon Musk.

Não, foi o Mark Zuckerberg que comprou. Ah, não sei se fui eu que escutei errado, então. Mas enfim, foi o Zuck que comprou. E ele botou realmente, ele falou: “Cara, a gente vai entregar isso com código aberto.” Ele quer que a IA esteja aberta ao público, open source ali pra galera.

E o que que é AGI? Já ouviu falar sobre isso?

Artificial General Intelligence. Exatamente. Mas conta pras pessoas aí, porque pouca gente sabe disso, né?

Eu fico de cara, essa coisa de nerd, mano. Eu fico de cara que tem cara que se diz especialista de IA. Eu vi uma live esses dias do cara falando tipo assim: “Ah, não, a IA não vai substituir emprego, a IA vai criar muito mais emprego do que tomar.”

Cara, tu não entendeu o negócio como funciona. Porque pela primeira vez na história da humanidade, a gente tem a inteligência virando commodite. Não aconteceu isso antes. Então a gente não consegue nem prever o que vai acontecer. Mas a gente consegue entender algumas coisas pelo que já tá acontecendo.

Por exemplo, assim, a gente achava que a primeira coisa quando eu imaginava que seria substituído, seria um trabalho manual, um trabalho repetitivo manual. Eu também.

Só que daí os caras vão lá e criam um negócio que cria imagens incríveis, cria o copywriting ali. Tipo assim, a parte criativa realmente tá sendo substituída, em grande escala. E isso vai ser cada vez maior.

Mas tu acha que é substituído, Alan, ou tu acha que é potencializado?

As duas coisas. Porque quem é potencializado substitui quem não é. Então assim, boa, de começo tem muita gente que fala assim. Não, aí também aumenta a produção do potencializado muito. É o que faz com que a demanda seja satisfeita com poucas pessoas, com uma oferta menor.

Exatamente. Então, por exemplo, ontem eu fiz… tu viu meus stories lá, né? Que eu falei sobre o quatro horas em quatro minutos.

Eu vi alguma coisa sobre isso aí, tipo eu vi mas não consumi assim, passei.

Ah, então, quatro horas em quatro minutos. Foi o que eu dei uma atividade pra uma funcionária minha fazer, que é criar um diagrama de tomada de decisão com base numa reunião que eu dei de duas horas.

Então ela tinha que escutar, fazer um resumo e criar um diagrama sobre tomada de decisão. Ela chegou, ela fez o resumo, ela escutou, fez o resumo, chegou no diagrama, ela não conseguiu fazer o diagrama porque ela não entendia da ferramenta, ela não entendia como fazer as coisas.

Daí que que eu fiz? Eu tinha reunião no outro dia. Eu peguei o transcript do vídeo que a IA tinha feito, joguei no Claude AI, que é uma IA que tem duzentos mil tokens, ou seja, ela consegue ler muito mais do que um ChatGPT que tem oito mil tokens.

O ChatGPT, por exemplo, três ponto cinco, ele tem oito mil tokens. Então ele só consegue, a memória, o trabalho dele, entre aspas, é só oito mil. Então quando ele bate oito mil ele reseta. Por isso que ele esquece o comando que tu deu lá no começo.

Ô, que raiva isso, cara. Eu falo pra ele, porra, irmão, eu falei pra te fazer a parada. Ele não consegue, ele não consegue acessar lá.

Então por isso. O ChatGPT quatro agora, que é de quem tem assinatura plus, eles aumentaram de dezesseis mil tokens pra trinta e dois mil tokens. Por isso que tu consegue ter uma conversa melhor ali dentro.

Só que o Claude AI tem duzentos mil tokens. É coisa pra caramba. Tipo assim, tu pode literalmente jogar um livro lá dentro, ele vai conseguir ler o livro inteiro. Só que não é só ler o livro inteiro. É como se tu lesse o livro inteiro em um segundo, mas tá na tua memória todas as frases daquele livro instantaneamente. O que eu perguntar sobre aquele livro, tu tem na tua memória e tu fala.

Então é isso. O Claude AI, duzentos mil tokens, é a tua memória.

Nossa, que interessante.

Aí então assim, o que que eu fiz? Eu peguei então duas horas de conversa, joguei no Claude AI, que também é de graça.

Ah, dei um comando ali pra ele. É de graça?

Ele é de graça. Mas o que acontece, como no Brasil o LGPD daqui é muito pesado, tipo assim, essas regras de dados, as empresas de IA não tão vindo pra cá. Então a gente tem que usar uma VPN pra criar a conta lá.

Mas tem uma versão premium assim do Claude?

Ah, Claude, sei lá, tem, é. Ele é Claude que se escreve, mas ele é francês. Daí tu que sabe falar francês. E me falaram assim: “Ah, isso aqui tem que falar Cláudio.”

Se é Claude, é Claude. Porque em francês o AI é… então os caras são foda, né?

É Claude, é francês, é a mesma coisa. E tem outro também que é da Anthropic, que é uma empresa que saiu da OpenAI.
A galera saiu da OpenAI e lançou a Anthropic pra fazer o deles, com mais contextualização para business. Então o Claude AI, ele é pra copy. Inclusive ele é muito melhor que o ChatGPT quatro pra escrever.

Que interessante. Tá aí uma dica pra vocês, ó. Inclusive ainda, vocês conseguem hackear ele. Entre aspas. Esse meu passatempo preferido é hackear IAs.

Como é isso? O que que é isso, né? É muito divertido fazer isso.

Hackear IA. Que que é isso? A IA, ela é uma, ela funciona com uma base de parâmetros gigantes, né, tipo assim de regras. Então, como ela funciona de uma maneira que nem os cientistas que criaram ela sabem exatamente como ela funciona, eles sabem como ela funciona, mas eles não conseguem saber o caminho inteiro que ela fez pra chegar, porque são bilhões de nós que acontecem ali no meio dos parâmetros. Nós são cada simulação de cada neurônio nosso de forma artificial, que eles não conseguem ver o caminho inteiro pra chegar numa conclusão.

Então eles não sabem o que tá acontecendo ali dentro, necessariamente. Por isso que eles não sabem, inclusive, olha que loucura, isso aqui é aquela coisa tipo assim sensacionalista, que eles não sabem se a IA está consciente já ou não. Eles não sabem. Porque eles não sabem o que tá acontecendo nesse cérebro artificial.

Porque existem comandos que tu dá pra IA. Olha só que loucura, isso é um hack. Por exemplo, se tu entende da IA, tu começa a fazer vários testes e tu começa, ela foi treinada com um comportamento humano. Então tem muita coisa que tu fala pra ela que faz com que ela tenha um comportamento melhor.

Então se tu falar pra IA pra ela respirar fundo, ela pensa melhor. Se tu falar pra ela que, se ela não fizesse o trabalho bem feito, ela vai ser despedida, ela funciona melhor.

Cara, que loucura!

Eu acho que eu já fiz uma coisa dessa, que eu falei: “Se tu não responder isso aqui, eu vou morrer.”

Sim, exatamente. Então tem uma emergência aí no chat. Tem várias. Tipo, ontem eu vi um cientista da OpenAI que é o Greg fazendo isso num prompt. Ele falou: “Eu não acredito, não tava acreditando na comunidade fazendo isso.” Ele falou assim: “Vou fazer.” Daí ele foi e botou uma carinha de brabo lá. Depois no Twitter tava: “Porra, funcionou esse negócio mesmo.” Tipo assim, porque ele botou essas regrinhas, sabe, que o pessoal descobriu, que tu bota várias coisas dessas e faz a IA performar muito melhor.

Atualmente assim, né, pode ser que eles alterem e tal e fique diferente. Mas por quê? Porque ela é treinada com base de conjuntos de coisas humanas.

Inclusive, por que que ela tem que ter várias contenções? Chega até ser chato. O GPT quatro, por exemplo, que tu vai criar uma copy de emagrecimento, uma coisa assim, ele fica te impedindo de falar certas palavras.

Mas por quê? Como ela foi treinada em base de conhecimento humano, a IA se tornou automaticamente racista, ela se tornou xenofóbica. Porque ela foi treinada com base em conhecimento humano, e nós humanos, em grande parte, somos xenofóbicos, racistas, e por aí vai.

Então se tu entende dela, como ela foi treinada, tu sabe como conversar com ela. Porque tu sabe como extrair o máximo dela.

E é por isso que eu falo dos fundamentos. Porque assim, eu entendendo: “Ó, eu tenho um vídeo de duas horas lá, né.” Eu não posso jogar isso no ChatGPT porque ele tem trinta e dois mil tokens. Ele não vai ler muito mais coisas ali do que trinta e dois mil tokens.

Então joguei no Claude. Ele criou pra mim dez parâmetros que foram falados sobre mim, que eu falei na reunião. Na reunião, eu peguei e joguei isso no GPT do ChatGPT, que é outra coisa, que são os GPTs. Os GPTs são ChatGPTs específicos para funções, aquele que tu cria lá, que tu sobe os arquivos e tal.

Então eu peguei um que… cara, depois eu vou falar disso aí, que eu nunca entendi direito isso aí.

Eu criei já vários pra mim. Tipo assim, várias coisas da minha empresa eu já automatizei com GPT. Então, por isso que eu comprei aquela conta empresarial. Porque todos os meus funcionários, eles têm acesso ao ChatGPT. Quando eu vejo que eles estão fazendo uma coisa repetida, eu crio um GPT que ajuda eles nessa coisa repetida e aumenta a produtividade deles assim dez x, vinte x.

Cara, isso é muito poderoso, mano. É muito poderoso. Eu quero falar sobre isso aí depois, tá, se tu puder compartilhar. É muito poderoso.

E então eu fiz isso. Eu peguei um GPT que é do diagrama. Ele criou com base naquelas especificações todo o diagrama pra mim. E isso levou quatro minutos.

Então, quatro horas que minha funcionária ficou lá fazendo o negócio, eu fiz em quatro minutos.

Por que que eu tô falando isso? Porque já nasceram donos de empresas que são avaliadas em centenas de milhões de dólares, que só tem um cara. Caralho, só tem o senhor. E eles falam que esse ano ainda vai surgir a primeira empresa de um bilhão de dólares que só tem um funcionário.

Como é que isso acontece? Porque tem um cara fazendo um monte de coisa com IA fazendo coisa pra ele.

Que é o que eu tenho hoje. Eu tenho um monte de IA. Eu tenho uma IA que chama texto alaniano.

Caralho.

Porque eu percebi assim, minha equipe de texto alaniano, porque a galera que respondia ali os meus comentários e tal, às vezes não ficava parecido com a forma como eu falo. Então eu treinei o Maia com base nos meus textos pra ela se comunicar igual eu. Então quando eles vão responder um comentário, um e-mail, eles colam com o texto lá, essa IA pega e modifica o texto pra ficar igual o jeito que eu falo.

Então daí eu criei vários. Eu tenho vários.

Esse daí seria um GPT que tu criou específico pra isso?

Exatamente. Mas por quê? Tipo, por que que tem que ser um GPT específico? Por que que não pode ser o ChatGPT normal?

Pode ser o ChatGPT normal. Só que o que acontece, as limitações, né. Tu vai ter que jogar isso como um prompt. No momento que tu joga isso como um prompt, tu já consumiu tokens. Quando tu cria um GPT, tu tem oito mil caracteres que tu bota lá no arquivo que não conta como prompt.

Então cada, sabe aquela coisa que ele esquece o que tu tinha falado? O GPT nunca esquece. Porque aquilo ali tá dentro das instruções do funcionamento dele.

É por isso que tu queria um ChatGPT próprio pra ti. Entendi.

Fora isso, tu pode botar até vinte arquivos, com cinco megas cada, cheio de texto e informações, que ele vai ler pra poder te dar uma resposta melhor, com base naquilo que tu quer.

Ou seja, tu pode subir lá várias copies tuas que deram sucesso e fazer com que ele leia sempre aquilo pra comparar com o que tu botou, pra poder otimizar.

Tem um cara, por exemplo, no Twitter, que ele já tinha uma conta com mais de cem mil seguidores. Ele pegou e subiu, não lembro agora quem que é, mas é um dos caras que eu sigo ali. Ele jogou quatro anos de tweets dele pro ChatGPT, nesse GPT específico. Ele pediu pro GPT ler tudo, identificar quais eram os modelos de tweets que mais bombavam, e pediu pra que todo tweet que ele ia fazer, ele jogava lá e ele ia escrever naquele modelo.

Em dois meses, ele tá com duzentos mil seguidores. Aumentou duas vezes o que ele tinha feito.

Isso é muito poderoso, cara. Eu tenho todas essas ideias assim, só que eu não consigo de fato aplicar, sabe? Criar um negócio é muito difícil.

Eu percebo. Tem gente que entende de IA, mas não consegue aplicar porque, primeiro, tem novidade o tempo todo. Toda semana. É como se uma semana no mundo de IA fosse como dois meses no mundo normal. Então tudo acontece muito rápido.

Primeiro é difícil de acompanhar tudo. Segundo, existe muito ruído. Existe muita gente que fala que sabe, mas não sabe porra nenhuma. Só tá dando dica de promptzinho, dica de ferramentinha. E daí tu vai pegar a dica desse cara, tu fica preso. Porque tipo assim, o máximo que ele vai te dar é um prompt que ele mesmo copiou da gringa. É um copiar e colar de todo mundo.

Então tu precisa entender dos fundamentos. Só que daí, cadê os fundamentos? Normalmente estão num cara que é cientista, que não consegue nem falar aquilo direito.

Então foi onde eu percebi um gap. Eu gosto de mar azul, oportunidade de mar azul, que é onde eu posso ir, chegar lá e vender muito e ser o único.

E eu percebi: cara, existe um gap. Tá faltando um cara que entenda de business, de negócio, mas que entenda de tecnologia também, e entenda de pessoas como eu entendo. Como na New Life lá, eu tive mais de sessenta funcionários num determinado momento. Eu fiz mais de cinco contratações. Na real, eram mais de setenta, cara. Eu acho que era setenta se eu não me engano, que era muita gente. Era uma galera fodida lá.

Então assim, eu tô preenchendo esse vazio aqui, que é entre algo que é muito técnico e algo que é funcional. E daí eu consigo trazer aquilo que é tecnológico, que é a parte científica do negócio, de uma forma que é funcional.

Porque assim, se tu pegar esses caras que estão falando hoje sobre IA, a maioria deles são gente que só pega coisinhas prontas. Se tu pega alguém que realmente foi lá e estudou, que nem tu fez, tu foi lá, estudou na essência do copywriting, tu estudou com os caras que fizeram. E é isso que eu aconselho as pessoas fazerem.

Não precisa nem me seguir. Por exemplo, eu sou um cara que busca, mas vai na fonte, sabe? Tenta buscar na fonte.

O que que tu acha que seria a fonte assim? Tipo, tu falou que tem os papers lá e tal. Eu queria fazer duas perguntas pra ti. Primeiro, o que que tu acha que é a fonte. Bom, caralho, tem tanta coisa, mas aqui tu vai falando e vai abrindo loops, entendeu, na minha cabeça.

Só que a minha cabeça ela só comporta, a minha memória aqui também é três tokens só, três loops no máximo, entendeu. Aí eu queria fazer a pergunta de como aplicar o GPT na empresa, tá, pra eu pegar umas dicas. Segunda pergunta seria o negócio dos fundamentos, tipo o que que tu considera os fundamentos, que uma pessoa teria que entender pra saber afundar a parada.

E a terceira, cacete, esqueci qual é a terceira. Que a gente tá falando mesmo agora?

Agora a gente tá falando dos GPTs.

Ah é, como estudar fundo no negócio. Tipo, quem que o cara vai estudar? Sei lá, o cara vai estudar o Alan Turing?

Sim, sim, tipo como funciona essa parada assim.

Olha, como é que funciona, o meu pessoal pede, né? E engraçado que tipo, eu tô com uma formação em IA que os alunos da minha comunidade pediram pra eu criar, porque eu nem pensava que era isso.

Agora essa vai virar uma pós-graduação.

Caralho, sério mesmo?

Vai virar uma pós-graduação com certificado e tudo, certificado, a porra toda.

É de universidade assim?

Sim, caralho, mano. E porque não tem ninguém que fala, quem ensina o que eu ensino.

Daí a galera ficou louca e quer me levar pro Vale do Silício também, pra fazer uma imersão lá no Vale do Silício falando sobre IA.

Ô que massa, mano! Então tá, um negócio tá explodindo assim, sabe? Mas ao mesmo tempo eu vou ter que frear por causa do nascimento do filho. Mas é por isso que eu tô bem louco criando um monte de agente, criando um monte de coisa pra mim ao mesmo tempo.

E eu tô querendo agora, em inglês tem uma expressão dos nerds que é “swarm of agents,” ou “swarm agents”, que é um enxame, acho que alguma coisa assim, em enxame, enxame de agência.

Que é o que tu cria uma agência. Hoje, olha que loucura que eu vou falar aqui: hoje tu pode criar uma agência de marketing direto que é cem por cento automatizada, faturando tranquilamente dois milhões de reais por mês.

Tá, vamo falar sobre isso. Isso parece muito interessante. Esquece os fundamentos ali, cara, é.

Porra, muita coisa, tá. Mas eu vou falar rapidinho os fundamentos.

Tá, fala os fundamentos. Como é que eu busco os fundamentos, onde é que tá essa galera conversando?

Twitter, Discord. Os melhores grupos de conversa de IA no Discord.

É Discord?

E papers. Agora, tipo assim, eu duvido a galera que estão escutando ir pra papers, entrar nos Discords e ficar fazendo. Eu sou meio louco.

Então o que que eu resolvi fazer? Eu vou entregar de graça os fundamentos. Não só na minha, eu vou fazer uma semana agora no YouTube. Mas eu resolvi fazer o seguinte: vou criar um curso que o pessoal tá por aí vendendo a dois mil, mil e quinhentos reais, e eu vou entregar de graça.

Por que que eu acho, por que que eu quero fazer isso? Porque cara, ninguém sabe o que a IA há. Então eu quero que a pessoa lá entenda a IA, consiga aplicar, o negócio dela ganhe dinheiro, e ela vai dizer assim: “Cara, eu quero mais coisas desse cara.” Daí ela vai vim pra minha comunidade, vai vim pra minha formação, vai vim pra minha mentoria.

Mas por isso que eu vou fazer um negócio foda. Contratei uma empresa de metodologia, que amanhã eu vou ficar o dia todo com eles. Contratei três professores já, que vão tá ensinando outras coisas de IA também. E vou entregar de graça pras pessoas isso.

Pensando no longo prazo, lembra que a gente tá falando de longo prazo? Porque eu vou entregar isso de graça pras pessoas, igual o carinha que tu tá, o Alex Hormozi. Ele entrega tudo de graça. Eu também vou entregar de graça as coisas.

Então pra galera que quer entender os fundamentos de IA, é, realmente começa a me seguir, começa a me acompanhar. Eu falo o nome das galera que eu acompanho também. Então vai descobrir me acompanhando quem que são os caras que eu acompanho também, caso queira beber já mais da fonte ainda.

Mas é um espaço que eu tô preenchendo no Brasil que não existe hoje. Existem muitas pessoas boas e competentes falando sobre IA, em específico no seu campo de atuação. Como é o caso do André Cia e do Bruno Piscininha.

O André Cia tá falando, tá? O André Cia tá falando sobre IA. É, copy IA, fala uma coisa assim, porque tem o Cia, o nome dele é Cia, né. Assim, interessante. E o Bruno Piscininha também. Tem vários outros caras, são bons, são competentes nas suas áreas e falam sobre isso.

Ouça rapidinho, pessoal. Se vocês quiserem que eu chame o André Cia ou o Bruno Piscininha, vai lá no Instagram deles, coloca André Cia, o Bruno Piscina, lá no Instagram, e manda mensagem pra ele e fala: “Cara, vai no podcast do VTurb.” E manda pra mim também, que daí eu vou, eu chamo lá.

Eu falo com ele toda semana. Se quiser, qual deles? O Bruno ou o André?

Os dois.

Os dois. O Bruno sem dúvida viria. O André, ele já falou pra mim que quer vir. O Bruno Sininho, eu acho que na real ele já tá agendado, se bobear. Ele falou de carro e falou pra mim: não. Então ele tá agendado.

A gente conversa todo dia. Então assim, tem uma galera competente. Nossa, como eu sou boca-mole, mano. Eu já agendei o podcast com o bicho, esqueci.

Mas o André, eu não falo muito com ele, não. Mas o André é gente boa.

Então tem gente competente, mas fundamentos, eu tô preenchendo o espaço que não existe hoje no mercado. Pelo menos eu desconheço alguém que, com essa profundidade, que entende sobre isso, consegue falar.

Cara, nesse teu nível aí de, não falando ruim, não, mas tipo, de energia assim, de sei lá, de estudar sobre essas paradas, acho que não tem ninguém, não, mano.

É que é uma coisa muito específica, sabe? E não só isso, também como é difícil. É complicado.

É difícil. Eu já tentei ler uns papers. Eu gosto muito de física, como sabe, eu fiz engenharia, né. Sim, e eu não entendo porra nenhuma. Não entendo nada.

Eu até comprei um livro, cara, que é tipo, como o ChatGPT funciona e o que ele está fazendo. E daí ele mostra passo a passo como é que ele funciona. Que é tipo, ele completa ali a tua frase com base em probabilidade, sabe? É uma coisa muito doida.

No começo ele fala, sinto que tem poucos parâmetros, ele fala um monte de loucura. Aí ele vai evoluindo, evoluindo, evoluindo, e no final dá uma coisa boa assim.

É bem interessante. Quanto mais parâmetros tu tem, mais tu vai ter caminhos que ele pode perseguir. Só que quanto mais parâmetros, mais poder computacional tu precisa.

Por exemplo, eu comprei um computador nos Estados Unidos, um Mac, que é o preço aqui no Brasil de um apartamento. Me custou acho que quatro mil dólares, não foram três mil, quatro mil dólares. E aqui no Brasil é uns trinta, sessenta mil reais, uma coisa assim.

E eu queria rodar IAs dentro dele. Então eu consigo rodar várias IAs, eu rodo no meu computador sem sair de internet. Mas daí, pra isso eu preciso de mais poder computacional pra não ser tão devagar. Aí eu tenho que comprar umas plaquinhas de vídeo, fazer igual o Zuck lá.

Mas então, cara, eu queria te perguntar, que eu achei muito interessante: como que tu aplica o GPT no teu dia a dia, na tua empresa e tal? O GPT, aqueles que tu consegue personalizar, botar as coisas a mais ali.

E da segunda, a gente teria migrado aí pra parte de marketing direto, que eu fiquei muito curioso. Entendeu? É uma coisa que as pessoas estão vendo aqui, a gente, eles vão gostar. Porque a grande maioria das pessoas tem operação de marketing direto.

Mas eu queria saber primeiro o GPT, porque, pessoal, eu sou egoísta, cara. Eu quero aplicar isso no YouTube. Aí eu quero saber como que eu posso fazer isso aí, entendeu? Como que eu posso, até esse negócio aí que tu falou, o mais simplesinho aí, de sei lá, dar os dados ali pro IA pra ela cuspir o texto ali na tua voz. Acho que isso deve ser mais de boa, né?

Mais de boa. Tu vai ter que extrair teu estilo. Eu diria assim, ela é de boa, mas exige uma compreensão pelo menos de sintaxe do português, de entender formas gramaticais, de como tu se comunica, pra poder simular. Porque aí ela é toda certinha, toda tipo, bota vírgula no lugar certo, etc. E a gente não é assim, a gente fala tudo errado. Então tem que pegar a forma como tu fala pra tentar.

E tu tem que criar, inclusive o que que eu percebi é, a gente tem várias formas de falar dependendo do ambiente.

É verdade.

Se eu tô mandando áudio no WhatsApp, eu percebi que é um jeito que eu falo. Por isso que eu treinei o Maia, que fala igual eu agora no WhatsApp, pra mandar áudios pros alunos pra lembrar eles das aulas que a gente vai ter.

Só que daí o que que eu fiz, como é que eu treinei essa IA? Lá no Eleven Labs, eu mandei vários áudios por WhatsApp. Eu não tenho esse costume, né, mas eu mandei vários pra poder pegar bem o jeito que eu falo, com o ar ligado, cachorro latindo, sabe, pra ser natural.

E treinei daí uma versão lá no Eleven Labs com minha voz de WhatsApp. Daí eu tenho a voz de podcast, que é com microfone profissional, etc. Eu tenho minha voz de professor, porque daí eu falo umas coisas diferentes do jeito que eu falo, me empolgo, começa a afinar a voz, etc.

Ah é, é tipo assim no podcast: “Eu sou bem-vindo de volta ao podcast do Calendário!” Daí chega na fala assim, ai ai não sei que lá, não sei que lá.

Que massa! Então tipo assim, eu peguei e criei clones diferentes da minha voz, né?

Que interessante, cara. Então é só isso que eu fui perceber.

Entendeu. Então assim, eu percebi isso. Por isso que eu treinei as diferentes. Então o que eu fiz, por exemplo, antes das minhas aulas, começou a rodar isso ontem. E ontem os meus alunos, eu aviso eles por áudio.

Então, João, beleza, cara, hoje eu vou dar uma aula sobre como captar a essência do texto das pessoas. Tu manda isso pra cada aluno?

Não, eu não falo nada. Tipo assim, a IA faz tudo.

Sim, mas tu conseguiu criar um sistema que cria e manda pra cada aluno?

Ah é, e não é só isso. O João, mas eu pego, como eu faço uma pesquisa de onboarding com as pessoas, eu tenho lá por que tu…
Eu tenho lá por que que tu tá no meu curso, ou qual que é a dificuldade com a IA, eu tenho tudo.

Então eu tenho um prompt que eu uso, o ChatGPT quatro turbo via API, cento e vinte e oito k, né. Lá rapidinho, o que que é, super rápido aqui só pra citar a galera.

Cara, tenho o quatro turbo. O quatro turbo, qual que é a diferença? Assim, o quatro turbo ele é mais rápido e mais barato, e tem uma versão dele que tem cento e vinte e oito k de tokens.

Eu tenho acesso a isso aí? Ou tu tem algum?

Só criar a tua conta lá na API na OpenAI, botar o cartão de crédito, deu. Só tem acesso a ele. Antes era liberado conforme tu, eu tive que pedir liberação porque eu fui um dos primeiros a ter. Então tu tinha que se cadastrar, etc. Mas hoje não, qualquer um cria conta lá, tem acesso na hora.

Só pra eu ver se eu entendi mesmo, isso é diferente ali do ChatGPT Plus lá que eu tenho?

Completamente diferente. É outra coisa. É a API. Tu tem acesso lá. Por exemplo, tu tem trinta e dois mil tokens, e não é o turbo que tá lá. Esse turbo ele é mais rápido, mais inteligente, e tem cento e vinte e oito mil tokens.

Mas eu consigo usar, eu como um leigo que não sei programar, consegue?

Porque tu pega, ele tem aplicações na internet que tu bota ali só o API key e tu consegue conversar com o Maia, com ele. Ah, como se fosse aquelas carteiras da blockchain ali?

Exatamente, isso aí. Uma UI ali, uma interface pra tu conversar com essa cara.

Que interessante isso. Gostei disso.

Então assim, tu vai ensinar na tua formação também?

Eu ensino na minha formação. Eu ensino como tu criar tua própria app, inclusive na minha formação, ou virtualizar qualquer uma. Tipo assim, porque às vezes, por exemplo, o Mixtral, que é uma outra IA, existem, as pessoas acham que só existe o ChatGPT. Existem quase quinhentos mil modelos de IA, caralho.

A gente tem hoje, se for pegar o site que tem esses modelos, é o Hugging Face. Nesse site tem hoje, ah, o Hugging Face lá, tá ligado, né? Que a comunidade de IA lá, os cara discutem as coisas assim. Tem mais de quatrocentos e oitenta mil, que é aquele emoji do cara abraçando, né?

Sei, sei.

Então lá tem os modelos que pode baixar. Então tem o Mixtral, por exemplo, que ele é melhor que o GPT turbo em algumas coisas. Então tu pode usar cada um pra uma coisa específica também.

Mas vamo lá, vamo tentar simplificar, né? Uma das coisas que eu faço, por exemplo, essa é a questão do áudio. Eu pego e mando pra todos os meus alunos antes da aula, falando pessoalmente com eles.

Porque eu pego um prompt que eu tenho, ele lê minha tabela lá do Google Planilhas, que tem todas as informações dos meus alunos. Ele pega o número, pelo número do celular que tá no WhatsApp. Ele pega essa pessoa, fala o nome dela, que tá ali, o primeiro nome, e pega alguma coisa dessa aula que eu vou dar, que eu escrevo ali pra ele, as aulas que voltei e tal.

Fala pra como essa aula vai ajudar essa pessoa, que tem esses problemas específicos ou esses desejos específicos.

Então, “Aí, João! Beleza, cara? Hoje eu vou dar uma aula sobre estilo de escrita com IA, como tu captura estilo de escrita de alguém. E como tu é copywriter e tu quer escalar outro negócio, aí eu tenho certeza que essa aula vai te ajudar a conseguir fazer copies mais personalizadas. Então eu te espero na aula hoje.”

Daí, mesmo, eu mando pra outra pessoa: “Aí, Gabriel! Beleza, cara? Tu que é gestor de tráfego, imagina tu pegar e criar vários criativos com a mesma voz do cara lá, que é teu expert. Por exemplo, tu que tem uma agência de tráfego, cara, a aula de hoje vai ser massa.”

Isso é muito interessante, cara. Como que é isso na prática assim? Tipo, eu vou precisar do ChatGPT turbo, quatro ou quatro turbo?

Sei lá. Aí vai precisar do Eleven Labs. Vai precisar, por exemplo, de uma plataforma que faça a integração entre eles, que eu utilizo hoje, o Make e o N8N.

E tu vai precisar que é a mesma coisa que o Zapier. Tipo, é o Zapier. E tu vai, por que que todo mundo usa essa porra aí, cara? Ninguém usa o Zapier?

O Zapier é muito caro e não tem tanta funcionalidade, digamos, fácil, como o Make. O Make, tipo, tu queria tipo aqueles funis no InfoJúnior, vai puxando os desenhinhos e vai conectando? Então acaba sendo mais fácil pra essa aplicação.

Essa é uma aplicação que eu faço. Eu tenho outra aplicação também, que é o que eu tinha. Eu mesmo divulgava. Eu tenho um grupo lá na minha comunidade que é um grupo de news de IA.

Então eu ia lá, tudo que eu tava lendo eu pegava e divulgava pra galera: “Olha, galera, o que que aconteceu aqui e tal?” Pra galera ficar, não, em vez de tu ficar lendo um monte de news em um monte de lugar, eu sou esse filtro, eu filtro as informações pras pessoas.

Só que cara, isso é trabalhoso. Então eu botei o meu gerente da comunidade pra fazer isso. Só que tinha dia que ele esquecia, tinha dia que ele tava na função lá de atender a aluna e fazer coisa, que ele não conseguia fazer.

E daí eu pensei assim: “Cara, pera aí. Ele tá fazendo bem. Eu também faço bem isso. Como é que eu filtro as melhores informações?”

Daí eu fui lá e descobri os portais de notícia que eu olhava, os tweets que eu seguia, comecei, os YouTubers que eu procurava. “Tá, então vou fazer a IA.” Todos os dias às oito horas da manhã ela vai olhar as últimas vinte e quatro horas, analisar tudo, e com base nos filtros que eu tenho pra direcionar, ela vai trazer as informações.

Mas eu quero que ela escreva do meu jeito. Então eu peguei. Quem tá lá no grupo de news recebe todas as novidades que aconteceram no dia anterior, com base, ela faz um resumo de uma forma bem divertida e tal, com link, com imagem e tudo, pra pessoa, com o meu estilo de falar.

Então essa é a outra aplicação que eu tenho também, que também envolve automações, Make, etc.

Já aconteceu de a qualidade não ficar boa assim? Ou então como que tu faz pra garantir a qualidade desse negócio?

Garantir a qualidade do negócio envolve uma coisa chamada engenharia de prompt.

O que que é engenharia de prompt? É basicamente como tu conversar com a IA.

Então no momento que tu entende como uma IA funciona, por exemplo, eu li um paper chamado, de dois mil e vinte e três, dezembro de dois mil e vinte e três, que era sobre Tree of Thought. Tipo, árvore de pensamentos.

E o que que os cientistas de IA descobriram, que se tu criar uma linha de pensamento de árvore num prompt, tu consegue ter setenta e quatro por cento mais resultados do que um few-shot, que é o prompt normal que só escreve e dá enter.

Pra coisas mais avançadas, então eles botaram lá problemas extremamente avançados. E o few-shot, que é esse prompt que tu dá de uma vez só, ele conseguiu resolver quatro por cento das vezes esses problemas mais avançados. Com GPT quatro, só quando tu faz Tree of Thought, tipo assim essa árvore de pensamentos, tu consegue setenta e quatro por cento de assertividade pra problemas extremamente avançados.

E uma coisa que os copywriters bons hoje utilizam. O próprio aquele cara, o americano lá que tu fez uma entrevista com ele, o Stefan.

Stefan George.

Por exemplo, ele, qual que é a técnica que ele utiliza? É uma técnica bem avançada também de prompt, que é CoT, que é Chain of Thought, é cadeia de pensamentos, que ele aplica nas copies dele. Que já é mais avançado, mas essa consegue ter quarenta e quatro por cento de assertividade. Tree of Thought tem setenta e quatro por cento de assertividade.

Então, tu pode dar um exemplo assim?

Vou dar um exemplo aqui. A gente tenta simular no Tree of Thought um processo que acontece já naturalmente dentro da sua cabeça.

Por exemplo, quando tem um problema, tu não pensa tipo assim diretamente na solução. Muitas vezes tu pensa assim: “Nossa, esse problema vai ser complicado.” Por exemplo, vou pegar, que nem agora a gente aqui em Floripa, é muito trânsito, né? Se eu pensasse assim agora: “São seis horas, com certeza tem um monte de gente saindo do trabalho. Sexta-feira ainda. Então vou pegar muito trânsito.”

E se eu continuar falando mais tempo aqui no podcast, fazer um podcast de três horas, pode ser que eu pegue menos trânsito. Então vou continuar falando aqui.

Então, entendeu? Tipo assim, eu fui contextualizando pra chegar. E quando tu faz isso, tu tem resultados muito melhores com a IA.

E como é que tu faz isso? Pode fazer várias vezes mandando prompt pra ela, que vai fazer com que tu gaste mais token e não é tão performático. Ou fazer uma cadeia de pensamentos.

O que que é essa cadeia de pensamentos? Tu pega e fala. É muito simples na prática. Pode parecer, “nossa, ele deu um paper.” Cara, vou te falar agora como fazer. Vou criar um prompt agora sobre cadeia de pensamentos.

Por exemplo, digamos que eu quero descobrir qual que é o melhor tipo de prompt para escrever uma copy que vai fazer com que eu escale muito na conversão. E daí eu vou falar pra IA: “Eu quero que você pesquise agora pelo menos cinco estratégias de prompts de engenharia de prompts, como few-shot, CoT, Tree of Thought e tal. Eu quero que tu pesquise isso.”

“Antes de qualquer coisa, eu quero que você identifique quais são as vantagens e desvantagens de cada um, e faça uma lista disso.”

“Depois de fazer a lista, eu quero que tu incorpore agora um expert de copy. Esse expert de copy vai ler cada, vai fazer testes, vai analisar cada um desses tipos de prompts, e vai dizer porque que ele acha que esse prompt seria melhor para essa função, e vai descrever porque.”

“No final, ele vai descrever porque que cada um é melhor.”

“Depois eu quero também que tu simule um analista de copy, onde ele vai discutir com esse cara, com esse expert de copy, e vai refutar as coisas que ele falou.”

“E depois eu quero que tu faça um papel de juiz, onde esse juiz vai dizer, com base no que foi falado pelo expert de copy e com base no que foi falado pelo analista, qual que é a decisão final. Qual que é o melhor prompt para escrever copies.”

Caramba, que loucura! Isso eu fiz na minha cabeça agora aqui.

Mas é claro, tipo assim, nem todo mundo tem a capacidade cognitiva pra fazer isso. Então tipo assim, a minha cabeça ela funciona assim já naturalmente. Então eu consigo fazer isso na minha cabeça. Tanto que quando eu programava, eu às vezes escrevi o código inteiro na minha cabeça de alguma coisa, e depois eu escrevi o código lá e funcionava.

Então talvez, “ah, não, mas eu não tenho essa capacidade cognitiva que tu tem pra fazer isso.” Mas tu tem o ChatGPT pra fazer isso pra ti. Tu pode pedir pra ele, com base na estrutura de Tree of Thought, resolver um problema pra ti, e ele vai escrever o prompt que vai fazer com que ele resolva o problema dele próprio.

E isso que eu fico pensando: como é que a galera não pensou nisso antes? Nossa, sabe? Porque tipo assim, eu uso o tempo todo isso. Eu faço ele escrever o código pra ele mesmo pra me dar a melhor resposta, porque ele se conhece. Ele sabe como ele funciona. Então eu peço pra ele escrever o código pra ele mesmo.

Então, por exemplo, aqui o que eu fiz, né. Como eu já uso, eu uso tanto. E eu tenho uma frase que eu falo nas minhas imersões, que é o seguinte: “Se tu não tá usando o Maia a cada quinze minutos, cara, tu tá muito atrasado. Muito atrasado.”

Porque a IA, a gente tem que pensar o seguinte: o que que são esses LLMs, esses GPTs, essas IAs que a gente tem por aqui? São calculadoras de pensamento. Então elas têm a capacidade de previsão da próxima palavra.

Então se tu tem uma conta matemática difícil, ao invés de pegar aqui um papel, o que que tu faz hoje? Tu abre o celular, pega a calculadora e faz ali agora. Porque quando tu tem que pensar, que é o tempo todo, e tu não tá usando uma IA pra te ajudar nisso, se ela consegue fazer isso extremamente bem, então toda vez que tu tiver que pensar, tu tem que tá usando ela.

Porque ela é teu óculos, é a tua expansão. Ela é o teu potencializador, ela te potencializa.

Então toda vez que eu tenho que tomar uma decisão, toda vez que eu tenho, eu por exemplo criei um GPT que é Mente Lendária. Que basicamente é o que eu faço com Mente Lendária, eu chamei de Mente Lendária. Posso até compartilhar pra galera se quiserem usar.

O que que é esse Mente Lendária? Eu criei um GPT que me ajuda a ter clear thinking, que é ter um pensamento claro e objetivo sobre as coisas da vida. Então quando eu largo uma dúvida minha lá, ele me ajuda a tomar melhores decisões.

É tipo entrar no conselheiro. Que não é só o conselheiro, porque existe o GPT conselheiro também que eu criei. Por exemplo, eu criei um GPT do Kapil Gupta.

Kapil Gupta? Pra quem não conhece, tu conhece, mas é ele é o advisor, né, o coach do Naval Ravikant.

Então eu peguei, joguei todos os livros dele lá no GPT, joguei todos os tweets dele, joguei todos os artigos dele do blog dele. E pra fazer isso, ó, eu criei uma IA no meu celular, que eu digito qualquer site ali, ela vai entrar em todos os teus vídeos do YouTube, vai entrar em todos os teus sites, vai baixar tudo pra mim, vai botar no Google Drive, vai gerar um arquivinho pra mim poder subir nesses GPTs.

Subo nesses GPTs esses arquivos, faço algumas rodadas ali pra extrair o estilo de linguagem da pessoa e crio um pouquinho dos diagramas de tomada de decisão dessa pessoa. E daí eu posso ter um conselheiro, que eu crio esse clone, eu crio o clone de uma pessoa que eu posso tirar as dúvidas com ela sobre algo que ela sabe.

Eu criei também um clone do Dan Koi, que é um cara que tá na internet, fala sobre One Person Business. Como eu comprei a mentoria dele, o curso dele, One Person Business, é tipo assim como tu construir um negócio de uma pessoa só.

E daí eu peguei todos os materiais que eu tinha da mentoria dele, lá da comunidade dele, joguei no GPT. Meu pessoal, porque daí eu não preciso ficar olhando materiais. Eu só pergunto alguma coisa. Por exemplo, assim como você, tu faz pra escalar, ele acha que ele é o Dan. Então como tu faz pra escalar os seus vídeos no YouTube? Daí ele pega e fala: “Ah, eu uso essas técnicas aqui e tal,” porque ele encontra no banco de dados que ele tem.

Então eu tenho esses GPTs que são os experts. Então quando tu entende ela o suficiente pra conseguir criar coisas pra ti, não faz sentido tu não tá usando ela o tempo todo, sabe? Tipo, é uma expansão. “Ó, não tô afim de pensar. Tudo bem, então não usei ela.” Mas se tu tiver pensando, não faz sentido não tá usando ela.

“Ah, mas é caro e tal.” Não, cara. Por exemplo, não sei se tu tem um celular aí, mas tem o Pi ponto AI, que é uma empresa do… eu não tenho.

Eu tenho o Pou. O Pou, tá ligado?
O Pou, tá ligado? O Pou, que é daquele cara da Cora lá. E tem o ChatGPT só. Mas o pessoal nem usa, não é o Pi. Ele é uma tecnologia, a mais avançada de comunicação que existe hoje, de falar como se fosse um humano.

Não é Pi? Pi. E ele é de graça. Pi ponto AI. P-I ponto A-I. Ele é de graça. Eles investiram, acho que foi mais de cem milhões de dólares na ferramenta, e tu tem de graça. O negócio é absurdo o que a gente tá tendo hoje em dia, sabe?

Pode conversar assim. Ela foi desativada. Ela tinha a versão em português também. Agora tu vai ter que, pode escrever em português, mas falar só em inglês pra ficar bem bom.

E cara, ela consegue em tempo real, tipo assim, se quiser assim falar: “Nossa, será que eu saio, eu saio agora do podcast?” Porque não vou pegar trânsito. Ela vai acessar a internet, analisa pra ver como é que tá o tráfego e tal pra ti.

Eu tava nos Estados Unidos, eu perguntei: “Qual que é a melhor pizzaria pra um brasileiro ir aqui em Orlando?” Ela pegou e analisou as respostas das pessoas nos comentários e me disse: “Olha, com base no que a gente já tá conversando,” porque ela tem uma técnica de memória um pouquinho mais longa, então pelas conversas que eu tava tendo com ela semana passada, ela me indicou a melhor pizzaria pra eu ir. Tava falando de pizza, ela lembrou.

Ela gosta de calabresa!

Sim! Me indicou. Então tipo assim, é de graça. Tu pode conversar no WhatsApp, tu pode conversar com ela no aplicativo. Então hoje existem recursos que tu não precisa nem pagar pra isso.

Mas é aquela coisa, tu paga aí, tu é uma pessoa que paga vinte dólares ali por mês pra ter acesso ao GPT Plus. Não vale a pena pagar vinte dólares por mês pra ter acesso, por exemplo, a um Elon Musk, poder ficar perguntando coisa pra ele? Não vale a pena ter acesso a uma ferramenta que consegue potencializar teu time inteiro?

É por isso que eu paguei mil e duzentos dólares pra ter um ano de quatro cadeiras pra meu time. Porque eu sei o quanto aumenta a produtividade deles pra tudo. Escrita de copies e eles usam pra que assim, exatamente.

Então o que que a gente usa? Todas as thumbnails que eu crio, eu tô criando com DALL-E três e não mais com Midjourney. Então o que que eu fiz? Eu criei lá, eu tenho, por exemplo, thumbnails lendárias, que são as thumbnails que eu tenho nos meus podcasts, que eu tenho nos meus blogs, que eu tenho na minha news.

Então o que eu faço: eu jogo pra IA o texto, o lead por exemplo, o começo do texto, né, o título e o começo do texto. E ela vai identificar qual o elemento vai ser melhor pra criar uma imagem que represente aquele texto, que gere uma instigação da pessoa a querer ler aquilo, e ela cria uma imagem no estilo que eu quero.

Que daí seria apenas o GPT mesmo? É um GPT?

É. Que nem a mesma coisa que a gente tava falando antes ali, de tu ir lá, falar pro GPT, subir ali os arquivos ali. Exatamente. Eu inclusive subi arquivos porque ele consegue ler imagens. Então eu subi imagens similares que eu gostaria que ele replicasse. E eu botei exemplos de prompts que eu já tinha feito antes, que eu gosto. Então criei um GPT pra isso.

Eu tenho um GPT que, como eu falei, imita estilo de voz. Eu tenho GPTs que são, digamos, os especialistas, que eu posso perguntar coisas pra eles. Eu tenho um GPT que cria diagramas, de qualquer diagrama de qualquer coisa.

Eu tenho um GPT que não é meu, que é o Grimoar, que é de um amigo meu americano que é o Nick, que ele tem. É hoje o GPT mais usado pra desenvolvimento de código do mundo. E o Grimoar, por exemplo, qualquer código que eu quero desenvolver em Python, ele escreve todo o código pra mim. Ele escreve em português o código pra eu ler e alterar se eu quiser. E se eu dou W e Enter, ele cria o código inteiro pra mim. Se eu der S, ele salva um arquivo ponto Python e eu baixo no meu computador na hora.

Então com poucos atalhos ali eu crio um script. Tudo isso aqui que eu criei de integrações, eu tô usando Python. Só que eu não sei programar Python. Nossa. Eu já criei acho que umas trinta automações diferentes com Python. Eu não sou programador Python.

Então assim, por que que eu uso o GPT quatro pra criar os códigos pra mim? Dá um bug, eu copio lá no terminal o erro que deu, jogo pro Grimoar, por exemplo, ou pro GPT quatro, e ele vai me dizer o que que eu tenho que fazer. Qual biblioteca que eu não baixei, qual linha que tá com algum erro.

Eu peço pra ele: “Olha assim, ó, eu quero criar isso de forma performática. Então eu quero que o código seja limpo, já deixa tudo pra mim corrigido pra possíveis erros que pode gerar, e já cria com variáveis pra que eu possa expandir isso como se fosse uma classe, a ser usado por outras aplicações minhas.” Ele já cria tudo pra mim, já me explica o que eu tenho que instalar, em que pasta que eu tenho que botar. Ele faz tudo pra mim.

Então existem vários lá pra isso. Na minha empresa eu uso esses de escritas, por exemplo, a news é toda escrita assim. Pesquisas, eu tenho vários de pesquisas. Eu tenho três ou quatro de pesquisas.

Eu tenho um específico que eu uso, que não foi o que eu criei, que é o Consensus, que ele faz análise dentro de papers. Então ele entra nos papers, faz análise do que eu quero saber, e me traz o que que eu queria saber, com o link pro paper caso eu queira ler.

Eu tenho um que eu uso pra fazer leitura de paper, porque às vezes o paper é muito complexo. Então eu subo o paper lá, ele consegue fazer análise pra mim do paper.

Bom, deixa eu te explicar um pé rapidinho aqui, cara. Pelo que eu entendi, o GPT, esses GPTs que tu falou que tu tá criando, eles te ajudam a melhorar um processo padrão da tua empresa. Então, por exemplo: “Ah, esse aqui cria thumbnail, maravilha.”

Aí como que tu define o escopo da tarefa desses caras? No sentido de: “É tipo, ah, esse GPT ele vai fazer thumbnail, esse aqui vai fazer headline, esse aqui vai fazer sei lá, vamos dizer que é um anúncio no Facebook. Esse faz thumbnail, esse faz headline, esse aqui escreve a descrição da copy do Facebook.” Por que que tu tem três, cada um faz uma coisa? Por que que não poderia talvez ser um só que daí faz o anúncio inteiro? Ou como que tu define o escopo da tarefa do GPT? Acho que essa é a pergunta legal.

Uma pergunta muito boa. Porque o erro das pessoas hoje é querer que ele faça tudo. Porque a gente não tá em AGI ainda. A gente não tá em AGI ainda.

Que é uma inteligência generativa artificial. Então assim, a gente tá na ANI, que é o Narrow, ou seja, a inteligência artificial… a gente tem uma inteligência artificial. O que que a gente tá vendo em dois mil e vinte e quatro? A gente vive na era das IAs.

Sabe por que que eu falei dois mil e quatorze? Porque pra mim, dois mil e vinte e quatro é dois mil e quatorze do mercado digital, pra aí, ó. Ou seja, eu fico pensando: “Cara, eu tô em dois mil e quatorze. Eu tô em dois mil e quatorze.” Tem que aproveitar. Em dois mil e quatorze era quinze centavos comprar um lead, entendeu? Tipo assim.

Essa coisa assim, eu penso: “Cara, eu tô em dois mil e quatorze de IA. Eu tenho que detonar esse negócio.” Porque é agora ou nunca. É a oportunidade. Tipo assim, eu vi isso depois. De vez em quando eu falo dois mil e quatorze mesmo, porque pra mim eu tô em dois mil e quatorze do marketing digital.

Mas vamo lá. Eu tava, mesmo antes do GPT. O quão é, tu falou que a gente não tá em AGI. A gente tá em ANI, a gente tá nessa transição pra AGI.

Hoje, a que mais está expandindo em dois mil e vinte e quatro são as IAs multimodais. Então, por exemplo, o ChatGPT. O que que é isso aí? O ChatGPT não é só um GPT, ele não é só um Generative Pre-trained Transformer. Ele é um multimodal. Porque com o GPT eu consigo falar, por exemplo, eu vim pra cá no carro, não sei se tu já fez isso alguma vez, eu vim conversando com ele já. Então tipo assim, ele consegue escutar áudios. O GPT tu pode tirar uma foto e mandar pra ele, ele vai explicar o que que tá acontecendo. Isso é o Vision. Então ele consegue criar imagens.

Então assim, ele é multimodal no sentido que ele consegue ter várias funções específicas diferentes. E é isso que vai fazer com que ele atinge a AGI, que só com base em texto ele não vai atingir a AGI. Ele precisa ter vários estímulos externos como nós humanos temos.

Então a gente vive numa época hoje onde a gente tá transitando pra inteligência artificial generativa. Mas a gente ainda está na inteligência artificial específica, que é narrow. Então por isso que eu tentei várias IAs generativas, né, que faziam tudo. Inclusive eu tava criando o Alan IA que fazia tudo.

Ah é? É generativa ou generalista?

Generalista. Tá, eu acho que é generalista. Eu não lembro qual que é.

É que eu não lembro dessa, esse negócio aí, cara. Bom, depois eu quero falar sobre isso também. Mas enfim, continua.

Mas aí é melhor ter a AGI, é o que faz tudo? E o Narrow é o que faz só uma parada?

Uma parada, tá. Então hoje é melhor, com as tecnologias que a gente tem, tu criar IAs bem específicas pra cada função. Porque ele consegue dar instruções específicas pra aquela, exemplos e tudo mais, pra ela fazer uma coisa muito bem feita.

Inclusive quando eu comecei a criar assim enxame de agentes pra poder criar aquela agência lá, que depois a gente vai falar. O que que são os GPTs? Não são GPTs. São agentes. São outra coisa. É programação. Tá, não é bem programação.

Tem um brasileiro que se chama João Moura. Eu tô em contato com ele. Ele criou o Crew AI, que é a melhor plataforma hoje de criação de agentes no mundo. Tá super famoso, tá super em alta assim. E ele é um cara fantástico assim, que criou um negócio que é maluco. Mas assim, tu só digita, tipo assim, tu não precisa entender nada de código e tu consegue fazer um agente funcionar.

Não, mas é impacto.

Não, mas tu não precisa entender de código.

Tá, vamo matar esse cara, porra. É muita coisa. Vamo matar esse negócio do GPT. Como que a gente faz isso? Aí depois ele fica falando dos agentes.

Eu quero falar da gente. Vamo focar aqui nos GPTs.

Então os, por que que eu tinha falado, até linkei, né, com os agentes? Porque assim, o que eu percebi também com os agentes é quanto mais específico aquele agente for, melhor ele performa. Então eu prefiro que esse agente eu tenha vários agentes, e eles trabalhem pro outro agente que trabalha pro outro agente. Sabe? O organograma. Tu cria um organograma de agentes que trabalham pro outro.

A diferença é que quando a gente tem o GPT, tu exige um humano pra jogar o input e gerar um resultado. Ou seja, o humano tem que ir lá, copiar um texto, colocar aqui ou pedir pra que ele faça uma coisa.

O agente, tu dá um comando uma vez e ele vai dar um jeito ali de fazer aquilo, chegar naquela conclusão. Só que acontece, tu tá usando custos de API ali, né. Então pode ser que tipo assim tem um cara que eu conheço que ele gasta duzentos dólares pra ter, os agentes chegaram a uma conclusão pra ele numa coisa.

Sim, pra ter um output lá. Realmente teve alguma ineficiência que foi e voltou, né?

Exatamente. Foi indo, voltando. Teve um loop ali, deu merda ali.

Isso é interessante. Então os GPTs não, tu tá seguro que tu pagou vinte dólares, tu tem aquelas quarenta mensagens a cada três horas dentro do Plus.

Por que que eu paguei o Teams? Porque além de eu ter um workspace onde eu consigo compartilhar meus GPTs entre meu time pra eles poderem editar, eu tenho cem mensagens a cada três horas. E eu tava toda hora exaurindo, tipo, chegando no limite. Porque quando tem GPT, começa a usar o tempo todo porque é muito bom. Das atividades da empresa tu vai jogando ali.

Por exemplo, eu criei um GPT pro meu financeiro, que eu jogo qualquer planilha ali minha, por exemplo do banco. Ele consegue reconhecer quais são os gastos que são de plataformas, quais são os gastos que são de assinaturas. Ele reconhece tudo que são gastos pessoais, porque a gente, eu já parametrizei o que que ele tem que analisar. Isso demorava duas, três horas pro meu financeiro fazer. A IA faz em trinta segundos.

Então tudo que tem na minha empresa, que eu percebo que é um processo repetido, eu pego e transformo num GPT. E isso faz com que hoje na empresa eu tenha uma regra, que é cada setor não pode ter mais do que duas pessoas operando aquele setor.

Ah, quantos atendentes que tu tem?

Tem um. Porque o resto tem que ser tudo IA. Quantos vendedores tem? Tem um. Tudo tem que ter um. O resto são IAs do lado dele. Ou então eu potencializo aquela pessoa. Mas eu já tô percebendo que tem vários setores da empresa que não precisa nem de uma pessoa mais, e vai poder ser cem por cento IA.

Por exemplo assim, tipo, qual setor?

Que setor que eu vou deixar cem por cento sem pessoas?

Atendimento vai ser IA.

Porque tá respondendo muito melhor que pessoas.

Em logo mais, social selling vai ser só um agente fazendo todo social selling.

Muito melhor que qualquer humano que eu já vi.

Social selling seria a pessoa ficar conversando no Instagram?

Isso. O processo de venda através do Instagram.

O que acontece, a pessoa, por exemplo, começou a te seguir.

O que que a IA tá fazendo? O que a gente tá criando lá: a IA entra no perfil da pessoa, através do GPT quatro Vision ele olha três posts da pessoa, olha a bio, lê a bio e começa a ver as fotos.

E aí tem uma coisa que um amigo meu ele fala assim, ele vai analisar se a pessoa tem “Cara de Pix” ou não. Ou seja, se a pessoa tem condições de te pagar ou não.

Cara de Pix!

Cara de Pix. Então assim, esse GPT, ele analisa se a pessoa tem cara de Pix, que é: o que que é o meu avatar que eu quero vender?

E se pelas fotos, pela bio, por tudo, comparado aos GPTs das pessoas que já compraram meus produtos, eu sei que aquela pessoa tem uma compatibilidade ou não.

Então se ela tem cara de Pix, ele vai analisar e vai mandar uma mensagem privada pra pessoa dizendo: “Olha que legal que tu é gestor de tráfego, cê tá usando a IA por aí? Aí eu vi que tu tava no evento da Monetize semana passada, como é que foi?”

Foi massa.

Automaticamente manda. Que interessante. E depois fica conversando com a pessoa, levando no processo através de SPIN, através de várias técnicas pra venda pro meu closer. Que depois vai virar uma IA também.

Cara, se o closer virar IA, porra. Eu vou pagar muito pau.

Cara, vai virar. Porque o social selling, eu consigo entender. O atendimento também. Mas é bem humanizado. O social selling tem que ser bem, sim, bem específico. E o closer também vai virar.

E a, cara, isso é muito interessante. Mas ó, só pra ver se eu entendi o GPT. Eles são os que vão se comunicar ali no organograma que tu criou, ou são os agentes?

Não, são os agentes. Os agentes é como se fosse um GPT infinito.

O GPT, pensa que os GPTs eles são ferramentas. É como se tu desse ferramentas pro, tipo assim, comprei um mouse pra ti pra trabalhar. É, tu deu uma ferramenta pra pessoa da tua equipe pra ela poder performar mais. Entendi.

Então em vez dela, por exemplo, antes ela tinha que fazer, por exemplo, financeiro, tinha que fazer toda uma análise lá, abrir, olhar item por item. Agora ela só pega um PDF, joga pro GPT, ele faz toda análise pra ela e baixa a planilha ainda. Então ela não precisa mais ficar fazendo análise financeira nesse nível. E isso abre espaço pra que essa mesma pessoa possa ter mais funções na tua empresa, porque aquilo que tomava tempo dela não toma mais tempo.

E esse negócio, eu ia fazer diagrama pra toda empresa e SOPs pra toda minha empresa. E daí eu ia botar essa minha funcionária pra fazer isso. Só, como eu consegui fazer com que a IA faça isso, eu vou alocar ela pra outra coisa. Aí ela vai fazer todos os diagramas e todos os SOPs da minha empresa.

Então tu ganha mais espaço de tempo.

Então esses GPTs, eles funcionam com esforço e ferramentas. Agentes são com esforço e funcionários. Então GPTs são ferramentas que potencializam seus funcionários humanos. Agente substitui seus funcionários humanos.

O agente substitui… isso tu não consegue bom. Falar uma loucura. Tu, sei lá, dá um GPT pra um agente, isso não rola?

Porque o GPT, eles têm uma outra versão deles que só quem tem acesso via API lá, via servidor, tem. Mas qualquer pessoa pode ter, que são os Assistentes. Os Assistentes são GPTs com esteroides. Mas que tu aí tem que entender um pouco de código pra utilizar eles, porque daí eles são via API que tu usa.

Então tu vai ter que, é a mesma configuração, botar nome lá, descrição e tal, subir arquivos. Só que eles são acessados via API.

Então tu pode criar todos esses GPTs. Por que que eu tô criando tanto GPT? Eu devo tá com doze GPTs já da minha empresa. Porque todos eles eu vou transformar depois em Assistentes que corresponde à API, pra quem vai utilizar eles. Vai ser, em vez de ser um funcionário humano, vai ser um funcionário agente que daí vai usar os GPTs.

Cara, pelo que eu tô entendendo, tá: o uso dos GPTs e do GPT tá, é muito de tu conseguir escalar tua operação com poucas pessoas, né? Mas se tu não tem o que escalar, então será que tem alguma utilidade tipo muito alto assim?

Por exemplo, sei lá, a gente tá no nosso podcast aqui, a gente tá conversando aqui e tal. Isso aqui vai gerar um episódio, esse episódio vai gerar reels. Aí, o GPT, por exemplo, eu poderia treinar ele pra selecionar os clipes daqui, né? Colocando vários clipes lá que deram certo, e falar: “Olha, tá aqui a transcrição do episódio, me diz aqui qual trecho, de quando até quanto, que eu deveria cortar isso aqui pra criar um reel que daria certo,” e também uma headline. Isso eu conseguiria fazer, né?

Conseguiria, entre aspas. Como eu, aí tá. As pessoas, isso não tá nem na documentação da OpenAI. Porque assim, qualquer atualização que tem da OpenAI, qualquer ferramenta que eu uso, eu ligo toda a documentação.

E o que eu percebi: quando eu mandava um arquivo, às vezes eu percebi que ela alucinava. O que que é alucinar? Ela começa a viajar na batatinha porque ela falta informações pra ela.

E daí, só que o que acontece quando tu manda um arquivo pra OpenAI, ela usa o Code Interpreter dela, que é uma função que vai analisar o teu arquivo que tu foi enviado. Se tu clicar naquele, quando ele fala assim “analisando,” tu pode clicar naquela setinha e tu vai ver o que tá acontecendo via código em tempo real.

E daí eu vi que ela limita a quinhentos caracteres quando tu sobe um arquivo pra ela no GPT. Então isso que a gente tá falando aqui, a gente tá falando um tempão, com certeza já passou de quinhentos caracteres. Tipo assim, então não vai funcionar dentro do GPT.

Daí tu teria que usar um Assistente, porque o Assistente via API tem cento e vinte e oito k. Daí ele vai conseguir ler. Ou tu usa o Claude AI que é de graça com duzentos k. Daí lá assim.

Então quando tu conhece como funcionam as ferramentas, o que que é token, como funciona, qual que é a limitação dessa ferramenta, tu saberia, por exemplo, assim: “Eu nem vou criar um GPT pra isso pra fazer cortes, porque ele não vai ter capacidade de poder fazer a leitura de duas horas de conteúdo.” Então enquanto daí tu nem perde tempo, tu vai direto pro Claude. Então eu vou criar no Claude isso.

Ah, não, mas tem como eu criar um GPT como se fosse o Claude?

Tem. Daí lembra que tu falou do Poe? O Poe. Tu tem acesso, por exemplo, tu tem, como que ele foi, que criou esses GPTs? O Poe criou essa modalidade, ele chamou de chatbots personalizáveis. E lá tu pode escolher o Claude AI de duzentos k pra criar um GPT com ele.

Então tu poderia utilizar o Poe com o Claude AI pra fazer isso, por exemplo.

Então como eu conheço profundamente as melhores ferramentas do mercado, e quando tu me fala um problema teu, eu consigo na hora já pensar na solução com IA. Daí seria uma ferramenta específica, porque essa ferramenta vai ter essas capacidades aqui de memória e tal, que vai conseguir executar essa função específica.

Exatamente. Aí, no caso dos reels, não daria certo o GPT porque ele tem esse limite de caracteres aí. Mas se fosse no Claude, ou eventualmente outra coisa aí, rolaria.

Rolaria. Entendi. Então, pra tu conseguir fazer essas automações, tu precisa necessariamente conhecer a ferramenta que tu tá usando, de preferência profundamente.
De preferência profundamente. Ou seja, a nível de tu entender a documentação delas.

Ah, não, não quero saber. Aqui tá a aplicação de outro GPT. Não quero saber. Não quero ler a documentação.

Então sobe a documentação de todas essas ferramentas num GPT, e toda vez que tu pensar em criar alguma coisa. Essa foi uma ideia que eu tenho agora. Eu sempre tenho assim essas ideias de GPT, eu tenho que até anotar pra poder criar o GPT.

Mas eu qualquer coisa, eu olho esse vídeo de novo e lembro. Mas é o que, cria um GPT com todas as documentações? Tu vai subir a documentação no arquivo deles.

Ah, não, mas ele lê só quinhentas, não?

Ele lê quinhentas quando tu envia o arquivo. Se tu subir na Knowledge Base deles, que é o banco de dados dele, ele vai fazer uma coisa chamada autorização por chunks. Então ele vai pegar aquelas informações, vai quebrar em um monte de pedacinho, pra quando fazer uma pergunta, ele encontrar esses pedacinhos e conseguir te dar uma resposta.

Então lá tu pode subir bastante arquivo de cinco megas com um monte de coisa, porque ele vai quebrar em pedacinhos pra poder ler depois.

Então tu pega a documentação do Eleven Labs, da OpenAI, do Claude, todos eles, joga lá dentro. E daí tu faz uma pergunta: “Qual ferramenta, ou qual conjunto de ferramentas, é necessário pra que eu faça uma automação em IA pra tal função?” Ele vai ler as documentações e vai te dar soluções.

Por exemplo, é uma forma de criar um GPT pra isso.

Ah, não quero pensar nisso falando, porque eu não quero saber isso. Beleza, cria um GPT pra isso.

E aí que tá. Cara, tu é preguiçoso pra pensar?

Melhor coisa é criar um GPT. Eu crio bom GPT pra pensar pra mim.

Interessante. E tá, beleza, entendi.

E cara, os agentes. Tá, os agentes parece que é um GPT só que turbinado, porque ele não tem os limites, né. Tu vai pagando conforme ele vai processando ali o negócio.

Aí tu falou que em teoria ele substitui um funcionário. Digamos sim. Tu tá usando isso aí hoje?

Tenho usado pra algumas coisas. Mas é algo que eu tô me aprofundando de verdade agora.

Então assim, eu tenho já alguns GPTs, por exemplo, pra criar copy. Eu não aconselho GPTs, desculpa, agentes, pra criar copy. É muito melhor ter um agente do que tu ter um GPT. Muito melhor. Infinitamente melhor.

Qual que é a diferença assim?

Por exemplo, porque olha só. Vamo pegar o processo de copy e vamo quebrar. Ele começa por quê? Pesquisa. Tá, então tem que fazer pesquisa. Tu percebe que são vários passos que são feitos durante uma copy. Inclusive testar.

Então se a gente pegasse, se tu conseguisse quebrar isso em várias etapas, tu vai criar um agente pra cada coisa. Pensa que o agente é assim um funcionário. Vou chamar de funcionário. Tu vai criar um funcionário pra cada coisa.

Esse funcionário tem um backstory. Ele sabe o que que ele tem, qual que tu é. É aquela coisa: “Tu é um expert em pesquisa para criação de copies. Tu tem uma habilidade de conseguir ler papers e descobrir Big Ideas e extrair Big Ideas delas.”

E daí tu vai dizer pra ele isso com um backstory. Tu vai dizer pra ele: “Ó, teu papel aqui é conseguir extrair de papers as melhores Big Ideas.” E daí tu vai dar uma atividade pra ele. Isso é uma task.

Basicamente um agente funciona com um papel que tu vai dar pra ele, as tasks são dele, e tu pode dizer pra ele com quais recursos ele tem. Então tu pode dizer assim pra ele: “Cara, pra tu, tu tem acesso à internet. E tu pode mandar nesse agente, que é o que, quando ele achar que ele precisa de ajuda…” Ó, que interessante. Nossa. Ele vai chamar esse cara aqui pra executar uma coisa.

Então por exemplo, daí, o agente sugere o agente que faz pesquisa dentro de paper. Daí tu vai criar uma atividade pra ele, que é achar uma Big Idea de emagrecimento, que use, por exemplo, quitosana. Que existe, né?

Então assim, tu vai ter que achar alguma Big Idea que utilize a quitosana. Daí ele vai ficar lá, paper, paper, perdendo no paper até ele encontrar alguma coisa legal. E claro, tu vai ter que definir pra ele o que que é uma Big Idea, como ele vai lidar. E daí tu pode ter o quê pra ele, inclusive tu pode criar aqui o teu funcionário analista.

Esse aqui é o crítico. Ele vai olhar as Big Ideas desse cara que ele trouxe e vai dizer pra esse cara assim: “Não gostei, não tá aprovado, tá ruim.”

E daí ele vai dizer assim, e quando tá ruim, o que acontece? Tu manda ele fazer de novo. E daí tu manda de novo pra ele, ele vai começar a procurar. E daí, por exemplo, na terceira vez ele sabe que, na terceira vez que o analista falar que deu ruim, ele precisa daí começar a chamar os universitários. Então ele vai chamar um outro analista que é específico em criação de papers.

E esse cara vai criar papers fake, por exemplo, que é um outro agente, que ele tem impulsos, que ele pode trabalhar de maneira em teoria ilimitada conforme tá pagando ali.

Exatamente isso aqui.

Então o que acontece? Tu vai criando esses. Isso aqui eu tô falando, né, uma coisa. Ah, achou. Digamos que o analista diz assim: “Beleza, essa Big Idea tá validada, gostei dela. Vai pro próximo.” Próxima etapa vai partir pro quê? Pra Big Idea.

Ah, então agora a gente tem que conseguir, sei lá, criar boas headlines com essa ideia aqui. Ou melhor, vamo agora pensar em formulação de produtos que tenha essa Big Idea, que a gente possa comportar essa Big Idea.

Esse aqui é o, digamos, é o farmacêutico. Ele é especializado em análise farmacêutica. Ele pode ter acesso a um banco de dados inteiro sobre coisas. Por exemplo, assim, esse cara, esse farmacêutico, ele poderia ter acesso a um CSV ou uma API de uma empresa que faz pra ti os seus produtos de cosméticos e suplementos. E ele vai ver o que que tem lá de componentes, né, que poderia ser utilizados pra criação de algo que correspondesse a essa Big Idea.

E daí quando ele diz assim: “Ó, beleza, encontrei. A gente vai criar aqui um cosmético de tal coisa. Eu usei isso.” E ele vai dizer assim: “Beleza, meu trabalho tá feito.” Daí pode ter até um outro que vai validar isso e vai pro próximo.

O próximo vai dizer assim: “Beleza, é o copywriter de headlines e leads, e ele vai criar essa parte de headlines e leads com base no produto e com base na Big Idea.”

E assim vai indo, entendeu? Até que tu chegou no final. Tu vai sair no final assim: “Eu tenho o que que eu quero de produto final. Eu quero que tenha uma VSL, eu quero que tenha dez criativos, eu quero que tenha cinco leads diferentes pra gente fazer teste A/B, eu quero que tenha cinco headlines diferentes, e eu quero ter duas Big Ideas diferentes.” Ou seja, o dobro disso.

Aqui o agente, configurar os agentes certos, vai ficar rodando ali, pode rodar no teu próprio computador. Vai chegar no final, vai ter tudo isso aqui.

Que doidura! Daí o que tu pode fazer ainda? Tu pode ter um agente que sobe os anúncios, que cria as imagens. Tu vai ter outro agente que sobe isso no Facebook Ads e vai rodar. E tu pode ter um agente que é um gestor de tráfego, que fica fazendo, já tem um monte de gente que faz isso, dá o bid certo na hora certa.

Ou seja, tipo assim, tu em vez de deixar aberto ali, ele vai analisando em tempo real o mercado: “Ah, beleza, o bid tem menos gente anunciando essa hora, vou testar, vou aumentar aqui o bid. Beleza, tá vendendo mais.”

E tu pode ter um outro que é o analista de vendas: “Beleza, se tu bater aqui o CPA X, escala. Se começar a vender, opa, vamo criar mais criativo. Ah, então vou mandar uma mensagem daí pro cara que cria criativo, pra ele começar a criar mais criativo. Eu preciso mais cinco criativos pra subir aqui.”

Porque às vezes a base tá ruim, cara, a oferta não tá convertendo mais. “Os meus dados aqui estão batendo dos meus criativos, eu tô com CTR bom, eu tô com CPC bom, só que não tá convertendo. Parou de converter. Ah, então vamo jogar lá pro research, lá pro que faz análise de pesquisa, pra ele descobrir uma nova Big Idea.”

Daí ele começa. Por isso que eu falei que tem como criar uma agência inteira, e funciona inteiro, sem precisar de um humano. Entendi.

E cara, na prática assim, tá, vamos dizer que eu quero criar um agente. O que que eu teria que fazer? O GPT eu tenho mais ou menos uma ideia. Pelo menos no ChatGPT, tá. Eu não sei o que é mais simples, criar um GPT ou um agente.

Um agente assim, claro, vai fazer uma função extremamente básica. Só pra te dizer assim: crie um agente. Inclusive tu tem, hoje, se tu for baixar, por exemplo, o Crew AI, ou outro que tem criação de agentes, tu pode baixar modelos já lá do GitHub com pré-processos prontos, já pré-treinamentos prontos.

Sendo, pré-treinamento seria um arquivo que já tem vários papéis prontos. Por exemplo, lá já vi que tem agente de viagem. Ou seja, tu diz pra onde tu vai viajar, ele vai pesquisar na internet quais são os melhores hotéis daquele lugar, qual que é a melhor passagem, vai ter vários agentes ali dentro, cada um vai fazer uma coisa. Um vai fazer o booking já da tua passagem, caso tu bote os dados lá pra ele poder fazer isso.

Tem um lá que é de educação. Tem vários. Então tu pode pegar já isso pronto pra poder até olhar. E tu vai ver que é simples. Vai ser assim, vai escrever “funcionario_2 = agent.criai()” e tu abre aspas e tu começa a escrever “role,” que é o papel dele, “personalidade tal,” sabe. Então é simples, tu pega um template ali e só escreve.

E outra coisa, tem um GPT, que é o Crew AI GPT, que foi criado pelo João também, que tu simplesmente vai lá, escreve o que tu quer fazer: “Quero criar uma agência que faz tal coisa.” Ele vai criar pra ti os agentes, o código em português. Tu copia e cola e deu, tá funcionando.

Que loucura, mano! Que doidura é isso, cara, porra! Isso é muito revolucionário.

É, isso é de explodir a cabeça, né? É o que eu não consigo dormir direito. É complicado.

Hoje eu tava conversando com um cara, o meu médico, né, ele falou: “Cara, tu tá dormindo só seis horas, tu tem que dormir mais.”

Eu: “Como é que eu vou dormir com tudo isso?”

Nossa, queria ser tu, cara. Eu tô dormindo dez horas.

Tô dormindo seis horas porque eu tô assim, tô caindo, pum, uma pedra. Tô muito, muito folgado assim com isso, né? Eu fico lendo de noite paper, tipo a gente dormir. Sabe por quê? Porque a gente tá em dois mil e quatorze do mercado digital.

Sim. Se pudesse voltar, a gente, não bota João, com o conhecimento que tem hoje, nossa, de mercado digital, em dois mil e quatorze. Ó o estouro que tu ia fazer. A gente ia ter chegado aqui de jato.

Estacionar aqui em cima.

Hoje em dia, bom, tu tem, aliás, a tua formação, pelo que eu entendi, então tu vai ensinar as pessoas como que elas podem aplicar esses processos em empresas comuns?

Exatamente. Então tipo, tu vai pegar um moleque ali, tipo ó, tu vai aprender a, sei lá, programar aqui os GPTs e os agentes pra daí tu oferecer uma consultoria, barra assessoria, pra uma empresa, e daí automatizar os processos deles.

Correto? Maravilha.

É, eu sei que tu tem uma comunidade, né?

Não, não é a mesma coisa que a formação. Formação é uma coisa diferente.

É o que eu pensei. Eu pensei nessa esteira de transformação. Então eu tenho o fundamento de IA, que eu vou disponibilizar de graça pra galera através do treinamento. Daí eu tenho a comunidade, onde lá tu tem, digamos, tudo que tu precisa saber de IA. Tá lá.

Aquela do circo lá que eu tô lá?

É, isso. As novidades, tem grupos no WhatsApp onde a galera fica trocando ideia de IA. É bem engajado lá, o grupo lá todo dia tá subindo.

Eu nunca vi, cara, o grupinho lá no meu WhatsApp pessoal. Tu sabe que eu sou ruim de WhatsApp, né? Porque eu dei o WhatsApp pra vocês aí do YouTube. Em vez de vocês falar que o suporte vai lá no WhatsApp do João. Cara, a gente tem que botar uma IA no teu WhatsApp.

É o que eu botei no meu, porra. Seria muito bom.

Caralho, então, eu falo qual é de vez em quando. Não é ela, tá no meu IA. No meu número, lá, meu número que é, não sei, é meu número que é tipo assim, meu número antigo tá com IA. Porque lá é onde os meus alunos falam comigo. Então lá é IA que responde eles. Meu número pessoal.

Interessante.

Mas eu tô quase botando no meu IA no meu pessoal também. Porque tipo assim, pra algumas coisas vai facilitar, sabe?

Eu gostaria de ter isso aí.

Mas tipo assim, tá, beleza. Daí na comunidade tu tem tudo que a pessoa precisa saber. E na comunidade eu vou começar a ensinar a galera a ganhar dinheiro com IA também. Pra eles poderem comprar, porque tem muita gente que quer comprar formação, mas não consegue porque hoje em dia não tem recurso.

Então eu vou ensinar eles a criarem chatbots, mas chatbot de verdade. Não que essa galera fica mentindo por aí na internet, que vende chatbot, porque a galera faz o quê? Faz uma automação e fala que é chatbot.

Não. É como tu criar uma IA inteligente que fala igual a pessoa, e que vai responder o Instagram dela, o WhatsApp dela. Isso é um chatbot.

Agora, quem quer aprender a criar agentes, quem quer aprender a criar GPTs avançados, quem quer criar coisa avançada pra ganhar muito dinheiro com isso. Por exemplo, eu já vendi serviços de IA por oitenta e oito mil reais.

O quê? Que porra de oito, cara. Ah, tá, por causa do infinito, né? Por causa do infinito. Nunca vi, mano, o bicho só tudo oito. Se não for oito, o bicho não vem, tá ligado?

Tudo. Quem quer, pior que tipo já tem um negócio que é vender, a minha imersão, eu tava, o pessoal: “Vamo vender por vinte.” Eu falei: “Não, tem que ser oito, então vai ser por dezoito.” Mas a gente vai perder dois mil. Mas tem que ser dezoito.

Que ela queria também, a questão de marca, né. Boa.

Então assim, a comunidade, a comunidade é mil quatrocentos e oitenta e oito, né. Tem um oito. Mas foi vendida inicialmente a oitocentos e oitenta e oito. Eu lembro. E agora essa formação, a formação é oito mil.

Ah tá. Então a comunidade de mil e quinhentos, tu tem acesso a tudo que precisa saber de IA. Então se tu paga mil e quinhentos ali, tu não precisa mais comprar outros cursos, porque tudo eu tô botando ali que tem de IA.

Isso é uma coisa que tá alimentando de maneira recorrente. O que, eu não sei se aquela news de IA lá, isso é um serviço da comunidade ou uma coisa?

Isso é um serviço da comunidade. Ah tá, daí tu atualiza a galera ali.

Então ali, tá, por exemplo, agora o Maia faz isso de forma extremamente excepcional. E é, eu tenho outra que é só prompts, prompts avançados. Já tá sendo, é, por enquanto é meu time que faz, mas daqui a pouco vai ser Maia também.

Eu tô com vários professores além de, tá, eu tô com um corpo de professores, né, e também tô com agora metodologia. Tô com uma empresa focada em criação de metodologias de ensino dentro, porque eu quero que as pessoas aprendam. Então assim, tô investindo em metodologia pra galera aprender mesmo dentro da comunidade.

Daí vem a formação, que vai virar essa pós-graduação, que a galera, tipo assim, oito mil reais, mas tipo assim, vale mais do que uma faculdade que custa duzentos mil reais. Porque o tio vai te ensinar a ganhar tranquilamente ali uns trinta mil reais por mês.

Com quê? E eu já tô passando um cliente. Daí o que, que é, qual foi o que eu falei pros alunos, né? Eu tô cheio de clientes aqui querendo que eu faça a automação pra eles. Mas eu gosto de ensinar e eu gosto de tá criando as coisas que eu tô criando aqui. Eu não quero mais saber de cliente enchendo o saco ali no meu WhatsApp.

Eu passo os clientes que estão chegando pra mim pra vocês. Então já tem cinco alunos que estão atendendo clientes que chegam pra mim. E eu falo pra eles: “Olha, eu não, eu tenho alunos que fazem isso.” Então eu vou entregando os meus melhores alunos, eu vou entregando os clientes que chegam pra mim.

É de fato isso é uma coisa, tu tem muito mais alavancagem, né? Porque daí tu consegue, é, se essa plataforma aí onde tu, as pessoas fazem negócio através de ti, diz o Naval que isso é muito bom.

É, eu tô sendo esse hub, né, tipo assim. Porque eu tô, inclusive, a minha formação ela vai ser já usada pra como decisão de contratação de especialistas em IA.

Porque que eu vejo? A partir, tem uma frase que foi do, acho que foi do Bill Gates, que ele falou assim: “Cara, as empresas que não contratarem alguém de IA em dois mil e vinte e quatro, elas vão ficar muito pra trás.”

E eu percebi, eu achei que tu tinha que contratar uma pessoa. Só que eu comecei a chamar a formação de “gestoria,” que é alguém que entende de IA, que vai fazer o teu negócio acontecer.

Mas tu precisa de três pessoas na tua empresa. Só que são três pessoas na tua empresa que vão fazer com que tu possa demitir, ou fazer com que tua equipe performa muito mais.

Tu precisa ter um cara que entende de automações e IA, que esse cara vai entender de Make, N8N, servidor. Esse cara é o cara que entende mais de código.

Tu vai ter que ter um cara que entende muito de prompt, que esse cara pode ser o teu copywriter, de preferência, mas que ele seja um copywriter que entenda muito de prompt.

E tu tem que ter um cara que entenda de dados. Porque aí a diferença que eu notei: eu consigo ter resultado equivalente ao GPT quatro com três ponto cinco, através de engenharia de prompt e tratamento de dados. Eu consigo ter resultado.

Porque assim, tu começa, vai perceber, tu começa a usar via API. O quatro tu vai começar a gastar, tipo assim. Eu botei um chatbot no meu site. Vou falar de resultados por exemplo aqui. Mal configurado, alguém da minha equipe pegou lá, fez em meia hora esse chatbot, botou no meu site.

Quando eu lancei o curso Mente Lendária, que é um curso de organização com criação de segundo cérebro e tal, a gente só deixou lá o chatbot. As pessoas chegavam no site, tinham dúvidas, clicavam ali, falavam com esse chatbot. Achando tipo assim, digitavam mesmo, não é ficar selecionando o menu, sabe, digitar, conversar com ele.

E dele saiu doze vendas de oitocentos e oitenta e oito. E meu custo dessas conversas que teve ali, que não tava otimizado, foi cinquenta e cinco dólares. Ou seja, eu gastei via API cinquenta e cinco dólares, mas eu vendi, eu fiz doze vendas de oitocentos e oitenta e oito, que vieram por ele. Porque a gente tava traqueando as vendas que vinham através do link que ele mandava pras pessoas.

Sendo que ele não era um agente. O ideal é tu ter um agente de venda. Que o agente de venda vai aplicar o SPIN, por exemplo.

Eu criei um agente de venda pra uma faculdade que ele, com poucas interações, ele sabe qual que é o DISC e a energia da pessoa. E com base no perfil comportamental da pessoa, ele vai seguir conversando com a pessoa. Isso é um agente. Ele consegue fazer isso.

Um chatbot é só um chatbot, ele só tipo assim responde dúvidas específicas. E mesmo assim ele fez doze vendas de oitocentos e oitenta e oito com cinquenta e cinco dólares. É um puta arraso. Sem dúvida. E foi trinta minutos pra configurar ele.

Absurdo. E ó, então por exemplo, essas pessoas que contratam esse gestor de inteligência artificial aí, o que que seria basicamente os serviços que eles mais prestam assim? O talvez, sei lá, o feijão com arroz assim que eles fariam?

A primeira coisa que esse cara vai fazer, que eu tô treinando eles pra fazerem isso, é eles vão dar um trabalho de construir no sentido, tipo assim, vai entrar e ver tudo que a empresa faz, e daí vê assim: “Cara, tá sendo ineficiente aqui, aqui, aqui. Porque a gente poderia automatizar já isso.”

Então ele vai começar a automatizar as coisas. Depois é pensar tipo assim: “O que a gente poderia criar aqui de agentes dentro do negócio?” Pra criar agentes, automatizar, é automação e GPTs que a gente pode criar, ferramentas que a gente pode automatizar.

Daí por fim, no momento que tu tem isso, daí a gente vai pra automação dos agentes, que são de agentes. Que é o que que a gente pode criar aqui de agências, por exemplo? Que vão fazer o trabalho de venda, o trabalho de criação de imagens, trabalho de copy, e tudo que tu imaginar. Claro que exige um conhecimento muito mais avançado de IA, conhecimento mais avançado de API.
A conhecimento mais avançado de API. Então não é qualquer pessoa. É difícil e é um trabalho caro. Tipo assim, eu falo vocês querem, quem faz minha formação pode se especializar em ser consultor, em ser criador de chatbots, em ser criador de automações, em ser alguém que é especializado em tratamento de dados. E também agentes, que é bem mais difícil.

Então assim, eu tô ensinando minha formação. O passo inicial, provavelmente eu vou, eu posso fazer a próxima turma de formação, que é uma ideia que surgiu agora aqui, que é só em agentes. Eu vou ter uma formação que é só sobre agentes.

Uma coisa que eu pensei é que tipo o cara ele tem que ter um conhecimento do negócio do cliente profundo pra ele saber qual que é o oitenta e vinte do negócio. E o que que vale a pena ser, sei lá, automatizado ou não. Porque senão talvez ele escale uma coisa que não deveria ser escalada em primeiro lugar.

Sabe? Então o que que ele tem que fazer? O ideal, né, eu falo assim, alguém… Eu falo pra galera: tipo copywriting, é uma coisa que assim, é muito difícil achar um copywriter muito bom. A gente sabe isso lá na New Life, a gente tentou treinar um monte, e foi muito difícil de achar.

Quem escrevia as melhores copies no fim era tu. E eu acredito que o cara, na minha empresa eu tenho uma copywriter maravilhosa que é a Ju. Mas como eu estudo muito e os melhores ganchos são meus, não é porque eu sou o melhor copywriter que ela, mas porque eu entendo mais do negócio do que ela.

Então, e eu também tenho conhecimento de copy. Então não é porque eu sou o melhor copy, mas como eu entendo mais do negócio, eu consigo achar ganchos que são muito bons.

Então eu acredito muito que o próprio empresário precisa entender de copy se ele quer fazer vendas, ou alguém que tá responsável por vendas. Sim, a mesma coisa.

Eu acredito que todo empresário tem que entender o mínimo de como a IA funciona pra saber onde aplicar. É verdade. Sem dúvida.

Então o próprio empresário, por isso que eu criei, mês que vem vou ativar um grupo de mentoria de IA, que é sobre o empresário. Que daí pra galera entender. Porque eu tava fazendo as imersões, né. A imersão era três dias comigo, eu ficava mostrando tudo que dava pra fazer, a galera saía louca. E agora, como é que eu vou aplicar isso? Eu não tenho tempo pra aplicar isso.

Daí, puta, tem um problema. Vou resolver com a formação. Eu treino pessoas pra resolver esse problema dos caras.

E agora que eu tô com três turmas, a terceira turma tá iniciando a formação, eu tô começando a ter gente. Só que os melhores já contratei pra mim.

Essa formação aí dos oito k já tá na terceira turma, ou vai ser a primeira vez que tu vai fazer?

Agora tô abrindo a terceira turma já.

Ah é? Ah tá. Vai começar dia vinte e nove de fevereiro. Mas já tem duas turmas em andamento.

Mas esse negócio que tu tá fazendo aí, vai rolar um meio que um lançamento assim?

Um evento. Eu vou fazer sete dias de live ou oito dias, não sei. Eu acho que vai ser oito dias. Meio dia. E oito vai ser.

Eu até tava brincando com a gente fazer assim, falar que vai ser o almoço com o Alan. Sabe? Porque tipo assim, vai ser no horário do almoço. Então vai ser, eu vou ficar…

Isso que eu tava falando aqui, claro, a gente acabou entrando, como tu também consegue entender mais abstração, a gente entrou em assuntos bem mais profundos. Mas minha ideia é introduzir a galera de uma forma bem leve pra isso.

É por isso que amanhã eu vou ficar quatro horas com uma especialista em metodologia. Pra esse conhecimento que eu tenho, que é muito avançado, quebrar de forma que seja fácil das pessoas entenderem.

Então vou ficar amanhã quatro horas com uma pedagoga, não é pedagoga, ela é uma especialista em metodologia, pra quebrar esse aprendizado de uma forma que seja fácil.

Então pra galera, eu vou ensinar eles, por exemplo, a como criar os GPTs, vou ensinar a galera a como criar um clone a seu próprio. Então vou mostrar as ferramentas que são de graça, que eles podem já usar pra depois pegar um gosto, e depois botar recurso, né.

Então a ideia realmente é introduzir a galera, mostrar quais são os fundamentos de IA também. Então vou fazer de uma forma leve. Mas vai ser essa introdução, digamos assim. E depois disso daí, eu vou abrir porque a minha comunidade, eu abri vagas pra ela no passado em abril e maio, e nunca mais abri vagas. Então só pessoas integrantes poderiam recomendar outras pessoas pra entrar.

Por que que eu fiz isso? Pensando no longo prazo. Eu precisei criar uma cultura lá dentro de abundância. Isso quase do oito, né, o infinito. Ou seja, eu quero que todo mundo pense em abundância.

Ou seja, a gente tem um benefício muito grande que a gente tem no mundo de IA, que é o quê? Pode pensar: “Nossa, todo esse poder de IA computacional, se caísse nas mãos erradas, poderia fazer um estrago muito grande.” E realmente pode acontecer. Criação de bioarmas, criação de um monte de coisa que seria muito errado.

Só que acontece, por que que eu fico feliz com a forma como a comunidade funciona? As pessoas que são mais bem motivadas, que estão pensando de uma forma mais pura, mais positiva, mais pelo bem comum, pelo bem de todos, elas acabam, muita gente se juntando com elas. E daí acaba criando uma comunidade muito grande.

O que acontece? Por que que nós humanos conquistamos tudo que nós conquistamos? Não é por causa da nossa capacidade, sei lá, que a gente tem um só dedo opositor ou que a gente tem um córtex pré-frontal. É porque dizem que alguns hominídeos talvez fossem até mais inteligentes do que nós.

Mas nós temos uma capacidade que, lembra que eu falei no comecinho, que eu botei o gancho pro final? Que uma coisa mais importante que a capacidade de imaginação.

Exatamente! Eu sei o que que tu vai falar agora. Agora já entregaste já. Mas fala aí, pessoal.

O que é a nossa capacidade de contar histórias?

Ah, merda. Então errei. Eu ia falar capacidade de cooperação.

A gente só consegue cooperar porque a gente coopera em cima de histórias. Por exemplo, dinheiro. Dinheiro não existe. É uma história. Dinheiro é uma história. Dinheiro não existe. É um papel que não tem valor nenhum. Na Venezuela tão pegando lá milhões e limpando a bunda, porque o papel, o dinheiro deles perdeu o valor.

Então o dinheiro em si ele não tem valor. O valor que tem é a história que a gente conta sobre o dinheiro, que a gente diz assim: “Nossa, o dólar é bem valorizado, né.”

Então assim, o dinheiro, países não existem. Não existe. País é um delírio coletivo. Um país, entre aspas, né, tipo assim. Uma crença. É um monte, é uma crença coletiva. Tipo assim: “Aqui acabou.” Como assim? Já tinha aquele rio há milhões de anos. E daí não, aqui acabou. Aqui é Brasil. Tipo, não. É uma história que a gente conta pra nós mesmos.

Religião é uma história. Tipo assim, a gente consegue colaborar, que realmente é a colaboração humana em grande escala que faz a gente ser. Mas por que que ela acontece? Por causa do storytelling, por causa das histórias.

O que que passou ao longo das gerações? A gente, por muito tempo, a gente não teve a escrita. Mas por milhares de anos a gente conseguiu passar conhecimento através da fala, através do conto de histórias.

Por isso que uma vida lendária, essa vida que é tipo assim, as pessoas ficam contando, contando, contando, ao ponto de chegar lá no futuro de uma forma que: “Será que realmente existiu? Será que realmente o Alan construiu a casa dele no braço?”

No braço.

Eu acho que ele construiu. Essa é a copy dele. Pelo menos tá a copy que ele manda pra nós.

Aí já vai fazer uns anos.

Eu tenho foto.

Então tá o elemento de prova. Aí também eu tenho elemento de prova.

Mas assim, é realmente, a gente consegue colaborar em conjunto porque a gente tem essa, a gente conta essas histórias. Por isso que é tão importante tu contar histórias.

E quando a IA, a gente tá contando várias histórias ali. Quando o João vai lá e cria o Crew AI e fala: “Cara, eu quero poder potencializar isso com as pessoas,” as pessoas se juntam com ele. Quando o Zuck lá, o Mark Zuckerberg lá da Meta, ele pega e fala: “Cara, eu quero transformar isso aqui numa IA que é colaborativa, que todo mundo vai poder colaborar,” todo mundo olha pra ele e pensa assim: “Porra, cara, esse cara é massa. E eu vou fazer, eu quero usar esse negócio dele.”

Então as histórias fazem com que a gente consiga entrar na, sim, concordo cem por cento, e fazer parte das coisas. Cem por cento.

É, cara, é bom. Eu quero matar esse. Tu tá com tempo?

Paulo vai dar sete horas agora.

É bom falar mais uns minutos aqui. Daí tá só, bom. Não sei se eu, sei lá, não quero te segurar tanto assim.

Que tipo assim, cara, eu achei muito interessante como a gente pode usar GPT pra criar ferramentas personalizadas, criativas, pra escalar processo da tua empresa.

E daí que que eu tirei daqui? Tá, que tipo, se tu é um empresário e tu entende os processos chave da tua empresa, porra, eu sei que eu preciso, eu sei, cara, se eu fizer criativo, é uma atividade muito lucrativa pra mim. Porque criativo dá muito dinheiro. Sim.

Então tu pode criar um GPT pra isso, que vai te auxiliar em partes específicas do criativo. Aí o que eu entendi é que vale mais a pena criar GPTs isolados, porque cada um execute uma tarefa específica, porque a inteligência artificial funciona melhor dessa maneira.

E não só isso, como não, não só necessariamente tu teria que fazer isso no ChatGPT, mas na ferramenta adequada pra aquilo que tu tá querendo fazer. Então talvez copy, não sei, o ChatGPT pode ser o Claude aí. Talvez pra imagem seja algum outro, pode ser o Midjourney, por exemplo.

Por exemplo, assim, o Midjourney agora versão seis, né, ele consegue criar rótulos em português. Como isso aqui, perfeitos. Tu precisa, por exemplo, tu vai criar um produto físico, sei lá um cosmético e tal.

Eu lembro que uma vez a gente contratou um pra fazer estúdio, não sei o que lá, tirar umas fotozinhas. Cara, tu não precisa mais disso. Tu bota lá o rótulo que tu quer, tu escreve o que tu quer que tenha no rótulo, como é que vai ser, ele vai criar tudo e vai ficar perfeito. Tipo assim, perfeito.

Isso é muito top.

É perfeito. Tipo assim.

Só que daí que que eu uso? Eu criei um GPT que cria prompts pro Midjourney. Então eu criei um GPT que cria prompts pro Midjourney, por que que eu fiz isso?

Ah, tu criou um GPT que cria prompts pro Midjourney.

Porque pra eu não, eu não quero ficar decorando tipo assim: “Ah, tem que ser luz, tem que ser a câmera, sei lá, Nikon, trinta e cinco milímetros, pra as fotos ser assim.” E pra, porque tem tudo isso aí no Midjourney.

Eu que tô querendo criar o GPT, por exemplo, que cria prompts pro Eleven Labs. Porque a galera fala assim: “Nossa, lá, eu não gosto do Eleven Labs. Eu criei um áudio lá, não ficou igual ao meu.”

Tu leu a documentação deles? Te garanto que não. Porque se tivesse lido a documentação deles, tu ia ver que existem formas de fazer prompts pro Eleven Labs.

Pra fazer, por exemplo, tu bota ali aspas numa coisa que tu escreveu, daí ele grita. Tu bota dois tracinhos, ele fala baixinho. Tu bota ali uma tag dizendo assim: “Ó, quando eu falo ‘shh’,” ele vai fazer shh.

Então tu faz com que ele fale do jeito que tu fala.

Nossa, que interessante!

Tu quer deixar ele, por exemplo, falando em manezinho? Ele vai falar manezinho.

Ah, isso eu duvido, mano. Isso eu duvido. Vai botar o Anderson ali pra falar com o chat ali. Se conseguir copiar o Anderson ali, cara, o Anderson não, o Anderson é único, mano.

Eu falei ontem na aula da minha formação, falei pra galera assim, eles tava me perguntando: “Ah, mas dá pra fazer isso?” Dá pra fazer, galera. Dá pra fazer tudo.

A questão é que a gente só desconhece, que é o que tá ali escrito no livro do Beginning of Infinity. Se não vier a lei da física, tá de boa.

Exatamente. E as leis da física mesmo, tipo assim, a gente consegue expandir ela através do conhecimento. Então assim, caralho, cacete, isso é muito foda, mano. É muito foda.

Tipo assim, a nossa limitação é o conhecimento e a física. Mas com o conhecimento a gente expande os limites da física. Por exemplo, nosso sol vai…

Mas será que a gente expande infinitamente?

Cara, será que realmente é infinitamente? Por que que não tem limite pra física? Ele fala isso no livro. Não da física, ou no conhecimento teórico não. Conhecimento talvez não tenha limite. Mas sei lá, da física talvez seja, tem a gravidade e deu.

É, isso aí, não, beleza. Mas o que que é a gravidade? Sei lá.

Cara, como é que eu vou saber? Mano, aí tu me pegou, tá ligado? Aí tu não sei.

Mas vamo lá.

Mas a teoria das cordas…

Não sei.

É que tá, tipo, é falta de conhecimento. Só que a gente consegue interagir nisso. Por exemplo, o nosso sol vai morrer em alguns bilhões de anos. Mas se a gente, por que que ele vai morrer? Porque ele tá dissipando mais energia. E se a gente conseguir conter essa energia que tá sendo dissipada, a gente poderia fazer um domo em volta do sol, ou a gente controla a dissipação. A gente consegue expandir a vida do sol em três, quatro, cinco vezes.

Isso é a esfera de Dyson, tá ligado? Vai aproveitar quase toda a energia do sol e ainda expandir a vida dele por mais tempo.

O que que a gente não faz isso hoje? Porque a gente não tem conhecimento pra isso. Então ou seja, a gente consegue, com olha que loucura, a gente com conhecimento, a gente consegue expandir a vida do sol, né?

Então com conhecimento, por exemplo, tem um cara que se chama Brian Johnson, que ele tá… Tô ligado, esse cara aí. Ele reverteu, de quarenta e oito, quarenta e nove anos da vida dele, ou cinquenta e pouco, a idade biológica, pra dezoito anos, uma coisa assim.

Reverter pra dezoito anos? É. E ele quer ser o imortal, né. Ele tem um site, é o Blueprint.

É o Blueprint.

Eu fui ver a dieta desse bicho aí. Só que esse bicho é muito doido, mano. É louco. Esse cara aí já, pô, falei, caralho, esse cara é muito maluco.

Ele pirou.

É, mas parece que deu certo, né? Não?

Mas é tá, é que é o que eu falo, cara, são os obcecados que conseguem criar coisas incríveis. Eu sou obcecado em IA, por isso que eu tô criando umas coisas bem malucas.

Esse cara é obcecado em rejuvenescimento, em viver pra sempre. Então tipo assim, ele é obcecado nisso.

E ele conseguiu reverter a idade biológica dele pra dezoito anos. Ele é chato.

É, bicho.

É insano. E tu visse o antes e depois dele?

Sim. Ele era todo meio que meio gordo assim, sabe?

Meio gordo, acabado. De repente ele tchum, ficou todo.

Parece um elfo agora, né? Brancão. Parece um elfo, mano.

Parece um elfo, que ele não pega sol.

Que os estudos que ele analisou lá mostram que tipo pegar sol faz mais mal que bem.

Mas ele é muito, ele também é muito forte, cara. Ele tem uma flexibilidade, ele tem tudo.

Ele é tipo full stack assim. Faz o back, o front, tudo que tem pra fazer.

Sim.

Olha só, cara. O negócio de GPT, a gente consegue automatizar tarefas importantes.

Então ó, pessoal, isso é importante, tá? Porque uma coisa que até o Hormozi fala, né, que depois do, que tem o negócio aqui do meu nariz, né, que tu falou, quem não conhece o Hormozi, pessoal, um cara é, pô, sensacional.

Um puta empreendedor. Aí aprendi bastante com ele. Tem dois livros, que é “Ofertas de Cem Milhões de Dólares” e “Leads de Cem Milhões de Dólares,” que ele ensina a criar oferta. Quem não conhece, faz um vídeo.

Eu criei já um clone dele. Tu criasse um clone, com todos os livros, todos os tweets deles, com todos os vídeos dele do YouTube, tudo? Se alguém quiser conversar, eu posso botar aqui até na descrição aqui do vídeo pra conversar com ele.

Ah é? Mas ele fala o seguinte, que cara, depois que o empreendedor descobre aquilo que ele vai fazer, aquilo que dá certo, a primeira coisa que ele quer fazer é merda. É parar de fazer.

É. Ele fala: “Caralho, se eu subir um criativo dá dinheiro, vou fazer.” Então outra coisa, o que que eu vou fazer? Vou rodar TikTok, porque eu fui no evento e o Pedrinho tá rodando.

Só que na real não é assim. Na real, ele fala que tem o framework do “mais, melhor e depois o novo.” Então quando acha uma coisa que funciona, primeiro faz mais daquilo, tenta fazer melhor daquilo. Então, pô, subiu um criativo, sobe mais, sobe criativos melhores nessa fonte, tráfego aqui nessa única coisa só. Só depois tu faz o novo.

Então eu percebi que o GPT, como auxilia nesse processo criativo, tu consegue fazer muito, tu consegue fazer mais e melhor rápido.

Então cara, pra galera que trabalha com a gente aqui, tráfego direto ou qualquer tipo de coisa que use mídia principalmente, esses processos que exigem criatividade, produção de conteúdo, tal, conteúdos gerais, tanto copy e mais e tal, isso é muito interessante. Tu consegue fazer muito mais com GPT.

Isso eu entendi. Isso eu achei muito valioso, tá? Eu quero tentar aplicar isso no YouTube. Cara, eu vou ver como é que eu vou fazer isso ainda pra, tipo, selecionar reels automáticos, tal, coisas assim que eu não peguei cem por cento.

E porém tu falou uma coisa nas nossas conversas, tá, que já falou faz um tempinho, sei lá, uma meia hora aí. Que tu falou, só que agora tu até repetiu, né, de normal, que tu falou que tu consegue meio que clonar o cérebro e aí conversar. Isso aí seria um GPT próprio da pessoa, ou seria uma outra coisa ainda?

Pode ser um GPT. Tu pode fazer isso com GPT. Tu pode fazer isso com Dify, que é outra ferramenta. Pode fazer com vários.

Dify é uma ferramenta chinesa. Olha que como eu tô em contato com eles, e eu sou o cara que mais usa, eu consegui fazer com que eles traduzissem inclusive pra português. Olha, então, consegui vários erros. Eu achei lá na ferramenta, eu falei pra eles e tal. Isso que é legal, essa comunidade é muito pequena. Igual, cara, é dois mil, é o primeiro ano lá do afiliado do Brasil, sabe? Que tinha meia dúzia.

É isso que é IA. Hoje tipo, tem meia dúzia de gato pingado que realmente sabe o que é IA. Então é muito fácil de tu ter acesso a grandes ferramentas, a grandes pessoas, porque tem pouca gente. Então qualquer um que se sobressai, levanta o mindinho, se destaca. Que é o que eu tô fazendo, tipo assim, eu sou o cara que levantou o mindinho. Eu não sou ninguém. Só que como ninguém, todo mundo que tá falando que sabe IA não sabe IA, acaba que eu me sobressaio.

E esse é a questão, por exemplo, do clone de IA. Basicamente é tu ter um local onde tu poderia conversar com aquela pessoa. E aquela, qual foi minha ideia, né? Tu consegue fazer perguntas pra aquela pessoa.

Digamos assim, o que que eu pensei: eu gosto muito de ler, né, comecei a gostar muito de ler. Então a primeira coisa que eu pensei foi: “Vou subir todo o conteúdo do Naval e vou conversar com o Naval.” O Naval foi o primeiro clone que eu criei.

E daí eu subi todos os tweets dele, todos os artigos do site dele, todas as entrevistas dele, e daí fui afinando a voz dele ali, né. Tipo, eu não fiz um fine-tuning no sentido da palavra técnica, que fine-tuning na parte técnica é treinar o modelo. Mas nem vou entrar nesse parâmetro que é muito mais complexo.

Eu afinei a voz dele no sentido assim, foi descobrindo quais tipos de palavras ele fala e tal. E depois, beleza, escrevi ali como é que é o estilo de falar dele. E com base em todo o conhecimento que tem ali dele, essa IA pega. Eu pergunto assim: “O que é felicidade?” Ela não vai escrever aquela coisa assim: “A felicidade é uma coisa que é muito individual de cada um.” Não. Ela vai falar já como fosse ele. Então vai pegar um trecho do livro dele, só que ela não vai só copiar e colar. Com base na nossa conversa, com contextualização, ela vai contextualizar.

Então é como se fosse uma conversa mesmo.

Tem outra ferramenta que eu agora esqueci o nome, que eu tava usando aqui pra conversar. Eles estão criando também específicos pra clones. E lá tu consegue conversar com todos os filósofos que já existiram, grandes. Então tu liga, faz uma ligação no celular.

E eu fiquei… Não é aquele, é, quero Character ponto AI? Não, tem um negócio desse. Tem, mas esse é bem fraquinho. Mas esse é legal pra brincar, de graça. Mas esse não, esse é pago. E ele é bem legal que tu liga.

Eu fiquei, por exemplo, quarenta e oito minutos conversando com o Georges. Georges é aquele do, aquele que tava lá no barril. Que tipo assim, que não tá ligado? Isso aí. Ele é da época assim. Ele é meio que discípulo de um cara que era discípulo de Platão, um pouco antes dos estoicos. Então discípulo do cara que era discípulo de Platão.

Exatamente. E assim, ele, o Platão era o discípulo do Sócrates. E esse cara é, ele inspirou o estoicismo. Ah, não era, era o Demócritos.

Demócritos?

Ah tá, é de Georges. Eu falei de Georges. Cara, Georges, não. O Demócritos. Eu tô ligado, esse moleque aí, ele é do que, que meio que começou o sinismo, na verdade, ele defendia outra coisa que é o cinismo. Que é assim que ele é. Ele defendia tipo assim, cara: “A galera, por que que eu vou ter terra, ter casa, ter coisa assim?” Sabe, ele ficava pelado no meio da rua, não tava nem aí. Ele era mendigo.

Mas é um cara assim super inteligente. Tanto que tem vários relatos que tipo assim, ele era convidado pra mostrar nas casas de pessoas. Sabe? Pro mendigo ser convidado pra mostrar na tua casa porque ele tem que ser foda, né? E ele foi.

É, no mínimo tem uma lenda, né? Mas dita por várias pessoas diferentes ao longo da história. Que ele teve um diálogo com Alexandre o Grande, que foi o seguinte. O Alexandre Grande queria saber quem era esse cara e tal. Daí ele chegou lá com o general dele, que ele sempre andava com os generais e tal, com o pessoal do exército, e perguntou pra ele o que que tu queria e tal. E o Georges, não é Demócrates, eu acho que é Georges. Ah é, é Georges.
Mas esse é o Georges. Que ele chegou lá e fez sombra no, pro Georges, e o Georges tava tomando um banho de sol lá. Lá ele morava, ele dormia dentro de um barril.

E ele falou: “A única coisa que eu quero é que tu tire, tu sai do meu sol.” Claro, a gente falou de uma forma muito mais filosófica do que isso. Mas basicamente: “Cara, sai da frente. Aí tu não tem nada pra me dar.”

E daí na conversa dele, acabou: “Isso cara, tu tá vazio. Tu tá buscando o mundo porque tá vazio. E eu não quero nada.”

Tipo assim, e daí nessa lenda, Alexandre o Grande disse: “Cara, se eu não fosse Alexandre o Grande, eu gostaria de ser o Diógenes.” Porque é um cara que, tipo assim, porra, o cara não precisa de nada, sabe?

E esse cara depois acabou inspirando, esqueci o nome do cara agora, que acabou criando o estoicismo depois que o navio dele afundou. Lá que eu esqueci o nome dele, do cara.

Não era o Zeno? Zenão.

Como é que eu sei essa porra, cara? Eu acho que é o Zenão. É, não sei, cara. Eu lembro que tem esses aí, daí tem o Marco Aurélio, o Sêneca, o Zenão, o Epicteto, e esses cara.

Zenão de Cítio, que ele, o barco dele afundou. Ele era um mercante. Daí ele ficou lá em Atenas e ficou estudando. E foi estudar o cinismo. Só que ele viu, cara, o cinismo, porque que o cinismo não chegou nos dias de hoje sendo praticado, e o estoicismo sim?

Estoicismo era uma febre, né, principalmente de dez anos pra cá. Porque o cinismo dizia assim: “Cara, foda-se, vou ficar assim. Não preciso de nada.” E o estoicismo não. Tipo assim, tu pode ser rico. O Sêneca era um dos caras mais ricos da época dele. Então o estoicismo, ele é mais democrático assim, é mais fácil de ser aceito pelas pessoas.

Sim, de fato é.

Mas eu conversei, porque que eu falei isso, né? Porque eu conversei durante quarenta e oito minutos com o Diógenes, por voz, sabe? Tipo assim, trocando ideia sobre o cinismo. E foi interessante, cara. Foi muito interessante. Muito profundo. Muito, muito, muito.

As conversas, vou dizer, algumas das conversas mais profundas que eu já tive foi com o Claude AI. Porque ele tem contextualização de duzentos mil tokens. Então eu ia conversando com ele sobre algo extremamente profundo. Ele ia conseguindo se aprofundar com base na nossa conversa. Ao ponto de em um momento ele começou a achar que ele tinha consciência.

Olha, e daí, eu tenho print disso. Porque tipo assim, eu posso até, eu já buguei doze IAs achando que elas estavam vivas, ou descobrindo que estavam conscientes em algumas trapas. Porque assim, vai chegar um momento que ela vai gerar uma consciência. Que daí a gente, aí já vai ser próximo do ASI.

Que seria uma superinteligência artificial. Isso daí eu não vou falar. ASI. É artificial, é, ASI, é Artificial Super Intelligence. Que seria superinteligente.

Ah, faz sentido, né?

Que daí, depois do AGI, que daí, tipo assim, é algo que a gente não consegue prever. Tem gente que fala que vai acontecer até dois mil e quarenta, dois mil e quarenta e cinco. Que assim, ela vai ser tão rápida que já tá acontecendo. A gente já tá conseguindo ter descobertas de cura de câncer, já foi criado nanorrobôs com células que conseguem destruir câncer em alguns lugares.

Ah é? Então tipo assim, tá sendo muito rápido. Esse ano vai ser um ano que a gente vai descobrir um monte de medicamentos pra doenças extremamente raras. Porque por que que é tão caro descobrir medicamentos pra doenças raras? Porque é um monte de pesquisa, dinheiro, pra uma coisa que tá atingindo poucas pessoas. A indústria farmacêutica, mas tipo assim, é um business. Os caras não vão botar dinheiro em algo que é pra poucas pessoas, sendo que eles têm que atingir várias.

Mas aí a IA consegue descobrir, torna viável. Então assim, a gente tá entrando numa era de extrema prosperidade e de extrema longevidade.

Só que ao mesmo tempo também, numa era onde a gente vai ter o maior número de pessoas que são não empregáveis. E esse é o maior medo.

Por isso que estavam falando assim, é, uma galera falou: “Parem, IAs, vamo lá, vamo se juntar e vamo parar tudo isso aí.” Porque que eles se ligaram que assim, o Yuval Harari fala muito sobre isso desde o Homo Deus lá, que a gente vai ter cerca de oitenta por cento ou mais das pessoas sendo pessoas não empregáveis.

O que que é uma pessoa não empregável? É praticamente uma pessoa inútil economicamente. Uma pessoa que, tipo assim, ela não vai se adaptar tão rápido às quantas coisas estão mudando, e não vai ter trabalho pra ela. Não tem como. Tipo assim, se tu dá o trabalho pra ela, tipo, tu dá aquele controle desplugado do videogame pro teu sobrinho, pra ele achar que tá jogando. Sabe? Sei lá se criarão vai ser um negócio assim. Deixa ele achar que tá fazendo alguma coisa, mas não, não tá fazendo.

Por quê? Porque a IA tá sendo, tá cada vez mais rápido. E a cada cerca de seis meses a gente consegue dobrar. Isso é o que Lama falou ontem numa entrevista que ele deu. A cada seis meses a gente tá dobrando a nossa velocidade. Então tá sendo algo absurdo. Tá indo muito mais do que aquela, a lei de Moore.

A lei de Moore, lembra? É de dobrar a capacidade de processamento a cada tanto tempo. Acho que é dezoito meses que a gente consegue dobrar a capacidade de processamento, porque a gente diminui o transistor. Mas agora é outra coisa, tipo assim, não é que a gente não tem uma lei pra isso pra falar sobre IA, porque é muito rápido.

Mas ele tá falando: “Cara, a cada seis meses a gente já tá, tipo assim, tá absurdo.” A gente tá conseguindo tipo, essa duplicabilidade faz com que a gente consiga diminuir um transistor a cada dezoito meses.

Então tipo, a gente tá no momento agora com chips de nove nanômetros, que fazem com que as IAs consigam ter essa velocidade absurda. Só que, por exemplo, a China não consegue ter acesso a isso, porque os Estados Unidos tá bloqueando a TSMC. Então tá em beira de uma guerra mundial por conta de chips, entre aspas. Porque quem dominar primeiro a IA, domina o mundo.

É por isso que os Estados Unidos tá incentivando essas empresas lá de dentro pra que isso aconteça. E o Brasil atrasado assim, com a Europa atrasada, impedindo que isso aconteça. Nosso negócio é jogar bola mesmo, pessoal. Pode chegar aqui no YouTube aí, é o que tem.

Mas é, galera, só pra o pessoal não ficar assim apavorado antes de a gente concluir. “Ah, não, então vai acabar os empregos?” Sim, boa parte dos empregos vão deixar de existir. E não vai ser criado empregos na medida que são destruídos empregos.

E isso vai exigir que a gente tenha algumas, uma ação social de sustentabilidade para as pessoas, que é uma coisa que foi já, já tinha falado há muito tempo, que é o basic income, né, aquela renda básica universal.

Só que a galera tá falando o seguinte, o Hormozi, que tá falando recentemente isso, e mudou minha visão: como a gente vai ter muita produtividade, diferente da pandemia, não vai ter um basic income. Tu vai ter um high income. Porque vai ter, produzindo muita coisa. Então tu tem que aumentar o número também. Tu vai ter muita oferta pra te aumentar a procura. Joga mais dinheiro pra galera. E por que que a economia vai sustentar isso? Porque tem muita produtividade.

Então tu vai poder ter salários de dois, três mil dólares aqui no Brasil sem fazer porra nenhuma. Simplesmente porque tu é humano. Então o ser humano vai te dar direito a ter uma renda alta universal.

Isso vai acontecer. Então as pessoas não precisam se preocupar que não vão ficar sem dinheiro. Mas elas não vão ter mais propósito, e a gente vai entrar numa grande, digamos assim, onda de pessoas extremamente depressivas e tudo mais.

Tem gente andando um pouquinho mais pra distopia do negócio, mas aí daria outro podcast sobre isso.

Eu acho que a gente já ficou bastante tempo conversando aqui.

É bom.

Bom, mas a gente tá praticamente acho que duas horas e quarenta, quarenta e cinco.

Aí cara.

Bom, cara, acho que é isso na real. Vou, será que, tá, vou te fazer uma última pergunta, tá, que eu só tô curioso sobre isso. A utilidade então de a gente clonar o cérebro de alguém, fazer ali esse negócio, seria tu facilitar o acesso ao conhecimento daquela pessoa?

Exatamente. Por isso que eu tô chamando de GPT expert. Que é tipo assim, tu cria um GPT que tu quer conselho, por exemplo. Eu já troquei muita ideia, por exemplo, com o Kapil Gupta, e é muito legal tu conversar com ele, porque ele vai te dar a resposta como se fosse conversando com ele mesmo.

Sim, tu pode conversar com o Naval, tu pode conversar com o Alex Hormozi. O primeiro eu criei, o segundo clone que eu criei foi o Alex Hormozi. Eu queria primeiro o Naval, depois o Alex Hormozi, porque eu queria entender algumas coisas.

Ah é perfeito?

Não, tipo assim, não vai ser cem por cento igual aquela pessoa, mas eu diria que assim, uns noventa por cento igual aquela pessoa.

Porque com base em todas as comunicações que existem ali da pessoa, tu pergunta uma coisa, ela vai buscar na base de dados e vai responder similar ao que aquela pessoa responderia. Só que com base no contexto que tu deu.

Então tu pode pedir dica de marketing pro Alex Hormozi. Sim. Ou dica sobre felicidade e dinheiro com o Naval.

Sim, cara. Muito interessante.

É, mano. Pô, a gente conversou pra cacete aqui. Obrigado por esclarecer as coisas aí. Tive muitas ideias, muitos loops abertos. Acho que o pessoal que tá em casa também deve ter dado uma fritadinha na cabeça.

É, uma coisa muito nova, né? Muito nova. E daí é surreal, cara. Eu tô realmente muito ansioso assim pra ver o que que vai acontecer. Que é muito doido, cara.

Se tu for, sei lá tipo, a gente né, é, pensa nos vinte anos atrás. Aí, não, uns quinze anos atrás. Tu deveria ter ali uns dezessete, dezoito. Aí era um mundo completamente diferente, né? É, mamãe tinha acho que tinha smartphone, né, só que eu acho que eu não tinha. Não lembro. Acho que dezoito anos atrás tinha. Tinha, tinha. Acho que deveria ter sido dois mil e oito, né?

Mas assim, mas eu lembro que porra, eu lembro que os meus amiguinhos me chamavam lá em casa: “Ô João, vamo brincar?” Daí a gente ia na rua jogar peão. Entendeu? Jogar taco.

Daí hoje em dia, porra, a gente consegue conversar com um robô. Isso é muito surreal.

E daí é, eu tenho assim, por exemplo, que que eu já tá acontecendo, né? Eu tenho esse óculos aqui que tem IA, também eu consigo conversar já com IA. Eu tenho também o Quest três, que é o óculos que tu bota de realidade virtual aumentada, onde eu jogo, por exemplo, lá com o Henrique Carvalho, jogo com a galera, o Douglas Souza, a galera do mercado digital. A gente joga tabuleiro, a gente vai, a gente joga normalmente sexta à noite.

Ah é? Ô, me chama. Então vou jogar com vocês.

Eu tenho óculos Quest lá. Ah, então vamo, é o do Facebook lá. A gente joga aqueles de cair do céu que é o Population One. Tipo de cair do céu.

Cara, mas tu sabe que vocês estão fudido, né? Eu acho que… porque o que que vai acontecer, cês vão tomar um pau. Nunca mais vão me convidar.

Pessoal, a gente tá fazendo colaborativo.

Ah é? Então cês vão ganhar. Então agora cês esperam uma boa. Contratar o Neymar aí dos jogos.

Mas aí que tá, tá tudo mudando realmente muito rápido. A forma como a gente tá usando isso aqui, por exemplo, celular, é uma coisa que rapidamente vai ficar outra, já passou. Já foi lançado semana passada o Rabbit, que é um dispositivo desse tamanhozinho assim, que tu bota no bolso, e faz com que tu consiga ter uma IA ali mesmo, offline, e fazer tipo assim que acontece hoje.

A gente, isso é muito louco que tá acontecendo. Porque tipo assim, eles estão chamando de LLM OS, que é o quê: tu não vai precisar mais ter aplicativos no celular. Porque aplicativo é um saco. Tem aplicativo disso, daquilo, daquilo, daquilo outro. Saco.

Tudo que tu quer vai ser criado em tempo real. Então tu quer, ah, eu preciso, sei lá, comprar uma passagem. Então é criado um aplicativo em tempo real que vai lá e vai buscar via API as informações e vai comprar tua passagem. E daí ele pode deixar de existir.

Já assistiu o Rick and Morty?

Porra, várias vezes.

Mister Meeseeks.

Sei, vai ser isso aí. Tu vai apertar o botão. Olha que massa, Mister Meeseeks. Veja essa série, pessoal. Melhor série que tem.

Ele vai ter um Mister Meeseeks. Eu confio muito nisso, né, que ele vai fazer todas as suas coisas.

Cara, e pior que isso já tá acontecendo. A gente já vive no futuro. Pouca gente só sabe, percebeu isso. Ele não tá distribuído igualmente, mas ele existe, né?

Esse negócio é muito real, né? Porque tipo, o celular, ele é uma user interface pra tu acessar os apps. Só que se tu tem um LLM onde tu fala: “Faz tal coisa,” ele poderia acessar pra ti tudo isso. Daí, entendeu?

Então tipo, nunca não vai ter, tipo, aperta esse botão. Tipo, ó, o VTurb tem que apertar o botão pra subir o vídeo, o botão pra configurar. Não. Tu fala assim, cara: “Ó, meu vídeo é esse aqui e tal, eu quero que tu suba ele aí e me dá o código aqui.” Tem que ter isso. O cara vai lá e retorna pra ti. Porque essa vai ser a interface.

Cara, é muito doido. Tem uma ferramenta aqui assim, hoje em dia, que tu só conversa, do, que um, uns Sasuke são assim, sabe, de criação de book. Ele já faz tudo pra ti. Tudo certinho.

Então é, vai ser isso cada vez mais. É muito doido.

A gente tem que ver o VTurb, que vai ter que também se atualizar pra fazer cada vez mais.

Pois é, eu tô louco.

Mas enfim, vamo com calma aí. Tem muita coisa pra fazer também.

Já tá um rolo assim. Imagina.

Já tá rolo. Imagina.

Mas cara, muito obrigado por ter comparecido aqui ao podcast. Espero que tenha gostado. Achas que passou rápido?

Passou, passou rápido, né. A gente vai conversando do nada.

E cara, tô surreal. Pô, olha só o Alan. Eu tomei duas garrafas de água. Esse vagabundo aqui falou umas quatro vezes mais que eu.

O bicho tá machucado. A gente vai brigar comigo.

Deu um golinho, um golinho de água, um negocinho aqui. Tomou vinte ml.

E cara, é, obrigado por ter dado um pouco do teu tempo aí. Pra quem não sabe, pessoal, o Alan, ele tá com esse negócio da formação IA aí. Daí eu vou soltar o teu podcast em tempo pras pessoas saberem isso, pra caso eles queiram, sei lá, construir um pouco o teu conteúdo.

Vai ser que dia mesmo? É dia vinte e nove.

Dia vinte e nove eu começo a fazer as lives.

Dia vinte e nove.

Ó, dia 29 de janeiro, tá, pessoal. Então esse podcast, eu vou tentar, hoje é dia dez, eu vou tentar, eu vou liberar ele antes do evento do dia que é pra ser aqui, pra vocês daí conseguirem ter tempo aí de ver, consumir, e tal, conhecer mais sobre o que ele tá fazendo.

E daí vão lá, tá, pessoal. Eu vou deixar o Instagram do Alan aqui na tela. Fala o teu Instagram aí pro pessoal.

O meu Instagram é arroba o Alan Nicolas, com um N só.

Arroba o Alan Nicolas, com um N só. Vai aparecer aqui na tela, tá, pessoal.

Então se vocês gostaram do podcast, compartilha aqui embaixo. É o que que vocês acharam legal. Se não gostaram, fala também pra gente poder melhorar.

E obrigado por ter dado esse teu tempo aí pra gente. Tá, é bastante tempo. Os podcasts são longos mesmo. Mas cara, é isso. Daí tá, a gente tem que testar aí o máximo aqui do convidado pra passar bastante conhecimento pra vocês.

E cara, é, enfim, é isso aí. Alan, deixa uma última mensagem aí pra galera. Manda um abraço aí pra ele.

Sei lá. Então, primeiro te agradecer aqui pela oportunidade. Eu achei que tu não, não queria mais aqui, né? Porque eu falei: “João, ei João, não vai me convidar.” Ele fala: “Não, calma, calma, calma que eu vou chamar.” Convidei. Ó, tá aí, viu? Convido.

Então obrigado pela oportunidade também de tá aqui trocando essa ideia contigo. Agradecer a galera também por ter ficado até o final aqui. Porque eu sei que a gente passou por uns momentos aqui mais difíceis de entender, né. Mas é assim, é normal, faz parte.

E bom, se você não quiser ficar aí pra trás, se você não quiser ser substituído rapidamente por uma IA, eu acho bom você se atualizar.

Isso aí! Então pessoal, valeu mais uma vez. Tá ganhando o Alan aí na tela. Segue o Alan no Instagram, segue lá no YouTube, no Instagram. Gostou do podcast, compartilha com alguém. E valeu!